sábado, 2 de maio de 2009

Residencial Galo Branco ganha paróquia 30/04/2009

Residencial Galo Branco ganha paróquia
30/04/2009

A nova Paróquia São Benedito será a 40ª paróquia a ser instalada na diocese. Está situada no Residencial Galo Branco, na zona leste de São José dos Campos, uma região, que tem uma média de 1.000,61 hab / km2 com taxa de Crescimento 1991/2000: 3,44% ao ano, segundo dados da prefeitura.

Foi criada canonicamente no dia 18 de novembro de 2008 e será instalada no dia 17 de maio, ocasião em que também toma posse seu primeiro pároco, Padre Lucas Rosa da Silva. Também neste dia, será inaugurado seu site na internet, no endereço: www.saobeneditogb.org.br

A nova paróquia nasce com a atuação de 26 pastorais e movimentos e 3 grupos de oração. Possui 1200 crianças na catequese e são celebradas 8 missas por semana.

O território da Paróquia São Benedito tem os seguintes limites:

Ao norte: - divisa com a paróquia São José Operário, limite vargem do Rio Paraíba

Ao sul: divisa com a Paróquia São Vicente de Paulo, limite Rodovia Presidente Dutra

A leste: divisa com a Paróquia São Pio X (Diocese de Taubaté), limite divisa entre os municípios de São José dos Campos e Caçapava.

A oeste: divisa com a Paróquia Imaculada Conceição (Eugênio de Melo), limite Bairro Itapuã e Residencial Ribeira.

Missa de instalação da Paróquia São Benedito

Dia 17 de maio, às 19h, presidida por Dom Moacir Silva

Rua Benedito Andrade, 520 – Galo Branco – SJCampos

Tel.: 3905-2949

Pequena história da Paróquia de São Benedito do Residencial Galo Branco

Lá pelos anos 50 surgiu uma Capelinha dedicada a São Benedito, na Fazenda Galo Branco, no distrito de Eugênio de Melo. Depois, quando a fazenda foi vendida e a sua área tornou-se um loteamento, ela continuou lá como local de oração, de encontro para a comunidade que surgia poder participar das missas e fazer as festas. Ela pertencia então a Paróquia Imaculada Conceição de Eugênio de Melo, que tem por pároco o Revmo. Cônego Gouveia.

A vida continuava e a Capelinha, sob a intercessão de São Benedito, lá estava como referência na comunidade, destacando-se o trabalho do diácono Paulo na mesma. Mas a comunidade cresceu e tornou-se necessária uma Igreja maior. Assim, junto com a comunidade, Cônego Gouveia construiu uma nova Igreja dedicada a São Benedito, como um espaço maior para o povo de Deus celebrar. Ao lado da nova Igreja, a Capelinha continuava como local especialmente de adoração e oração. Outros sacerdotes também fizeram parte dessa história: Pe. Narciso Donizete Esmério, Pe. José Roberto Fortes Palau, Pe. Wendel Ribeiro.

A comunidade continuou a crescer e tornou-se capelania, agora com vida autônoma, sendo chamada Comunidade São Benedito do Galo Branco e ficando sob a responsabilidade do Pe. Mário Lúcio Adrião. Este deu continuidade aos trabalhos de construção, que a nova realidade exigia. Em 2007, Pe. Mário Lúcio foi sucedido pelo Pe. Lucas, que, com a ajuda da comunidade, deu prosseguimento aos trabalhos de construção e começou o processo de criação da futura Paróquia São Benedito do Galo Branco.

Assim, pela intercessão de São Benedito, coroando o sonho de muitos que foram, e são, verdadeiros alicerces da comunidade, no final de 2008 foi criada a Paróquia de São Benedito, do residencial Galo Branco, que será instalada em missa presidida por Dom Moacir, nosso bispo, em 17 de Maio de 2009, às 19h.

“Quando os irmãos se unem e as mãos se juntam, o sonho acontece”!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Manifestações do Dia 1º de Maio tenta unir classe trabalhadora em São Paulo







Fotos: Jaime C. Patias - Revista Missões www.revistamissoes.org.br

Manifestações do Dia 1º de Maio tenta unir classe trabalhadora em São Paulo

Uma missa promovida pela Pastoral Operária e movimentos sociais realizada na Catedral da Sé, em São Paulo, reafirmou o compromisso da Igreja na luta pelos direitos dos trabalhadores, nas comemorações do Dia 1º de Maio. A celebração fez memória dos que tombaram na luta pela melhoria nas condições de vida e dignidade humana. Dom Helder Câmara foi um dos homenageados. Este ano, o bispo dos pobres, completaria cem anos de vida. Na homilia, dom Pedro Luiz Stringhini, bispo da Região Belém e responsável pelas pastorais sociais na Arquidiocese, destacou pontos convergentes nas posições da Pastoral Operária e na mensagem dos bispos reunidos em Itaici, Indaiatuba, SP, na 47ª Assembleia Geral da CNBB.

O primeiro aspecto apontado por dom Stringhini foi o contexto da atual crise econômica. Na sua reflexão, o bispo citou a mensagem da CNBB para o 1º de maio, onde afirma: “A crise mostra a sua face mais cruel ao se deslocar do capital financeiro para o setor produtivo, dizimando milhares de postos de trabalho, na cidade e no campo”.

Para o bispo, a segunda denúncia dos trabalhadores é o uso do dinheiro público para salvar bancos e empresas. “Esse dinheiro vai faltar na saúde, educação e outros setores importantes para o bem estar da população”. Sobre essa questão, Stringhini destaca o que diz a nota da CNBB quando afirma que, “a crise atinge, sobretudo, os trabalhadores, os pobres, as pequenas e médias empresas. Os bancos recebem verbas milionárias dos governos para salvar o sistema financeiro. No entanto continuam as demissões, levando muitas pessoas a buscarem sua sobrevivência no trabalho informal”.

O terceiro ponto de convergência é, na opinião do bispo, “o compromisso da Igreja na luta pelos direitos dos trabalhadores”. “Ao celebrar o Dia do Trabalhador, a CNBB confirma seu compromisso em favor dos direitos sociais do povo e, em especial, dos direitos trabalhistas e dos esforços para consolidar as suas organizações. Expressa também a solidariedade com todos os desempregados, vítimas da crise ou dos que se aproveitam dela”, diz a mensagem divulgada no dia 28, em Itaicí.

Por fim, dom Stringhini lembrou que a Pastoral Operária reconhece a presença de Jesus Cristo Ressuscitado que anima a esperança das trabalhadoras e trabalhadores na busca de um mundo mais justo e solidário. “A CNBB reforça a mesma ideia”, concluiu dom Stringhini.

Após a missa, uma multidão aguardava na Praça da Sé o início do tradicional Ato Público do Dia 1º de Maio. Do palco localizado em frente à Catedral, representantes de movimentos sociais e organizações, lideranças sindicais, estudantis e pastorais, revezavam-se para denunciar as violações dos diretos dos trabalhadores e pedir unidade na luta. Artistas e grupos musicais também tiveram espaço para se manifestar.

O professor Plínio de Arruda Sampaio, que há 60 anos participa em manifestações na Praça da Sé, observou que nunca antes na história a classe trabalhadora esteve tão fragilizada. Em seu pronunciamento, o incansável militante considerou a falta de unidade na classe, considerando como “uma traição à causa dos trabalhadores” e favorável ao capital. “A unidade é absolutamente imperiosa para vencer a crise”, afirmou destacando três virtudes para seguir a luta: “Imaginação para sonhar, coragem para rever convicções e assumir riscos e, a unidade da classe”. Segundo ele, “no diálogo, a generosidade é fundamental para ceder posições em vista de um bem mais amplo”, arrematou.

Por sua vez, o senador Eduardo Suplicy (PT), pregou a “transparência em tempo real, sobre os salários e movimentações financeiras nas empresas públicas e privadas” como um dos remédios para enfrentar a crise.

No meio da multidão, distribuindo panfletos e jornais, a jovem Alessandra Lacerda, militante do “socialismo revolucionário”, corrente do PSOL, avaliou que “a fragmentação das organizações sindicais está ligada ao avanço do sistema neoliberal que, utilizando a mídia, recursos financeiros e esquemas ideológicos, transformou tudo a seu favor”. Para ela, tais condições “tornam difícil dialogar com as grandes centrais sindicais que hoje são reféns do sistema”, alertou.
Com as bandeiras dos movimentos e sindicatos misturavam-se bandeiras do PSTU e do PSOL que reúnem a esquerda mais radical.

Em outros três pontos da capital paulista, a Central Única dos Trabalhadores - CUT e a Força Sindical, onde circulam partidos como o PT e o PDT, reuniram milhares de trabalhadores e simpatizantes atraídos por shows, sorteios de carros, apartamentos e serviços básicos. Na pauta de reivindicações constava a manutenção de empregos, a redução da taxa de juro Selic (divulgada pelo Comitê de Política Monetária – COPOM) e a diminuição do spread bancário (diferença entre os juros cobrados pelos bancos nos empréstimos e as taxas pagas).

As lideranças reunidas na Praça da Sé não pouparam críticas a essa forma de celebrar o Dia do Trabalhador que consideraram uma traição: “os trabalhadores conscientes não precisam de brindes nem de artistas globais para reivindicarem seus direitos”, denunciavam em coro.

por Jaime Carlos Patias

Fonte: Revista Missões

quinta-feira, 30 de abril de 2009

CEBs Tribuna INdepedente (28 de abril 2009)

Caminheiros e caminheiras:

Na noite do dia 28/04 a Tribuna Independente da Rede Vida de Televisão foi realizada com o Tema: "Comunidades Eclesiais de Base".

Estiveram presentes:

Dom Moacyr Grechi - Arcebispo de Porto Velho-RO - anfitrião do 12º Intereclesial
Dom Adriano Ciocca - Bispo de Floresta-PE - Bispo que Acompanha as CEBs do Brasil
Sergio Coutinho - assessor nacional das CEBs na CNBB

Abaixo os videos do programa no Youtube ]

01 http://www.youtube.com/watch?v=n6X6TZPxWco

02 http://www.youtube.com/watch?v=BzltQgDFATk

03 http://www.youtube.com/watch?v=_-6wHdgAp6I

04 http://www.youtube.com/watch?v=se8NWGic-K4

05 http://www.youtube.com/watch?v=SnUqUOi-9t8

06 http://www.youtube.com/watch?v=GpMXNKpDmMs


Abraços!!!


Éder

Celebrando a Caminhada rumo ao 12º Intereclesial das CEBs


Celebrando a Caminhada rumo ao 12º Intereclesial das CEBs

Um encontro de comunhão, confraternização, planejamento e reflexão todos os anos faz parte da vida dos bispos do Brasil e este ano pela 47ª vez reuniram-se em Itaici SP, dos dias 22 de abril a 01 de maio, para este rico momento do episcopado brasileiro.

No dia 28 de abril logo pela manhã com o cantar dos Salmos foi celebrada a Eucaristia, presidida por D. Adriano Ciocca, bispo de Floresta-PE, com alguns símbolos muito interessantes. Com o Círio Pascal a nos recordar o clarão da ressurreição estavam os frutos da terra, as sementes, o Trem das CEBs, a Colcha de Retalhos e os frutos dos trabalhos de homens e mulheres que lutam no dia a dia pela vida. Neste dia a assembleia estava celebrando a Caminhada das Comunidades Eclesiais de Base de todo Brasil rumo ao 12º Intereclesial das CEBs, a se realizar dos dias 21 a 25 de julho próximo.

Logo depois da saudação inicial D. Maurício Grotto, arcebispo de Botucatu-SP, trouxe para celebração a alegria dessa caminhada até Porto Velho-RO, para a grande Festa-Compromisso que iremos celebrar e também saudou a Comunidade Ecumênica Dom Oscar Romero de Sorocaba-SP, que estava representando todas as comunidades do Brasil nessa celebração.

Com alegria celebramos a Ceia do Senhor, o Ressuscitado nos reuniu para o grande Banquete. No altar colocamos Pão e Vinho, uma peneira com rocamboles de goiabada, com todos os trabalhos de geração de renda e economia solidária realizados pelas comunidades. Colocamos balas de banana do Vale do Ribeira, uma das maiores regiões produtoras da fruta. Ofertamos as roupas de bebê confeccionadas pelo Projeto com gestantes Parteiras do Egito. Alimentamos-nos com o Corpo e Sangue do Senhor e ao final da celebração partilhamos os dons ofertados.

Dom Moacyr Grechi, arcebispo de Porto Velho-RO e anfitrião do Intereclesial, convidou todos os bispos do Brasil para estar na Capital de Rondônia para juntos celebrarmos estes dias de Reflexão, Memória e Compromisso.

Com o coração aquecido, na alegria do encontro e oportunidade de passar pela Assembleia da CNBB, o trem das CEBs segue para Amazônia na certeza de ter muitos amigos bispos na mesma caminhada e no mesmo sonho. O trem não pode parar e segue pelo Brasil chamando todos e todas para o Regional Noroeste.

Éder Massakasu Aono

terça-feira, 28 de abril de 2009

9º Romaria das CEBs à Aparecida


9º Romaria das CEBs à Aparecida

por Elpidio e Lurdinha última modificação 28/04/2009 09:19

A Equipe da Colegiada Estadual das CEBs - Sul 1 acolhe os(as) Romeiros(as) em Aparecida e conta a história dos Intereclesiais.


D. Mauricio celebra com as CEBs de São Paulo no Santuário de Aparecida

A todos e todas que aqui foram para a 9º romaria das CEBs e marcaram presença com as sub-regiões do Estado de São Paulo, e com toda a dificuldade da viagem, em que muitos viajaram a noite, mas estão sempre firmes com sua presença nesta luta da romaria das CEBs.

Muito nos alegra a calorosa visita na casa da nossa querida mãe que de braços aberto nos acolhe, com muito amor e carinho de mãe.

Nesse tempo em que todos e todas somos convocados a nos fazermos discípulos e discípulas, missionários e missionárias de Jesus Cristo, para que n’Ele nossos povos tenham vida, reafirmamos nossa convicção de que as CEBs continuam sendo o lugar indispensável e privilegiado para a vivência de todos os projetos de vida e fé.

À luz do tema do 12º Intereclesial, CEBs, Ecologia e Missão e o lema do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia, na realidade amazônica. Refletimos sobre, “ terra sem males para homens sem terra.”

“Finalmente a Igreja da América Latina recupera seu rosto”.

“As Comunidades Eclesiais de Base demonstram seu compromisso evangelizador e missionário entre os mais simples e afastados, e são expressão visível da opção preferencial pelos pobres.

São fonte e semente de variados serviços e ministérios a favor da vida na sociedade. Com a mãe Aparecida reafirmamos que a paixão pela pessoa de Jesus Cristo, caminho, verdade e vida, nos mobiliza na luta a favor da vida humana, da natureza, do Planeta e do Univérso.

A mística evangélica nos convida a contemplar toda a Criação como obra divina. É oportuno para as CEBs que se preparam para o 12º Intereclesial na região amazônica, uma pastoral de conjunto com prioridades, para criar um modelo de desenvolvimento que privilegie os pobres e sirva o bem comum.

“ Rumo a Igreja de Porto Velho, acreditamos que “Jesus ouviu o clamor do seu povo e armou sua tenda na Amazônia.”

Na História das romaria já somos o nono de muitos que ainda virão , que marca a nossa bandeira de luta,para refletirmos o quanto é de grande importância , Refletimos o quanto é urgente nos dedicarmos, todos e todas na questão da ecologia, a terra mãe grita em defesa da vida. sabemos que a questão ecológica é uma questão social, política e cultural ainda é tempo , não podemos ficarmos no ver e julgar ,temos que agir , e rápido ainda a tempo.

Pensando que vem por ai o 12º intereclesial das CEBs resolvemos estar apresentando a Memória dos Intereclesiais.

1º Intereclesial

Aconteceu na cidade de Vitória, Espirito Santo, de 06 a 08 de Janeiro de 1975, com tema:

UMA IGREJA QUE NASCE DO POVO

PELO ESPIRITO DE DEUS


Dele participaram 70 pessoas, representantes de 11 Dioceses. Enfatizou a importância da participação.

2º Intereclesial

Também realizado na cidade de Vitória, Espírito Santo de 29 de julho a 1º de agosto de 1976 ,com o tema:

IGREJA POVO QUE CAMINHA


Contou com 100 participantes. No processo de nova consciência sócio-eclesial, o 2º intereclesial favoreceu a compreenção de que a fé não pode ser separada da vida e que a Palavra de Deus revela-se igualmente na história do povo.

3º Intereclesial

Foi em João Pessoa, Paraíba, de 19 a 23 de julho de 1978,com o tema:

IGREJA, POVO QUE SE LIBERTA


Dele participaram 200 pessoas. Em relação aos encontros anteriores, houve uma significativa mudança no de João Pessoa .Grande parte da assembléia era constituída de gente simples.

Assessores e bispos colocavam-se no lugar de ouvintes da palavra dos pobres e pequenos ,de sua história e paixão ,de seus sonhos e esperanças.

4º Intereclesial

Aconteceu em Itaici, São Paulo, de 20 a 24 de abril de 1981, com o tema:

IGREJA, POVO OPRIMIDO

QUE SE ORGANIZAPARA A LIBERTAÇÃO


300 pesoas estavam presentes. Ficou muito claro no encontro que as CEBs ,em razão de sua inscrição religiosa,não podem se transformar em células partidárias, porém, elas não devem deixar de lado a educação política.

As CEBs devem ser o lugar de vivência,aprofundamento e celebração da fé, mas também o lugar onde se comfrontam vida e prática com a palavra de DEUS, no sentido de se verificar a coerência da ação política com o plano de DEUS.

5º Intereclesial

Foi em Canindé, Ceará, de 4 a 8 de julho de 1983,com o tema:

IGREJA, POVO UNIDO

SEMENTE DE UMA NOVA SOCIEDADE


Contou com 500 participantes, inclusive com representantes de outros paises da América Latina.

A reflexão central do encontro foi que, na luta por uma nova sociedade, as CEBs encontram na motivação evangélica a razão última de todo o seu empenho .

6º Intereclesial

Aconteceu em Trindade, Goiás, de 21 a 25 de julho de 1986, com o tema:

CEBs, POVO DE DEUS

EM BUSCA DA TERRA PROMETIDA


Contou com 1647 participantes ,incluindo representantes dos povos indígenas e de igrejas Evangélicas.

O que marca este Encontro são as temáticas que surgiram do seu aprofundamento e reflexão: a questão do estatuto eclesiológico das CEBs; a questão das CEBs e a política partidária;a especificidade da luta das mulheres, Negros e Índios, a questão latino-americana e o ecumenismo.

7º Intereclesial

Foi em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, 10 a 14 de julho de 1989, com o tema:

POVO DE DEUS NA AMÉRICA LATINA

A CAMINHO DA LIBERTAÇÃO


Foram 2500 pessoas que dele participaram. A temática geral do encontro foi subdividida em três questões especificas: a situação da américa latina; a relação entre fé e libertação; a eclesialidade das CEBs e a dimensão ecumênica.

8º Intereclesial

Aconteceu em Santa Maria, Rio Grande do Sul de 08 a 12 de setembro de 1992, com o tema:

POVO DE DEUS RENASCENDO

DAS CULTURAS OPRIMIDAS


2.800 pessoas estavam presentes neste encontro. Cada bloco ficou encarregado de um tema : Índios,negros,migrantes,trabalhadores e mulheres .esta esperiencia inovadora de evangelização a partir dos povos e culturas oprimidas não ocorreu sem momentos de forte dificuldade e tensão.

Segundo a expressão do documento final: “ Tudo que é novo nasce com dor de parto, mas também traz alegria.” Sobretudo do bloco dos negros e das mulheres vieram as reivindicações mais contundentes.

9º Intereclesial

Aconteceu em São Luiz, Maranhão de 15 a 19 de Julho de 1997, com o tema:

CEBs, VIDA E ESPERANÇA NAS MASSAS


Contou com 2.800 participantes. O Tema foi subdividido em seis eixos, formando a base do trabalho nos blocos temáticos.

São eles: CEBs e catolicismo popular; CEBs excluídos e movimento popular; CEBs e religiões afros; CEBs e pentecostalismo; CEBs e cultura de massa; CEBs e a questão indigena.

10º Intereclesial

Foi em Ilhéus, Bahia de 11 a 15 de Julho de 2000, com o tema:

CEBs, POVO DE DEUS

2000 ANOS DE CAMINHADA


Dele participaram 3036 pessoas. Ali recordou –se o sonho de Jesus e a vida de comunidade assumida pelo seus seguidores de hotem e hoje. O encontro celebrou e avaliou os 500 anos de evangelização no Brasil e os 25 anos dos intereclesiais, através das temáticas:

CEBs Memória e Caminhada; sonho e compromisso.

Tudo isso para celebrar, festejar, avaliar e abrir novos horizontes para que um dia possamos colher os frutos da justiça, da partilha, da igualdade, da ternura, do carinho e da festa.

11º Intereclesial

Aconteceu em Ipatinga Minas Gerais de 19 a 23 de Julho de 2005 participaram 3.600 pessoas neste encontro, que abordou o tema:

CEBs, ESPIRITUALIDADE LIBERTADORA
SEGUIR JESUS NO COMPROMISSO COM OS EXCLUIDOS


O encontro foi feito a partir de seis eixo temático, que se subdividiu em seis temas especificos; CEBs e a espiritualidade Libertadora; CEBs, a dignidade humana e promoção da cidadania; CEBs e a formação de um novo sujeito; CEBs e a construção de um outro mundo possível; CEBs e a via campesina; CEBs e a educação libertadora.

12º Intereclesial

A Arquidiocese de Porto Velho (Rondônia) sediará o 12° Encontro dos representantes das Comunidades Eclesiais de Base (12° Intereclesial) nos dias 21 a 25 de julho de 2009, na cidade de Porto Velho,capital do Estado do Rondônia, com o tema:

CEBs, ECOLOGIA E MISSÃO

DO VENTRE DA TERRA, O GRITO QUE VEM DA AMAZONIA





Elpidio e Lurdinha
Sub-Regional RPII e SUB-Regional Botucatu
Membros da Equipe da Colegiada Estadual

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Divulgada a pauta desta quinta-feira, 23, da Assembleia da CNBB 23/04/2009



Nesta quinta-feira, 23, a Comissão responsável apresenta o tema central da 47ª Assembleia Geral da CNBB. A apresentação será na primeira sessão da manhã, seguida de estudo e trabalhos em grupos. Os 330 foram divididos em 20 grupos para debater o texto do novo documento que tratará da formação dos presbíteros na Igreja do Brasil. Trata-se da revisão do Documento 55 da CNBB – Diretrizes Básicas da Formação dos Presbiteros na Igreja do Brasil, em vigor desde 1995.


Confira, abaixo, a pauta.


7h – Missa presidida pelo arcebispo de Teresina e presidente do Regional Nordeste 4 da CNBB – Dom Sérgio da Rocha
8:45h – 1ª Sessão – Apresentação do tema central da Assembleia: “Formação Presbiteral: desafios e diretrizes”
10:30h - Intervalo
10:50h – 2ª Sessão – Discussão do tema central em 20 grupos
12:30h - Almoço
14:30h - Oração (Hora Media)
14:45h – 3ª Sessão - Reunião reservada
16:30h - Intervalo
17h – Oração (Vésperas)
17:30 – 4ª Sessão – Plenário – Apresentação dos trabalhos em grupo
19h - Jantar

Fonte: CNBB