quinta-feira, 24 de junho de 2010

Campanha da Fraternidade é uma das maiores ações evangelizadoras da Igreja no Brasil, afirma dom Geraldo Lyrio Rocha

domluizdomgeraldocoletivaO presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, afirmou nesta quinta-feira, 24, que a Campanha da Fraternidade é uma “iniciativa singular” e “uma das maiores ações evangelizadoras da Igreja no Brasil”. Segundo dom Geraldo, que participa da reunião do Conselho Permanente da CNBB até esta sexta-feira, 25, a CNBB se preocupa, todos os anos, em tratar de temas atuais da sociedade brasileira.
“A CNBB tem a sensibilidade de tratar anualmente de grandes situações que dizem respeito ao país. Com a Campanha da Fraternidade levamos uma reflexão mais ampla e concreta que é realizada nas bases da Igreja”, disse dom Geraldo.
Dom Geraldo avaliou positivamente a CF-2010, “Economia e Vida”. “A Campanha alcançou seus objetivos, mas os frutos é preciso dizer, que vêm lentamente, pois se trata de um tema complexo; mas podemos dizer que o fruto de uma Campanha como essa é o despertar das pessoas para a conscientização e as iniciativas solidárias nas comunidades. O ser humano não pode ser imolado no altar do ídolo dinheiro, pois todo ídolo leva à morte”, frisou.
domluizsoaresvieiracoletivaO vice-presidente da CNBB, dom Luiz Soares Vieira, completou afirmando que a Campanha da Fraternidade 2010 preparou a CF-2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, pois as duas tratam de temas próximos. “A economia está muito ligada à preservação ambiental, à ecologia. Acredito que já demos um passo importante para a Campanha do ano que vem. Agora é preciso trabalhar para que possamos também conscientizar sobre um tema muito atual que é a vida no planeta, que está em séria ameaça em virtude da ação do homem com o aquecimento global e a mudança geológica por que passamos”.
O tema da Campanha da Fraternidade 2012 [saúde pública], já escolhido pela CNBB, foi outro assunto tratado na coletiva de imprensa desta quinta-feira. Dom Luiz afirmou que este é um tema intrínseco à realidade brasileira e que merece ser tratado urgentemente. “Não vou dizer que temos uma saúde pública caótica, mas já estamos chegando lá. Temos hospitais que levam dias para fazer um exame, pessoas ficam vários dias em corredores esperando por vagas, portanto, temos um problema muito sério que merece ser discutido logo. Esse é o motivo de termos escolhido para 2012, tão importante temática”, sublinhou o arcebispo.
fonte:CNBB

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