quinta-feira, 21 de maio de 2009

Revista Missões

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A revista MISSÕES é um meio de informação e formação missionária da Igreja no Brasil e no mundo. Através de um rico conteúdo oferece subsídios pastorais, espirituais, sociais e culturais. Seu público-alvo são as famílias, os jovens, os agentes de pastoral das comunidades cristãs e os cidadãos em geral.

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6º Encontro de CEBs: caminhada pela Paz e conscientização ambiental

6º Encontro de CEBs: caminhada pela Paz e conscientização ambiental



Caminhada da PazO 6º Encontro Diocesano de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) de Cachoeiro de Itapemirim (ES) que teve por tema "CEB's, Ecologia e Missão" e o lema "O grito que vem da Amazônia ecoa nas CEB's da diocese de Cachoeiro", ocorrido no último fim de semana realizou na noite de sábado, 16, uma caminhada pela Paz.


Pelo trajeto várias faixas contendo mensagens de paz foram vistas, penduradas nas varandas e portões, a população da cidade se mobilizou com a caminhada duplicando o número de participantes até o momento da chegada.


show Zé VicentePara encerrar o segundo dia de trabalhos do Encontro de CEBs, a praia central de Marataízes, ponto de chegada da caminhada, foi palco para o show do cantor popular Zé Vicente.


Animados pelo Espírito das CEBs os participantes aproveitaram as músicas e poesias do cantor cearense.


Conscientização Ambiental
Cerca de mil mudas de árvores foram distribuídas na missa de encerramento do Encontro de CEBs.
O evento refletiu sobre as questões ecológicas e ambientais. Durante os três dias do encontro os delegados estabeleceram metas a serem cumpridas por suas comunidades na busca por uma maior consciência ambiental.


“O dia em que entendermos como esta questão afeta nossa vida de forma direta e irreversível, o meio ambiente não precisará mais de defensores”, afirmou um dos participantes do encontro.


Na missa de encerramento as mudas de árvores, cultivadas pelos detentos do presídio Monte distribuição de mudas Líbano e doadas pela Pastoral Ecológica Diocesana, foram entregues aos representantes das comunidades, como gesto de levar até as comunidades a consciência ecológica criada em cada um dos participantes do encontro.


Em junho, as dioceses do Espírito Santo [arquidiocese de Vitória, diocese de Cachoeiro de Itapemirim, diocese de São Mateus e diocese de Colatina] estarão reunidas em Vila Velha dando continuidade ao tema, no 9º Encontro Estadual de CEBs: “Ecologia e Missão. O grito que vem da Amazônia ecoa no coração da Igreja Capixaba”.

Fonte: CNBB

MISSA DO DIZIMO 2



“Dízimo é devolução, é gratidão, é ato de amor a Deus, à Igreja e aos irmãos e irmãs”.
Sejam bem-vindos, bem vindas a esta celebração da PARTILHA, a ser presidida pelo Frei ................... A mensagem da liturgia de hoje é: Dízimo experiência de Caridade,
Generosidade, Esperança e Fé. Vamos refletir sobre o tema, nos alegrarmos pelo encontro com o Senhor e orar por todos os dizimistas, vivos e falecidos.

1- MENSAGEM
A liturgia de hoje nos convida a meditar e assumir o convite à partilha, que se expressa no Dízimo e é o compromisso que cada cristão católico deve ter para com a sua comunidade e com Deus. Em Malaquias 3, 10 está que: “Trazei o dízimo integral para o tesouro a fim de que haja alimento em minha casa. Provai-me nisto – diz o Senhor Todo Poderoso – para ver se eu não abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós bênção em abundância.......” (Vamos todos, em pé, receber a equipe de celebração, entoando o

canto de entrada).

3- PRIMEIRA LEITURA:
Aos cuidados da equipe.

5- SEGUNDA LEITURA:
Aos cuidados da equipe.

6- ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO:
Aos cuidados da equipe.

9 - OFERTÓRIO
O dizimo pertence a Deus e é no templo que deve ser entregue, ou seja, na paróquia onde vivemos regularmente nossa fé. Atos de solidariedade e de boas obras são louváveis, mas não substituem o dizimo que deve ser entregue a paróquia, a qual o administrara de acordo com suas necessidades, para o bem do povo e da palavra de DEUS. COMUNHAO DiZIMO é ato de fé e de gratidão a Deus, não é esmola porque Deus não é mendigo.Dizimo é ato de caridade e partilha para com a igreja e a comunidade, não é pagamento de sacramentos ou de serviços religiosos é sim um ato de responsabilidade e participação na comunidade religiosa onde vivemos, dizimo nao se paga se oferece com o coração cheio de espírito de partilha.

PRECES.
1° Por todos aqueles corações que ainda não compreenderam o gesto solidário e evangélico do dizimo, rezemos.
resp.: Pai, ensina-nos a ser apóstolos na partilha e na palavra.

2° Pelos agentes de pastoral que, mesmo sendo anunciadores da tua palavra, não dão
testemunho de partilha não participando do dizimo, rezemos.
resp.: Pai, ensina-nos a ser apóstolos na palavra e na partilha.

MARÇO JUNHO SETEMBRO DEZEMBRO
Fonte: Aquidiocese de Florianópolis

MISSA DO DIZIMO 1



Entrada
Hoje celebramos esta santa missa pelos dizímistas falecidos, para que DEUS em sua
eterna bondade os receba na glória eterna, pelos vivos, para que fortalecidos pelo
espírito santo, se mantenham firmes no caminho da partilha e solidariedade.
ATO PENITENCIAL
1°- Honra ao senhor com teus bens, e com as primícias de toda a tua renda, e assim se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão os teus lagares; pelas vezes que não te honramos com nosso dizimo, senhor tende piedade.
AS: Pelas vezes que não te honramos com nossos bens, senhor tende piedade de nós.
2°- Pelas vezes que nossa não participação no dizimo provocou infelicidade e tristeza pela falta de pão e da palavra de Jesus Cristo, cristo tende piedade de nós.
AS: Pelas vezes que nosso egoísmo e indiferença, com o dizimo provocou tristeza e infelicidade, cristo tende piedade de nós.
3°- Quando nos escusamos da partilha pelo dizimo, cedendo ao egoísmo e a vaidade, senhor tende piedade de nós.
AS: Pela nossa fraqueza e apego aos bens materiais, senhor tende piedade de nos. NA LITURGIA DA PALAVRA.... a critério da equipe.
1° LEITURA com a equipe de celebração.
2° LEITURA coma equipe de celebração.
EVANGELHO com a equipe de celebração.
OFERTÓRIO
Neste momento da preparação das oferendas, somos lembrados que oferta é algo esporádico, espontâneo, já dizimo é compromisso com a comunidade, é responsabilidade e participação, sempre com espírito de partilha dos bens materiais a nos confiados por DEUS.
COMUNHAO
Dizimo é uma forma de experimentar Deus, um exercício de gratidão e de confiança na divina providencia, um ato voluntário, conforme o impulso do coração, não devendo causar tristeza por ser muito e fazer falta em meu dia a dia, nem causar constrangimento, pela insignificância de seu valor.
PRECES
1°- Pela evangelização de nossos paroquianos para que se integrem ao projeto de partilha, o dizimo, rezemos.
R. Pai ensino-nos a ser dizimistas.
2°- Pelos dizimistas, para que sejam evangelizadores para o dizimo,rezemos.
R. Pai ensino-nos a ser dizimistas.
MISSA PARA FEVEREIRO MAIO, AGOSTO, NOVEMBRO

Fonte: Arquidiocese de Florianópolis

Nota de Esclarecimento

Nota de Esclarecimento

por Pe. Felix Manoel dos Santos última modificação 19/05/2009 09:42
Colaboradores: Colegiada Estadual das CEBs - Sul1

Declaração pública da posição oficial da equipe colegiada estadual das CEBs Sul 1, com a aproximação do processo eleitoral em nosso estado de São Paulo.

Tendo em vista os últimos acontecimentos envolvendo a colegiada estadual das CEBs Sul 1, referente à aproximação do vereador Toninho Kalunga com esta equipe, vimos em debate que:

  1. Em diversas cidades do estado de São Paulo está se iniciando o processo eleitoral para o ano de 2010;
  2. Que cada membro da colegiada estadual é livre para fazer sua escolha do (a) candidato (a);
  3. Que temos claro que esse mesmo processo eleitoral pode envolver alguns membros desta equipe (assessorias, candidaturas, apoios), mas não de toda equipe colegiada das CEBs Sul 1

Declaramos publicamente registrado em ata que:

Em reunião da equipe colegiada estadual das CEBs Sul1, na cidade de Colina - SP, diocese de Barretos nos dia 16 e 17 de maio de 2009, decidiu-se que esta mesma equipe não declara apoio para nenhum (a) candidato (a) em processo eleitoral no estado de São Paulo.


Também não está autorizado que nenhum (a) candidato (a) utilize o nome, imagens ou declarações desta equipe colegiada das CEBs para uso em campanhas políticas com fins eleitorais.

Celebração de envio dos delegados para o 12º Intereclesial


Celebração de envio dos delegados para o 12º Intereclesial
Data: 07/06 Horário: 19h30
Local: Catedral São Dimas
Diocese de São José dos Campos-SP
Todos os animadores e coordenadores (as) estão convidados (as) para esta celebração Rumo ao 12º Intereclesial das CEBs. Missa
presidida por Dom Moacir Silva.

Concurso Diocesano para o Cartaz do Encontro Celebrativo 2009.


Tema: “Caminhar juntos pelo Reino fazendo ressoar em nossa Diocese o Grito que vem da Amazônia”

Está aberto o concurso do cartaz (figura) do Encontro Celebrativo das CEBs 2009.
1. O cartaz poderá ser ilustrado com:
Foto (desde que a foto esteja com o direito autoral autorizado, caso não esteja, o mesmo poderá ser excluído
do concurso), desenho, colagem, montagem, pintura ou outra forma.
a) formato: 60 cm de altura, por 40 cm de largura ou 40 cm de altura, por 60 cm de largura
Envie:
a) Nome e endereço dos concorrentes;
b) Texto do autor explicando a inspiração do seu cartaz;
2. A autoria poderá ser de uma pessoa ou de um grupo de pessoas.
3. A data limite para a apresentação dos trabalhos será no mês de julho.

Todos os coordenadores paroquiais e representantes de paróquia
que fazem parte da reunião da ampliada na dioce

Formação nas Regiões Pastorais/ Diocese de São Josédos Campos


Regiões Pastorais I e II

Assessor: Padre Jaime Patias.
Data: 14 de junho de 2009.
Local: Salão João Paulo II - Santana
Horário: 7h30 às 16h com a Santa Missa.
Ficha de Inscrição: Secretaria Paroquial
Fone: 3941-4315
Colaboração: R$ 5,00 p/ café e almoço

Regiões Pastorais III e IV
Assessor: Mauro Kano
Data: 24 de maio 2009
Local: Rua Ana G. da Cunha, 351
SSVP - Jardim Paulista
Horário: 7h30 às 16h
Colaboração: R$ 3,00

Regiões Pastorais VI e VII

Assessor: Luiz Marinho
Data: 31 de maio de 2009
Local: Paróquia Nossa Sra. de Guadalupe
Capela Santa Clara - Parque Califórnia
Horário: 7h30 às 12h
Lanche Comunitário
Colaboração: R$ 1,00

Região Pastoral V - á definir

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tipos de coordenador


Assessoria não é Coordenação

Nem todos os grupos têm uma pessoa adulta e preparada que acompanha o grupo como seu assessor. Um assessor esclarecido é bênção para o grupo. Contudo um grupo pode temporariamente ir em frente sem assessorar. Mas não vai em frente sem coordenador. É característica dos grupos serem coordenados pelos próprios jovens. É bom que seja assim. Quem coordena os grupos presta serviços aos grupos. É alguém que recebeu alguns dons especiais de Deus e que a comunidade, o grupo o elege para COORDENAR o grupo. O poder como Jesus indica deve ser usado para servir e não como os príncipes deste mundo para dominar os outros.

Percebemos o quanto a coordenação é importante para que o grupo caminhe, atinja seu objetivo e cumpra seu plano. O sucesso do grupo depende em grande parte da capacidade e dedicação do coordenador. Porém, nem todos os tipos de coordenadores facilitam o crescimento dos membros. Uma compreensão dos diferentes tipos de coordenadores nos ajuda a evitar certas armadilhas.

A. Coordenador ditatorial

O ditador não se importa com o que seus subordinados pensam. Todos os elementos do grupo dependem exclusivamente do "ditador", que possui autoridade máxima. Os membros são meros "executores" das ordens da autoridade. Às vezes, o grupo ditatorial adota aparentes formas democráticas, mas na realidade as orientações que vem de cima. Neste tipo de grupo, os membros são apáticos e perdem todo o espírito de iniciativa e responsabilidade estão submetidos a fortes pressões afetivas e a guerrinhas entre si. Os grupos ditatoriais, embora aparentemente possam ter, em um primeiro tempo, maior eficácia na execução - dependendo da qualidade do líder - terminam dissolvendo-se ou caindo no mero formalismo.

Majestade!!!!


B. Coordenador paternalista

Na prática trata-se de um grupo ditatorial em que o líder é bom e representa a figura paterna. Todos dependem de seus "conselhos". Aqui, as pressões afetivas e, conseqüentemente, o sentimento ambivalente de amor - ódio, especialmente ao levantar-se nos membros o desejo de maior personalidade e iniciativa. Apesar das primeiras impressões serem diferentes, o ditador e o paternalista são bastante semelhantes. Nenhum deles vê com bons olhos o aparecimento de outros líderes. O coordenador paternalista às vezes é pior porque agarra seus seguidores emocionalmente. Os membros têm medo de magoar seu coordenador com críticas, afinal, "ele é tão bonzinho!". Por outro lado, é mais fácil perceber a má influência o dano causados pelo coordenador ditatorial.

Pode deixar pra mim, tá!


C. Coordenador Permissivo

O lema deste grupo de coordenadores é: "deixar como está para ver como fica". Em geral, este coordenador é uma pessoa muito insegura que tem receio de assumir responsabilidade. Ao contrário do ditatorial, que só dava ordens, o liberal não dá instrução alguma. Cada um de seus auxiliares faz o que quer e como bem entende. Na divisão de trabalho, na repartição das responsabilidades, a confusão é completa. A sua direção gera atritos e desorganização entre os membros. Une-se apenas uma ligação efetiva e certo desejo de conseguir um objetivo comum. Estes grupos tendem a dissolver-se ou a criar no grupo ditatorial para poder sobreviver.

Deixar fazer!


D. Coordenador Democrático

Este tipo de coordenador sabe que, com a ajuda do grupo, será mais fácil resolver os problemas. Respeita o homem e crê nele. Consegue a cooperação do grupo pela a sua competência, paciência, tolerância e honestidade de propósitos. Não dá ordens: dá o exemplo, estimulando em vez de ralhar. Toda a sua atenção está concentrada para o que o pessoal pensa. Sabe obter o máximo de produtividade por meio do máximo de vontade. Todos participam das atividades comum e têm idéia clara dos objetivos e meios para consegui-los. Há livre intercâmbio de idéias e discussão clara dos membros necessários para atuar. O grupo democrático permite uma autocrítica comum de todos os membros e aprofunda a consciência da responsabilidade de todos e de cada um nos objetivos comuns. Progressivamente vão aparecendo nos grupos os líderes naturais. O coordenador deve atrai-lo e formá-lo para a liderança. É um dos momentos mais delicados.

Vamos trabalhar juntos!


Pe. Jorge Boran, cssp
presidente do CCJ