terça-feira, 24 de novembro de 2009

Advento – tempo de esperança


24/11/2009 | Dom Orani João Tempesta *
O Ano Litúrgico gira em torno das duas grandes festas do mistério de nossa salvação: o Natal e a Páscoa. A fim de nos prepararmos bem para essas duas solenidades de máxima importância, a Santa Igreja, com seu amor de mãe e sua sabedoria de mestra, instituiu o Advento, que nos predispõe para o Natal, e a Quaresma, que nos prepara para a Páscoa. Praticamente um mês e meio de Advento-Natal e três meses de Quaresma-Páscoa. O tempo chamado "Comum" durante o ano ajuda-nos a caminhar com a Igreja nas estradas da história, iluminados por esses mistérios de nossa fé e conduzidos pelo Espírito Santo.
No próximo final de semana, iniciamos o tempo do Advento, que assinala também o início de um novo Ano Litúrgico. Estaremos proclamando aos domingos, principalmente, o Evangelho de Lucas. Um novo ano que queremos que seja um aprofundamento de nossa vida cristã na história como discípulos missionários. Iniciamos com a expectativa da vinda do Messias até o anúncio que o Senhor Jesus é Rei.
Neste tempo é que a Igreja nos incentiva a colaborar com a Coleta pela Evangelização no terceiro domingo do Advento, preparada nos domingos anteriores. É a nossa corresponsabilidade de levar adiante a encarnação da boa notícia no tempo que chamamos hoje. O tema deste ano: "Ele se fez pobre para nos enriquecer", já aponta para as reflexões que iremos ter durante a próxima Quaresma, pois a Campanha da Fraternidade de 2010 falará sobre economia.
No decurso dos quatro domingos do Advento, o povo cristão é convidado a preparar os caminhos para a vinda do Rei da Paz. O Cristo Senhor, que há dois mil anos nasceu como homem numa manjedoura em Belém da Judéia, deseja ardentemente nascer em nossos corações, conforme as santas palavras da Escritura: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo" (Ap 3, 20).
No Advento temos a oportunidade de aprofundar a expectativa do "Senhor que virá para julgar os vivos e os mortos", e na semana que antecede a festa natalina a preparação próxima para celebrar o "Senhor que nasceu pobre no Oriente". Entre essas duas vindas, o cristão celebra cada dia o seu coração que se abre para o "Senhor que vem" em sua vida e renova a sua existência.
Celebrar o Natal é reconhecer que "Deus visitou o seu povo" (Lc 7, 16). Tal reconhecimento não se pode efetivar somente com nossas palavras. A visita de Deus quer atingir o nosso coração e transformar-nos desde dentro. A tão desejada transformação do mundo, a superação da fome, a vitória da paz e a efetiva fraternidade entre os homens dependem, na verdade, da renovação dos corações. Somos convidados, em primeiro lugar, a aprender a "estar com Jesus", e então nossa vida em sociedade verá nascer o Sol da Justiça. Nesse sentido, o Santo Padre Bento XVI chamou a atenção para a relevância social da comunhão pessoal com Cristo: "O fato de estarmos em comunhão com Jesus Cristo envolve-nos no seu ser « para todos », fazendo disso o nosso modo de ser. Ele compromete-nos a ser para os outros, mas só na comunhão com Ele é que se torna possível sermos verdadeiramente para os outros, para a comunidade" (Carta encíclica Spe Salvi, n. 28).
Enquanto todos se voltam para o lucro comercial neste tempo que antecede o Natal, os católicos se preparam para que em seu coração haja espaço para o Verbo Encarnado que veio para salvar a todos. O festival de presépios feitos por artistas e espalhados pela cidade, além dos presépios das paróquias, quer ajudar a cidade a ter um novo olhar e repensar sobre o que exatamente celebramos no Natal. Dependerão do encontro com "Ele" as mudanças sonhadas para a sociedade hodierna!
O Advento constitui precisamente o tempo favorável para a preparação do nosso coração. Deixemo-nos transformar por Cristo, que mais uma vez quer nascer em nossa vida neste Natal. Celebrar bem a solenidade do Natal do Senhor requer que saibamos apresentar a Deus um coração bem disposto, pois "não desprezas, ó Deus, um coração contrito e humilhado" (Sl 51, 19). Um coração que busca com sinceridade a conversão é fonte de inestimável comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso mesmo, a oportunidade das celebrações penitenciais se multiplicam pelas Paróquias, dando oportunidade de uma renovação interior. Neste tempo de Advento não tenhamos medo de Cristo. "Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira" (Bento XVI, homilia da Missa de início do ministério petrino, 24/4/2005).
Como servidor do rebanho de Cristo que me foi confiado, não poderia deixar de insistir nisso: a vida verdadeira, que todos desejamos, só o Amor no-la pode dar. "O ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: « Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor » (Rom 8,38-39)" (Carta encíclica Spe Salvi, n. 26).
Que o tempo do Advento predisponha nossos corações a acolher com intensidade o "Amor que move o sol e as outras estrelas" (Dante, Divina Comédia, Paraíso, XXXIII, 145), e que, por pura bondade, manifestou-se com inigualável força no nascimento do frágil menino de Belém para também mover com suavidade e força a nossa vontade para o Bem.
* arcebispo do Rio de Janeiro
Fonte: CNBB

Campanha Nacional pela Evangelização


24/11/2009 | Rádio Vaticano

Realizou-se no último domingo a abertura da Campanha Nacional de Evangelização com uma celebração eucarística presidida por Dom Dimas Lara, secretário-geral da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
A Campanha para evangelização é realizada todos os anos no tempo do advento e procura despertar na consciência de todos os seus membros, a responsabilidade diante da missão evangelizadora para que todos venham a participar ativamente desta missão.
Este ano, a Campanha para a Evangelização tem como tema: Ele se fez pobre para nos enriquecer.
Durante a homilia, Dom Dimas convidou os cristãos a realizar, durante o período do Advento (em preparação para o Natal), uma reflexão sobre a missão de evangelizador de cada um.
Em declarações publicadas no site oficial do santuário, Dom Dimas comentou sobre as Campanhas promovidas pela CNBB durante o ano, e fez um apelo para participação e envolvimento dos católicos.
"A CNBB promove duas campanhas por ano. Na Quaresma, a Campanha da Fraternidade. No Advento, que começa no próximo domingo, a Campanha para a Evangelização. As duas estão em sintonia.
A Campanha da Fraternidade tem o objetivo de mostrar o lado social, da caridade e o lado sócio-transformador da nossa fé. A Campanha para a Evangelização, cujo lançamento foi realizado domingo, tem o objetivo de mostrar que todos nós, no espírito Natal, somos chamados a evangelizar", afirmou o Secretário-Geral da CNBB.
Do total arrecadado durante a campanha, 45% é destinados às dioceses; 20% aos regionais e 35%, ao Fundo Nacional de Evangelização, administrado pelo Conselho Econômico da CNBB, e que garante recursos para o Secretariado Nacional e viabiliza projetos específicos de Evangelização, informou o site do Santuário Nacional.

Fonte: Rádio Vaticano
Fonte: Revista Missões

I Congresso Missionário Nacional de Seminaristas

24/11/2009 | Stefano Raschietti
Nesta terça feira, dia 24 de novembro, reuniram-se na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília, os representantes das entidades promotoras do I Congresso Missionário Nacional de Seminaristas, a ser realizado de 4 a 10 de julho de 2010 em Brasília. Estavam presentes: Pe. Daniel Lagni, Diretor Nacional das POM; Pe. Sávio Corinaldesi, Secretário Nacional da União Missionária; Pe. Edson Assunção, Secretário Nacional da Infância Missionária, Pe. Estevão Raschietti, Diretor do Centro Cultural Missionário; Pe. Reginaldo Lima, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada; Pe. Altevir da Silva, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial e Secretário Executivo do Conselho Missionário Nacional (Comina).
Nesta reunião foram dados os primeiros encaminhamentos ao evento que quer reunir cerca de 150 seminaristas de todo Brasil. Tema em debate será: "Formação presbiteral para uma missão sem fronteiras" e o lema: "Chamados para estar com ele e enviados" (cf. Mc 3,14). Serão convidados a participar seminaristas diocesanos e religiosos de todo Brasil a partir do 3º ano de filosofia. As vagas serão distribuídas de maneira proporcional à presença de seminários nas diversas regiões do País, e as inscrições serão efetuadas através dos coordenadores dos Conselhos Missionários Regionais (COMIREs) e da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB).
O Congresso se desenvolverá alternando palestras, oficinas, painéis, celebrações, testemunhos e confraternizações animadas pelos próprios seminaristas. Objetivo da iniciativa é alimentar a consciência missionária dos futuros presbíteros, à luz da Bíblia e das orientações dos mais recentes documentos da Igreja, tendo em conta as dimensões humana, comunitária, espiritual, intelectual e pastoral.
Fonte: Centro Cultural Missionário
Fonte: revista Missões

Pe. Ronildo/ Assessor Diocesano das CEBs - Diocese de São José dos Campos - SP

Pe. Ronildo/ Assessor Diocesano das CEBs, no Sinodo diocesano

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Informativo "Lá Vem o trem das CEBs.."

Informativo "Lá Vem o trem das CEBs.."
Diocese de São José dos Campos -SP


Espiritualidade das CEBs

Espiritualidade das CEBs (parte 1)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Espiritualidade das CEBs

CASA espaço importante de encontro da família e da comunidade-Igreja (parte 2)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Espiritualidade das CEBs

Discípulos e Missionários de Jesus Cristo (parte 3)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP


Espiritualidade das CEBs

Quais são as caracteristicas das CEBs? (parte 4)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Espiritualidade das CEBs

Igreja Família ela é samaritana (parte 5)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Espiritualidade das CEBs

Profeta Isaias... (parte 6)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Espiritualidade das CEBs

Documentos da Igreja ( parte 7)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP



Espiritualidade das CEBs

Comunidades Eclesiais de Base como surgiu... (parte 8)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Espiritualidade das CEBs

A Palavra de Deus (parte 9)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP

Formação para animadores (as)das CEBs

Teologia da Missão (parte 10)

Pe. Jaime C. Patias (diretor da revista Missões e mestre em comunicação)
Diocese de São José dos Campos - SP




COM APALAVRA O MÚSICO: EDILSON BARROS!




Sou Antonio Edilson da Silva, nome artístico, Edilson Barros, filho de agricultora ( José Elias Filho) e de uma agricultora ( Maria Alves da Silva).Uma família de 12 filhos e estão vivos 8.
Nasci em Nova Russas, Ceará e atualmente moro em Crateús, também no Ceará..
Em 2007 fiz uma das minhas maiores experiências. Morei durante aquele ano na cidade linda de Vitória da Conquista, Bahia e de setembro de 2008 a julho de 2009 morei nas terras maravilhosas do Cariri, ( Crato).
Descobri a música aos 16 anos.Comecei a participar das CEBs na década de 80; fui animador da comunidade, coordenador de jovens, catequista...
Participei de muitos encontros.
O Intereclesial das Cebs de Ilhéus, Bahia e Ipatinga, Minas Gerais.
Em 1981 a 83 comecei a tocar violão( hoje uma das minhas maiores paixões); em 1984 compus minha primeira canção (SALVE, Ó MARIA), hoje cantada em todo Brasil.
Vejam o refrão:

Salve ó Maria, salve ó Maria.
Teu povo te chama com fé,
Maria de Nazaré!

Tenho um CD gravado ( SEMENTE BOA), onde Salve, Ó Maria é a primeira feixa. E nele conto com a participação de 02 grandes nomes da música popular e das CEBs , o grande Zé Vicente , e a grande Eliahne Brasileira, a quem deixo aqui, meu forte abraço.
Estou com o Projeto do segundo cd bem avançado. Vai se chamar “NORDESTE DA GENTE”
Será um cd com músicas regionais e muitas delas com a questão do SEMI-ÁRIDO.
Durante estes anos fiz muitas parcerias no Ceará, São Paulo, Minhas Gerais e Bahia.
Um dos meus maiores parceiros é meu irmão e grande artista Heriberto Silva.
Tenha uma família muito linda.Minha linda Mãe Maria Alves, irmãos, irmãs, minha companheira Teresinha Lima, Natália Lima e minha enteada Danielle Ribeiro.

E assim vou eu, cantando as belezas deste nosso lindo SERTÃO.

Crateús, 10 de novembro de 2009.
Edilson Barros

Fonte: Blog Se Avexe não!

Formação para animadores(as) das Comunidades Eclesiais de Base


A Missão dos animadores (as) das CEBs


Espiritualidade das CEBs

CF-2010: Campanha ecumênica quer dignidade para todo brasileiro


 

23/11/2009 | Cecília de Paiva


No dia da Solenidade de Cristo Rei, 22 de novembro, a Diocese de Bauru reuniu suas lideranças para a preparação da Campanha da Fraternidade 2010 "Economia e Vida", cujo lema é "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro", organizada pela CNBB em parceria com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil (Conic).
As palestras realizadas na Universidade do Sagrado Coração abordaram o conteúdo do texto-base e trouxeram esclarecimentos sobre como vai ser desenvolvida a campanha em Bauru e em todo o Brasil. Para o coordenador da Campanha da Fraternidade do Sub-regional de Botucatu, Francisco Ferreira Nunes, o seu Chico, muito do que se refere à economia e vida depende das decisões políticas. “Precisamos esclarecer as pessoas para que lutem por seus direitos. Muitos só sentem as obrigações, os puxões-de-orelha, os maus-tratos, e com a compreensão maior de tudo, há como falar, reunir, discutir, fazer reivindicações. É preciso ser dono dos seus direitos e protagonizar a própria vida. É uma campanha brasileira, ecumênica, sem credo religioso: é da pessoa humana,” explica o coordenador.
O assessor de empresas Klaudio Cóffani Nunes reforçou, na sua palestra, a necessidade de se compreender qual a dinâmica da própria vida. De cuidar das necessidades cotidianas e de fazer uma auto-avaliação do que se pode melhorar. Klaudio explicou também que, ao compreender as relações econômicas, pode-se julgar melhor as próprias condições e perceber equívocos. Existem até casos que é preciso tomar consciência dos próprios exageros, como aquele que planeja tanto o futuro que causa prejuízo ao presente, vivendo mal. Klaudio observou que a CF-2010 irá contribuir muito para que os próprios padres e administradores lidem melhor com as finanças da comunidade ou da paróquia em que atuam.
Padre Marcio Cattache fez o aprofundamento bíblico em relação ao tema, reforçando, segundo “as raízes do reino de Deus que se encontram na solidariedade e no amor ao próximo”, desejando, ao final de sua fala, “que a multiplicação dos pães seja realmente vista como sinal profético de que um novo modo de vida é possível”. Para o padre, a metodologia do ver-julgar-agir irá se manifestar ao ver a necessidade dessa campanha, julgar com base na visão bíblica do tema, e agir para melhorar as situações existentes.
No encontro, as lideranças tiveram alguns discernimentos sobre a realidade da economia atual, sobre a globalização que não chegou à maioria, e a crise econômica que ainda é discutida nos jornais. Para Célia Ferreira Neves da paróquia são Benedito, o encontro foi bem objetivo e acredita que todas as abordagens serviram para prosseguir na formação, conscientização e na provocação de mudanças em sua comunidade.
Gerson Luiz Alves Pinheiro, coordenador da CF em Bauru, disse que todas as 41 paróquias que compõem a Diocese de Bauru terão encontros e ações de participação e de formação por região pastoral, reunindo mais agentes visando a maior compreensão das diversas formas de atuação ecumênica em favor da dignidade humana. Para ele, esse foi um momento formativo e, antes do lançamento da campanha, na quarta-feira de cinzas, todos terão um bom preparo para o gesto concreto da campanha da solidariedade.
Cecília de Paiva, jornalista /Revista Missões/Comidi Bauru/

Fonte: revista Missões

domingo, 22 de novembro de 2009

Lá Vem o Trem das CEBs...




Cristo Rei

Saudação de Dom Moacir Silva, bispo diocesano de São José dos Campos no dia do Leigo/ Encontro Celebrativo das CEBs 2007.

Dia da Conciência Negra


A Praça da Sé foi palco de uma festa nesta sexta-feira (20), feriado do Dia da Consciência Negra. Em memória a Zumbi dos Palmares, maior líder da história dos negros no Brasil.

Às 19h desta sexta-feira, paulistanos de todo o canto da capital, aplaudiam o cantor Luiz Melodia e Quinteto em Branco e Preto, com repertório de musicas clássicas e tradicionais.

Acompanhavam homens e mulheres de todas as cores, brasileiros: brancos, negros, amarelos e mulatos. Havia ainda, jovens, terceira idade, bolivianos, gente bem vestida e gente muito pobre. Uma festa, de fato democrática, com gente de toda a cor e de toda a história. Espelho de São Paulo, espelho do Brasil.
O público, mesmo com a chuva fina, aguardava ainda a presença de Elza Soares.

Fonte: http://kmspagu.wordpress.com/
Foto: karla maria






Intervozes - Levante sua voz

Pedro Ekman - Intervozes
11.11.2009


Vídeo sobre direito à comunicação produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung retrata a concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

video


Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e- câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

CC - Alguns direitos reservados
Você pode copiar, distribuir, exibir e executar a obra livremente com finalidades não comerciais.
Você pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.
Você deve dar crédito ao autor original.

Evangelho de domingo /Ano B - Dia: 22/11/2009

Ano B - Dia: 22/11/2009



O Reino da Verdade

Leitura Orante/ Novembro - mês do bem-aventurado Tiago Alberione (festa litúrgica: 26 de novembro)


Jo 18,33b-37

Pilatos tornou a entrar no palácio, chamou Jesus e perguntou:
- Você é o rei dos judeus?
Jesus respondeu:
- Esta pergunta é do senhor mesmo ou foram outras pessoas que lhe disseram isso a meu respeito?
- Por acaso eu sou judeu? - disse Pilatos. - A sua própria gente e os chefes dos sacerdotes é que o entregaram a mim. O que foi que você fez?
Jesus respondeu:
- O meu Reino não é deste mundo! Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus seguidores lutariam para não deixar que eu fosse entregue aos líderes judeus. Mas o fato é que o meu Reino não é deste mundo!
- Então você é rei? - perguntou Pilatos.
- É o senhor que está dizendo que eu sou rei! - respondeu Jesus. - Foi para falar da verdade que eu nasci e vim ao mundo. Quem está do lado da verdade ouve a minha voz.

Comentário do Evangelho
O Reino de Deus



O messianismo, que surge a partir do exílio da Babilônia, tem origem na fi gura de Davi. A tradição de Israel o apresenta como um rei glorioso que fundou um pequeno império ao dominar os povos vizinhos. Neste contexto, foi criada uma teologia imperial davídica, fortalecida pela profecia da aliança de Deus com Davi, à semelhança do poder religioso dos faraós, que se apresentavam como fi lhos do deus dinástico Amon-Rá. A partir do exílio na Babilônia, tendo desaparecido a sucessão de reis da dinastia davídica, os judeus, israelitas remanescentes na Judéia, permaneceram sob o domínio de impérios sucessivos. Muitos passaram, então, a aspirar pelo aparecimento
de um "ungido" (hebraico: mashîah; grego:christós), o messias ou cristo, que seria um rei que com poder e glória restauraria o esplendor que a tradição atribuía ao antigo reino de Judá. No tempo de Jesus, sob o Império Romano,
a expectativa messiânica era diversificada e intensa. Os próprios discípulos de Jesus que vieram do judaísmo participavam desta expectativa, que perdurou mesmo após sua morte, assumindo a forma de messianismo
celestial. Jesus, com sua marcante liderança popular, foi confundido com o messias davídico. Daí se origina a atribuição do título de rei a ele, o que se evidencia, também, neste diálogo com Pilatos. A afi rmação: "Meu reino não é
deste mundo", isto é, desta ordem de coisas (kósmos), signifi ca que ser rei dos judeus é próprio da ordem deste mundo. Jesus não pertence a esta ordem. Ele fala no Reino de Deus como o reino de "meu Pai". Ao falar em "meu reino", ele se situa como cidadão desse reino. A nova comunidade é o Reino de Deus, e seu caráter é o amor que se concretiza no serviço, e não a coroa real, seja na terra, seja no céu. Ao dizer: "Se meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus", Jesus colocase do lado dos gentios. "Tu dizes que eu sou rei", isto é, quem o diz é Pilatos. "Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade". E a verdade é a paternidade de Deus, a fraternidade entre homens e mulheres em torno de Jesus, na comunhão de amor. A condição terrena de Jesus é a imagem de sua condição celestial: "Quem me vê, vê o Pai". "Deus é amor e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele". Jesus é a expressão desse amor na simplicidade da condição humana, na fraternidade e no serviço, o que o desqualifi ca para ser rei tanto na terra como no céu.
Direitos reservados: José Raimundo Oliva



LEITURA ORANTE

Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se neste ambiente
virtual. Rezamos em sintonia com a Santíssima Trindade.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade)


O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto: Jo 18,33b-37.
Pilatos interroga Jesus. Seu questionamento é político. O evangelista João pouco falou no seu Evangelho do Reino de Deus, mas neste diálogo com Pilatos, faz uma teologia da realeza do Mestre. E Jesus responde às perguntas definindo que tipo de Reino é o seu. Os adversários de Jesus não compreendiam e não lhes era conveniente crer no Reino de Jesus. Isto porque, primeiro, é um Reino que não é deste mundo. É muito mais, é de Deus. Depois, é um Reino da verdade. E afirma que esta é sua missão, e foi para isto que nasceu. Sendo um Reino da verdade, não pertence a ele a hipocrisia, a mentira, a falsidade, a corrupção, as segundas intenções, a fraude. Era difícil de compreender.


2. Meditação (Caminho)


O que o texto diz para mim, hoje?
Os bispos, na Conferência de Aparecida, lembraram: "Jesus Cristo é o Reino de Deus que procura demonstrar toda sua força transformadora em nossa Igreja e em nossas sociedades. N'Ele, Deus nos escolheu para que sejamos seus filhos com a mesma origem e destino, com a mesma dignidade, com os mesmos direitos e deveres vividos no mandamento supremo do amor. O Espírito colocou este germe do Reino em nosso Batismo e o faz crescer pela graça da conversão permanente graças à Palavra de Deus e aos sacramentos. (DA, 382).
E eu me interrogo: Como me sinto como pessoa batizada, membro do Reino de Deus? Sinto que onde vivo são respeitados os direitos e deveres? Vivo numa constante conversão a este Reino?


3.Oração (Vida)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos e concluo com a oração do bem-aventurado Alberione.
"Jesus, Mestre:
que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu coração.
Que eu veja com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça com os teus ouvidos.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.
Que eu reze com as tuas orações.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém".

4.Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado pelo Reino proposto por Jesus.
Rezo com o bem-aventurado Alberione:
Jesus e Maria, dai-me a vossa bênção:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.
 
Fonte: Evangelho do Dia/ http://www.paulinas.org.br/loja/CentralUsuarioLogin.aspx

Dia Nacional do leigo e da leiga

21/11/2009 | CNBB
Em 1991, a Igreja no Brasil criou o Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas. A data escolhida foi a festa de Cristo Rei, celebrada no final de novembro. Neste ano, a festa ocorre no próximo domingo, 22, e coincide com o encerramento do Ano Nacional Catequético, lançado pela CNBB no mês de abril.
Foto: Karla Maria Formação das CEBs - São José dos Campos Segundo o presidente da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB, dom José Luiz Bertanha, há duas razões para a escolha desta data. "Nessa ocasião (festa de Cristo Rei), os leigos e leigas da Ação Católica faziam sua adesão de pertença a esse movimento e, nessa festa, a cada ano, renova-se o compromisso com o reinado de Jesus de Nazaré, de maneira especial, contribuindo com a construção da sociedade justa, fraterna e solidária para que haja vida para todos", recorda o bispo.
Leigo é o termo usado, na Igreja, para designar os que foram batizados, mas que não receberam nenhum ministério ordenado como, por exemplo, os bispos, padres e diáconos. "Pelo nome de leigos são compreendidos todos os cristãos, exceto os membros de ordem sacra e do estado religioso aprovado na Igreja", diz o documento Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II.
"O Concílio Vaticano II resgatou o papel fundamental dos leigos como membros povo de Deus e protagonistas da Evangelização e da promoção humana", explica dom Bertanha. "São homens e mulheres da Igreja no mundo e homens e mulheres do mundo na Igreja", completa.
É comum haver organização específica de leigos como, por exemplo, Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), criado em 1975, com o apoio da CNBB. "O CNLB busca suscitar nos leigos a consciência crítica e criativa de sua identidade, vocação e missão, a fim de que seja presença atuante nos espaços sociais, políticos, econômicos e culturais do país", diz o editorial do jornal Terceira Hora, na edição de novembro, publicado por ocasião das comemorações do Dia dos Leigos.
"Precisamos valorizar e incentivar os Conselhos de Leigos, seja no âmbito Nacional, Regional, assim como nas Igrejas Particulares, pois são instrumento válido, ativo e necessário para contribuir com a melhor compreensão da vocação laical bem como sua missão no meio do mundo e na comunidade eclesial", recorda dom Bertanha.
Ano Catequético
Neste ano, a comemoração do Dia dos Leigos coincide com o encerramento do Ano Catequético Nacional lançado pela Igreja no Brasil. Segundo cálculos da CNBB, no país há mais de 600 mil catequistas e a maioria são leigos.
"O Ano Catequético ajudou a despertar para uma nova concepção de catequese, entendida como formação permanente, e não voltada apenas para crianças", diz a assessora da Comissão Episcopal Bíblico-catequética da CNBB, Irmã Maria Zélia Batista.
Segundo a religiosa, o Ano Catequético fez surgir escolas catequéticas, cursos de pós-graduação em catequese, além de ter suscitado inúmeras mobilizações como congressos, caminhadas, romarias com os catequistas. Para 2010, está previsto um Congresso sobre animação bíblica.

Fonte: CNBB
Fonte:revista Missões





sábado, 21 de novembro de 2009

Conferências de Comunicação se espalham pelo Brasil



21/11/2009 | Karla Maria

Neste final de semana, 12 estados se preparam para a Conferência Nacional de Comunicação, são eles: Mato Grosso, Sergipe, Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, São Paulo, Roraima, Goiás, Ceará e Distrito Federal. A etapa nacional acontecerá de 14 a 17 de dezembro de 2009 em Brasília.
Karla Maria Abertura da CONFECOM - SP Em São Paulo, representantes do poder público e da sociedade civil, iniciaram seus trabalhos no Sindicato dos Bancários e Financeiros, localizado no centro de São Paulo. Até as 20h da sexta-feira, a CONFECOM - Conferência Estadual de Comunicação contava com 447 participantes credenciados, sendo 148 da sociedade civil, 40 representantes do poder público e 259 representantes da sociedade civil empresarial. As atividades da Conferência paulistana acontecerão durante o fim de semana, na Assembléia Legislativa, e o credenciamento será encerrado às 12h deste sábado.
A CONFECOM é um espaço onde os cidadãos e as cidadãs, brasileiros/as apresentam suas demandas e propostas para políticas públicas de comunicação, sendo norteada por três eixos temáticos: I. Produção de Conteúdo, II. Meios de Distribuição e III. Cidadania: Direitos e Deveres.
Segundo a Comissão Pró-Conferência composta por 39 membros das mais diversas entidades sociais e empresariais ligadas à comunicação, os cerca de 40 milhões de habitantes do estado serão representados em Brasília por 84 delegados(as). Sendo que as vagas serão, de acordo com o regimento interno da CONFECOM, preenchidas por segmento: 20% para o poder público, 40% representantes da sociedade civil e outros 40% para representantes da sociedade civil empresarial.
Desde 1941 são realizadas Conferências no Brasil, e esta é a 1° vez, que uma Conferência Nacional de Comunicação se efetivará, por exigência de decreto presidencial em 20 de abril deste ano. No Estado de São Paulo, a convocação ficou a cargo da Assembléia Legislativa, uma vez que o governo se omitiu diante do processo de discussão e debate preparatório para a etapa Nacional.
Fonte: Revista Missões

Nota da CNBB pelo Dia da Consciência Negra



Nota da CNBB pelo Dia da Consciência Negra
20/11/2009 | CNBB

A cada 20 de novembro, celebra-se o dia da Consciência Negra, na memória do martírio de Zumbi dos Palmares. A memória desta data assume o caráter de celebração pela presença dos afro-brasileiros que, desde o início, vêm enriquecendo a história e a cultura brasileiras. Assume também o caráter de compromisso e responsabilidade na luta pela inserção cidadã dos negros e negras que vivem à margem da sociedade, em situações de miséria e exclusão social.

Congratulamo-nos com os afro-brasileiros e aproveitamos este momento de celebração e de compromisso, para chamar a atenção para a realidade de violência que atinge os adolescentes e jovens, especialmente os negros e negras, em nosso país. Fazemos este alerta a partir do princípio de que o cuidado com a vida humana deve atingir todas as suas fases, e é justamente na adolescência e juventude que a vida se encontra, em nossos dias, mais ameaçada.

A Igreja no Brasil, reconhecendo que os afro-brasileiros enriquecem a vida eclesial pela expressividade corporal, o enraizamento familiar e o sentido de Deus (Documento de Aparecida, 56), deseja que essa riqueza cultural seja partilhada na alegria de uma vida vivida com dignidade, e se faz solidária com todas as vítimas da violência. Oportunizar espaços de vida digna a todos, particularmente aos adolescentes e jovens, viabilizados pelo acesso à moradia, educação, saúde e alimentação adequadas, é caminho necessário para a superação dessa realidade perniciosa.

Reafirmamos o nosso compromisso no cuidado com a vida e lembramos a necessidade de continuar com as políticas afirmativas de inclusão da população negra, um caminho inequívoco de superação da miséria e exclusão social e de construção da cidadania.

Com as Bênçãos de Nossa Senhora Aparecida!

Brasília, 20 de novembro de 2009

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana - MG
Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB



Fonte: CNBB

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Diácono Alexsandro será ordenado sacerdote 20/11/2009


“Fazer acontecer”, esses dois verbos traduzem bem a essência do alegre e extrovertido Diácono Alexsandro de Ramos Brito. Devotado à construção do Reino de Deus e engajado em atividades ligadas aos jovens, “Alecão”, como é carinhosamente chamado, se torna sacerdote no próximo dia 19 de dezembro. Nessas linhas, ele conta um pouco sobre sua trajetória. Conheça nosso futuro padre:

Jornal Expressão - Como tem sido sua caminhada?
Diácono Alexsandro - Obtive uma boa experiência Pastoral na Comunidade Santa Maria e nela serei ordenado. Comecei os trabalhos pastorais juntamente com Padre Vieira, depois com Padre Pedro. Participava na coordenação de Grupo de jovens Nova Aliança, também na Coordenação da Pastoral da Acolhida, e era agente da Pastoral Vocacional da paróquia, fazia parte Conselho Pastoral da Comunidade. Fui atuante junto a Secretaria Marcos que hoje é o Ministério Jovem da RCC, e atuava no pastoreio dos grupos de jovens de nossa diocese.

Acho importante estar com as pessoas e partilhar a vida, relembrar aquilo que já passou e pensar as ocasiões que podem ser realizadas e fazer acontecer. Tenho uma experiência muito forte com a minha família, onde tenho a graça de partilhar e de planejar a vida em família. Nós temos muito em comum: o diálogo e sobretudo a graça de ser uma família unida, que conversa, que reza e que é presença na vida pessoal, e que principalmente apóia e incentiva a decisão tomada a cada instante de nossa história.


JE – Fale sobre a escolha do seu lema sacerdotal.
Diácono Alexsandro - O meu lema parte daquilo que é específico da partilha de experiência de vida com meu primeiro reitor padre Monsenhor Antônio de Castro e Silva, que um dia partilhando a vida , fez eu refletir sobre esta passagem, desde aquele momento, isso influenciou a minha vida e fiz a opção de assumir que sou: Chamado a ser servo, escolhido para anunciar o Evangelho de Deus. ( Rm1,1).

JE – A quem você gostaria de agradecer?
Diácono Alexsandro - A minha gratidão é a Deus por ter me agraciado com a minha vida, com a minha família, com as pessoas que fazem parte da minha vida, pela Diocese que me formou, por Dom Moacir que é bispo e pastor, pelos presbíteros, religiosas, os leigos e todo povo que acredita, incentiva e confia naquilo que sou capaz.

JE - Conte sobre sua experiência Pastoral.
Diácono Alexsandro - Atuei na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, depois na Paróquia São José, ainda na paróquia Santa Teresinha, e na Comunidade Santo Agostinho, e hoje atualmente estou na paróquia Santa Cecília onde faço o ano pastoral e exerço o Ministério Diaconal. Por fim, como já havia dito reforço o meu agradecimento a todos que fizeram e fazem parte da minha vida que Deus na sua bondade nos conceda as suas bênçãos, e pra mim é uma alegria poder dizer que estou realizado na opção que fiz, e que Deus nos ajude a cada vez melhor servir o povo e a Igreja, e anunciar a todos a Boa Nova do Senhor.

Perfil

Nome: Diácono Alexsandro de Brito Ramos
Idade: 33 anos
Pais: Jair e Anésia, residentes na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Jacareí e tem uma irmã, já casada.
Origem: nascido na cidade de Jacareí, batizado na paróquia Nossa Senhora da Santíssima Trindade, depois no tempo de catequese participou na paróquia Imaculada Conceição, onde fez a Primeira Eucaristia e também foi Crismado.

Ordenação:
Dia 19 de dezembro de 2009, às 9:00
Local: Igreja Santa Maria
Endereço: Rua Orlando Felipe Bonano, 850 - Jd. Santa Maria - Jacareí.
Bispo Ordenante: Dom Moacir Silva

Primeiras Missas:
Igreja Santa Maria
Dia 20 de dezembro, às 10:00

Igreja Matriz Imaculada Conceição (Jacareí)
Dia 20 de dezembro, às 19:00


Fonte site da diocese de SJCampos

Informativo "Lá Vem o Trem das CEBs..."

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Simbologia das CEBs








“Bahia Negra: cor, cultura e resistência”

“Bahia Negra: cor, cultura e resistência”
18/11/2009 | Coordenação de Comunicação do IFBahia
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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), Campus Eunápolis, realiza no período de 19 a 21 de novembro de 2009, a IV Semana da Consciência Negra com o título: "Bahia Negra: cor, cultura e resistência". Discutir a negritude, raça, resistência, valorizando os conhecimentos e saberes negros/negro-baianos, com vistas ao reconhecimento do capital material e imaterial produzido pela cultura brasileira, constitui o objetivo do evento.

Foto: Nattosb / Olhares Fotografia On Line Além da discussão do tema, a programação da Semana dispõe de apresentações culturais, exposições de pinturas, desenhos e charges, discussões, desfile afro-brasileira e exibições de filmes. A Semana da Consciência Negra será realizada no IF-BA, na Av. David Jonas Fadini, s/n, bairro Juca Rosa. O Evento é aberto a comunidade. Entrada franca.

IV Semana da Consciência Negra - Bahia Negra: cor, cultura e resistência

De 19 a 21 de novembro de 2009, no IF-BA, campus Eunápolis, avenida David Jonas Fadini, s/n, bairro Juca Rosa.

Programação

Dia 19 de novembro (quinta-feira)

• 15h - Apresentação/Discussão do Filme: N´Zinga (Discussão: Prof. Homero)

• 18h30 - Abertura Oficial

• 19h - Atividade cultural "Bahia Negra" - Apresentação de músicas, poesias e danças.

Dia 20 de novembro (sexta-feira)

• 15h - Exposição de fotos; Beleza Negra; Imagens de Orixás; Exibição de Vídeos

• 16h30min - Auto-estima negra. (Discussão e exibição de vídeo: Valéria; Moema; Rita)

• 18h30min - Desfile "Cultura afro-brasileira" e Capoeira

Dia 21 de novembro (sábado)

• 07h30min - Apresentação dos trabalhos de Sociologia/Geografia sobre Cultura e População

• 10h - Exibição Discussão do filme: Kiriku e a feiticeira (Discussão: Prof. Junior)

Fonte: Coordenação de Comunicação do IFBahia, campus Eunápolis.

Fonte: Coordenação de Comunicação do IFBahia

Boletim mensal "Lá Vem o Trem das CEBs..."

LIDERANÇAS












LIDERANÇAS

1. Dinâmica do grupo amostra

2. O que é coordenação?

3. O que é mesmo “coordenar”?

4. Maneiras diferentes de coordenar:

· Coordenação Centralizada

· Coordenação Fraterna

5. Perfil do Coordenador

· Orientações para os animadores de grupos (ANEXO 1)

6. Leitura do Texto: “O Hóspede”

7. Os Mandamentos da Espiritualidade do animador e da Coordenação dos Grupos

8. Texto Complementar: Liderança

1. Introdução:

Como Cristãos, somos chamados à responsabilidade de vivermos conscientemente num mundo onde tantas coisas parecem estar em mudança. Olhemos a situação da nossa própria vida e descobriremos que somos diferentes do que éramos há alguns anos. As mudanças nos colocam diante de muitas perguntas e de novos problemas e, na maioria das vezes, não somos capazes de resolver sozinhos os problemas ou de dar uma resposta acertada para eles. Precisamos dos outros. Vivemos na era do diálogo. “Queremos diálogo” é uma frase que quase todos os dias lemos nos jornais e escutamos no rádio e na televisão. Mas o diálogo pressupõe a capacidade de trabalhar em grupo:

Dinâmica: Grupo Amostra - Grupo de Observação (GO) e Grupo de Verbalização (o coordenador deverá escolher 10 pessoas para compor o grupo de Verbalização. Os integrantes deverão discutir o tema proposto no grupo durante 10 minutos.).

Vejamos: Temas para o debate: Aborto / Políticas públicas para a juventude/ Crise na Saúde/ Os dons do Espírito Santo/ Desemprego e Violência – causa ou conseqüência, etc...

O Grupo de observação deverá receber uma folha com algumas perguntas sem o conhecimento do grupo amostra (Verbalização) (Se possível preparar esta folha separado do texto de estudo)

1. Tema foi tratado de forma animada?

2. Todos se interessaram pelo tema?

3. Cada um escutou atentamente os outros integrantes do grupo ou ficou atado às suas próprias idéias?

4. Alguém pareceu antipático durante a discussão?

5. Quem pareceu o mais simpático?

6. Quem se destacou mais? Foi positivo ou negativo?

7. Havia um coordenador? O coordenador ficou perdido?

8. Quem estava nervoso?

9. Quem ficou tímido?

10. Quem hesitou naquilo que falava?

11. Quantas vezes cada um falou?

12. Houve a participação de todos

13. Quem ficou calado só escutando?

14. Alguém dominou a discussão?

15. Alguém assumiu atitude de professor?

16. Quem falou como se estivesse dando uma aula?

17. Alguém interrompeu seu companheiro ou perturbou a exposição?

18. Alguém no grupo ficou esquecido?

19. Houve panelinhas dentro do grupo?

20. Houve discussões cruzadas?

21. Alguém falou sem que os outros prestassem atenção?

22. A discussão foi produtiva

23. Chegou-se a alguma conclusão?

24. Utilizou-se algum método de discussão, para garantir uma seqüência pedagógica?

25. Alguém permaneceu com suas próprias idéias?

26. Quem não respeitou os pontos de vista contrários?

2. O que é Coordenação?

Coordenação

Co.or.de.na.ção

sf. (lat coordenatione)

· Ação ou efeito de coordenar.

· Disposição ou classificação na mesma ordem, classe, divisão, categoria, dignidade etc.

· Estado das coisas coordenadas.

· Colaboração harmoniosa de partes e seqüência normal de funções: A lesão cerebral prejudicou a coordenação dos movimentos dos membros.

· Gram Construção sintática em que os termos componentes, ordenados em seqüência, desempenham uma função comum na frase; a coordenação pode ser de palavras, de locuções ou de orações (Matoso Câmara Jr.).

Fonte: Michaelis

3. O que é mesmo “Coordenar”?

“Coordenação” vem da palavra “co-ordinatione”, que significa “dispor certa ordem” ou “organizar o conjunto, pôr em ordem o desconjunto”. A coordenação é uma “cooperação”, uma ação de “co-responsabilidade entre os iguais”. A coordenação promove a união de esforços, de objetivos comuns e de atividades comunitárias, evitando o paralelismo, a divisão e a desorganização.

A coordenação tem por finalidade: criar relações, facilitar a participação, desenvolver a sociabilidade, levar à cooperação, comprometer na co-responsabilidade, tornando eficazes as ações da comunidade.Portanto, coordenar é reunir, integrar, animar, avaliar, celebrar, enfim, manter viva a comunidade, dentro de um clima de unidade com a Igreja (Pastoral de Conjunto) e, ao mesmo tempo, de renovação eclesial, conforme exigem os novos tempos.

4. Maneiras diferentes de coordenar

Aqui vamos apontar apenas duas maneiras, as mais comuns que encontramos:

4.1 Coordenação centralizada: Não divide tarefas. Não confia nos outros agentes. Normalmente, uma coordenação centralizada é autoritária; por vezes, distante da caminhada da comunidade e dos reais problemas dos participantes. Numa coordenação assim, com facilidade surgem os descontentamentos, as divisões, a frieza na evangelização e as desistências.

4.2 Coordenação fraterna, democrática, serviçal: Caracteriza-se pelo serviço, pela animação, pela distribuição de tarefas, pela confiança nos companheiros, pelo amor aos participantes, pela vivência comunitária, pela preocupação da formação de agentes, pelo relacionamento humano, afetivo, carinhoso, alegre, mesmo nos erros e nas tensões.

Neste modelo, acolhem-se as sugestões do grupo e aceita-se com humildade as críticas. Acima de tudo, desenvolve-se um processo participativo e educativo, pelo qual os participantes da comunidade são estimulados a superar toda e qualquer atitude de “imaturidade”, a fim de se tornarem adultos na fé.

5. Perfil do (a) Coordenador (a)

01 - É homem ou mulher de Deus, e é reconhecido dessa forma pelos irmãos e irmãs da comunidade;

02 - É alguém que doa-se no que faz, como Jesus;

03 - É pessoa capaz de acolher a todos, com naturalidade;

04 - É sensível para ouvir as pessoas e atento aos anseios da comunidade;

05 - É capaz de acolher a opinião dos outros. É democrático;

06 - Identifica e apóia os sinais de vida presentes na comunidade;

07 - Detecta os pontos falhos da comunidade e trabalha pela sua superação;

08 - Reconhece e promove novas lideranças dentro da comunidade;

09 - É pessoa bem informada, porque participa de cursos e encontros de formação;

10 - Trabalha em unidade com a Diocese e a Paróquia;

11 - Promove a unidade entre todas as forças vivas existentes na Comunidade (Pastorais Específicas, Movimentos de Igreja, Organismos, etc.);

12 - Incentiva a participação dos Agentes na reunião do Conselho da Comunidade, mantendo contatos prévios para recordar a data e o local da reunião;

13 - Prepara-se bem para a reunião do Conselho da Comunidade, elaborando com antecedência uma lista de assuntos a serem tratados na reunião;

14 - Prepara com criatividade, junto com o Conselho, a celebração da Comunidade;

15 - Repassa avisos e informações;

16 - Planeja o mês, o semestre e o ano, prevendo reuniões, encontros, celebrações festivas, etc; em conjunto.

17 - Procura envolver a todos, tanto nas decisões quanto na execução dos trabalhos, dividindo tarefas e promovendo a co-responsabilidade;

18 - Com o objetivo de cobrar resultados, anota os nomes das pessoas que se responsabilizam pelas tarefas;

19 - Ao mesmo tempo em que sabe cobrar os compromissos assumidos, sabe também respeitar o ritmo próprio de cada pessoa, ciente de que na comunidade tem gente de todo tipo: os que custam a compreender, os que gostam de criticar, os que demoram a se motivar e outros que assumem e depois somem;

20 - Tem disposição para visitar todos os que precisam de seu apoio;

21 - É alguém que semeia o otimismo e a esperança por onde passa. É entusiasmado (a)!

Para refletir e melhorar:

- Existem outras qualidades que poderiam ser acrescentadas ao perfil do (a) Coordenador(a)? Quais?

6. O Hóspede

Objetivo: Refletir sobre percepções e preconceitos.

Material: Texto “O Hóspede”

Desenvolvimento:

  1. Dividir os participantes em grupos.
  2. Efetuar a leitura do texto nos grupos.
  3. Propor questionamentos: “Quem é essa pessoa?”, ou “Que tipo de pessoa é essa.”
  4. Ao final, o animador revela (caso ninguém tenha descoberto que é): é um bebê.
  5. Proporcionar um momento de reflexão sobre a necessidade de compreender as pessoas em todas as suas dimensões.

O HÓSPEDE

Quem mora em cidades praianas raramente sente falta de visitantes, principalmente durante a temporada de férias. Na maioria das vezes este fato é uma experiência agradável para os donos da casa. Há pouco, porém, recebemos uma visita que foi o fim.

Ele apareceu com uma comitiva não inferior a três pessoas, cuja missão na vida era atender a todas as suas necessidades. Fomos informados que teríamos que acomodar toda essa gente. Assim o fizemos.

Ele chegou trazendo (imaginem só!) a sua própria coleção de ferramentas e, nos momentos de folga, começava a desmontar quase tudo o que havia na casa.

Gostamos de levar as pessoas que nos visitam pela primeira vez para almoçar num belo restaurante na parte mais alta da cidade, onde se tem uma vista maravilhosa. A paisagem geralmente deixa as pessoas fascinadas. Pois o cara nem ligou : chegava a bocejar de sono.

Como se não bastasse, fez uma cena na hora do almoço, recusando comer o que fora pedido para ele, jogando o prato longe. Além disso, antes de sairmos do local, peguei-o beijando a garçonete.

Revelou-se um verdadeiro desmancha prazeres. Enquanto ele dormia, a sua comitiva cuidava para que o seu sono não fosse interrompido, obrigando todos a andarem na ponta dos pés e a falar baixinho. Quando acordava, por volta das cinco horas da manhã, era propenso a fazer com que todos acordassem também, monopolizando a conversa em tom de voz bastante elevado.

Enfim, todos tinham que estar totalmente à sua disposição, atendê-lo em todas as suas necessidades e do jeito que ele queria.

7. Os Mandamentos da Espiritualidade

do Animador e da Coordenação dos Grupos

Todo animador de grupo de reflexão é um mensageiro da paz e da Boa-Nova da Salvação em Jesus Cristo. É escolhido por Deus, para anunciar o Evangelho pela palavra e pelo testemunho de vida. A pessoa que exerce o ministério da animação de algum grupo de reflexão deve cultivar os seguintes mandamentos da espiritualidade:

ESCUTAR

Ter capacidade de escuta e de diálogo. Saber relacionar-se e valorizar as pessoas na sua diversidade, descobrindo os seus valores. Não se sentir superior a ninguém. Ter convicções profundas, mas não considerar dono/a da verdade.

ACOLHER E CULTIVAR A TERNURA

Considerar cada pessoa como centro de tudo. Acolher a todos sem fazer distinção de pessoas. Cultivar o cuidado, o carinho e a ternura no relacionamento com o grupo e com a Comunidade.

SOLIDARIZAR-SE

Estar atento/a aos problemas de sua Comunidade, do seu grupo, sem cair em atitudes paternalistas ou autoritárias. Ter uma grande sensibilidade humana e social, com um forte sentido na justiça e na verdade.


RESISTIR

Aguentar firme os momentos difíceis, sem desistir. Fazer-se presente quando precisam dele/a, porque sabe que sua missão não tem horário. Não pecar por omissão e nem ser covarde e medroso/a.

TER PACIÊNCIA E ESPERAR

Saber que a paciência é uma das virtudes mais importantes do/a animador/a. Caminhar com o povo e colocar-se no ritmo de sua história. Saber esperar com paciência o que vai acontecer: “Deus tarda, mas não falha”. Olhar com esperança para o futuro.

CRER NO DEUS DA VIDA

Experimentar a fé em Deus e o amor profundo e pessoal a Cristo, como sustento pessoal. Saber que sem fé não há missão. Tirar da fé a paixão pela missão de evangelizar.

AMAR NA GRATUIDADE

Ser uma presença amiga e gratuita. Não de deixar levar por interesse pessoais. Ser capaz de amar e doar-se, sem esperar recompensa. Encontrar Deus e Jesus Cristo especialmente nos pobres, nos que sofrem, já que eles são os preferidos de Deus. Percorrer com eles os caminhos do Evangelho, amando, como Jesus, até o fim.

REZAR SEM DESANIMAR

Cuidar para não tornar-se como muita gente quebrada e desnorteada, por não rezar e não abastecer as forças, as utopias e sonhos, no coração de Deus. Alimentar a própria fé com a oração diária. Aprender, na oração e na escuta da Palavra de Deus, a construir o Reino, com paciência e coragem.

ASSUMIR A CRUZ

Viver a palavra de Jesus: “Quem quiser ser meu discípulo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mc 8, 34). Saber que na vida cristã não há outro caminho possível para percorrer. Saber que a missão nasce e cresce aos pés da cruz, e que a persistência e a paciência são frutos de uma cruz aceita com alegria.

SER COERENTE

Apoiar a própria credibilidade no testemunho de vida, até as últimas conseqüências. Seguir o exemplo de Jesus, que faz o que diz: “Eu, vosso Mestre e Senhor, vos lavei os pés; também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que, como eu vos fiz, assim façais também vós” (Jô 13, 14-15).

8 - Liderança

1)- PRIMEIRO PASSO: FAÇA O QUE TEM DE SER FEITO.

A partir do momento que eu entendo o que tem de ser feito, tudo se tranquiliza e o sucesso é de todos.

2)- PROCURE DESAFIOS.

Na vida, no trabalho nós temos que colocar desafios, criar estratégias e pensar sempre em como eu posso melhorar.

Ao ampliar a sua atuação no trabalho, você pode não só produzir mais como aprender mais ao longo do tempo, tornando mais fácil alavancar oportunidades futuras com base em seus sucessos.

Empenhe-se em compreender seu trabalho, atender as necessidades de todos e expandir ativamente suas responsabilidades.

3)- PENSE EM COMO AS COISAS PODEM SER MELHORADAS.

Tudo pode ser melhor. Não pense que há uma única forma correta de realizar uma determinada tarefa. Não pense que as coisas devem necessariamente continuar a serem feitas como sempre foram. Não pense que as pessoas não vão se importar se as coisas foram feitas de uma forma melhor.

4)- FAÇA PERGUNTAS BOBAS

Não existem perguntas bobas, mesmo que elas pareçam na hora. A sua pergunta pode jamais ter sido feita, ou se foi, talvez as condições tenham mudado e a idéia agora seja mais viável.

Pense em possíveis perguntas que poderão ser feitas, pense nas respostas. O mais importante é fazer as perguntas, esteja informado de tudo para não ser pego de surpresa.

5)- APRENDA PRIMEIRO QUE VOCÊ NÃO SABE

Concentre-se em aprender o que você não compreende, antes de tentar persuadir os outros a fazer o que você considera que tem de ser feito. Descubra o que eles sabem e minimize o que você não sabe.

No impulso, assim que temos uma idéia, é tentar convencer as pessoas que nos cercam a aceitá-la, esperando que elas sejam receptivas e se impressionem com o nosso brilho e perspicácia. Porém, é mais aconselhável tentar primeiro compreender que as coisas são como são antes que querer mudá-las às cegas. Os conhecimentos que você adquire ao aprender por que as coisas são como são podem ajudá-lo a prever objeções à mudança das práticas correntes.

Pergunte, questione, coloque-se no lugar do outro. Ao longo do caminho você verá e ouvirá o que precisar ser mudado e poderá testar as mudanças com pessoas mais experientes no assunto.

6)- ENTENDA QUE NEM TODOS COMPRARÃO SUA IDÉIA.

Muitos acham que a sua idéia será implantada e agradável como um passe de mágica. Mas isso, raramente acontece. Na verdade, é mais provável que aconteça o contrário: ninguém terá a energia que você tem para suas próprias idéias. Portanto, é você quem terá de criar a energia e buscar o apoio de sua equipe para suas idéias, expondo-as pedindo opiniões e envolvendo os outros. Olhe em volta e defina o que precisa ser feito. Peça ajuda. Agradeça.

7)- ENFRENTE OS DESAFIOS COM CRIATIVIDADE

Muitas vezes, um projeto, uma tarefa ou uma responsabilidade pode parecer a princípio praticamente impossível, mas, à medida que você se aprofunda e explora as possibilidades, vai se surpreendendo dom o que consegue.

Nada pode ser conquistado quando você focaliza apenas o motivo porque alguma coisa não pode ser feita. É preciso focalizar o que pode ser feito e como você poderá fazer isso. Tente combinações e estratégias diferentes. Use uma nova técnica para solucionar velhas pendências, criando um plano no qual vários problemas e soluções poderão ser trabalhados.

8)- PROCURE O LADO POSITIVO DOS PROBLEMAS

Todo problema tem um lado positivo. Ao se deparar com um problema, não o veja imediatamente como um ponto negativo nem peça que outros colegas o resolvam. Determine o seu impacto, considere por que ele surgiu e se é um problema recorrente. Examine as circunstâncias que levaram o problema e como elas podem mudar ao longo do tempo. Pense na possibilidade de o problema piorar ou melhorar no futuro. Depois pense em como você pode transformar essa situação em uma oportunidade positiva.

Procure o lado positivo em soluções negativas. Afaste-se um pouco para olhar melhor a situação ou faça uma avaliação a longo prazo para ganhar perspectiva. Pense em soluções alternativas, avalie cada uma delas, estabeleça o melhor curso de ação e decida parte dessa solução você poderia implantar.

9)- ASSUMA A RESPONSABILIDADE POR SUAS AÇÕES E INAÇÕES.

Assuma a responsabilidade por suas ações e também por suas inações. Considere-se responsável pelo seu próprio padrão. Leve suas obrigações a sério, mas trate com leveza. Admita seus erros quando cometê-los e pense no que aprendeu com eles.

Olhe-se no espelho e faça as seguintes perguntas: “Eu fiz o que disse que faria quando disse que faria?”, “Eu ouvi os conselhos dos meus colegas?”, “Eu avaliei todos os fatos, os prós e os contras?”, “Eu estava aberto para sugestões”, “ Eu fiz o melhor trabalho possível?”.

Faça as coisas sem ter de ser lembrado e seja mais rigoroso crítico de si mesmo ao avaliar o que fez. Seja uma pessoa de palavra e ponha-se a cumprir sempre seus compromissos. Se mudar o compromisso ou plano assumido, verifique se a outra parte está de acordo.

10)- REORGANIZE-SE QUANDO SUAS IDÉIAS ENCONTRAREM RESISTÊNCIA.

Não desanime de sua idéia esbarrar em obstáculo ou encontrar resistência. Pare, reavalie suas opções e encontre outra forma de levar adiante a idéia na qual acredita.

Se sua idéia não der certo, reavalie a situação. Pense em novas possibilidades. Seja positivo. Passe a idéia para seus colegas e peça-lhes que o ajudem a reconsiderá-la. Verifique suas anotações para determinar que outros recursos seriam necessários para colocar sua idéia em prática e qual seria a economia potencial para a empresa se ela fosse implantada. Represente sua idéia com um novo plano para implantá-la.

11)- MEDO: EU PODERIA COMETER UM ERRO

E eu espero que cometa! Aliás, muitos! Você pode aprender muito com seus erros e, se nunca cometer nenhum, é porque talvez ainda tenha muita coisa a aprender.

Os erros podem ajudá-lo a se tornar mais forte e capaz de produzir mais.

É claro que ninguém gosta de parecer que está errado ou de passar por idiota, mas as pessoas que tem intenções sinceras raramente são acusadas se agirem visando aos interesses da organização.

Qual é o risco de tentar uma coisa nova? Algum tempo, algum esforço, alguns obstáculos e possivelmente alguma rejeição.

Qual é o risco de não tentar? Uma perda de potencial, para a situação, para si próprio e para sua empresa.

Enfrente seus medos. Pergunte-se qual seria a pior coisa que poderia acontecer, depois tente minimizar essa possibilidade.

Todo mundo tem medo de fracassar, mas as pessoas de sucesso aprendem a transferir seus medos para as ações que irão aumentar suas chances de sucesso. Nós todos temos de expandir nossos limites para crescer. Se o seu medo de cometer erros não o deixar tentar, aprender e crescer, em última instância você poderá de qualquer forma.

Em vez de se lamentar, você pode se concentrar no que aprendeu com seus erros. E até mesmo nas piores situações há sempre uma coisa positiva.

12)- EU NÃO TENHO HABILIDADES

A maioria das habilidades é desenvolvida no próprio trabalho. Essas habilidades vão da eficácia pessoal à competência técnica e capacidade de trabalhar bem em equipe. Faça planos de desenvolver de forma sistemática as qualificações de que você precisa para ter sucesso.

Verifique que cursos, treinamentos e livros – se houver algum – estão disponíveis. Você nunca terá habilidade se não procurar. Como na maioria dos casos, quanto mais você faz, mais fácil fica. Inclua um pouco da experiência do seu trabalho. Ao explorar novas formas de atuação, seu trabalho se tornará mais interessante.

Se você quiser mudar sua vida, terá de começar consigo próprio. Assuma o controle. Seja responsável pelas suas ações. Evite desculpas e procure formas de fazer com que as coisas que são importantes para você e para sua equipe. Conviva com pessoas que pensem como você, tenham energia e procurem tirar o máximo de proveito da vida.

Evite pessoas que não entendem o que é importante para você ou que não tem interesse em participar dos seus sonhos. Gravite em torno de quem apóia e encoraja. Procure se aproximar de pessoas que você possa admirar e cujos passos deseja seguir.

Seja alguém que faz as coisas acontecerem “Se tiver de ser, terá de começar comigo”.

Não espere que os outros lhe digam o que fazer. Veja por si próprio o que tem de ser feito! Ouça. Aprenda. Tome uma posição. Dê uma sugestão. Dê o primeiro passo para entrar em ação. Mais importante ainda, faça o que diz que irá fazer. Não na quinta vez, não na segunda vez – mas a primeira vez. Seja uma pessoa de palavra, em quem se pode confiar sem precisar ser constantemente lembrado e cobrado. Mantenha-se alerta para identificar as necessidades das pessoas à sua volta.

O QUE ME PEDEM PARA FAZER

O QUE TEM DE SER FEITO

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Bibliografia

· DINÂMICAS – PROPOSTAS INTELIGENTES PARA ESCOLAS, GRUPOS E COMUNIDADES

-Mauri Luiz Heerdt e Mariângela Paim

· “FAÇA O QUE TEM DE SER FEITO, E NÃO APENAS O QUE LHE PEDEM” Ed. Sextante

Autor - Bob Nelson, Ph. D.

· ASSESSORIA E ACOMPANHAMENTO NA PASTORAL DA JUVENTUDE – CCJ – São Paulo/SP

Subsídio nº 4 – Metodologia e métodos – IPJ/leste II – BH - MG – Editora: CCJ

· CURSO DE DINÂMICA PARA LIDERES (CDL): Livro do Monitor/Jorge Boran c.s.sp – Edições Paulinas, 1998.

· SITE DA DIOCESE DE UMUARAMA - www.diocesedeumuarama.org.br

ANEXO 1

ORIENTAÇÕES PARA OS ANIMADORES DE GRUPO

Tanto os coordenadores como os membros da equipe estar atentos para perceber quais as verdadeiras motivações que estão levando a essas ou àquelas decisões de formas de agir. Como Comunidade Cristã, devemos buscar a luz de Deus para iluminar nossos caminhos e nos ajudar nos discernimento. Cada pessoa deve esforçar-se para dar o melhor de si. Mesmo que não encontre reconhecimento imediato de toda a Comunidade. Quem busca reconhecimento pelos serviços prestados na comunidade está se expondo a grandes decepções. Quem, pelo contrário, sabe que antes de tudo está prestando um serviço a Deus e o faz com carinho e dedicação, encontrará as forças necessárias para vencer todos os obstáculos.

As etapas que vivemos numa caminhada comunitária são marcadas por dores e alegrias. Aqueles a quem o amor não escolheu como seguidores não ouvem quando o amor os chama. Pode acontecer de termos de conviver com pessoas que só enxergam as falhas e espalham o desânimo. Esse tipo de sentimento é destruidor, é caminho de morte. Mas a partir do momento em que começamos a caminhar na busca sincera de harmonia e fraternidade, numa colaboração sincera com o Espírito Santo que nos conduz, saímos do caminho de morte, de indiferença, de autodestruição e entramos no caminho da vida, da renovação, da perseverança, da ressurreição. Afinal, é esse o caminho que Cristo percorreu primeiro e nos chama a percorrê-lo com a confiança que sua promessa nos inspira: “Eu estarei com vocês todos os dias, até o final dos tempos” (Mt 28,20).

A avaliação de nossas atividades deve ser feitas com olhar da fé que nos ajuda a contemplar o futuro que já se torna presente pela esperança. Lentamente vamos espalhando a bondade na face da terra, abrindo espaço para a ação do Espírito Santo que deseja fazer novas todas as coisas. Que um dia o olhar de súplica seja confortado pelo olhar da misericórdia.

Uma Comunidade que consegue vivenciar essa experiência de amor irá experimentar a paz prometida por Deus para a feliz eternidade. As pessoas continuarão a caminhada da vida, mesmo em meio aos desafios do tempo presente, mas com o coração pacificado, vibrando de alegria por sentirem a profunda comunhão com Deus, como que tendo retornado ao paraíso ou chegado ao destino eterno.

Orientações específicas para coordenadores:

a) Devem acertar a data, local e horário que favoreçam a participação de todos, ou, pelo menos, do maior número possível de membros. Assegurar que a comunicação tenha sido feita a todos os membros por falta de informação.

b) Devem estabelecer, previamente, o horário para começar e terminar a reunião.

c) Ao iniciar a reunião, acolher bem as pessoas que chegam, demonstrando o reconhecimento pela importante participação de cada uma.

d) Toda reunião deve ser iniciada com uma oração. Somos membros da igreja, família de Deus, precisamos sempre lembrar que é para Deus que trabalhamos. A oração nos coloca nessa postura filial e fraterna.

e) Os coordenadores devem ter clareza quanto aos objetivos a serem perseguidos, prudência para absorver as críticas e humildade para acatar as sugestões.

f) Os coordenadores devem levar uma pauta previamente montada e, no início da reunião, fazer o levantamento junto aos participantes de outros assuntos que também deverão ser tratados.

g) Conservar a delicadeza para evitar ofensas desnecessárias e firmeza para assegurar o bom andamento da reunião, dentro dos objetivos propostos.

h) Dar a palavra a cada pessoa que solicitá-la, assegurando o silêncio das demais, para que sejam respeitados os argumentos de cada participante.

i) Agir como moderadores quando a discussão ficar mais acirrada, evitando que o clima de animosidade coloque a perder a harmonia do grupo.

j) Numa reunião de avaliação, coloquem como critério de revisão o que foi positivo e o que deve ser melhorado. Evitem fazer o levantamento colocando o que foi negativo. Não existem pontos negativos, existem aqueles que devem ser melhorados.

k) Dirigir-se a cada pessoa chamando-a pelo nome. Lembrem-se de que o nome de uma pessoa é para ela o som mais agradável de se ouvir.

l) Demonstrem respeito pelas opiniões alheias. Jamais digam a uma pessoa que ela esta errada. No máximo poderão dizer que tal pessoa está pensando diferente, e em seguida apresentem o que for considerado correto dentro da filosofia de trabalho do grupo.

m) Antes de discordar ou concordar com alguém, assegurem-se de ter compreendido corretamente o que a pessoa falou. Podem até recorrer a expressões como esta: “Vamos ver se entendi bem o que você disse...” Retome a idéia apresentada; caso a pessoa confirme, o coordenador poderá dar os devidos encaminhamentos.

n) Zelar para que os participantes também observem o que foi citado no item anterior. Isso evitará o desvio de foco da questão em debate.

o) Ao concluir a reunião, agradecer a presença de todos, motivando-os à perseverança.

Orientações específicas para os participantes:

a) Cada participante deve ter consciência de que sua presença é importante para o enriquecimento do grupo e o desenvolvimento do trabalho proposto.

b) Ouvir com atenção quando o outro está falando, evitando assim as conversas paralelas.

c) Quando quiser falar, primeiro levantar a mão e aguardar o coordenador passar-lhe à palavra.

d) Expor com serenidade suas idéias. Quando uma pessoa fala com tom agressivo, demonstrando nervosismo, já perde a força de seus argumentos.

e) Pode-se discordar das idéias dos demais membros, nunca dizer que discorda da pessoa. (Esta distinção é muito importante; uma pessoa pode fazer uma burrice, mas nunca ser chamada de burra. Pode fazer uma bobagem, mas nunca ser chamada de boba. Lembrem-se: Cristo tem horror ao pecado, mas ama o pecador.).

f) Evitar trazer assunto novo para a discussão antes de esgotar o que está sendo discutido. Ter sempre a humildade para aceitar a intervenção do coordenador quando este sentir que o grupo está se desviando do assunto.

g) Evitar expressões radicais, como por exemplo: Tudo está errado! Tudo está certo! Essas expressões extremadas não contribuem para o crescimento do grupo, pois, se tudo está errado, não há mais o que fazer. Se tudo está certo, porque então buscar melhorias?

h) Ter humildade necessária para reconhecer os erros e aceitar uma nova idéia. Isso é sinal de maturidade e sabedoria. As pessoas teimosas ficam presas em suas idéias, não crescem e atrapalham o crescimento das outras.

i) Trazer para reunião a opinião das outras pessoas da comunidade. Muitas vezes, de pequenas observações da Comunidade podem nascer grandes projetos.

j) Conservar a disposição para caminhar e trabalhar em unidade. Mesmo quando as próprias idéias não forem compreendidas por todos e o grupo optar por métodos diferentes do que você apresentou, continue caminhando junto. Mais cedo ou mais tarde o grupo reconhecerá o valor das suas sugestões, caso elas sejam de fato importantes.