sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Cinco anos sem Dorothy Stang

10/02/2010 | Fabíola Munhoz
Amanhã (12) será, para muitos, aniversário da impunidade. Isso porque, há exatos cinco anos, também no dia 12 de fevereiro, a missionária americana Dorothy Stang, aos 73 anos de idade, foi assassinada com seis tiros, em crime bárbaro, que comoveu o País e o mundo. A morte, planejada por dois fazendeiros que tinham seus interesses ameaçados pelo trabalho da irmã, que sempre defendeu os agricultores pobres, ocorreu às 7h00 no município de Anapu, sudeste do Pará.
Os idealizadores do crime, Vitalmiro Bastos de Moura, conhecido como Bida, e Regivaldo Pereira Galvão, vulgo Taradão, ainda não foram condenados definitivamente pela Justiça. A ambos interessava a morte de Dorothy porque sua luta em defesa da reforma agrária e de projetos de produção sustentável ameaçava o interesse que tinham de expandir a área de suas propriedades.
"O trabalho da Dorothy estava muito ligado às pessoas mais necessitadas, ela devotou sua vida, fez a opção pelos mais pobres, viveu com essas famílias, começou a organizar essas comunidades e as associações também. Ela muitas vezes andou de repartição em repartição defendendo os interesses desse povo", conta Dom Erwin, bispo da Prelazia do Xingu, que conviveu e trabalhou com a missionária.
Para Jane Silva, coordenadora da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Pará, a data da morte de Dorothy é importante por lembrar o trabalho importante desenvolvido pela missionária, segundo sua visão do povo e da floresta juntos. "Ela mostrou que era possível o manejo florestal e a produção com a conservação da floresta. Mostrou que a proposta era viável desde que políticas públicas para isso fossem implementadas", diz.
De acordo com Dom Erwin, que também é ameaçado de morte e, desde 2006, vive sob escolta policial, Dorothy contrariou as ambições de grandes fazendeiros e grileiros, ao conseguir a alocação de famílias pobres em Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS), novo modelo de assentamento baseado em produção agrícola familiar e atividades extrativistas de subsistência com baixo impacto ambiental "Com esse assentamento feito pelo próprio governo, ela contrariou o interesse de grandes latifundiários que queriam aumentar seus pastos", diz.
Para o bispo, a data que lembra os cinco anos da morte da missionária é simbólica porque anuncia o trabalho realizado por ela em vida, a favor dos menos favorecidos e da conservação da Amazônia, que, segundo ele, vem sendo cada vez mais devastada.
"Poucos dias antes de morrer, ela falou bem claro que sabia que estava ameaçada, mas entendeu que o lugar dela estava ao lado dessas pessoas constantemente humilhadas. Então, ela não poderia fugir", relata Erwin.
Responsabilização dos culpados
No mesmo ano do crime que matou a missionária, Rayfran das Neves Sales confessou ser o autor do assassinato e foi condenado a 27 anos de prisão. A pena se confirmou no dia dez de dezembro do ano passado, no Fórum Criminal de Belém, após ter sido anulada a realização de novo julgamento do acusado.
Identificados como intermediário da ação e pistoleiro acompanhante de Rayfran no momento do crime, Amair Feijoli da Cunha e Clodoaldo Carlos Batista hoje cumprem pena de 18 e 17 anos de reclusão, respectivamente.
Em 2007, um dos fazendeiros que arquitetou o assassinato, Bida, recebeu pena de 30 anos de prisão. No entanto, um novo julgamento, em 2008, inocentou o fazendeiro. O Ministério Público recorreu da decisão e a Justiça paraense anulou a absolvição do fazendeiro, determinando nova prisão.
Depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus impetrado pela defesa do acusado, no último dia 04, ele finalmente se entregou à Polícia Civil do Pará, e vai aguardar preso pelo novo julgamento, previsto para 31 de março.
Já o outro mandante do crime, Taradão, jamais foi julgado. Seu recurso contra a decisão de primeiro grau que o mandou para júri ainda não teve um julgamento definitivo. Hoje, Taradão responde ao processo em liberdade. Ele chegou a ser preso em dezembro de 2008 por tentar grilar um lote da área que teria motivado o assassinato da Dorothy.
De acordo com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal no Pará, Taradão tentou negociar o lote 55, que ocupa cerca de 3.000 hectares do Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança, pelo qual a freira lutava.
O pecuarista não ficou nem dois meses preso. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região aceitou pedido de habeas corpus e o soltou. Agora, há expectativa de que ele seja julgado ainda neste semestre.
O promotor do Ministério Público do Pará responsável pelo caso da missionária, Edson Cardoso, diz que as tramitações seguiram seu curso natural. "Esse é o prazo médio de um julgamento. Considerando que estamos em uma capital com muitos processos em andamento", explica.
Ele apontou como avanços o fato de já terem sido condenadas três pessoas pelo assassinato de Dorothy, e a decisão do desembargador do Estado, que autorizou a mudança do julgamento de Taradão para Belém. Antes, ele era previsto para acontecer em Pacajás e Anapu.
"O Regivaldo nunca tinha sido levado para julgamento porque nem o desafogamento tinha sido autorizado. Demorou porque a legislação diz que só se pode prever um desafogamento quando todos os recursos tiverem sido julgados", explica.
Cardoso garante não haver impunidade no caso Dorothy. "Acredito que impunidade acontece quando há ausência de julgamento. Quando a Justiça deixa de atuar, quando não há processo", justifica.
Quanto ao fato de só as pessoas pagas para praticar o crime terem sido condenadas até agora, o promotor descarta a explicação de que a Justiça penal só vale para os pobres. "Os que estão cumprindo pena estão nessa situação porque não entraram com recurso e resolveram cumprir a pena. Os outros, não".
Crimes no campo e impunidade
Apesar da comoção em torno do assassinato de Dorothy, Dom Erwin diz que esse não foi o único crime do tipo, e houve vários outros casos semelhantes ao da missionária que não foram tão divulgados. "Poucos anos antes, morreu o Ademir, pai de família que morreu pela mesma causa. De madrugada, entraram na casa dele e o mataram, na frente da mulher dele. Ele morreu pela mesma causa e o caso dele não andou como o da Dorothy. Tem vários casos que aconteceram nos últimos anos", afirma.
Jane, da CPT, conta que hoje a Defensora Pública do Pará reconhece a existência de 72 ameaçados de morte no Estado. Na semana passada, a Comissão Pastoral da Terra protocolou no Tribunal de Justiça do Estado uma lista que indica a ocorrência de 681 assassinatos por conflitos agrários, entre 1982 e 2008. Desses crimes, segundo a coordenadora, apenas 259 desencadearam ações penais e alguns, inclusive, já prescreveram.
"Isso mostra a impunidade. Com essa lista, o CNJ [Conselho Nacional de Justiça] e o TJ (PA) já baixaram uma portaria determinando um mutirão para o julgamento de crimes no campo, dentre os quais está o caso Dorothy", conta a coordenadora.
O promotor Cardoso acredita que houve avanço da Justiça em defesa das vítimas da violência no campo, principalmente com relação às lideranças. "Se você for ver as mortes de anônimos no campo (trabalhadores do campo que estão no dia-a-dia trabalhando), continuam ocorrendo, infelizmente.Agora, com relação a lideranças houve um freio", afirma.
Ele também diz que a Justiça passou a se fazer presente e de forma imediata, em conseqüência da morte de Dorothy.
Vida de luta
A irmã Dorothy nasceu em 7 de junho de 1931, na cidade de Dayton, no Estado de Ohio (Estados Unidos) e, como religiosa, foi destinada por sua congregação - as Irmãs de Notre Dame de Namur - para trabalhar no Brasil, em 1966. De início, a missionária atuou em Coroatá (MA), onde pôde acompanhar o trabalho de agricultores nas comunidades eclesiais de base.
A irmã assistiu ao movimento de muitos deles ao Pará, devido à falta de terras para plantar e à busca desses trabalhadores por fugir da submissão aos mandos e desmandos de latifundiários.
Em 1982, Dorothy procurou o bispo da Prezalia do Xingu, Dom Erwin, para falar sobre sua vontade de trabalhar com os pobres da Amazônia. "Eu já era bispo naquele tempo, e ela se apresentou como representante da congregação dela e me disse que queria trabalhar no meio dos mais pobres. Então, eu falei para ela: vá para a Transamazônica Leste, atual Anapu. E ela ficou lá até o fim de sua vida", relembra Dom Erwin. .
E foi numa das áreas mais pobres e necessitadas da Amazônia, cortada pela rodovia Transamazônica, que Dorothy lutou contra o interesse de grileiros e grandes fazendeiros. Desde a década de 1980, a região da pequena cidade de Anapu, no centro do Estado, mais conhecido como Terra do Meio, juntamente com sul e o sudeste, passou a formar a área de maior pressão pelo desmatamento da floresta amazônica.
Isso gerou constantes conflitos entre grileiros, madeireiros, pequenos produtores e posseiros. Dorothy denunciou por diversas vezes a situação às autoridades brasileiras.
Em junho de 2004, a missionária participou de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a violência no campo e denunciou que o quadro de impunidade tinha agravado os conflitos fundiários no Pará. A freira disse que os grileiros não respeitavam as terras já demarcadas como assentamentos da reforma agrária. A audiência contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Agrário daquela época, e o próprio relator da Comissão pediu a criação de uma força-tarefa entre Ministério Público e Polícia Federal para atuar no Pará.
O maior ideal de irmã Dorothy, indicado em sua luta por projetos de desenvolvimento sustentável, era o de que os trabalhadores rurais conquistassem o direito a um pedaço de terra para cultivar, respeitando o meio ambiente. "Isso gerou um ambiente muito hostil. Esses grandes, então, não queriam a irmã. Volta e meia, eu tive que defendê-la. Na própria Câmara Legislativa de Anapu, ela foi declarada pessoa non grata e houve uma "onda" de calúnias. Eu fui muitas vezes para rádio e televisão dizendo que tudo isso não correspondia à verdade", conta Dom Erwin.
Pouco tempo depois da destinação de determinada área para criação de um PDS, os grileiros se apossaram do lugar. Eles alegavam que aquelas terras já tinham dono e se valeram de ameaças de morte para afastar muitas famílias do local.
A luta de irmã Dorothy pelo direito dos pequenos agricultores alimentou a ira dos fazendeiros e grileiros. Por isso, sua vida foi interrompida com seis tiros à queima roupa quando ela se dirigia a uma reunião com agricultores no interior de Anapu. "[Os assassinos] já queriam ter feito isso na véspera ou na antevéspera, quando ela estava dormindo numa dessas casas pobres. Mas, os assassinos foram espantados pelo choro de uma criança e resolveram deixar para outro dia", informa o bispo da Prelazia do Xingu.
Comitê
Depois do assassinato, foi criado em Anapu o Comitê Dorothy. O grupo tem como objetivo construir uma cultura de paz por meio do comprometimento de homens e mulheres com a Defesa dos Direitos Humanos e da Justiça socioambiental na Amazônia, concretizando a missão de Dorothy.
O comitê é hoje formado por religiosos, religiosas, ativistas dos direitos humanos e jovens que, indignados com a impunidade diante dos crimes no campo, acreditam na possibilidade de fazer algo pelo bem comum e pelos direitos das pessoas excluídas da Amazônia. Esse é um legado de Dorothy.
Para saber mais sobre o Comitê Dorothy, acesse: http://comitedorothy.blogspot.com/
Homenagem
Jane informou que amanhã será realizado um ato em memória do assassinato de Dorothy em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJ-PA), em Belém, a partir das 8h00. "Queremos, com uma celebração inter-religiosa e a participação de vários movimentos sociais, chamar a atenção para o desmatamento acelerado na Amazônia e a aceleração do processo de Belo Monte [usina hidrelétrica que se pretende construir no rio Xingu (PA)]. A irmã Dorothy lutou contra isso", conta.
Outro objetivo da manifestação é mostrar a importância do trabalho desenvolvido por Dorothy, que hoje é continuado pela CPT e pelo Comitê Dorothy, rendendo resultados importantes, como a demarcação de assentamentos da reforma agrária e políticas públicas para os agricultores pobres.
Veja também:
Dorothy Stang. Um crime ainda impune. Entrevista especial com Kátia Webster

(Envolverde/Amazônia.org.br)

Fonte: Amazônia.org.br e http://www.revistamissoes.org.br/noticias/ler/id/1374

Nota do MCCE



O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) – rede integrada pelas 43 organizações sociais responsáveis pela realização da Campanha Ficha Limpa –, tendo em vista o resultado dos debates ocorridos no Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados nesta semana, vem apresentar as seguintes considerações:

1. As mais de 1,5 milhões de assinaturas que apoiam o projeto de lei de iniciativa popular sobre a vida pregressa dos candidatos (PLP 518/2009) são apenas uma mostra da forte base social da Campanha Ficha Limpa;

2. A sociedade brasileira espera que não ocorram novos adiamentos na discussão e aprovação dessa matéria que está em primeiro lugar na pauta de interesses de todos os cidadãos e cidadãs;

3. O MCCE dispõe-se a participar de qualquer diálogo congressual que tenha por finalidade aprimorar o texto do projeto de lei, não aceitando que eventuais alterações redacionais venham a desfigurar os princípios que nortearam a iniciativa.

Brasília, 05 de fevereiro de 2010.


Dom Dimas Lara Barbosa
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Marcos Túlio de Melo
Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea)

Fonte:.cnbbsul1

CURSO: O POVO DE DEUS NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO E NOS DOCUMENTOS DA IGREJA

No ano em que a Igreja na Arquidiocese de São Paulo celebra e realiza o I Congresso dos Leigos o GRUPO DE ARTICULAÇÃO DE LEIGOS da REGIÃO EPISCOPAL SÉ (GAL Sé) convida a todos para:





CURSO: O POVO DE DEUS NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO E NOS DOCUMENTOS DA IGREJA



Local: PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA – AVENIDA DR. ARNALDO, (METRO SUMARÉ)



Dias e horários: NOS 2os E NOS 4os SÁBADOS, DAS 9,00 ÀS 11,00 HS



Início do curso: 13 DE MARÇO, sábado, 09 horas



TAXA ANUAL : R$ 80,00



PROFESSORES :FREI GILBERTO GORGULHO, OP E ANA FLORA ANDERSON



Informações: florand@uol.com.br

COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE
ARQUIDIOCESE DE CAMPINAS - SP.


                                        Campinas, 09 de fevereiro de 2010.

Queremos decididamente reafirmar e dar novo impulso à vida e à missão profética e santificadora das CEBs... Elas são, depois do Vaticano II, grandes manifestações do Espírito na Igreja da América Latina e do Caribe” (Aparecida, 4ª. R, 194).

Minha irmã, meu irmão..............................................., companheiro/a de caminhada!





Que bom! Estamos de volta dando continuidade a nossa história de vida e de luta. É com muita alegria que estamos convidando você para esse primeiro seminário de agentes de CEBs deste ano, que acontecerá nos dias 26 a 28 de fevereiro, em Siloé, Vinhedo.





Neste seminário vamos aprofundar o compromisso político-profético das CEBs, articulado com as propostas do 7º. Plano de Pastoral Orgânica da Igreja de Campinas. Teremos como objetivo refletir os DESAFIOS DE UMA IGREJA DE CEBs  E COM CEBs A SERVIÇO DA VIDA E DAS LUTAS DE LIBERTAÇÃO DO POVO DO BRASIL E DA AMÉRICA LATINA E CARIBE.





Teremos como assessor LUCHO TORRES BEDOYA, teólogo, biblista e educador popular e que trabalha em Fortaleza, Ceará.








DATA: 26-27-28 de fevereiro de 2010.


LOCAL: Casa de Silóe - Vinhedo-SP.


TAXA:  R$ 40,00 (Quem não puder pagar, conversar com a coordenação).


O QUE LEVAR? - Roupa de cama e banho.


SAÍDA: Centro Pastoral Pio XII - Sexta-feira, 26 de fevereiro, às 18,30h,     


          partilhando a condução.


          CONFIRMAÇÃO DA PRESENÇA: até 23 de fevereiro de 2010 com Nelly        


          ou Genô pelos fones: 32317122 Ramal 209 ou 210.





Sua presença é muito importante. Sinta-se desde já acolhida/o! Sua participação será uma ótima oportunidade para crescermos juntos na fé e na luta.

Nosso abraço fraterno.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Noite das CEBs

 
A Equipe Arquidiocesana das Comunidades Eclesiais de Base refletindo a ética na política e
as lutas das comunidades em nossas periferias e regiões da cidade convida você para a
Noite das CEBs.
 
A Cidade, o País e o Testemunho das CEBs
 Desafios para a Missão.
 
A mesa composta:

 Deputada Federal Luiza Erundina,
Jurista Hélio Bicudo,
Cônego Antonio Manzato,
Vigário Geral da Arquidiocese de São Paulo
Dom Tomé Ferreira.
 
Data: 22 de março
Local: Auditório do Colégio São Bento
Largo São Bento, s/nº - Centro.



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Carta da V Ampliada Nacional de CEBs às Comunidades do Brasil



Dom, 31 de Janeiro de 2010

cebsNo Planalto Central, em pleno cerrado, nós, representantes das CEBs dos 17 Regionais do Brasil, reunidos em Brasília – DF, no período de 28 a 31 de janeiro de 2010, com os seguintes objetivos: 1 – Avaliar a caminhada feita durante o 12° Intereclesial; 2 – Refletir o rosto das CEBs do Brasil em contribuição à preparação da 48° Assembléia Nacional dos Bispos do Brasil; 3- Perspectivas para o 13° Intereclesial.

No inicio de nosso encontro, trazemos a memória dos recentes acontecimentos, tais como: a ressurreição de nosso irmão Zé Martins, os 10 anos de martírio de Dorcelina Folador, as enchentes no Brasil, a tentativa de criminalização do MST através das prisões ocorridas em São Paulo e Santa Catarina, a tragédia ocorrida com os nossos irmãos haitianos, reforçada pelo testemunho da Ir. Rosângela, secretária pessoal da Dra. Zilda Arns e sobrevivente dessa tragédia.

A Análise de Conjuntura nos convocou a assumir o Projeto Popular, como propõe a Assembléia Popular, bem como abriu os nossos olhos para a relação Fé e Vida e o compromisso responsável que nos cerca com as Eleições de 2010.

Renovamos os compromissos assumidos pelos nossos delegados no 12° Intereclesial, e sentimos mais de perto o clamor da natureza, o grito dos pobres frente ao sistema neoliberal e a crise econômica. Os Intereclesiais são expressão do que as CEBs são.

Entre nós questionamos qual é o rosto das CEBs que vivenciamos, e vimos que temos vários rostos que são conseqüências de diversas realidades sejam elas eclesiais, sociais, culturais, entre outros.

Visitamos e conhecemos lugares, como a Torre de TV, que nos apresenta o “avião” chamado Brasília, a sede da Legião da Boa Vontade, com seu templo místico e a Paróquia São João Bosco. Sentimo-nos acolhidos na visita à sede da CNBB, através de Dom Dimas Lara, Secretário Geral.

Também esteve presente entre nós os nossos irmãos Pe. Vileci, Antônio Gelmar e Dom Fernando Panico, da Diocese de Crato (CE), que nos apresentaram um histórico da região do Cariri e da vida de Pe. Cícero Romão Batista, Pe, Ibiapina e do Beato Zé Lourenço, além de outras resistências e lutas daquele povo.

Reiteramos os nossos agradecimentos ao Povo de Porto Velho, pela acolhida e disponibilidade, pela troca de experiências, pela partilha de sua vida e história, com destaque à visita missionária, a qual fora apontada como metodologia acertada para os Intereclesiais.

Anunciamos, com alegria, que no período de 23 a 27/07/2013, na Diocese de Crato, realizaremos o 13° Intereclesial, cujo tema e lema serão definidos na próxima Ampliada Nacional, que será nos dias 17 a 20/07/2010.

Na ternura e firmeza da caminhada, continuemos articulando as comunidades pelo Brasil e iniciamos a construção do 13° Intereclesial, nas terras das romarias do “Padim Ciço Romão”.

Brasília, 31 de janeiro de 2010,

Fonte: CNBB

CAMINHOS QUARESMAl

 Foto do arquivo da revista Missões
 Foto do arquivo da revista Missões/ Seminarista Juli e leigas missionárias da Consolata
Como vemos, o objetivo principal do tempo da quaresma é levar as pessoas a se converter, a mudar de vida.
Pe. Cristovam Iubel (Fundador da Editora Pão e Vinho, em 1998) sugere práticas para os quatro caminhos que ajudarão a viver esse tempo tão exigente: o da misericórdia (esmola), do jejum, da oração e da fraternidade.



Reflexão pessoal ou comunitária...
POSSO PRATICAR A MISERICÓRDIA:

 
• Sendo justo e correto para com todos.
• Devolvendo aos outros o que aos outros pertence.
• Denunciando a injustiça e a mentira.
• Pagando um salário digno aos empregados.
• Rejeitando toda forma de corrupção.
• Assistindo e promovendo os empobrecidos.
• Fazendo o bem, sempre e a todos.
• Amando, perdoando, sendo solidário.



POSSO PRATICAR O JEJUM: 
• Partilhando o que se tem, mesmo quando se tem pouco.
• Colocando em comum os bens e os dons.
• Renunciando a algo em benefício do próximo.
• Trocando o coração de “pedra” por outro de “carne”.
• Promovendo a justiça a partir da própria casa.
• Abrindo o coração para a generosidade.
• Superando o egoísmo e o orgulho.





POSSO PRATICAR A ORAÇÃO:
• Confiando em Deus, que é Amor.
• Tendo tempo para estar com Ele.
• Reunindo-nos com a comunidade aos domingos.
• Celebrando em família e nos grupos.
• Entregando tudo para Deus: alegrias e tristezas.
• Lendo e meditando a Palavra de Deus.
• Fazendo da vida uma entrega a Deus.





POSSO PRATICAR A FRATERNIDADE:
• Tendo um coração sensível aos sofrimentos do próximo.
• Convencendo-nos que todos têm a mesma dignidade.
• Denunciando, com coragem, a opressão e a exclusão.
• Sendo justo e misericordioso.
• Solidarizando-se com os necessitados.
• Anunciando, sem medo, o Evangelho de Jesus.
Como ouvimos não basta rezar e fazer jejum. A oração e o jejum ganham sentido e se tornam caminhos de conversão quando seguidos da justiça, da fraternidade e da misericórdia.



A QUARESMA LEVA A MISSÃO
Quaresma é o caminho que a Igreja nos convida a percorrer para chegarmos à vitória junto com Cristo Ressuscitado.
Deus e a Igreja nos querem ver mais empenhados no lugar onde vivemos, trabalhamos, estudamos... para semear o bem e acabar com o mal.
Na vivência deste novo tempo, vamos nos esforçar e descobrir formas e meios para crescer e construir um mundo de paz, aquela paz que Cristo sempre desejou para seus discípulos.

Fonte: PIME

MENSAGEM AO POVO DE DEUS DAS COMUNIDADES NO MARANHÃO



IRMÃS E IRMÃOS,
Este ano, no dia 12 de fevereiro faz cinco anos do martírio de nossa irmã e companheira irmã Dorothy.  Nós como irmãs de Notre Dame de Namur, como também outros companheiros que há muito tempo trabalhamos juntos pela mesma causa, a causa do povo oprimido, gostaríamos de contar com vocês para mantermos viva a memória desta grande mulher, desta corajosa filha de Deus que se doou por inteiro até as ultimas consequências.
Estamos cientes de que irmã Dorothy não inaugurou nem terminou esta caminhada, antes e depois dela muitas mulheres e homens foram martirizados por se colocarem de forma radical a favor dos pequenos desta terra. No Maranhão podemos citar só a título de exemplo, o Padre Josimo que fora assassinado na década de 80 a mando de latifundiários na região do Bico do Papagaio. Também o Padre Ezequiel, da família dos combonianos, que fora assassinado há 25 anos numa emboscada, quando realizava seu missão em meio ao povo de Rondônia. A lista seria imensa se mencionássemos os agricultores, as agricultoras, e tantos filhos e filhas de Deus que neste Maranhão e Brasil tiveram seu sangue derramado pela causa da justiça.
Irmãs, irmãos não podemos deixar a memória destes filhos de Deus ser apagada pelo tempo. É preciso que nos mantenhamos agarrados aos seus exemplos de coragem e profetismo. Neste sentido queremos convocá-los, para nesta quaresma estarmos unidos também a estas mulheres e homens que nos deixaram um legado de doação e amor a Deus nos seus filhos mais sofridos.
Partilhamos com vocês algumas atividades que estaremos realizando em São Luís no espírito de manter viva a memória destes irmãos, como também de nos lembrarmos da razão pela qual eles foram mortos.
No dia 10 de fevereiro de 2010
Um grupo de pessoas estará na Praça Deodoro o dia inteiro, com cartazes e um pequeno informativo, que será distribuído para as pessoas que por lá passarem. Venha você também e se junte a nós neste compromisso!
Caso você não possa dar uma passadinha na praça, ao menos faça uma oração por aqueles que lá estiverem, e pelo povo do Brasil, que ainda hoje é massacrado dia após dia por aqueles que se acham donos do Brasil.
No mês de março estaremos realizando uma celebração em memória dos mártires, assim que tivermos mais detalhes, lhes comunicaremos. Contudo, desde já contamos com sua ajuda e apoio.
Boa quaresma a todos e todas. Façamos juntos, uma corajosa e solidária campanha da fraternidade em 2010!
Respeitosamente,
Irmã Sandra Araújo dos Santos- IND, em nome da comissão de organização do evento.
São Luís, 25 de janeiro de 2010.



Evangelho do dia: Reflexão - Mc 7, 14-23


Todos nós somos capazes de ver a influência que a sociedade exerce sobre o comportamento das pessoas e muitas vezes ouvimos pessoas que querem responsabilizar outras pessoas ou a sociedade pelos seus próprios atos. Jesus, no Evangelho de hoje, nos mostra que, na verdade, a responsabilidade do ato compete à própria pessoa, pois a pessoa age de acordo com os valores ou desvios que estão presentes no seu coração. É claro que existe a influência do meio, mas ela só determina a vida da pessoa se encontra eco no seu coração, caso contrário, a pessoa rejeita essa influência. 
Fonte CNBB


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Evangelização pelo anúncio da Palavra de Deus


09/02/2010 | Dom Eurico dos Santos Veloso *
É da natureza humana propagar o que é bom, o que é saudável, o que nos torna alegres e felizes. Quando vemos um amigo, um parente sofrendo de algum mal que conhecemos, o nosso ímpeto e indicar-lhe o remédio. Quando temos uma notícia boa, o nosso desejo é contá-la a todas as pessoas que encontrarmos. Quando algum fato nos faz felizes, queremos repartir com o nosso círculo de convívio. Às vezes, ficamos tão alegres com alguma coisa, que desejamos gritá-la ao mundo inteiro. É da nossa índole humana. Deus nos fez para o bem e, não, para disseminar a discórdia.
Se pequeninas alegrias nos impelem a dividi-las com os outros, é forçoso que a alegria maior, o conhecimento da verdade, dada a nossa natureza, há de nos levar com mais vontade a propagá-la.
Cristo ordena aos Apóstolos: "Ide, portanto, e fazei que todos os povos se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". (cf. Mt 28,19-20)
Essa ordem missionária tem uma fonte no amor eterno de Deus, que enviou o seu Filho e o seu Espírito porque "quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade". (cf. 1Tm 2,4)
Jesus evangelizou os apóstolos. O número 12 na Bíblia tem um significado universal. É a totalidade, a plenitude. Todos os homens (e mulheres) são discípulos. Todos somos chamados a evangelizar.
Desde o início do anúncio do Reino desenvolvido por Cristo, os discípulos tiveram o ardente desejo de anunciar Jesus, com o objetivo de levar todos à fé n'Ele. Também hoje, se recebemos o conhecimento da verdade, nasce em nós o desejo de evangelizar, de ensinar a pessoa do Cristo ao mundo, de desvendar, na sua pessoa, todo o desígnio de Deus e colocar a humanidade em comunhão com Ele.
O povo de Deus, isto é, todos nós que cremos n'Ele e fomos batizados, tem como vocação própria procurar o seu Reino, iluminando e ordenando as realidades do mundo segundo o plano do Pai, realizando assim o chamado à santidade e ao apostolado, que é dirigido a todos.
De início, precisamos acolher, com muita fé, a Palavra de Cristo, pois não saberíamos proclamar aquilo que não sabemos ou em que não acreditamos.
Em seguida, através do nosso testemunho de uma existência cristã, já estamos evangelizando com o nosso exemplo de vida.
Como a humanidade é fraca, freqüentemente, necessitamos da oração, que nos tornará mais fortes, mais dispostos e mais coerentes, pela ação do Espírito Santo.
A oração é salutar, fortalece-nos e nos capacita a agir de modo que seja útil à humanidade e agradável a Deus, pois a oração fomenta o amor e, como diz São Paulo, "o amor de Cristo nos impele..." (2Cor 5,14)
Erramos, sim, mas não esmoreçamos, pois, como já disse Guy de Larigaudie, "todo erro é um trampolim para um amor maior". Podemos também lembrar a imagem do rio cujas águas adquirem força nas quedas.
Assim, a oração funciona como uma alavanca, que podemos usar e abusar.
Na certeza de que a salvação está na verdade, a evangelização começa na família. Amamos nossos filhos e queremos o melhor para eles. E, pela graça do sacramento do matrimônio, os pais recebem a responsabilidade e o privilégio de evangelizar os filhos. Como seria bom se todos os pais se conscientizassem disto! Haveria mais discípulos para participarem da evangelização. Na linguagem de Jesus, haveria mais operários para trabalhar na messe.
O anúncio do Reino foi iniciado por Cristo e deve ser continuado pela Igreja, porque Ele a enviou.
Somos Igreja e participamos da ação profética de Cristo na medida em que acolhemos cada vez mais, na fé, a Palavra do Filho e anunciamos ao mundo, mediante o testemunho de vida e da Palavra, a ação evangelizadora.
Cristo disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim". (Jo 14,6)
Considerando que isto significa a nossa salvação, é preciso e é urgente que compreendamos, amemos e propaguemos a missão e a Palavra de Cristo, verbo do Pai, pois, assim, estaremos construindo a nossa felicidade e a de nossos irmãos.
* Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Juiz de Fora – MG

Fonte: CNBB


Carta do 13º Encontro Nacional de Presbíteros

09/02/2010 | Encontro Nacional de Presbíteros
  "Eu me consagro por eles" (Jo 17,19a)

Estimado Irmão Presbítero!
1. Itaici - Indaiatuba (SP) -, local emblemático para a Igreja no Brasil, transformou-se de 03 a 09 de fevereiro de 2010, num grande cenáculo com 466 presbíteros vindos das Dioceses do Brasil, vários bispos e convidados, para celebrar o Jubileu de Prata de nossos Encontros Nacionais de Presbíteros, no contexto do Ano Sacerdotal, por ocasião do sesquicentenário da páscoa definitiva de São João Maria Vianney, o Cura d'Ars. É o 13º ENP com o lema místico e significativo para todos os que querem ser seguidores do Mestre: "Eu me consagro por eles" (Jo 17,19a). Nessa perspectiva de consagração, quisemos celebrar e fortalecer nossa comunhão presbiteral.
2. Às vezes, caro irmão, tem-se a impressão de que tudo já foi dito e, por isso, nossos Encontros Nacionais podem não apresentar o mesmo elã dos anteriores. O 13º ENP, porém, nos deu a alegria de percebermos o quanto podemos nos fortalecer entre nós presbíteros e, sobretudo, na missão eclesial, em profunda comunhão com nossos irmãos(ãs) leigos(as), com nossos pastores e com o sucessor de Pedro.
3. Nesses encontros nacionais, vivemos a oportunidade única de contemplar, em tempo e espaço tão curtos, uma variedade imensa do ser presbítero da Igreja no Brasil. No primeiro, éramos delegados de 13 mil presbíteros e, nesse 13º ENP, representamos mais de 20 mil irmãos de ministério, espalhados pelo nosso querido Brasil. Irmãos nossos que gastam até duas horas de barco para atender uma das comunidades mais próximas de sua paróquia; outros que vivem imersos na complexidade dos grandes centros urbanos, nas suas sofridas periferias; muitos estão em pequenas cidades do interior desse país-continente; há também os que se dedicam à formação dos novos presbíteros ou ao mundo acadêmico; cresce o número dos padres afrodescendentes e de origem indígena. Constata-se um número sempre maior de irmãos padres que se dedicam ao mundo da comunicação e às coordenações pastorais. Enfim, a identidade do presbítero, hoje, passa pela multiforme maneira de exercer o ministério, nas mais diversas realidades.
4. Fazendo memória dos 25 anos dos ENPs, lembramo-nos dos temas transversais que nos desafiam e perpassam esse quarto de século de nossa caminhada: discernimento a partir da realidade, prioridade da evangelização, modelos de Igreja, orientação do magistério, identidade presbiteral, novo estatuto social do sacerdote, o ministério específico, a mística e a espiritualidade e a missão. Nesse 13º ENP, ajudados pelo nosso irmão Pe. Paulo Suess, sentimos, na ótica da Conferência de Aparecida, o apelo a abrir nossas paróquias à missionariedade, saindo de uma teologia da metafísica rumo à teologia trinitária da relação, harmonizando pluralidade e unidade, na perspectiva da contraculturalidade do evangelho e do resgate da profecia.
5. O assessor nos ajudou a perceber como podemos nos tornar presas fáceis do processo de aceleração imposto pela mentalidade neoliberal. Tudo se apresenta como tão urgente que terminamos por não discernir o que realmente tem urgência. E, nesse mesmo espírito neoliberal, somos tentados a mergulhar num processo de consumismo e de acumulação sem sentido que, além de esvaziar o núcleo humano de todos nós, termina por afetar todo o ecossistema. Fomos, durante nosso encontro, desafiados a buscar o essencial da missão para, com coragem e profetismo, desencadearmos, entre nós, um real despojamento de tudo o que é supérfluo e que fomos agregando na vivência de nosso ministério.
6. No 13º ENP, emergiu ainda o anseio de definirmos melhor nossa identidade de presbíteros, no prisma do sacerdote elementar que, segundo Pe. Paulo Suess, é, hoje, mais necessário que o dotado de dons extraordinários. O sacerdote elementar é o presbítero do bom senso, teologicamente perspicaz, bem informado e inteiro; livre no acolhimento de sua vocação e no seguimento de Jesus Messias; contemporâneo com o povo que carrega um fardo pesado e com todos que buscam um sentido na vida; traz consigo uma eclesiologia da missão que o faz ir ao encontro das pessoas. É o presbítero que fundamenta sua relação e vivência com o povo no seu encontro pessoal com Cristo missionário. É o homem de vivência eucarística e de comunhão eclesial, que entrega sua vida, sobretudo aos pobres e oprimidos, sabendo que só Deus basta, vivenciando, assim, o primado da graça.
7. Por meio do Pe. Joel Portella, percebemos ainda que a aceleração e a acumulação fazem parte da construção de um novo ethos, engendrado na cultura atual de mudança de época, que recompõe a hierarquia dos principais elementos que constituem e interpelam a vida. Tal recomposição na pós-modernidade, afirmou o Pe. Joel Portellla, gira em torno do papel que se atribui ao sujeito individual, como base para um novo pensar, sentir e agir. A exacerbação do individual, própria de uma subjetividade fechada, só será enfrentada pela força do valor evangélico da gratuidade. Gratuidade como marca de um estilo de vida e de novas relações humanas. Nessa perspectiva, fomos interpelados a construir um novo ethos, conscientes de que, nessa mudança de época, a Igreja tem seu lugar social mudado, como também mudou o lugar social do presbítero. Mas, nada de ficarmos lamentando o lugar mudado ou perdido, pois importa reconhecer que as mudanças de época são períodos profundamente libertadores para a construção do Reino.
8. De maneira muito madura, os presbíteros vêm percebendo o quanto é atual a afirmação do Papa João Paulo II: "O ministério ordenado tem uma radical forma comunitária e pode apenas ser assumido como obra coletiva" (PDV 17). Nesse sentido, o 13º ENP fortaleceu, em nós, a convicção de voltar às Igrejas Particulares com a missão de dinamizar a pastoral presbiteral. Vimos, com alegria, que ela cresce e se organiza, cada vez mais, por todo o território nacional, com belos exemplos de solidariedade, principalmente em relação aos presbíteros idosos, jovens e aqueles que assumem paróquias mais pobres e distantes. Essa pastoral vem se constituindo num instrumento valioso de comunhão presbiteral e predispondo os padres para um mais fecundo exercício do pastoreio. O padre bem integrado no presbitério enfrenta com audácia e alegria os desafios da missão, pois sabe que não está só. O Decreto Conciliar Presbiterorum Ordinis centra na caridade pastoral o ministério presbiteral, por isso, ela se configura a alma e a forma da pastoral presbiteral (cf. DAp 70). Essa caridade pastoral é o eixo para o agir do presbítero, que se torna, por meio dela, instrumento do Espírito na história e, a exemplo de Jesus, homem consagrado ao povo que lhe é confiado. É a caridade pastoral a maneira proposta pela Igreja aos presbíteros para a sua missão de anunciadores do Reino.
9. O 13º ENP também foi marcado pelo espírito das palavras do Papa Bento XVI que nos convoca a um encontro pessoal com Cristo. Afirma o Santo Padre que ser cristão não se reduz a uma decisão ética ou adesão a uma grande ideia, mas através do encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva. E Aparecida nos lembra que a própria natureza do cristianismo consiste em reconhecer a presença de Jesus Cristo e segui-lo (cf. DAp 243-244). Tudo isso ganha um sentido ainda mais contundente para nós que fomos chamados a viver o ser cristão de forma radical, como ministros ordenados.
10. Percebemos, com a ajuda do Pe. Estevão Raschietti, que ser missionário passa pelo insubstituível tempo de discipulado junto do Mestre, pois não anunciamos conceitos, mas uma Pessoa, que se fez Carne e habitou entre nós, com a qual precisamos nos encontrar ao longo de toda a nossa existência. Comunhão e missão se tornam, nesse contexto, o binômio por excelência para a vida e ministério de todos os presbíteros, convidados a estarem sempre disponíveis para ir ao encontro das pessoas afastadas e comunidades distantes. Essa missão se faz desafiadora no seu contexto próprio ad gentes, nos difíceis ambientes das grandes metrópoles e em outras regiões. Mereceu grande destaque entre nós o desafio missionário na Amazônia, da qual muito se fala e pouco se conhece. Nesse sentido, foi feito um grande apelo para uma presença mais significativa dos presbíteros de outras regiões do país junto ao povo amazônida.
11. Tudo o que se ouviu foi rezado, meditado e contemplado nos vários momentos celebrativos e no retiro espiritual, orientado pelo Cardeal D. Odilo Pedro Scherer. Tempos de profunda vivência do mistério da comunhão com Jesus Cristo e com toda a Igreja, sobretudo na Eucaristia, onde a memória de nosso compromisso ministerial se fazia presente em cada prece e em cada canto, chamando-nos a viver decididamente como presbíteros animadores das comunidades de discípulos-missionários. Em outros momentos, tais como nas oficinas, plenários e trabalhos de grupo, os temas foram também debatidos.
12. Recebemos inúmeras mensagens de irmãos e irmãs que nos acompanharam por meio de orações e dentre elas destacamos a de Dom Paulo Evaristo Arns, Arcebispo emérito de São Paulo, de Dom Pedro Casaldáliga, Bispo emérito de São Félix do Araguaia, de Dom Alberto Taveira, Arcebispo eleito de Belém, do Departamento Vocações e Ministérios do CELAM e de Dom Cláudio Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero. Dom Cláudio, em sua mensagem, nos lembrou repetidas vezes de que os presbíteros devem ser homens de oração e o fez com veemência, afirmando: "Não nos iludamos: se falta a oração pessoal na vida do presbítero, sua ação pastoral será estéril e correrá o risco de perder de vista o "primeiro Amor", ao qual entregou incondicionalmente sua vida, naquele dia memorável e cheio de generosidade, o dia da sua ordenação sacerdotal."
13. Caro irmão, para reforçar nossa alegria no seguimento de Jesus Cristo, nos fizemos romeiros e, reunidos na Eucaristia, entusiasticamente presidida por Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB, no Santuário Nacional de Aparecida, pusemo-nos sob o manto de Nossa Mãe para nos comprometermos com seu Filho, construindo um novo ethos, com bases sólidas na profecia e gratuidade, sabendo que a fé cristológica traz implícita a opção preferencial pelos pobres, como tão bem nos lembrou o Papa Bento XVI. Da celebração do 13º ENP saímos mais convictos de que a nossa configuração a Cristo, Bom Pastor, permite-nos somar a nossa vida a d'Ele e dizer: "Eu me consagro por eles".
Presbíteros participantes do 13º ENP
Para refletir com o presbítério:
1. Como abrir nossas paróquias à missionariedade?
2. Quais as principais iniciativas de nossa Diocese no âmbito da pastoral presbiteral?
3. Qual a importância desse ano sacerdotal para nós e todo o povo de Deus?
4. Quais são os elementos constitutivos do sacerdócio elementar? Por quê
Fonte: CNBB

Foto do Pe. Paolo Cugini

Seminário Estadual do Grupo Jovem

 

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Autor/Fonte:
Joaquim Alberto Andrade Silva

Reflexão - Mc 7, 1-13 - terça-feira dia 9/2/10

Jesus, citando o profeta Isaías, diz: 'Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim'. Precisamos saber se somos cristãos de palavras ou de coração. O cristão de palavras é aquele que vive uma religiosidade de cumprimento de preceitos, normas e rituais, que em nada difere dos rituais de alquimia e bruxaria que existem por aí; o que muda é que no lugar de abracadabra, fala frases bonitas com efeitos especiais. O cristão de coração é aquele que ama a Deus, ama os seus irmãos que são templos dele e procura servir a Deus no serviço aos irmãos e irmãs, na valorização da pessoa humana e promoção da sua dignidade. O cristão de coração fala pouco e nem sempre sabe falar bonito, mas ama muito, é solidário, generoso e fraterno. 
Fonte: CNBB
 
 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

INFANCIA MISIONERA Catequesis del Afiche “TÚ ERES SACERDOTE ETERNO” (salmo 109)


INFANCIA MISIONERA  Catequesis del Afiche
“TÚ ERES SACERDOTE ETERNO”  (salmo 109)
Despliega  el afiche alegre por sus colores y rico en su contenido.
Clávale los ojos y analiza con nosotros, sin titubear ni pestañear, los personajes:

I- El Corazón Sagrado de Cristo Jesús: Con vestidura de sacerdote, con los brazos extendidos, dispuesto a abrazarte y su corazón abierto para dártelo todo.
a- “ Del Corazón de Cristo, junto con la Sangre y el Agua  nacieron los Sacramentos” nos dice la liturgia y el mismo Santo Tomás de Aquino y todos los grandes teólogos de la Iglesia.                   
b- Los Sacramentos son  siete (7) todos instituíos por el mismo Cristo. Nadie los puede aumentar o disminuir. Cristo, el Sumo y Eterno sacerdote delegó y mandó a  sus Apóstoles y sacerdotes administrarlos “en memoria suya, en su nombre y con su autoridad”
c- Por eso se dice que “el sacerdote es otro Cristo” porque actúa en nombre de El y administra los sacramentos con su autoridad y mandato.
d- Mira de nuevo en  el afiche con más fervor y gratitud, si te es posible, al Corazón de Cristo.....
e- Cierra de nuevo tus ojos y trata de ver y examinar tu propio corazón.
f- ¿Qué me dio Jesús...?   ¿Qué le doy yo a El ...? Será  un bello recuerdo y un gran estímulo en tu vida cristiana.
 
En el Corazón de Cristo está guardado el álbum fotográfico completo y el video de la vida de cada uno de sus hijos con lujo de detalles, porque cada persona que nace es un pequeño gran proyecto de Dios que viene a este mundo para conocer, amar y dar a conocer a Dios. Pero  todo bebé debe ser feliz, alimentarse y crecer fuerte, protegerse contra los peligros, curarse cuando se enferma, y todas esas cosas que sabemos;  para eso sacó Dios de su corazón los sacramentos,  son 7 regalos que vinieron envueltos en la sangre y agua que brotaron de su costado cuando estaba clavado en la cruz muriendo de amor por nosotros y un soldado le clavó una lanza y al instante salió lo último que le quedaba: unas gotitas de sangre y agua, así Jesús exprimió el amor al máximo y lo dio todo por nosotros.
-¿Pero qué hicimos nosotros para que Dios nos quiera tanto?
-¿Por qué Dios da su vida por nosotros, por los buenos y malos y hasta por los más malandros de los malandros?
   Nadie merece el sacrificio de Jesús,  todo es REGALO de Dios,  El detalle está en que Dios nos amó primero y por eso nos ha elegido y cada uno debe responder a esa llamada y decirle como todo un buen misionero: 
¡Jesucristo, a la orden!  y el que no contesta a la llamada se pierde la Fiesta y se pierde el Regalo, fíjate que las dos palabras están con mayúsculas porque es Fiesta que no acaba y Regalo que no aburre porque es siempre nuevo, siempre con  tecnología de punta.
Todo es GRACIA de Dios
Dios tiene sus canales por donde derrama la Gracia, pero como sabe que nosotros tenemos que ver y tocar las cosas así como el apóstol Tomás “si no meto mi mano en su costado…” (Jn. 20. 19-31), sacó Jesús de su propio corazón los sacramentos, que son:   Signos visibles  de la Gracia de Dios que  “causan lo que significan”.
 
 II- Los SACERDOTES
    En cada uno de los cuadros aparece siempre un sacerdote, unas veces es el párroco, otras veces el obispo y hasta  el cardenal,  porque no puede haber sacramento sin sacerdote por eso cada día rogamos a Dios que nos envíe muchos y santos sacerdotes.
   Mira bien cuando vayas a Misa  que a veces el sacerdote aparece revestido de color verde, rojo, blanco o morado de acuerdo a cada tiempo litúrgico, por ejemplo en el tiempo de Cuaresma se reviste  de color morado porque es tiempo penitencial y si es en la fiesta de un mártir o en la fiesta del Espíritu Santo, usa el color rojo que significa la sangre de Jesús y los mártires y el amor.
   La Misa es el acto más importante que se puede hacer en el mundo y todos los detalles son convenientes. Tú participas y ofreces el sacrificio de la Misa porque todo bautizado es con Cristo: “sacerdote, profeta y rey”.
Anota el nombre de tu párroco  y dile que te gustaría ser su amigo, es importante que sepa que cuentan contigo.

III- El BAUTIZO
    Aparece la imagen de un pequeño cristiano que puedes ser tú, fíjate bien que todo comienza el día del bautizo y hay otro personaje allí presente que nos contó esta historia, busca bien, es una niña con su franelita de Infancia Misionera, es María Paulina, con su sonrisota y empinándose para no perderse nada de la ceremonia porque “cuando se bautiza a un niño nace un misionero”, ¡otro más para el equipo! Todos en la familia están felices y el monaguillo que también es de Infancia Misionera ayudó  mejor que nunca. El nuevo cristiano nació el 8 de diciembre fiesta de la Inmaculada y pronto le bautizaron, “en el nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo” y le pusieron Mariano. El padre Domingo le echó bastante agua y Mariano gozó un puyero.
   Tomaron muchas fotos, pero la foto mejor quedó grabada en el corazón de Dios Padre que hizo que los ángeles anotaran el nombre de Mariano en el cielo, porque en ese instante “nacía a la Vida de la Gracia un hijo de Dios” y para que conste ante los hombres, quedó escrito también en el libro de la parroquia con lugar, fecha y nombre completo de padres y padrinos. Ahora Mariano es Hijo de Dios, signado con el sello indeleble de “cristiano” que nada ni nadie puede borrar (imprime carácter),  está limpio de pecado original, forma parte de la Iglesia, y el Espíritu Santo le ha regalado nada menos que la Fe, la Esperanza y la Caridad que son “las virtudes teologales” y deben crecer cada día y alumbrar como esa luz de la vela prendida desde el cirio pascual que representa a Cristo.
IV- La COMUNION
   Aquí aparece Mariano recibiendo la Primera Comunión, le acompaña su  equipo de Infancia Misionera ubicados en primera fila. El muy pícaro puso esta foto antes que la de la confesión porque ese día logró portarse como un ángel, despertó muy temprano para recibir a Jesús por primera vez. En su cabeza no cabe un misterio tan grande, solo cree firmemente que Dios está presente en el Vino y la Hostia Consagrada, y él está dispuesto a todo por Jesús. Sí, porque aunque es pequeño, su fe es grande, Dios le ha hecho ese regalo y es como para ponerle los pelos de punta como le aparecen en la foto. Al  comulgar pidió a Dios por todos, y se acordó que la catequista  le dijo que en cada comunión recibía el alimento espiritual para la vida.
V- La CONFESION
¡Ay Mariano! hasta los pelos de pincho se te aplastaron, ¿qué habrás hecho ahora? Busca arrepentido, una buena confesión que te devuelva la amistad con Jesús. El padre Domingo escucha con paciencia y en nombre de Cristo perdona una y otra vez “Es que hago lo que no quiero” como dice san Pablo (Rm 7, 18-25a).
 Al terminar la confesión sale como nuevo prometiendo hacer un buen esfuerzo por corregirse y ante el sagrario cumple la penitencia que le pone el confesor. Un tropezón, una caída y vuelta a levantarse y hacerle al pecado ¡Fu, bien lejos!
VI- La CONFIRMACION
Aquí Mariano parece más formal. El obispo vino para celebrar este nuevo Pentecostés  y el viento y fuego del Espíritu Santo penetran la mente y el corazón de este jovencito que mira fijamente el óleo de la confirmación, es como que le pusieran nuevo sello de garantía de  “Cristiano”. Ahora repotenciado con las pilas del Espíritu, le caen de golpe las tan urgentes vitaminas extra, los famosos Siete Dones, bien recibidos para vencer, porque la tentación es mucha y más de una vez ha estado en la cuerda floja a punto de caer. Ahora a graduarse; la cosa no es para menos. ¡Podemos cambiar el mundo!
VII- El MATRIMONIO
    ¡Se nos enamoró Mariano! Quien lo iba a decir, si le gustaban todas. Ahora sólo tiene ojos para la dulce Mónica, buen amor, verdadero, para siempre.           Y empezó a soñar con una familia misionera. El padre Domingo les preparó bien en las charlas pre-matrimoniales. Llegó el gran momento del matrimonio,   se miran directamente a los ojos, él mira con ojos muy abiertos como quien no puede creer tanta felicidad y ella entre tímida y emocionada acepta. Unidos para siempre, “ya no serán dos sino uno” (Gen 2,18-24)
Se ganaron el premio, vinieron los hijos y al primero le bautizaron con el nombre de Francisco Javier. Crecieron durante el papado de Juan Pablo II. Los encuentros de la Juventud con el Papa le cambiaron la vida, y junto con otros jóvenes sintieron la llamada al sacerdocio y a la vida religiosa.
VIII- El ORDEN SACERDOTAL
   Se llaman la “Generación Juan Pablo II”, muchachos de todo el mundo movidos por el testimonio del Papa que les animaba: “No tengan miedo” Y la Palabra de Dios entró con fuerza en ellos y les hizo valientes para aceptar el reto: ¡Ser sacerdotes!  “El hombre del futuro”, como les llama el Papa Benedicto XVI.
Así este hijo de Mariano y Mónica es consagrado sacerdote; el obispo le impone las manos y él desde su corazón repite “totus tuus”  “todo tuyo Virgen María”, Madre de sacerdotes, Madre de la Iglesia nacida del corazón de Cristo en la cruz.
IX- La UNCION DE LOS ENFERMOS 
  Mariano está enfermo, agarrado al rosario, mirando a la Virgen de Coromoto. Conserva la sonrisa, aunque ha perdido el pelo y su nariz está mas grande y las arrugas son muchas, pero nada le quita la alegría que es fruto del Espíritu Santo. Su hijo sacerdote le administra el Sacramento de los Enfermos, y recobra la salud, dispuesto a esperar la beatificación del papa Juan Pablo II, invirtiendo lo que le queda de vida orando por el hijo sacerdote que irá muy lejos a la Misión. Un buen tiempo para prepararse “Ahora, Señor, según tu promesa puedes dejar a tu siervo irse  en paz”  (Lc 2, 29-32)
   ¡Mi vida ha tenido sentido, he disfrutado el privilegio de tener un hijo sacerdote!
Secretariado Nacional Infancia Misionera Venezuela - tlf ( 0212) 5720619 - fax  (0212) 5761360

Reflexão - Mc 6, 53-56 - segunda-feira 8 fevereiro

O cristão de verdade não pode ficar parado. Ele nunca pode dizer que cumpriu a sua missão, pois ele deve estar sempre a caminho, sempre se lançando rumo aos novos trabalhos, prestando atenção aos apelos que a realidade faz, buscando superar novos desafios e obstáculos, sempre olhando com misericórdia os irmãos e irmãs, procurando conhecer os seus problemas e necessidades e sendo para todos a manifestação do amor de Deus que responde ao clamor dos seus filhos e filhas. Por isso, quando terminamos uma etapa da caminhada, devemos iniciar outra imediatamente, pois a proposta do Reino exige isso. 


 


Fonte CNBB


 


Comissão para a Doutrina da Fé faz reunião nas POM, em Brasília

Comissão para a Doutrina da FéEntre os dias 8 e 10, acontece na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Brasília, a reunião anual da Comissão de Doutrina da Fé com o Grupo de Peritos. Durante os três dias de encontro, os participantes irão trabalhar o texto para o novo subsídio doutrinal, que tem como título “Presbítero anunciador da Palavra de Deus, da Doutrina e da Moral da Igreja”. Além disso, os participantes também irão refletir o atual contexto teológico-eclesial, sobretudo no Brasil, e preparar assuntos da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, para a 48ª Assembleia Geral da CNBB, que vai ocorrer no mês de maio, em Brasília.

Participantes

Dom Walmor Azevedo, presidente da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé; e os membros dom João Braz de Aviz, dom Filippo Santoro e dom Beni dos Santos; os assessores, padre Luís Henrique Silva e padre Wilson Angotti; e os peritos: professora Elza H. Abreu, professora Maria Inês Millen, padre João Justino Silva, padre Carlos Cipolini, padre Paulo Cezar Costa, padre Geraldo Hackmann e padre Marcus Guimarães.

Fonte:CNBB