sábado, 9 de maio de 2009

O ABC DOS GRUPOS DE REFLEXÃO “Meus irmãos, minhas irmãs, queridos e amados, minha alegria e minha coroa” (Fil 4,1)

Com certeza vocês estão sabendo que, na última Assembléia Diocesana de Pastoral, os 172 delegados e delegadas, por maioria absoluta, escolheram como Prioridade Pastoral Diocesana para perdurar até a volta de Nosso Senhor Jesus Cristo, no fim dos templos, a criação, a formação e a sustentação dos grupos de Reflexão (GR) em todas as comunidades da nossa Diocese.

Prioridade, como a própria palavra diz, significa aquilo que vem em primeiro lugar, antes de tudo, que é mais falado, mais divulgado, mais amado e mais posto em prática... Priorizar é dedicar e gastar mais tempo, mais recursos humanos e materiais. Para não ser prioridade somente no papel é preciso que os GR estejam prioritariamente nas nossas mãos, nos nossos pés e nos nossos corações, como o primeiro amor, a maior preocupação e dedicação. Isso requer que eles sejam colocados, em primeiro lugar, nas primeiras páginas das agendas, nos estudos, nos encontros e nas orações.

Pergunta para o debate:

· O que vocês devem fazer para que esta Prioridade Diocesana saia do papel e chegue às ruas?

O QUE SÃO OS GRUPOS DE REFLEXÃO

“ A Igreja que se reúne nas casas, saúdo efetivamente no Senhor!” (1 Cor 16,19)

O nome de uma pessoa ou de uma coisa tem o seu significado. Os GR, no Brasil, são conhecidos por vários nomes, entre os principais: “Círculos Bíblicos”, “Grupos de Família” “Missionários”, “de Oração”, “de Vivência”, “CEBs”, Missão nas casas”... Os participantes da Assembléia, depois de três dias de estudo, partilha e oração, escolheram, também por votação, entre as várias opções chamá-los, na Diocese, de Grupos de Reflexão (GR). Esta nomenclatura é um verdadeiro programa de vida dos GR: são “Grupos” porque reúnem, congregam, convocam parentes, vizinhos e amigos; e são de “Reflexão” porque refletem, pensam, estudam.

Fundados na Trindade, na graça Pai, sendo Jesus Cristo, a pedra angular, e o Espírito Santo, a argamassa, dos GR nasce uma Igreja comunhão, cristocêntrica, pneumática, mariana e diaconal. Ser GR é ter assimilado esta forma trinitária de a Igreja ser, viver e agir. Uma das notas características dos GR é reunir crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, homens e mulheres, que se aproximam religiosa, social e afetivamente, muitas vezes, por laços de família; pessoas que habitam nos centros e nos bairros das cidades ou nas zonas rurais. Eles também se caracterizam por serem espaços para um novo jeito de ser Igreja: “povo de Deus”, nas casas”, “domestica”, “na base”, no chão da vida”, “da Palavra”, “ministerial”, “missionária”. Portanto, sob esta nomenclatura diversificada está uma realidade comum: pessoas cristãs que se encontram, por no máximo uma hora, uma vez por semana ou a cada quinze dias, para refletir a palavra de Deus, rezar, conversar, dialogar e planejar ações no próprio grupo ou na comunidade.

Os GR, este novo chão onde a Igreja deve pisar, são a missão nas famílias. A família é a primeira terra de missão dos GR. E isso se dá a partir de quatro pés: oração, reflexão, ação e confraternização. É o coração (a confraternização) que une a oração e à ação. Na Diocese, a sua logomarca ou o seu logotipo é o mosaico da galinha com seus pintinhos, encontrado no Santuário do “Domingo Flevit” (“O Senhor chorou” quando entrou em Jerusalém, cf. Mt 23,37). Mas cada grupo deverá ter um nome próprio e específico, tirado da bíblia, da realidade e da situação concreta da comunidade. Além do nome, o grupo deverá ter também seu símbolo de identificação: bandeira, escudo, hino etc.

Pergunta para o debate:

Que nomes vocês vão dar aos Grupos de Reflexão que vocês irão criar?

OS PORQUÊS E OS OBJETIVOS DOS GRUPOS DE REFLEXÃO

“Hoje a salvação entrou nesta casa” (Lc 19,9)

Tudo o que existe na vida tem seus porquês e seus objetivos. Com os GR não poderia ser diferente. Eles possuem muitos porquês. Deus é Família, Comunidade, Comunhão. Moisés educou o povo agrupando-o em doze tribos. Jesus fundou o grupo das doze apóstolos. Paulo fundou as Igrejas nas casas. A Igreja hoje tem esta mesma missão. Por isso, um dos primeiros porquês dos GR é reunir e agrupar os dispersos, chegar aos excluídos e afastados. Eles são espaços para a catequese permanente, adulta e com adulto; são também verdadeiras escolas de formação da fé e da vida; são ainda forças para as pastorais, as Santas Missões Populares (SMPs), o dízimo, e para as outras ações e serviços eclesiais; enfim, são meios para que o evangelho entre nas casas e nas vidas das pessoas.

E seus objetivos principais são: reunir cristãos e cristãs para rezar, celebrar e ouvir a Palavra de Deus; conversar, dialogar, estudar e refletir; planejar ações comuns no próprio Grupo, na comunidade eclesial e na sociedade; fazer acontecer a Igreja nas casas; garantir a presença do Evangelho na vida do povo; formar grupos de vivência da fé e do amor cristão; aproximar a Igreja de hoje às primeiras comunidades cristãs.

Assim os GR contribuem para a renovação da identidade e da missão da Igreja e preparar o chão da sua ação evangelizadora. Eles contribuem também para criar na paróquia redes de comunidades: comunidades em redes de grupos e grupos em redes de comunidades. Eles ajudam a criar, na paróquia, um clima de amizade, de fraternidade, de solidariedade e o espírito evangélico da partida. Eles são remédios contra o vírus do anonimato, do individualismo, do egoísmo, da indiferença religiosa e do espírito religiosa e do espírito de competição. Por meio dos GR busca-se formar discípulos e missionários de Jesus Cristo e contribuir comunidades comprometidas com Projeto de Jesus Cristo, onde se celebra a fé vinculada com a vida cotidiana dos seus membros.

Pergunta para o debate:

· Que objetivos vocês vão escolher para o Grupos de Reflexão de vocês?

COMO FORMAR OS GRUPOS DE REFLEXÃO

“Os apóstolos se reuniram junto de Jesus e lhe contaram tudo o que tinham feito e ensinado” (Mc 6,30)

Fundar GR é fácil. O difícil é mantê-lo vivo e funcionando. Costuma-se dizer que a propaganda é a arma do negócio. Baseado nisso, a primeira providência que devemos tomar para realizar esta prioridade pastoral diocesana é divulgar, “vender” esta idéia a todas as pessoas, em todos os lugares e por todos os meios: reuniões, encontros, celebrações, homilias, murais e rádios... Tudo começa com uma boa divulgação e com a conscientização.

Repetindo, não basta criar, é preciso organizar, formar, sustentar, dar condições para que eles funcionem. A experiência tem demonstrado que tudo na vida só funciona bem quando há organização. A organização dos GR é pensada em três instâncias: comunidade, paroquiana e diocesana. As duas primeiras instâncias são espaço da concretude dos GR. Eles nascem, crescem e dão frutos nas comunidades paroquiais. A ultima instância é a reflexão e de gerenciamento. A formação dos GR acontece a partir dos próprios moradores de um mesmo bairro ou rua. Os encontros, o ano todo, uma vez por semana ou a cada quinze dias, não devem ultrapassar a uma hora. As lideranças dos GR devem ser pessoas leigos, comprometidas, apaixonadas pelas comunidades eclesiais. No encontro prima-se pela partilha dos serviços e da voz. A dinâmica dos encontros varia, de acordo com as habilidades e as criatividades das lideranças, o número de participantes, o tema a ser rezado e refletido. As relações dos membros dos GR caracterizam-se pela simplicidade, pelo respeito mútuo e pela amizade. Prima-se pela simplicidade da linguagem, dos meios e da organização dos encontros. Os encontros seguem no roteiro preestabelecido, a partir da diocese ou da paróquia, do tempo litúrgico, celebrado pela comunidade. O método que os GR seguem são quatro momentos: Ver, julgar, agir, celebrar.

Para organizar os GR, três decisões se fazem necessárias: a) Os GR devem se tornar prioridade na paróquia, como todos os atributos de uma prioridade já explicada a cima. b) Criar a equipe paroquial dos GR. c) Mapear a área da paróquia em Setores, Zonais, Comunidades Missionárias, ou outros nomes. Setorizar e descentralizar a paróquia, a cidade, o Bairro ou a grande comunidade rural em pequenos grupos de mais ou menos 20 a 30 famílias, para facilitar a organização, a oração e a evangelização das pessoas que ali residem, não deixando ninguém de fora, sem ser atingido. A função do Setor é fazer acontecer momentos de espiritualidade, de oração e de reflexão da Palavra de Deus nas famílias. Os exemplos mais conhecidos são: Ano Litúrgico, Novena de Natal, Encontros Quaresmais, Meses de Maio, Vocacional, da Bíblia, Missionário, do Rosário, Festa do (a) Padroeiro (a). Além disso, as SMPs, momentos fortes sócio-político-cultural da comunidade, aniversariantes do mês, nascimento das crianças, bodas de casamentos, orações pelos doentes, para pedir chuva etc, são terrenos férteis para plantar, nascer, crescer e dar frutos os GR.

Pergunta para debate:

· Como é que vocês organizar os Grupos de Reflexão de vocês?

COMO SUSTENTAR OS GRUPOS REFLEXÃO

“Eles eram um só coração e uma só alma. Perseveravam no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (At 4,32..2,42)

Os GR possuem uma estrutura muito simples, mais também muito frágil. Criar uma pastoral ou um grupo é muito fácil. O difícil é manter a chama que se acendeu quando da sua criação. Com a mesma facilidade com eles são formados, podem morrer. Precisam ser cuidados como se cuida de um jardim. Costuma-se chamar o animador ou animadora dos GR de jardineiro (a). Como tudo na vida os GR sobrevivem dessa dinâmica: acende-se a luz, espalha-se esta chama e a protege, senão ela se apaga. Plante essa semente e cultive, até dar frutos.

A mística e a espiritualidade são o motor e o combustível que mantêm acesa a chama dos GR. Mas o que sustenta os GR? Em primeiro lugar é a criatividade dos animadores. Para não cair na rotina, ficar sempre no mesmismo e cansar, é preciso ser criativo. Em segundo lugar, são as visitas. Como nas SMPs, nos GR a coisa mais importante são as visitas. Fazer das visitas uma constante prática pastoral, eis o desafio. Em terceiro lugar, são confraternizações como momentos de partilha, alimento e crescimento dos GR.

Pergunta para o debate:

· O que vão sustentar os Grupos de Reflexão de vocês?

QUE FRUTOS PRODUZEM OS GRUPOS DE REFLEXÃO

“Fui eu que nos escolhi e vos designei para que produzais frutos e vosso fruto permaneça” (jo 15,16)

A experiência tem demonstrado que os GR produzem muitos frutos. Entre tantos, destacamos: a) Os GR contribuem com o crescimento do conhecimento bíblico do povo. O livro principal é a Bíblia. O centro do encontro dos GR é a leitura orante da bíblia. A pesquisa sobre a Religiosidade do piauiense revelou que, em geral, o povo lê pouco e mal a Bíblia. Só por este fruto já seria suficiente para justificar a criação dos GR. b) Os GR são canteiros de missionariedade: filhos do Projeto Diocesano das SMPs, devem crescer e produzir frutos de missões nas famílias: ir em busca, ao encontro, até atingir os que estão afastados da comunidade. Os GR transformam famílias, filhos, crianças, jovens, homens, mulheres e vizinhos em irmãos, amigos e conhecidos. Nesta missão, os afastados voltam ao convívio da comunidade. c) Os GR contribuem, em muito, para a consciência e convivência ecumênica: por serem “Igreja na rua”, quando os evangélicos vêem os GR funcionando, também se aproximam. d) Os GR renovam a paróquia: a sua estrutura se transforma em redes de comunidade; surgem novas lideranças; cresce a formação do povo; a catequese passa a ser permanente; melhoram a dimensão missionária e a forma de celebrar. e) Cresce a consciência da partilha e, conseqüentemente, do dizimo: o dizimo é o chão natural onde pisam os GR. Os membros dos GR passam a ser dizimistas. f) O povo passa a ter, por causa da formação e da informação que recebe, uma nova visão da Igreja. g) A formação permanente do povo se dá nos GR. Eles passam a ser a escola de fé e de vida, e espaço da sua formação. h) Os GR são também canteiros de vocações, serviços e ministérios. i) Os GR produzem, por fim, frutos do “amor social”: atendimentos aos pobres, auxílios e remédios aos doentes, aposentadorias, construção de casas, cestas básicas...fazem parte da solicitude pastoral e do amor social dos GR. Os GR sobrevivem destas quatro ações: oração, reflexão, ação e confraternização. E o amor social é uma de suas ações.

Concluindo. Para os GR cai bem o que disse Fernando Pessoas: “De tudo ficam três coisas: a certeza de que estamos começando, a certeza de que é preciso continuar e a certeza de podemos ser interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança. Do medo, uma escola. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro”.

Irmãos e irmãs, louvemos a Deus pela vontade e pelo esforço de todos em favor desta Prioridade Pastoral: criar, formar e a sustentar os GR. Cuidem dos pintinhos. Acendam esta luz, espelhem esta chama. Plantem esta pequenina semente no chão das comunidades que, um dia, as aves do céu farão seus ninhos numa grande árvore.

Pergunta para o debate:

· Quais os frutos que os GR de vocês pretendem colher?

Tenho sede!

Dom Pedro Brito Guimarães,

Bispo de São Raimundo Nonat

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Cantos sugeridos para os encontros Abril a junho

Os cantos abaixo são apenas sugestões para os encontros.
Cada comunidade poderá cantar e trabalhar essas ou outras músicas,
conforme as circunstâncias e a própria caminhada do grupo.
Obviamente, o conteúdo dos cantos utilizados nos Círculos Bíblicos
deverá ser condizente com os assuntos de cada roteiro.

QUEM CANTA, REZA DUAS VEZES.
1. Deus nos abençoe
Deus nos abençoe, Deus nos dê a paz.
A paz que só o amor é que nos traz (bis).
1. A paz na nossa vida, no nosso coração
e a bênção para toda criação! (bis)
2. A paz na nossa casa, nas ruas, no país
e a bênção da justiça que Deus quis! (bis)
3. A paz pra quem viaja, a paz pra quem ficou
e a bênção do conforto a quem chorou! (bis)
4. A paz entre as igrejas e nas religiões
e a bênção da irmandade entre as nações! (bis)
5. A paz pra toda a terra e a terra ao lavrador
e a bênção da fartura e do louvor! (bis)

2. Silêncio, ó silêncio! (mantra)
Silêncio, ó silêncio! Deus nos fala ao coração.

3. Envia tua Palavra
Envia tua palavra, palavra de salvação,
que vem trazer esperança, aos pobres libertação:/
1. Tua palavra de vida é como a chuva que cai,
que torna o solo fecundo e faz nascer a semente.
É água viva da fonte, que faz florir o deserto;
é uma luz no horizonte, é novo caminho aberto.
2. Ela nos vem do silêncio, no coração de quem crê,
no coração dos humildes, que vivem por teu poder.
Aos fracos ela dá força, aos pobres sabedoria,
e se tornou nossa carne: nasceu da Virgem Maria.

4. Aleluia – Quando estamos unidos
Aleluia, Aleluia, Aleluia (bis).
1. Quando estamos unidos, estás entre nós e nos falarás da tua vida.
2. Este nosso mundo sentido terá se Tua Palavra o renovar.

5. Oração de São Francisco
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz!
1. Onde houver ódio que eu leve o amor.
Onde houver ofensa que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
2. Onde houver erro que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve alegria,
Onde houver trevas que eu leve a luz.
3. O mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido
amar que ser amado, pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se vive para a vida eterna. (bis)

6. Ao que está sentado sobre o trono (06)
Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro seja o louvor.
E a honra, e a glória, e o domínio Pelos séculos dos séculos. Amém!

7. Eu vim para escutar
1. Eu vim para escutar tua Palavra,
tua Palavra, tua Palavra de amor.
2. Eu gosto de escutar tua Palavra...
3. Eu quero entender melhor tua Palavra...

8. A nós descei, Divina Luz!
A nós descei, divina luz! A nós descei, divina luz!
Em nossas almas acendei o amor, o amor de Jesus! (bis)

9. Como são belos
1. Como são belos os pés do mensageiro que anuncia a paz.
Como são belos os pés do mensageiro que anuncia o Senhor.
Ele vive, Ele reina, Ele é Deus e Senhor. (bis)

10. Quero ouvir teu apelo
1. Quero ouvir teu apelo, Senhor, ao teu chamado de amor responder.
Na alegria te quero servir, e anunciar o teu reino de amor,
E pelo mundo eu vou. Cantando o teu amor.
Pois disponível estou para servir-te, Senhor. (bis).
2. Dia a dia, tua graça me dás, nela se apóia o meu caminhar.
Se estás ao meu lado, Senhor, o que então, poderei eu temer?

11. Eis-me aqui, Senhor!
Eis-me aqui, Senhor! Eis-me aqui, Senhor!
Pra fazer tua vontade, pra viver o teu amor.
Pra fazer tua vontade, pra viver o teu amor, eis-me aqui, Senhor.
1. O Senhor é o Pastor que me conduz,
por caminhos nunca vistos me enviou,
sou chamado a ser fermento, sal e luz,
e por isso respondi: "Aqui estou!"

12. Eu quero um rio de água viva
1. Existe um poço, no meio do deserto,
o povo passa perto, da sede a reclamar.
Eu quero um rio de água viva. Eu quero um sopro de esperança,
Minha alma segue e não se cansa de caminhar, de caminhar (bis).
2. Se tu soubesse quem pode dar-te a vida,
seria dissolvida a mágoa mais cruel.
3. Jesus é a vida vencendo toda a morte,
mudando a nossa sorte, livrando-nos do mal.

13. O Senhor é meu pastor
O Senhor é meu pastor, nada me faltará (bis).
Ainda que eu ande pelo vale das sombras da morte,
Não temerei, não temerei... Não temerei (3X).
Aleluia (3X) Amém, Shalom

14. Renova-me
Renova-me Senhor Jesus, já não quero ser igual.
Renova-me Senhor Jesus, põe em mim teu coração.
Porque muito do que há dentro mim necessita ser mudado, Senhor,
Porque muito do que há dentro do meu coração necessita mais de Ti.

15. Aleluia. Como o Pai me amou
Aleluia, Aleluia. Como o Pai me amou, assim também eu vos amei!
Aleluia, Aleluia. Como estou no Pai, permanecei em mim!
1. Vós todos que sofreis, aflitos, vinde a mim!
Repouso encontrarão os vossos corações.
Dou graças a meu Pai que revelou
ao pobre, ao pequenino, seu grande amor!

16. Prova de amor
Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão. (bis)
1. Eis que eu vos dou o meu novo mandamento:
Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado.
2. Vós sereis os meus amigos se seguirdes meu preceito:
Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado.
3. Nisso todos saberão que vós sois os meus discípulos:
Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado.

17. Senhor, quem entrará
1. Senhor, quem entrará no Santuário pra te louvar? (bis)
Quem tem as mãos limpas, e o coração puro,
quem não é vaidoso, e sabe amar (bis).
2. Senhor, eu quero entrar no Santuário pra te louvar (bis).
Ó dá-me mãos limpas, e um coração puro,
arranca a vaidade, ensina-me a amar (bis).
3. Senhor, já posso entrar no Santuário pra te louvar (bis).
Teu Sangue me lava, Teu fogo me queima,
o Espírito Santo inunda meu ser (bis).

18. Oração Sacerdotal
1. Pai, eis chegada a hora, / Glorifica agora / O teu Filho, no amor!
Pai, terminei tua obra: / Tudo eu devolvo a ti.
Sim, eu busquei a tua glória, / teu nome revelei aos meus.
Pai, eu lhes dei a Vida eterna: / Vida que és tu, único Deus!
Tua Palavra eu lhes ensinei / E eles creram, / Que sou teu e és meu!
2. Pai, pelos meus te peço: / É meu sangue o preço / Do amor que lhes dei.
Pai, pelo mundo eu não rogo, / Mas pelos que nele estão.
Eles são teus, os que me deste: / Eu os santifiquei no amor.
Pai, não estou mais neste mundo, / Volto para ti, de onde saí.
Rogo por eles, / Prá que sejam um, / Como nós, / E tenham minha paz.
3. Pai, façam tua vontade. / Vivam na unidade, / E alegria terão!
Pai, também rogo por todos / Que por eles hão de crer.
Onde eu estou, quero que estejam, / Pra minha glória contemplar.
Pai, tu és em mim, e eu sou neles: / Fiz-lhes conhecer o teu amor...
Como me amaste, / Eu sempre amarei / Quem na fé / Te acolheu, ó Pai!

19. Tua Palavra é!
Tua Palavra é Luz no meu caminho,
Luz no meu caminho, meu Deus, tua Palavra é!
3. Tua Palavra está na beleza da flor!
Tua Palavra está na grandeza do amor!
Tua Palavra está na liberdade, na amizade tua Palavra está! (bis)

20. Creio em Ti
Creio em Ti ao ver que a chuva cai e faz a flor nascer.
Creio em Ti pois sei que quando é noite aqui é dia ali.
Creio em Ti porque me deste o riso e a dor,
Me deste o amor... o teu amor. Creio em Ti (bis)
Se a paz sobre nós seu véu descer, eu creio em Ti.
Se a tempestade a terra abalar, eu creio em Ti.
Cada vez que neste mundo eu escutar
alguém cantar, alguém chorar, direi então: eu creio em Ti.

21. Amém, aleluia!
1. Vi cantar no céu a feliz multidão
dos fiéis eleitos de toda nação.
2. Ao que está sentado no trono, louvor,
e poder ao Cristo, seu Filho e Senhor.
3. Com amor eterno Jesus nos amou,
e as nossas vestes com sangue lavou.

22. Tua Igreja é um Corpo
Tua Igreja é um corpo, cada membro é diferente
e há no corpo, certamente, coração, ó meu Senhor.
Dele nasce a caridade, dom maior, mais importante.
Nele, enfim, achei radiante minha vocação: o amor.

23. Cristo venceu!
Cristo venceu, aleluia. Ressuscitou, aleluia.
O Pai lhe deu glória e poder, eis nosso canto, aleluia.
1. Este é o dia em que o amor venceu.
Brilhante luz iluminou as trevas. Nós fomos salvos para sempre!

24. Estaremos aqui reunidos
Estaremos aqui reunidos como estavam em Jerusalém
pois só quando vivemos unidos é que o Espírito Santo nos vem.

25. Eu navegarei
1. Eu navegarei no oceano do Espírito
e ali adorarei ao Deus do meu amor (bis).
Espírito, Espírito, que desce como fogo.
Vem como em Pentecostes e enche-me de novo (bis).
2. Eu adorarei ao Deus da minha vida,
que me compreendeu sem nenhuma explicação (bis).
3. Eu servirei ao meu Deus fiel,
ao meu Libertador, Aquele que venceu (bis).

26. Aleluia! A minh’alma abrirei
Aleluia, Aleluia a minha alma abrirei
Aleluia, Aleluia Cristo é meu Rei.

27. Senhor, vem dar-nos
1. Senhor, vem dar-nos sabedoria, que faz ter tudo como Deus quis.
E assim faremos da Eucaristia o grande meio de ser feliz.
Dá-nos, Senhor, esses dons, essa luz
e nós veremos que pão é Jesus!
2. Dá-nos, Senhor, o entendimento, que tudo ajuda a compreender.
Para nós vermos como é alimento o pão e o vinho que Deus quer ser.
3. Senhor, vem dar-nos divina ciência,que, como o eterno, faz ver sem véus:
"Tu vês por fora, Deus vê a ciência, pensas que é pão, mas é nosso Deus."
4. Dá-nos, Senhor, o teu conselho, que nos faz sábios para guiar.
Homem, mulher, jovem e velho nos guiaremos ao Santo Altar.
5. Senhor, vem dar-nos a fortaleza, a santa força do coração.
Só quem vencer vai sentar-se à mesa, para quem luta Deus quer ser pão.
6. Dá-nos, Senhor, filial piedade, a doce forma de amar, enfim.
Para que amemos quem, na verdade, aqui amou-nos até o fim.
7. Dá-nos, enfim, temor sublime de não amá-lo como convém:
O Cristo-Hóstia, que nos redime, o Pai Celeste, que nos quer bem.

28. Ó Trindade, vos louvamos
Ó Trindade, vos louvamos, vos louvamos pela vossa comunhão.
Que esta mesa favoreça, favoreça nossa comunicação!
1. Contra toda tentação da ganância e do poder,
nossas bocas gritem juntas a Palavra do viver! (bis)
2. Na montanha com Jesus, no encontro com o Pai,
recebemos a mensagem: "Ide ao mundo e o transformai!" (bis).
3. Deus nos fala na história e nos chama à conversão:
vamos ser palavras vivas proclamando a salvação! (bis)
4. Vamos juntos festejar cada volta de um irmão
e o amor que nos acolhe, restaurando a comunhão! (bis)
5. Comunica quem transmite a verdade e a paz,
quem semeia a esperança e o perdão que nos refaz. (bis)

29. Conheço um coração
1. Conheço um coração tão manso, humilde e sereno
que louva o Pai por revelar teu nome aos pequenos,
que tem o dom de amar, que sabe perdoar e deu a vida para nos salvar.
Jesus, manda teu Espírito para transformar meu coração. (bis)
2. Às vezes no meu peito bate um coração de pedra,
magoado, frio, sem vida, aqui dentro ele me aperta, não quer saber
de amar, nem sabe perdoar, quer tudo e não sabe partilhar.
Jesus, manda teu Espírito para transformar meu coração. (bis)

30. O meu espírito conduz
O meu Espírito conduz quem ouve a voz do Filho meu.
Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia. (bis)
1. Quem der testemunho de mim diante dos homens, dos tronos,
não tema o que possa dizer, que o meu Espírito mesmo dirá.

31. Eis o tempo de conversão
Eis o tempo de conversão, eis o dia da salvação:
ao Pai voltemos, juntos andemos.
Eis o tempo de conversão!
1. Os caminhos do Senhor são verdade, são amor:
dirigi os passos meus: em Vós espero, ó Senhor!
Ele guia ao bom caminho quem errou e quer voltar:
Ele é bom, fiel e justo: Ele busca e vem salvar.
3. A Palavra do Senhor é a luz do meu caminho.
Ela é vida, é alegria, vou guardá-la com carinho.
Sua lei, seu mandamento é viver a caridade.
Caminhemos todos juntos, construindo a unidade!

32. Família
Deus nascendo conosco quis ter a família igual às normais:
Com Maria e José quis crescer
pra que as nossas também fossem iguais.
1. Só com amor é possível crescer como gente e também ser feliz.
E o amor faz com Deus parecer, pois o amor tem em Deus a raiz.

33. Reconciliai-vos com Deus
Reconciliai-vos com Deus, em nome de Cristo rogamos,
que não recebais em vão sua graça, seu perdão:
eis o tempo favorável, o dia da salvação!
1a. Quem tem sede, venha à fonte, quem tem fome, venha à mesa,
vinho, trigo, leite e mel comereis, manjar do céu!
1b. Vinde, vinde, e se me ouvirdes, vida nova vivereis,
aliança nós faremos, minha promessas cumprirei!
2a. Um sinal de vós farei, das nações sereis o Guia,
chamareis os que estão longe e virão todos um dia.
2b. Ao Senhor vinde e buscai, pois se deixa encontrar,
ao Senhor vinde, invocai, pois tão perto Ele está!
3a. O mau, deixe sua maldade, pecador, deixe seus planos,
ao Senhor volte e verá o perdão de seus enganos.
3b. Meu pensar não é o vosso,vosso agir não é o meu,
tão distantes um do outro, quanto a terra está do céu!
4a. Como a chuva cai do céu e não volta sem molhar,
sem encher de vida o chão, sem nos dar o trigo e o pão.
4b. Assim faz minha Palavra, nunca volta a mim em vão,
sem fazer minha vontade, sem cumprir sua missão!
34. Monte Castelo – sem amor eu nada seria
Ainda que eu falasse a língua dos homens, e falasse a língua dos anjos,
sem amor eu nada seria. É só o amor, é só o amor,
que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal.
Não sente inveja ou se envaidece. Amor é fogo que arde sem se ver.
É ferida que dói e não se sente. É um contentamento descontente.
É dor que desatina sem doer. É um não-querer mais que bem querer.
É um solitário andar por entre a gente. É um não contentar-se de contente.
É cuidar que se ganha em se perder. É um estar preso por vontade.
É servir a quem vence, o vencedor.
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem, todos dormem (bis)
Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.
É só o amor, é só o amor, que conhece o que é a verdade.

35. Momento novo
1. Deus chama a gente pra um momento novo,
de caminhar junto com seu povo.
É hora de transformar o que não dá mais,
sozinho isolado ninguém é capaz.
Por isso, vem, entra na roda com a gente também,
você é muito importante (bis) Vem!
2. Não é possível crer que tudo é fácil,
há muita força que produz a morte, gerando dor, tristeza e desolação.
É necessário unir o cordão. Por isso, vem...
3. A força que hoje faz brotar a vida atua em nós pela sua graça,
é Deus quem nos convida pra trabalhar,

36. Canção dos imperfeitos
1. E se for pra semear a esperança num jardim.
E se for pra desculpar uma criança, eu digo sim.
E se for pra perdoar, não tenho escolha.
Também sou pecador, também preciso de perdão.
2. Não sou santo, não sou anjo e nem demônio, eu sou só eu.
Imperfeito, insatisfeito, mas feliz, assim sou eu.
Eu sou contradição, eu sou imperfeição, só Deus é coerente.
3. Já sorri, já fiz feliz, já promovi, já elevei.
Já chorei, já fiz chorar, já me excedi, já magoei.
Eu tenho coração, mas sou contradição, só Deus acerta sempre.
Por isso eu canto esta canção, canção de amor, arrependido.
Ao Deus que é Pai, ao Deus que é paz,
ao Deus que é luz, ao Deus que é vida.
E quando a gente cai, Deus age como Pai:
perdoa, perdoa, e torna a perdoar
e ensina o como amar.
Eu sou contradição mas Deus, Ele é perdão. (bis)

37. Eu confio em Nosso Senhor
Eu confio em Nosso Senhor com fé, esperança e amor (2x)
1. Creio em Deus, uno, trino e eterno, que criou o céu, a terra e o mar.
Sou católico, crente e sincero, a meu Deus aprendi a adorar.
2. Eu espero salvar a minha alma, com o auxilio da graça de Deus.
Cumprirei sempre os Dez Mandamentos, que abrem as portas do céu.
3. Amo a Deus sobre todas as coisas e lhe dou este meu coração.
Amo o próximo como a mim mesmo, pois o próximo é nosso irmão.
4. Nesta Igreja de Cristo infalível, a quem amo com grande ardor,
Me alimento do Corpo e do Sangue do eterno e divino Senhor.
5. Eu confio em Nossa Senhora e lhe peço eficaz proteção.
Pois minh'alma tranquila descansa, repousando no seu coração.

38. Vocação de profeta (38)
1. Antes que te formasses dentro do ventre de tua mãe.
Antes que tu nascesses, te conhecia e te consagrei.
Para ser meu profeta entre as nações eu te escolhi.
Irás onde enviar-te e o que eu mando proclamarás.
Tenho que andar, tenho que arriscar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de Ti? Como calar, se tua voz arde em meu peito?
Tenho que andar, tenho que lutar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de Ti? Como calar, se tua voz arde em meu peito?

39. Oração pela família
Que nenhuma família comece em qualquer de repente.
Que nenhuma família termine por falta de amor.
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente.
E que nada no mundo separe um casal sonhador.
Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte.
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois.
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte.
Que eles vivam do ontem, do hoje, e em função de um depois.
Que a família comece e termine sabendo aonde vai
e que o homem carregue nos ombros a graça de um pai.
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor.
E que os filhos conheçam a força que brota do amor.
Abençoa, Senhor, as famílias, amém!
Abençoa, Senhor, a minha também. (bis)

40. Ensina teu povo (40)
Ensina teu povo a rezar, Maria, Mãe de Jesus,
que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver a luz.
Que um dia o teu povo se anima e caminha com teu Jesus.
1. Maria de Jesus Cristo, Maria de Deus, Maria mulher,
ensina o teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser. (bis)
2. Maria, Senhora Nossa, Maria do povo, povo de Deus,
ensina o teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus. (bis

4o Encontro (04/05 a 10/05/2009) O cristão precisa produzir frutos


Ambientação e acolhida

Sobre a mesa, crucifixo, vela, a Bíblia em destaque e uma bandeja com os cartões preparados pelos membros do grupo, conforme orientação do final do encontro anterior. Conversar um pouco sobre o gesto concreto destacado por cada um.

Oração inicial

Pai misericordioso, nós te pedimos perdão porque nossos gestos ainda não refletem o imenso amor que tu derramas sobre nós. Abre nossos olhos e nosso entendimento para que a tua Palavra nos transforme o coração, nos converta e nos dê forças para a construção diária do Reino de Deus. Dá-nos a consciência de que a tua vinha precisa ser trabalhada e de que somos nós os trabalhadores que escolheste. Amém.

Canto: Hino da fraternidade (10).

Vendo a vida

Carla e Irene, ambas na faixa dos 20 anos, trabalhavam juntas na mesma seção e eram muito amigas. Por uma divergência no trabalho, as duas ficaram certa ocasião sem se falar. Passados dois dias, o chefe de ambas convidou Carla uma conversa: - Carla, sei que você é razoável e também que é católica, como eu. Irene tem muitos defeitos, como todos nós, e um temperamento meio “estourado”, por isso estou falando com você e não com ela. Se formos olhar pelo lado dos defeitos, não vamos encontrar motivos para sermos amigos de ninguém. Por isso, precisamos olhar as qualidades. Você sabe que Irene tem muitas qualidades e vai encontrar um jeito de voltarem a ser amigas, não é?

Carla procurou Irene e ambas fizeram as pazes. Desse dia em diante, Carla procurou centrar seu relacionamento com as demais pessoas sempre nas qualidades e não nos defeitos, tornando-se fator de agregação dos grupos de que participa, no trabalho e na sua paróquia. Passados mais de 25 anos da conversa com seu chefe, essa conversa continua viva em sua mente. Todos os domingos, na missa, ela reza pelo chefe, já falecido, e agradece a Deus ter colocado essa pessoa em seu caminho.

Essa conversa teve o caráter de gesto concreto de amor e transformação. Alguém teve papel fundamental para sua conversão? E você, como tem trabalhado para a construção do Reino de Deus? Suas atitudes são coerentes com a fé que você professa?

Refletindo a Palavra de Deus

1Jo 3,18-24

João pede que o amor não seja de palavras, mas de ações. O que você entende por amar? O que é mesmo o amor?

Aclamando a Palavra de Deus

Canto: Aleluia! (11).

Jo 15,1-8

Jesus usa a parábola da videira e os ramos para falar dele e dos que quisessem segui-lo. Quem quer seguir Jesus precisa assumir o lugar do ramo e precisa estar conectado ao tronco, que é Ele. O ramo que não produz fruto é cortado e lançado ao fogo. O que significa para um cristão produzir frutos? Que tipos de frutos? Em que épocas?

Preces da comunidade

L1. -nos força, Jesus, para agir de acordo com a fé que professamos...

T. Escuta nossa prece, Senhor!

L2. Durante a Quaresma, refletimos sobre a paz como fruto da justiça. Ajuda-nos a implementar os gestos concretos a que nos propusemos durante essas reflexões...

(Outras preces espontâneas, concluindo com a oração do Pai-Nosso).

Compromisso – revendo a vida

Como gesto concreto, fazer uma lista das qualidades de pessoa (s) com a (s) qual (is) não nos relacionamos bem, na família ou na comunidade. Quais podem ser os caminhos de reconciliação?

Em 09/05/2009, das 8h às 12h, realizaremos a nossa Manhã de Formação dos Círculos Bíblicos do Vicariato Norte, na Paróquia Nossa Senhora da Consolação e Correia. Conversão exige formação. Acompanhe sempre nosso Calendário, na ultima folha deste livreto.

Oração final

Senhor, como discípulos, nós te agradecemos pela oportunidade de, mais uma vez, refletir sobre o que tens a nos dizer. Ajuda-nos a sair deste encontro como missionários verdadeiros. Abre nosso coração, olhos e ouvidos para os irmãos e irmãs que de nós necessitam. Amém!

Canto: Muitos grãos de trigo (12).

Preparando o próximo encontro

Cada grupo distribui entre os participantes as atividades e as providências necessárias para realizar o próximo Círculo Bíblico. Ver especialmente a ambientação, acolhida, leituras, preces e cantos.

terça-feira, 5 de maio de 2009

SANTO DIAS DA SILVA 30 ANOS DEPOIS A LUTA CONTINUA


Amigos e amigas, este ano, no dia 30 de outubro completa 30 anos do assassinato do nosso companheiro Santo Dias.

Pensando nisso neste sábado 09/05/2009 às 14 horas teremos mais uma reunião de preparação dos eventos e materiais (cartazes, subsídios e DVD) sobre o Santo Dias.

A reunião será na sede da Pastoral Operária Metropolitana de São Paulo (Rua Venceslau Brás, 78 – 1º andar, próximo à Praça da Sé).

Convidamos a todos e todas.

Abraços

Comissão preparatória.


Acessem os vídeos:

http://www.youtube.com/watch?v=ETHG5vPBugs

http://www.youtube.com/watch?v=YsyLYp3CfL0

http://www.youtube.com/my_playlists?pi=0&ps=20&sf=&sa=0&sq=&dm=0&p=2C5028AECBB6C173

domingo, 3 de maio de 2009

TV Senado exibe documentário sobre Dom Helder Câmara

TV Senado exibe documentário sobre Dom Helder Câmara

Em comemoração aos 100 anos de nascimento de Dom Helder Câmara, a TV Senado exibe neste fim de semana o documentário Dom Helder - Pastor da liberdade. A obra reconstitui a perseguição sofrida pelo missionário durante a ditadura militar, quando ele era arcebispo de Olinda e Recife, em Pernambuco.

O religioso representa um dos adeptos mais engajados na luta pela liberdade individual, com enfoque no enfrentamento entre Igreja e Estado no Nordeste brasileiro. O confronto ganhou dimensão nacional e o arcebispo pagou um alto preço por enfrentar os militares: candidatura ao Prêmio Nobel da Paz inviabilizada, prisão de seus colaboradores e proibição de referências ao seu respeito na imprensa brasileira. Dom Helder ganhou projeção mundial ao denunciar as violações aos direitos humanos no Brasil. O documentário vai ao ar neste sábado (2), às 20h30.