sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Reflexão - Mt 9, 14-15 (Sexta-feira 19/2/2010


As práticas religiosas não podem ser simples ritualismos que cumprimos por costume ou tradição. Os fariseus e os discípulos de João faziam jejum, cumprindo os valores tradicionais da religiosidade de sua época, mas o cumprimento desses valores não lhes foi suficiente para que se tornassem capazes de reconhecer o tempo em que estavam vivendo e por quem foram visitados, de modo que não puderam viver a alegria de quem tem o próprio Deus presente em suas vidas e nem puderam usufruir de forma mais plena essa presença de graça. Somente quem viver uma verdadeira religiosidade que seja capaz de estabelecer um relacionamento profundo e maduro com Deus e perceber os seus apelos nos dos sinais dos tempos pode colher os frutos dessa religiosidade.
Fonte:CNBB

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

3º Encontro Interregional dos diáconos do PR, SC e RS acontece em Curitiba



diaconosCuritiba sediou, entre os dias 12 e 14, no Seminário Filosófico Bom Pastor, no bairro Orleans, o 3º Interregional dos Diáconos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que teve como tema: “Diaconado na Igreja de hoje”.
Estiveram presentes no evento: dois Bispos, quatro padres, 87 diáconos, dois candidatos e 28 esposas, num total de 123 pessoas. A diocese de Umuarama foi representada no evento, pelo diácono Elias Rocha e sua Esposa Zilda - coordenadores diocesanos dos diáconos; e o diácono João Luiz Barizão e sua esposa, Ana.
O evento foi coordenado pelos presidentes das Comissões Regionais Sul 2 (Paraná), 3 (Rio Grande do Sul) e 4 (Santa Catarina). diácono João Veldelin Kielthyika, do Paraná; diácono Antonio Camilo, de Santa Catarina; e Diácono Zeno Konzem do Rio Grande do Sul. Os assessores palestrantes foram dom João Carlos Seneme, bispo auxiliar de Curitiba e responsável para os diáconos do Paraná, que trabalhou o tema “Diáconos na Igreja de hoje”; e padre João Batista Chemim, reitor do Seminário São José, da arquidiocese de Curitiba, que trabalhou o tema “Organização e disciplina na vida dos Diáconos”.
No sábado, 13, à noite, houve troca de experiências entre os diáconos dos Regionais. Fez-se presente também no encontro o diácono Odélcio Calligaris Gomes da Costa, da diocese de Piracicaba (SP), e presidente da Comissão Nacional de Diáconos (CND).
Fonte: CNBB

Formação diocesana das CEBs

ormação diocesana das CEBs

Reflexão - Lc 9, 22-25


O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que vive como o próprio Jesus e faz dele o modelo de sua vida. Jesus nunca viveu para si, mas sempre viveu para o Pai e para os seus irmãos e irmãs, fazendo do seu dia a dia um serviço a Deus e ao próximo. A exemplo de Jesus, nós devemos passar por esse mundo não para buscar a satisfação dos nossos interesses e necessidades, mas para deixar de lado tudo o que nos impede de ir ao encontro de nossos irmãos e irmãs que precisam de nós, da nossa presença e do nosso serviço, e que também nos impede de ir ao encontro do próprio Deus para vivermos com ele a sua vida. 
Fonte: CNBB 
 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

“Sistema econômico atual é imoral”, afirma pastor Carlos Möller


  
Celebracao Ecumenica
O presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), pastor Carlos Möller, presidiu a celebração ecumênica que marcou a abertura da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE), na noite desta quarta-feira, 17, no Santuário Dom Bosco, em Brasília. Ao falar sobre o tema da Campanha, Economia e vida, o pastor criticou o sistema econômico mundial e, citando muitos dados referentes à economia internacional e brasileira, denunciou o aumento do número de famintos no mundo.
Pastor_Moller“Precisamos ter a coragem de afirmar que o sistema econômico atual é imoral e insuficiente”, disse. “A Campanha da Fraternidade deve nos fazer ousados para rever os conceitos econômicos que imperam no mundo e no nosso país”, completou. Ele condenou, por exemplo, as altas taxas de juros e o lucro dos banqueiros. “Nada justifica as altas taxas de juros”, acentuou.
A Campanha da Fraternidade deste ano discute a economia e sua relação com a vida. As cinco Igrejas que compõem o Conic, responsável pela Campanha, denunciam uma economia que coloque o lucro acima da vida e da dignidade da pessoa humana. Rejeitam, igualmente, um sistema econômico que tenha como base um desenvolvimento que agride o meio ambiente e faz aumentar a distância entre pobres e ricos.
“Todo e qualquer sistema econômico deve estar a serviço da vida e não do lucro e dos bancos”, disse o presidente do Conic.
Segundo Möller, a meta estabelecida pela ONU de reduzir pela metade o número de famintos e empobrecidos no mundo até 2015 está longe de ser alcançada. “Dez anos se passaram e o número de pobres aumentou”.
Para o pastor, o Brasil será viável na medida em que aplicar os impostos arrecadados naquilo a que se destinam. Ele cobrou ainda “honestidade e melhor distribuição de renda” no país.
Dom_Joao_BrazEcumenismo
A celebração ecumênica no Santuário Dom Bosco contou com a presença de representantes das Igrejas Luterana, Anglicana, Católica Romana, Sírian Ortodoxa e Presbiteriana Unida. Um grupo de aproximadamente 150 fiéis participou da cerimônia que durou uma hora e meia.
Uma mensagem do papa Bento XVI para a CFE foi lida pelo arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz. Já o presidente da Igreja Luterana leu uma mensagem do Conselho Mundial de Igrejas, do qual é o moderador.

Fonte: CNBB

Cinco mil na Romaria da Terra em Santa Maria


 
 
Romaria da Terra
A cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, foi sede, nesta terça-feira, 16, da 33ª Romaria da Terra, organizada pelo Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Comissão Pastoral da Terra, Diocese de Santa Maria, Projeto Esperança e Prefeitura de Santa Maria. Nem mesmo o tempo chuvoso impediu que cinco mil pessoas de todo o estado participassem da Romaria.
A diocese de Santa Maria, que acolheu a Romaria, comemora, neste ano, seu centenário de fundação e isso chamou a atenção dos organizadores do evento. “É simbólico para Santa Maria sediar a Romaria no ano do seu centenário”, disse a irmã Lourdes Dill.
O tema escolhido para este ano foi “Quilombos: Terra, Trabalho e Inclusão”. “A escolha do tema também foi muito importante porque os quilombolas sofrem muito com a marginalização social e este luta precisa ganhar divulgação e mobilização”, lembra a irmã Lourdes.
Uma missa no Parque Medianeira presidida pelo bispo de Santa Maria, dom Hélio Adelar Rubert, encerrou a programação da Romaria que constou de caminhada e reflexões sobre o tema.

Fone:CNBB

Mensagem do papa Bento XVI para a Quaresma 2010



 
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A Igreja inicia, nesta quarta-feira de cinzas, o tempo da Quaresma, período em que os cristãos se preparam para a celebração da Páscoa. Todos os anos o papa publica uma mensagem conclamando os fiéis a viverem intensamente este tempo que é caracterizado como momento de penitência e conversão. Para 2010, Bento XVI escolheu a justiça como tema de sua mensagem.
“Qual é a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros”, diz o papa. “Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da autosuficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade”.
Leia, abaixo, a íntegra da mensagem do papa para a Quaresma

Queridos irmãos e irmãs, todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos. Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).
Justiça: “dare cuique suum”
Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de fato precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?

O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reações dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua atuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingênua e míope. A injustiça, fruto do mal, não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista: ”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza.
Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?

Justiça e Sedaqah

No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl. 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De fato sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva (cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egito (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre (cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro (cfr Ex 22,20), o escravo (cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efetuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?

Cristo, justiça de Deus

O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De fato não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25). Qual é, portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O fato de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal 3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objeção:
Que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.
Compreende-se então como a fé não é um fato natural, cômodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á ação de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.
Precisamente fortalecido por esta experiência, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor. Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Triduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica”.
Vaticano, 30 de Outubro de 2009

Fonte:CNBB

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Por uma economia em favor da vida

14/02/2010 | CNBB
"Como a fé cristã pode inspirar uma economia que seja dirigida para a satisfação das necessidades humanas e para a construção do bem comum?". Esta é uma das perguntas que a Campanha da Fraternidade, a ser lançada na próxima quarta-feira, 17, tentará responder.
Com o tema "Economia e Vida", sob o lema "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro", a Campanha será realizada por cinco Igrejas cristãs, membros do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs no Brasil (Conic). Além da Igreja Católica, participam do Conic a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU), Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) e Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISO).
Escolhido há dois anos, o tema será debatido num contexto de crise mundial financeira, deflagrada no final de 2008, e de eleições. No centro das reflexões propostas pelas Igrejas está a concepção de uma economia a serviço da vida, no respeito à dignidade da pessoa humana e ao planeta Terra.
"O Conic não quer limitar-se a criticar sistemas econômicos. Principalmente, espera que a Campanha mobilize Igrejas e sociedade a dar respostas concretas às necessidades básicas das pessoas e à salvaguarda da natureza, a partir de mudanças pessoais, comunitárias e sociais, fundamentas em alternativas viáveis derivadas da visão de um mundo justo e solidário", diz o texto base da Campanha, que, pela terceira vez, é realizada ecumenicamente.
Para alcançar os objetivos da Campanha, o Conic propõe como estratégias "denunciar a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar o lucro". Propõe, ainda, "educar para a prática de uma economia de solidariedade", além de conclamar toda a sociedade "para ações sociais e políticas" que levem a uma economia de solidariedade.
O tempo da Quaresma em que é realizada a Campanha da Fraternidade favorece a conversão "social, eclesial, comunitária e pessoal", de acordo com o Conic.
Abertura da CFE
Em Brasília, dois atos marcam a abertura da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE), na quarta-feira de cinzas. O primeiro é uma coletiva de imprensa, às 14h, na igreja Luterana, na 406/sul. Todos os presidentes das igrejas membros do Conic estarão presentes. Já no Santuário Dom Bosco, às 19:30h, as cinco igrejas se reúnem para uma celebração ecumênica.
Neste dia, em todas as dioceses e paróquias da Igreja Católica acontecem as celebrações de cinzas que marcam o início da quaresma. A maioria das dioceses faz também nesta data a abertura da Campanha da Fraternidade em nível local.
Acesse o material da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010. Estão disponíveis: cartazes, spots, arquivos em power point e o Hino da CFE.
Fonte: CNBB