sábado, 13 de março de 2010

XVIII JORNADA De Oração e Jejum em memória dos missionários mártires. "A minha vida pertence a vocês". Dom Oscar Romero 24 Março 1980-2010






Na "semente lançada por Dom Romero, como por muitos outros mártires 
cristãos da antiguidade e de hoje, a comunidade cristã reencontra o sentido 
profundo da vida segundo o Evangelho e a coragem de uma memória ativa, 
capaz de continuar o caminho com uma perspectiva melhor".


O Grupo Juvenil Missionário das Pontifícias Obras Missionárias da Itália recorda no próximo dia 24, o 30° aniversário do assassinato de Dom Oscar Arnulfo Romero. Os jovens recordam a cada ano nessa data, todos os missionários assassinados no mundo com um Dia de Oração e Jejum em memória dos missionários mártires. A iniciativa chegou à sua 18ª edição e se realiza em várias dioceses do mundo e muitos institutos religiosos recordam, através de várias iniciativas, seus missionários que derramaram seu sangue por causa do Evangelho.
As comunidades paroquiais e de vida consagrada, seminários, noviciados, grupos engajados, são propostos a realização da Vigília de Oração, a Via Sacra, a Adoração Eucarística sobre o tema do dia. Entre outras indicações sugere-se a criação nas igrejas de um ângulo do martírio utilizando uma cruz, pano vermelho, um ramo de oliveira com os nomes dos missionários e missionárias mortos; tocar os sinos às 15h do dia 24 de março para convidar à meditação sobre o sacrifício de Cristo de tantas mulheres e homens de boa vontade; plantar uma árvore para lembrar o amor daqueles que deram tudo por amor. As famílias podem acender uma vela vermelha nas janelas junto com um pano vermelho; fazer um gesto de reconciliação entre os membros da família e os vizinhos. Oferecer a oferta do jejum para ajudar nos projetos de solidariedade proposto este ano. Doentes e sofredores podem oferecer seu sofrimento em memória dos missionários e missionárias mortos por causa do Evangelho. Os jovens são convidados a doar sangue e visitar os que estão sozinhos e oprimidos, no hospital, clínicas e cárceres... 
http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=17106&lan=por


Ano 2009 37 Missionarios assassinados no mundo 6 no Brasil:   
Pe. Ramiro Ludeña, espanhol, assassinado a 20 de Março no Recife,                        Pe. Gisley Azevedo Gomes, encontrado sem vida a 16 de Junho, Brasília.                   Pe. Ruggero Ruvoletto, italiano, assassinado a 19 de Setembro em Manaus, Pe. Evaldo Martiol, assassinado em Santa Catarina, a 26 de Setembro.                   Pe. Hidalberto Henrique Guimarães, assassinado a 7 de Novembro em Maceió, Pe. Alvino Broering, assassinado a 14 de Dezembro em Santa Catarina, Brasil.

Todo o meu ser vos pertence por minha vontade, de todo o meu coração,
fazei de mim o que quiserdes...” Carlos de Foucault


Fonte: envido por e-mail pela redação da revista Missões

Ato público no Rio de Janeiro cobra pressa na aprovação do Projeto Ficha Limpa

Ficha_Limpa_destaqueOntem, 11, foi realizado no Rio de Janeiro (RJ) um ato público em apoio ao projeto “Ficha Limpa”, que pretende impedir a candidatura de políticos com pendências com a justiça, alterando a lei de inelegibilidade. Durante o ato, a arquidiocese cobrou pressa na aprovação do Projeto, que deverá ser entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, no dia 17 de março, para ser encaminhado à votação logo depois da Semana Santa.
O objetivo do ato, que contou ainda com a presença da sociedade, é manter a mobilização em torno do projeto, que já arrecadou 1,6 milhão de assinaturas a favor da aprovação.
A necessidade e a importância do apoio da sociedade ao projeto “Ficha Limpa” foram bastante reafirmadas no encontro. Dom Orani falou sobre o papel do Rio e da Igreja nesse trabalho. “O Rio de Janeiro tem uma visibilidade nacional para chamar a atenção de todo o Brasil para não deixar morrer essa ideia e continuar acompanhando o que está acontecendo [...] e eu creio que o grande papel da Igreja é tentar encontrar maneiras éticas de ajudar o Brasil a ser cada vez melhor”, disse o arcebispo.
Ficha_Limpa2Os deputados Chico Alencar e Antônio Carlos Biscaia lembraram que o “Ficha Limpa” caminha com o mesmo propósito da Campanha da Fraternidade 2010. Segundo eles, um homem público não tem como servir a dois poderes: a Deus e ao dinheiro. “Essa legitimação permanente dos representantes serve para combater algo que a Campanha da Fraternidade lembra com as palavras de Mateus: ‘Não se pode servir a Deus e ao dinheiro’. Na política institucional, o deus do dinheiro predomina”, lembrou Chico Alencar.
Os encontros continuarão acontecendo até o dia 17. Esta semana, o grupo estará também em Vitória (ES), para mais um ato público. Belo Horizonte (MG) também consta no programa.
Participaram do evento o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta; a diretora executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita José Rosa, o relator do grupo de trabalho do projeto “Ficha Limpa”, deputado Índio da Costa, o representante da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP) do Regional Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro), Marcelo Lavennère, e os deputados Chico Alencar e Antônio Carlos Biscaia, que subescreveram o projeto.
CNBB
Em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira, 11, o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, disse que foi um “grande avanço” o Projeto Ficha Limpa ter chegado ao ponto que está em tramitação no Congresso. No entanto, ele destacou que a CNBB espera que o projeto seja aprovado ainda para as eleições de outubro. “Esperamos ter eleições ainda este ano com fichas limpas”. Dom Geraldo disse ainda que a CNBB vai acompanhar com interesse a entrega do texto ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, na quarta-feira, 17.
As fotos do ato no RJ são de Gustavo Oliveira
fonte:CNBB

sexta-feira, 12 de março de 2010

Minas Gerais faz Reunião Ampliada em preparação ao 6º Encontro das CEBs


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CEBs_194No último sábado, 6, aconteceu mais uma Reunião Ampliada da Equipe de Preparação para o 6º Encontro das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) de Minas Gerais. O encontro aconteceu no Vale do Premontré, em Montes Claros.
A Reunião contou a presença do presidente da Comissão para o Laicato, a Vida e a Família do Regional Leste 2 (Espírito Santo e Minas Gerais) e  bispo diocesano de Araçuaí, dom Severino Clasen; e do arcebispo metropolitano de Montes Claros, dom José Alberto Moura, além de cerca de 100 participantes representando todo o estado.
Durante o encontro, foram realizadas oficinas, debates e discussões sobre diversos temas propostos pelos eixos ecológico, social, econômico, eclesial e político.
CEBs_185O 6º Encontro das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) de Minas Gerais está marcado para os dias 22 a 25 de julho de 2010 em Montes Claros, com o tema “Economia e Missão” e lema “Construindo Uma Igreja Solidária”. São esperadas cerca de  1500 pessoas para o evento.
Para a animadora arquidiocesana da CEBs de Montes Claros, Sônia Gomes de Oliveira, os encontros estaduais são momentos importantes de animação da Igreja como um todo. Ajudam a revitalizar e impulsionar a ação da Igreja que sedia. “Através das reflexões que vamos fazer, damos sequência ao que foi pedido no Documento de Aparecida, que nos chama a ser uma Igreja cada vez mais missionária, animada e comprometida com a vida”, disse.
Fonte:CNBB

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ano Sacerdotal - “Fidelidade de Cristo, fidelidade do Sacerdote”

*De  Pe. . Geraldinho

SACERDÓCIO UMA VOCAÇÃO
Caros amigos e amigas!

É com muita alegria que partilho um pouco de minha história a todos que vivem esta alegria de pertencer às CEBs, especialmente neste ano sacerdotal.
Venho de uma família numerosa, como tantas de nosso Brasil. Sou o sétimo filho de oito irmãos. Desde cedo todos nós trabalhamos com as coisas da roça para ajudar nossos pais: tirar leite, cuidar do gado, dos porcos, da lavoura... Desde criança sempre tinha uma tarefa para cada um, conforme a idade e a força. Aos filhos menores sempre coube a tarefa de cuidar do gado: ajudar a tirar o leite, ajuntar o alimento das vacas, separar os bezerros e, ao final da tarde, trazê-los de volta para o curral. Na época da colheita do arroz, do milho e do feijão era um grande mutirão onde todos participavam. Fazíamos tudo isso sem deixar nossos estudos.
Nossa vida de fé (religiosa) era muito ativa: éramos fiéis às missas, participávamos das novenas, festas... aliás, o acontecimento mais importante da semana era a missa e em casa sempre rezávamos o terço. Foi neste ambiente que floresceu a minha vocação.
No ano de 1980, a convite de um amigo e ainda com 13 anos, fomos à Taubaté onde fizemos o encontro e reencontro vocacional e ao final daquele ano recebíamos o convite para entrar no seminário, o que aconteceu no dia 06 de fevereiro de 1981.
No Seminário Diocesano de Taubaté, conclui o 1º  grau e fiz o Colegial. Foram cinco anos muito especiais. Em 1986 e 1987, fiz a filosofia em Jacareí, no Cenáculo Santa Terezinha, tendo como reitor o Frei Vitório. Foi uma experiência marcante. Em 1988, retornei à  Taubaté, agora para morar na Residência Teológica Pe. Rodolfo e cursar a teologia no Conventinho, tendo como reitor e formador o querido Monsenhor Antônio e Castro. Foram quatro anos que muito me ajudaram na maturidade.
Em agosto de 1991, fui ordenado diácono na Igreja de S. Sebastião (Vila Industrial) e, em 01/02/1992, fui ordenado padre em São Francisco Xavier.
Como seminarista, atendi nas paróquias: São João Batista (Bairro Nova Jacareí); Paróquia Imaculada Conceição (Parque Meia Lua) e Paróquia São Sebastião (Vila Industrial).
Minha primeira experiência como padre foi na Paróquia Santa Rita de Cássia, especialmente na região do Putim, hoje Paróquia de Santa Luzia. Nove meses depois, assumi a Paróquia Coração de Jesus,  a qual sou profundamente grato, onde permaneci por 16 anos. 16 anos muito fecundos!
No ano de 2009, fui transferido para a Paróquia Santa Cecília, onde atualmente estou. Nesta tenho feito uma bonita experiência de Deus no meio de um povo muito devoto e fiel.

*Pe. Geraldo Alves da Silva – Pároco da Paróquia Santa Cecília - Jacareí

Sala de imprensa da Santa Sé divulga nota sobre abusos sexuais

Santa SéFoi divulgada ontem, 9, pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, uma nota a respeito do debate sobre os abusos sexuais cometidos por parte de instituições eclesiásticas em países da Europa Central.
Padre Lombardi destacou que têm sido dadas provas de "vontade e transparência" por parte da Igreja, com relação ao assunto. A Santa Sé diz que "o ponto de partida correto é o reconhecimento do que aconteceu e a preocupação com as vítimas e as consequências dos atos perpetrados contra elas", para que, no futuro, "não se repitam estes fatos gravíssimos".
Segundo o sacerdote jesuíta, as Conferências Episcopais da Alemanha, da Áustria e da Holanda, entre outras entidades eclesiais, "responderam à manifestação do problema com rapidez e determinação".
Após os casos verificados na Irlanda, com os quais o papa mostrou a sua preocupação junto ao respectivo episcopado, a nota da Santa Sé sublinha que o direito canônico tem "procedimentos judiciais e penais" próprios para estas situações.
Neste contexto, é citada a Carta "De delictis gravioribus" de 2001, assinada pelo então cardeal Joseph Ratzinger, que o Padre Lombardi diz ter sido "um sinal decisivo para recordar ao episcopado a gravidade do problema".

A nota divulgada nesta terça-feira, 9, conclui com votos de se faça "todo o possível" para melhor proteger os jovens e as crianças "na Igreja e na sociedade", e de que se verifique uma "purificação da própria Igreja".
"As pessoas objetivas e informadas sabem que a questão é muito mais ampla. Centrar as acusações apenas na Igreja leva a distorcer a perspectiva", disse padre Lombardi.

CNBB com Rádio Vaticano

CNBB defende a participação popular na reforma do Estado



domgeraldodomluiz
“A CNBB não tem a pretensão de apresentar o documento como se fosse uma receita para a reforma política, absolutamente. A Conferência quer trazer sua contribuição para que toda a sociedade esteja envolvida nesse processo e aponta alguns sinais que possam trazer elementos para ajudar na reconstrução do Estado”. A frase foi dita na tarde desta quinta-feira, 11, pelo presidente Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, em coletiva de imprensa, sobre o documento aprovado hoje pelos bispos do Conselho Permanente da instituição, reunido na sede da Conferência desde terça-feira, 9.
Dom Geraldo antecipou que, entre as propostas apresentadas no documento, estão a “necessidade de se rever o modelo econômico”. Outros aspectos apresentados pelo arcebispo foram a “ampliação do campo de trabalho”; “fortalecimento das exigências éticas em defesa da vida e do meio ambiente”; “democratização do acesso a terra através da reforma agrária e também reforma urbana”, além da “preservação do planeta” e da “democratização da comunicação”.

Reforma Política

domgeraldolyriorochaO presidente da CNBB afirmou ainda que a reforma política brasileira não deve ser feita dentro dos gabinetes, mas sim com a participação popular. “A sociedade se tornou mais complexa e novos agentes democráticos apareceram. Um exemplo é o papel da mulher nesse processo. Há alguns anos a mulher não ocupava o papel que ela exerce hoje e precisa ocupar nesse contexto”. Dom Geraldo completou dizendo que da mesma forma que a mulher, também existem outras parcelas da sociedade que precisam ganhar espaço para a construção do Estado. “A classe trabalhadora, os povos indígenas, os afrodescendentes e a juventude”, enumerou.
O vice-presidente da CNBB destacou que a ideia de elaborar o documento aconteceu assim que começaram a aparecer no Brasil algumas crises políticas em 2009. “Notamos que a atitude de fazer declarações pontuais tem sua importância, mas reavaliamos que agora era o momento de entrarmos naquilo que está por trás de tudo isso que ocorre no cenário político e que o Estado passa por problemas muito sérios. É necessário reconstruir o Estado”, sublinhou.
domluizsoaresvieiraDom Luiz disse também que, por ser profunda a crise do Estado, a CNBB tem algumas propostas a apresentar no documento, que deve ser concluído no fim da tarde de hoje. “Essa reconstrução do Estado é um dever da sociedade, que deve discutir isso para que cheguemos a um consenso e tenhamos um Estado mais forte, que responda aos problemas que enfrentamos nessa nova civilização que começa a nascer. O documento da CNBB serve como o começo de uma discussão maior”.
Questionado sobre quais seriam as propostas apresentadas, dom Luiz respondeu que o documento em si será um instigador para o debate em torno da reforma. “Nós propomos através do documento que se abra a discussão em torno da reforma de modo que toda a sociedade participe, foi por isso que decidimos pelo título ‘Por uma reforma do Estado com participação democrática’. Trata-se de um mutirão que devemos fazer para encontrarmos caminhos para a reforma”, completou dom Luiz.
Fonte:CNBB

Dom Edmar Perón toma posse no domingo



Dom Edmar  PeronNo próximo domingo, 14, toma posse o bispo auxiliar de São Paulo, dom Edmar Peron. A celebração solene acontece às 11h e será presidida pelo cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer.
Dom Edmar será o novo responsável pela Região Episcopal Belém, antes atendida pelo bispo de Franca (SP). A acolhida ao novo bispo será  no próximo dia 18, às 20h, na paróquia Nossa Senhora de Lourdes, no bairro da Água Rasa.
Dom Edmar Perón é natural de Maringá (PR), nascido em 04 de março de 1965. Ele cursou filosofia no Seminário Maior Arquidiocesano Nossa Senhora da Glória – Instituto de Filosofia de Maringá [1983 -1985] e teologia no Seminário Paulo VI – Instituto Teológico Paulo VI de Londrina (PR) entre os anos de 1986 a 1989.
O bispo auxiliar de São Paulo foi ordenado sacerdote em 21 de janeiro de 1990. Desde então serviu à arquidiocese de Maringá como diretor espiritual dos filósofos [1991 a 1997]. Ele também foi vigário paroquial e pároco em diversas paróquias; membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores; assessor de Liturgia e Canto arquidiocesano por nove anos. Após seus estudos em Roma, entre os anos 2000 e 2002, onde fez o mestrado em teologia dogmática, especialização em teologia dos sacramentos, foi professor de teologia dogmática e liturgia, inicialmente no Instituto Teológico Paulo VI e, ultimamente, na PUC – PR – campus Londrina.
Durante os últimos três anos foi reitor do Seminário de Teologia Santíssima Trindade, da arquidiocese de Maringá, situado em Londrina.
fonte:CNBB

CNBB abre concurso para o cartaz da Campanha da Fraternidade 2011


CF 2011Estão abertas as inscrições para o concurso do cartaz da Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema é “Fraternidade e a Vida no Planeta” e lema “A criação geme em dores de parto (Rm 8, 22)”. A Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação Social da CNBB está responsável pelo concurso e receberá o material até o dia 31 de maio de 2010.
De acordo com a Comissão, deve conter no cartaz, além das figuras ilustrativas, os seguintes textos: “Campanha da Fraternidade 2011”, “Fraternidade e a vida no planeta” e “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22). Um júri irá escolher o melhor cartaz que será distribuído para todo o país.
Os interessados podem enviar material para o seguinte endereço (caso o material seja impresso): Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Setor de Comunicação Social; SE/Sul – Quadra 801 – Conjunto B – Brasília-DF; CEP 70200-014. Já os trabalhos digitalizados podem ser encaminhados para o e-mail comsocial@cnbb.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. com cópia para cf@cnbb.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Leia mais no edital de abertura do concurso.

 

Fonte:CNBB

terça-feira, 9 de março de 2010

Campanha “Um Milhão de Bíblias” começa no Piauí


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Campanha 1 milhão de bíbliasA CNBB pretende distribuir, gratuitamente, um milhão de Bíblias para as famílias mais pobres das dioceses do país. Denominado “Campanha Nacional de Doação de um milhão de Bíblias”, o projeto foi lançado no sábado, 6, nas dioceses de Teresina, Picos, Oeiras e Campo Maior, no estado do Piauí, pelo secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa.
As quatro dioceses já receberam, até o momento, 55 mil exemplares do texto sagrado. Além da Bíblia, a família ganha também uma Bíblia infantil, um exemplar do catecismo “Eu creio” e um livreto com orientações sobre a leitura da Bíblia.
“A Campanha não é uma distribuição indiscriminada de Bíblias e de outros textos evangelizadores, mas uma iniciativa de valorização [da Palavra de Deus]. O pedido das Bíblias é feito pelas dioceses com um projeto de evangelização”, explica dom Dimas.
“A Campanha Nacional de Doação de um milhão de Bíblias é um serviço prestado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) às dioceses, para que elas possam distribuir a Palavra de Deus aos que não têm condições de comprar a Bíblia, aumentando assim o poder evangelizador, utilizando-se da leitura orante [da Bíblia]”, disse a coordenadora da Campanha, Sônia Minder, que acompanhou o secretário geral, juntamente com o coordenador do Projeto da CNBB “O Brasil na Missão Continental”, padre José Altevir.

Teresina

Em Teresina, o arcebispo dom Sérgio da Rocha já havia começado uma coleta de recursos para a impressão e distribuição gratuita de Bíblias às famílias pobres do estado. Esta foi, segundo dom Dimas, mais uma razão para começar a Campanha pelo Piauí. No ato de lançamento, dom Sérgio destacou a importância da iniciativa da CNBB.
Campanha 1 milhão de bíblias"No estado do Piauí, esta campanha vem trazer um ânimo novo, um estímulo ainda maior para fazer aquilo que deveremos fazer que é valorizar e divulgar a própria Palavra de Deus”, disse dom Sérgio. “Com a Campanha as nossas comunidades irão se envolver cada vez mais e será possível fazer com que a palavra de Deus chegue às pessoas mais simples e necessitadas”, acrescentou.

Picos, Oeiras e Campo Maior

Campanha 1 milhão de bíbliasA segunda diocese a receber a visita do secretário da CNBB foi Picos, logo após a solenidade de lançamento em Teresina. O bispo local, dom Plínio José Luz da Silva, não escondeu a satisfação com o projeto da Conferência dos Bispos.
“É grande o entusiasmo do Regional Nordeste 4 com a Campanha. Como somos os primeiros a fazer a experiência, esperamos, em breve, poder compartilhar o resultado positivo com os demais Regionais da CNBB”, afirmou dom Plínio José.
Em Oeiras, o bispo diocesano dom Juarez Sousa ressaltou que “a beleza da campanha” consiste no fato de colocar a Bíblia “nas mãos e no coração” das pessoas pobres que não têm condição de comprá-la. “A Campanha está sendo feita de forma organizada e responsável pela coordenação da CNBB. O importante da Campanha é que as pessoas que não conhecem a Palavra poderão conhecer melhor Nosso Senhor Jesus Cristo”, disse. “Desconhecer a Bíblia é desconhecer Nosso Senhor Jesus Cristo”, disse citando São Jerônimo.
Na diocese de Campo Maior, última parada do secretário geral no ato lançamento da Campanha, a distribuição das Bíblias será prioritariamente para os catequistas e aqueles que participam dos estudos bíblicos. “Nossa expectativa é de que as Bíblias não sejam apenas doadas, mas que façam ressurgir os círculos bíblicos com muito entusiasmo”, disse o bispo de Campo Maior, dom Eduardo Zielski.

Próximos beneficiados

Segundo os coordenadores da Campanha, os próximos Regionais que terão prioridade no atendimento, após o Nordeste 4, são os Regionais da Amazônia Legal; os Regionais do Nordeste 1 (Ceará), Nordeste 2 (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), Nordeste 3 (Bahia e Sergipe e Nordeste 5 (Maranhão); os Regionais Oeste 1 (Mato Grosso do Sul) e Oeste 2 e o Regional Centro Oeste (Distrito Federal, Goiás e Tocantins).
Outras informações falar com a assessora de Projetos Sociais, Institucionais e Captação de Recursos da CNBB e coordenadora nacional do Campanha Um milhão de Bíblias, Sônia Minder pelo e-mail: minder@cnbb.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone (61) 8173-5881 ou pelo Voip, no número 1035.
Fonte:CNBB

Dom José Luiz Majella toma posse da diocese de Jataí

Dom José Luiz Majella toma posse da diocese de Jataí


Dom José Luiz MajellaNo sábado, 6, aconteceu em Jataí (GO) a posse do novo bispo diocesano, dom José Luiz Majella Delgado, ex-subsecretário adjunto geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento, que aconteceu na catedral do Divino Espírito Santo, em Jataí, teve a participação de cerca de 2 mil fiéis de 29 paróquias que compõem a diocese.
Participaram também da posse vários bispos, entre eles, o arcebispo de Goiânia, dom Washington Cruz; o arcebispo emérito de Goiânia, dom Antônio Ribeiro; e o arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz. Cerca de 30 padres diocesanos e outros 30 religiosos, incluindo redentoristas coirmãos de dom Majella também participaram. Foi expressivo o número de religiosas das dezesseis Congregações militantes na diocese de Jataí e outras de fora.
Ao final da celebração houve um momento especial de saudação ao novo Bispo. O arcebispo de Brasília, dom João Braz falou em nome do Regional Centro-Oeste da CNBB (Distrito Federal, Goiás, Tocantins e parte do Mato Grosso); padre Luiz Rodrigues fez suas colocações em nome da Família Redentorista e, representando o clero, as religiosas e os leigos, falaram padre Joaquim Carlos de Carvalho, Irmã Helena Paula e a senhora Emília Tereza. Em nome das autoridades militares e civis deixaram sua mensagem de acolhida e felicitações, o Prefeito de Jataí, Dr. Humberto Machado e o governador do estado de Goiás Dr. Alcides Rodrigues.
Fonte:CNBB

CEBs promovem “Noite sobre Ética na Política”


12CEBsCom o objetivo de refletir a ética na política e as lutas das comunidades eclesiais na cidade de São Paulo, em especial na periferia da cidade, as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), realizam o evento “Noite das CEBs”. Alimentadas pelo espírito do 12° Intereclesial, realizado em julho de 2009, em Porto Velho (RO), os agentes de pastoral e lideranças, seguem em formação permanente.
A Noite das CEBs, contará com a assessoria de Luiza Erundina (deputada federal), Hélio Bicudo (jurista), Antônio Manzatto (cônego na Região Episcopal Brasilândia), dom Tomé Ferreira (vigário geral da arquidiocese de São Paulo).
O evento acontecerá dia 12/03, às 20h, no Auditório do Colégio São Bento, Largo São Bento, s/n°, Centro, com entrada franca.
Fonte:CNBB

segunda-feira, 8 de março de 2010

Água e energia para a vida: O Movimento dos Atingidos por Barragens no Brasil (1991- 2009)


06/03/2010 | Dirceu Benincá *
Vivemos um período de crise socioambiental sem precedentes. Ela resulta de uma opção do capitalismo desenvolvimentista baseado na exploração desmedida dos bens naturais, na concentração da riqueza, no consumismo e na manutenção de gritantes desigualdades sociais. Sob a lógica do mercado total, aumentam cada vez mais as demandas por energia, o que exige a construção progressiva de barragens. É indiscutível a importância da energia e inimaginável viver sem ela. Entretanto, no processo de geração, distribuição e comercialização da mesma verifica-se uma série de problemas.
No conjunto dos efeitos negativos provocados pelas hidrelétricas, constam graves impactos de ordem social, ambiental e simbólica. No Brasil, são poucos os rios de médio e grande porte que ainda não foram barrados no mínimo em um ponto para a instalação de usinas hidrelétricas. De acordo com o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a cifra dos expulsos de suas propriedades e locais de vida por tais projetos já transcende um (1) milhão de brasileiros, sendo que cerca de 70% deles não têm seus direitos garantidos. Dessa maneira, acabam por aumentar o contingente dos sem terra, sem trabalho e sem perspectivas, ampliando a fome, a violência e a miséria.
Jaime C. Patias Dirceu Benincá durante defesa da tese de Doutorado na PUC-SP. A presente pesquisa lança um olhar sobre este cenário, tentando entender o modelo energético vigente, vinculado de modo estreito aos impulsos do capitalismo, o qual se move pelo lucro a qualquer custo. Água e energia para a vida - O Movimento dos Atingidos por Barragens no Brasil (1991-2009) tem por objetivo principal analisar alguns aspectos da trajetória do MAB, sobretudo suas formas de organização e resistência aos grandes projetos hidrelétricos. Para tanto, investiga-se a articulação das questões sociopolíticas com a dimensão ambiental em sua história recente. Procura-se também compreender seu projeto e suas estratégias de ação, destacando os principais valores e práticas que emergem de suas lutas.
O assunto é abordado com base em duas categorias analíticas, quais sejam: desenvolvimento sustentável e cidadania ecológica. A noção do desenvolvimento sustentável dá suporte a múltiplas e divergentes visões. Os movimentos populares e outros sujeitos sociais questionam princípios constituintes do referido conceito, bem como determinadas finalidades do seu emprego. Nesse sentido, uma questão fundamental que emerge é: Como garantir um desenvolvimento que seja ao mesmo tempo socialmente justo, economicamente viável, politicamente democrático e ecologicamente sustentável? A indagação se configura crucial e complexa dado que o desenvolvimento "saudável", equitativo e equilibrado é obstaculizado pelos interesses capitalistas que geram concentração e exclusão, poluição e depredação.
Outro ponto que se busca compreender neste trabalho é o processo através do qual os indivíduos se constituem em sujeitos sociais. Em diferentes palavras, como as populações afetadas com a construção de barragens no Brasil podem resgatar sua dignidade, preservar seus direitos ameaçados e conquistar outros que jamais obtiveram. Tem-se como pressuposto que, ao fortalecerem a consciência coletiva de sujeitos de direitos e deveres, esses indivíduos se habilitam ao exercício de uma cidadania ecológica, como aquela que se caracteriza por uma visão mais integradora das diversas dimensões da vida humana.
Os posicionamentos teóricos, as múltiplas formas de resistências e denúncias, a defesa dos direitos dos atingidos por barragens, as conquistas e proposições concretas do Movimento ao longo de sua trajetória dão a estrutura da outra parte da tese. Nela, procura-se demonstrar que os objetivos e a luta do MAB não se restringem à obtenção de medidas paliativas e compensatórias, mas se voltam para a construção de um projeto energético distinto e, em última instância, para a instauração de uma sociedade sustentável, justa, solidária, democrática e protetora do meio ambiente.
Jaime C. Patias Dirceu Benincá com os membros da Banca de Doutorado na PUC-SP. A temática é tratada sob o enfoque sociológico, em constante diálogo com questões ecológicas e éticas, por considerar que o assunto requer essa importante interlocução de saberes. Para orientar a investigação, parti da hipótese de que o Movimento é um espaço privilegiado para construir a identidade política dos atingidos e fortalecer a sua cidadania em diversos aspectos, realidade que se mostrou amplamente verdadeira ao longo da pesquisa.
Para a elaboração do trabalho utilizei os seguintes recursos metodológicos: a observação participante, a entrevista com roteiros semi-estruturados e a análise de fontes primárias. Tive acesso à vida interna do Movimento, podendo consultar toda a base documental existente e as respectivas produções. Recorri a notícias, informações e textos diversos disponíveis em sites e jornais de circulação nacional e regional. Também desenvolvi estudo de amplo acervo bibliográfico em conexão com o tema em foco.
Durante o período de pesquisa e elaboração da tese, participei de diversas atividades como: Cursos do MAB realizados em Cajamar/SP e na Universidade Federal do Rio de Janeiro/RJ, com a presença de militantes e membros da coordenação do Movimento provenientes de todas as regiões do Brasil; reuniões em São Paulo com Jaime C. Patias Dirceu Benincá entraga cópia da tese para Luiz Dalla Costa do MAB. articuladores do Movimento oriundos de várias localidades dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro; encontros e debates em Eldorado/SP com população ameaçada pelas barragens do Vale do Ribeira/SP; assembleia dos atingidos/as pelas barragens do Rio Madeira, em Porto Velho/RO, entre outras.
Realizei 30h04min de gravações, sendo 23h50min de entrevistas e mais 6h14min de depoimentos, exposições e palestras. Entrevistei 12 pessoas (homens e mulheres), membros da coordenação do MAB e que continuam militando na base. Colhi depoimentos de outros 18 militantes atingidos por barragens, além de mais 31 pessoas: três bispos, um promotor de Justiça, um advogado, um senador boliviano, um cacique indígena, dois representantes de empresas construtoras de barragens, cinco professores e pesquisadores do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/Portugal - onde desenvolvi estágio doutoral entre fevereiro e julho de 2009 - (entre os quais, Boaventura de Sousa Santos). Também dialoguei com oito professores (UNICAMP, USP, UFRJ, PUC/MG, PUC/Campinas), outros cinco militantes e estudiosos do Movimento ou de questões correlatas, bem como os expoentes Leonardo Boff, a ex-ministra Marina Silva, João Pedro Stédile e Frei Betto.
O primeiro capítulo do trabalho visa demonstrar o significado das barragens, normalmente apresentadas como sinônimo de progresso e desenvolvimento capitalista. Trata-se de pontuar os principais impactos diretos sobre as populações atingidas e sobre o meio ambiente, bem como os conflitos que emergem no processo de construção desses empreendimentos hidrelétricos - espécie de "dilúvios planejados". Em linhas gerais, procura-se descrever a situação das "vítimas", o que revela a legitimidade de sua organização e resistência.
No segundo capítulo, retrata-se de modo conciso o contexto econômico, sociopolítico, eclesial e ecológico no qual se deu a emergência dos submersos, isto é, dos atingidos por barragens, através das primeiras organizações regionais. Após circunscrever o nascedouro dessas iniciativas que posteriormente desembocaram na criação do MAB (em 1991) - como um movimento de alcance nacional -, apresento alguns elementos que considero centrais em sua trajetória, identidade e estrutura organizacional.
Jaime C. Patias Mais de 40 pessoas assistem defesa de tese. Os temas da ecologia, do desenvolvimento sustentável e da cidadania perpassam todo o trabalho. Na verdade, eles se constituem em grandes questões que permanecem como pano de fundo nas lutas empreendidas pelo Movimento dos Atingidos por Barragens. Com a finalidade de estabelecer um referencial teórico mínimo para dialogar com o pensamento e as práticas do MAB, desenvolvo, no terceiro capítulo, uma reflexão em torno dos referidos conceitos.
As concepções e a postura crítica do Movimento, sobretudo de membros de sua coordenação, acerca da questão energética, da perspectiva de desenvolvimento e dos princípios estruturantes do tipo de sociedade que defendem são analisadas no quarto capítulo. A democracia e a cidadania retornam sob a análise dos entrevistados, que apontam de maneira praticamente unânime a necessidade de construir outro sistema social mais justo e igualitário, identificado por eles com o socialismo.
O quinto e último capítulo objetiva explicitar diversas formas de resistência desenvolvidas pelo Movimento no âmbito do discurso e das ações concretas. Objetiva-se, com isso, vincular sua prática com um amplo conjunto de reações ao sistema capitalista em sua versão neoliberal, o que vem sendo caracterizado como globalização contra-hegemônica e/ou altermundismo. Em consonância com o mote da reflexão, também são elencadas algumas conquistas e proposições do MAB diante do atual modelo energético e sociopolítico, o que revela o perfil do seu protagonismo.
Nas considerações finais, retomo algumas questões que considero relevantes no conjunto do trabalho, bem como coloco em evidência alguns desafios que, a meu ver, o Movimento dos Atingidos por Barragens tem à sua frente. Apresento também sugestões que julgo pertinentes no que concerne à atuação do Movimento, visando à mudança de comportamentos da sociedade em relação à utilização da energia e à implementação de outro projeto no qual a água e a energia estejam a serviço da vida!
* Dirceu Benincá, doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP.
Fonte: Revista Missões

Missa da safra na TV


Os bispos dom Edmilson Amador Caetano e dom Paulo Mendes Peixoto celebraram missa de início da safra no dia 8 de março, às 9h00, na Usina Guarani, em Olímpia, com transmissâo pela Rede Vida de Televisâo. 


Comissão do tema prioritário da 48ª AG faz reunião na sede da CNBB



temaprioritarioag48Aconteceu na sexta-feira, 5, na sede da CNBB, em Brasília, a 2ª reunião da Comissão do tema prioritário “Comunidades Eclesiais de Base” - da 48ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil.
De acordo com o assessor do Setor CEBs, da CNBB, professor Sérgio Coutinho, a Comissão prepara uma carta para a animação da caminhada das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) reafirmando o documento 25 da CNBB “As Comunidades Eclesiais de Base no Brasil” e o apelo missionário vindo do documento de Aparecida.
Participantes
Participaram da reunião, o arcebispo de Porto Velho (RO) dom Moacyr Grechi; o bispo de Ilhéus (BA), dom Mauro Montagnoli (membro da Comissão Episcopal para o Laicato), o bispo de São Gabriel da Cachoeira (AM), dom Edson Damian (membro da Comissão), e os peritos: a professora Tereza Cavalcanti (PUC - Rio); o professor Pedro Ribeiro de Oliveira (PUC - Minas); o professor Willian Andrade (Setor Mobilidade Humana CNBB); o padre Cleto Caliman, do Instituto Nacional de Pastoral (INP), o secretário nacional do Mutirão pela Superação da Miséria e da Fome, padre Nelito Dornelas; e o assessor do Setor CEBs, professor Sérgio Coutinho.

Fonte CNBB

domingo, 7 de março de 2010

48ª Assembleia Geral da CNBB

QUANDO:           04.05.2010 - 13.05.2010

DESCRIÇÃO:
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoverá, em maio de 2010, a 48ª Assembléia Geral dos Bispos. O tema prioritário será “As Comunidades Eclesiais de Base”, e o evento, diferentemente dos anos anteriores, será em Brasília (DF).
No ano de 2009, participam mais de 300 bispos, e o tema central foi a formação dos futuros padres. Da CNBB, participou um grupo de 36 assessores, 17 secretários dos regionais, 17 representantes dos organismos da CNBB e 19 funcionários, além de 11 voluntários. Entre bispos e equipes de serviço, o encontro envolveu cerca de 450 pessoas.
Fonte:CNBB