quarta-feira, 14 de julho de 2010

Diocese de São José dos Campos encerra seu 1º Sínodo

dom_moacir_silva“Novos Tempos. Novos Caminhos. Mesma Missão!”, Com este lema a diocese de São José dos Campos (SP) iniciou, no dia 5 de setembro de 2008, o seu primeiro sínodo diocesano. Convocado por dom Moacir Silva, o objetivo desta realização foi refletir profundamente sobre o desempenho atual da missão evangelizadora na diocese, focalizando o que há de bom para incentivar sua continuidade. O sínodo procurou traçar novos rumos para a caminhada diocesana em face dos desafios atuais.
Na sexta-feira, dia 16, a diocese realiza o encerramento de seu primeiro sínodo e será concluída com uma missa, na Catedral Diocesana de São Dimas, presidida por dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP).
“A grande motivação para a convocação do Sínodo foi a constatação de que nossa diocese está numa região que cresce diariamente em todos os sentidos: nas conquistas, nos valores, na tecnologia, assim como nos desafios para a nossa missão evangelizadora. E a perspectiva de crescimento e desenvolvimento aumenta sempre mais,” explicou dom Moacir Silva.
Durante dois anos, o sínodo percorreu um caminho de reflexão, de oração e de intenso trabalho. Agora dom Moacir Silva entrega o documento conclusivo do sínodo, que vai orientar todos os projetos de ação evangelizadora e pastoral da diocese.
“Como nos pede Aparecida, temos que nos preparar para o futuro! Nosso tempo não tolera mais improviso!”, frisou o padre Paulo Renato Campos, coordenador diocesano de Pastoral e moderador do sínodo.
O sínodo foi composto por 142 delegados, entre nomeados e eleitos, sendo 54 % leigos e aconteceu em três fases, o Marco da Realidade, o Marco Doutrinal e o Marco Operacional.  Nos dois anos de trabalho, os delegados sinodais puderam diagnosticar a realidade (ver), analisar os erros e acertos (julgar) e firmar posições e posturas pastorais nos diversos campos de atuação desta Igreja Particular (Agir). “O sínodo nos dará mais eficácia no governo pastoral por parte do bispo e mais segurança na ação pastoral”, afirma padre Paulo Renato.
fonte:CNBB

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