sábado, 17 de abril de 2010

CEBs e PJ fazem à abertura da Semana da Cidadania - Diocese de São josé dos Campos


A concentração foi na praça Afonso pena - Centro de São José dos Campos
 Tivemos a presença do nosso Pastor Dom Moacir Silva

A presença do assessor diocesano da PJ Pe. Fábio

A presença de Pe. Toninho com alunos da Escola de Política e Cidadania
A Caminhada

Matriz São José , centro de São José dos Campos - SP, onde foi celebrada a Eucarisitia




Fotos: Bernadete Mota - Equipe de comunicação das CEBs e-mail:tremdascebs@diocesesjc.org.br

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Tudo pronto para a 48ª Assembleia da CNBB



Já está tudo preparado para a 48ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (48ª AG), que acontece nos dias 4 a 13 de maio, em Brasília (DF). Está será a segunda vez que a capital federal recebe a Assembleia dos Bispos. A primeira foi em 1970.
Durante 36 anos ininterruptos a reunião dos bispos se realizou em Itaici, município de Indaiatuba (SP), exceto no ano 2000 quando se transferiu para Porto Seguro em virtude das celebrações dos 500 anos do Brasil.
A escolha de Brasília para a 48ª AG teve como motivação o 16º Congresso Eucarístico Nacional, que se realizará em Brasília, de 13 a 16 de maio. A partir de 2011, os bispos passarão a se reunir em Aparecida (SP).
Temas
No encontro deste ano, os bispos vão discutir “Discípulos e Servidores da Palavra de Deus e a Missão da Igreja no Mundo”, que é o tema central. A Comissão que prepara este tema é presidida pelo arcebispo de Porto Alegre, dom Dadeus Grings.
Entre os temas chamados prioritários destaque para “Comunidades Eclesiais de Base”, que está sendo preparado por uma Comissão de Bispos presidida pelo bispo de Registro (SP) e presidente da Comissão para o Laicato da CNBB, dom José Luiz Bertanha.
Na pauta constam ainda temas como avaliação das Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil (DGAE) e da Missão Continental, a questão agrária no Brasil e os 100 anos do Movimento Ecumênico. O arcebispo de São Luis do Maranhão, dom José Belisário da Silva, preside a Comissão responsável pela avaliação das Diretrizes.
Local e transporte
O local escolhido para a 48ª AG é o Centro de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), que fica bem no centro da capital federal (SGAS – 902, Bloco C). Aí acontecerão as conferências, reuniões em grupo, debates, plenárias. A hospedagem e as missas, no entanto, serão em outros locais.
As missas vão ser rezadas no Santuário Dom Bosco, que fica próximo ao CNTC. Abertas ao público e com transmissão ao vivo pelas TVs Católicas, as missas serão todos os dias às 7h, exceto domingo que será às 11h.
Já a hospedagem para os mais de 300 bispos que participarão da Assembleia foi distribuída em 17 casas de religiosos e religiosas. Foram contratados dez ônibus para o translado dos religiosos, que serão recebidos no aeroporto de Brasília pelos casais das Equipes de Nossa Senhora.
Cronograma de trabalho
Os trabalhos da Assembleia serão desenvolvidos em quatro sessões, duas pela manhã e duas à tarde, todos os dias, com os trabalhos se encerrando às 19h. O Coffie Braek (o lanche do intervalo) entre uma sessão e outra será oferecido pelos casais do Encontro de Casais com Cristo (ECC).
Todos os dias, às 14:30h, haverá coletiva de imprensa com três bispos designados pela coordenação da Assembleia. O porta-voz do encontro será o arcebispo do Rio de Janeiro e presidente da Comissão para a Educação, Cultura e Comunicação Social da CNBB, dom Orani João Tempesta. As coletivas serão na Sala de Imprensa, montada na área externa do CNTC.
O número previsto de participantes da Assembleia deve ultrapassar 400, incluídos os convidados, secretários executivos dos Regionais da CNBB, assessores e representantes dos Organismos ligados à Conferência.
Imprensa, serviço médico e segurança
Já chega a 13 o número de Editoras que confirmaram seus stands na Assembleia. Todas ficarão em toldos armados na área externa do CNTC.
A mídia também começa a confirmar presença. O credenciamento da imprensa para a cobertura do evento foi aberto no dia 9 de abril pela Assessoria de Imprensa da CNBB e está disponível no site da Conferência (http://www.cnbb.org.br/site/credenciamento-de-imprensa-ag-2010).
Em relação a serviços médicos, os bispos terão o atendimento voluntário de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e nutricionistas. Os dias 5 e 6 foram escolhidos para vacinação contra a gripe.
 Todo o serviço de segurança será coordenado pelo tenente-coronel da Polícia Militar do Distrito Federal, Laércio Silvano de Oliveira.

Fonte: Enviado por e-mail por Sérgio Coutinho

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Semana da cidadania PJ e CEBs

Romaria da Juventude à Aparecida

Enviada em: quarta-feira, 14 de abril de 2010 13:11
Para: pastoral_da_juventude@yahoogrupos.com.br
Assunto: [Lista PJ] I Romaria Arquidiocesana da Juventude

 
 
            Nós da Equipe Arquidiocesana Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre queremos convocar toda a juventude da Arquidiocese para a I Romaria da Juventude na cidade de Aparecida, dia 15 de Maio de 2.010 em ação graças pelos 25 anos da Pastoral da Juventude no Brasil e aderindo à Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio da Juventude.
           Sempre que falamos em Romaria logo nos vem à idéia do povo em caminhada, que se encontra e se une em ação de graças para celebrar os sinais com que Deus se manifesta na história humana. Esta nossa Romaria Arquidiocesana quer se enquadrar nesta tríplice realidade.  O tema desta Romaria, juntamente com a Campanha é “Juventude em marcha, contra a violência”, buscando a “Vida plena para todas as criaturas” nos apresentando uma realidade teológica fundamental que deve ser o horizonte da missão de todo cristão: a vida plena para todos e todas. A Celebração da Romaria da Juventude não se resume ao dia marcado para nosso encontro anual, ela se inicia quando o grupo começa a divulgar o evento e principalmente quando ele se reúne e realiza os encontros propostos no subsídio. Nesta mesma lógica, podemos afirmar que a Romaria não se encerra quando há o ato final, mas ela deve ecoar nos grupos, tempos após.
Como Gesto Concreto, convocamos os coordenadores a refletirem esse subsidio nos grupos de base, preparando-se para a I Romaria Arquidiocesana da Juventude, cada coordenação é responsável de preparar e organizar a romaria local, encaminhando a quantidade de jovens que irão participar para a Equipe Arquidiocesana (danipj@ibest.com.br). O Ponto de Encontro de nossa Arquidiocese será em Frente ao Santuário Nacional de Aparecida, com início às 8h e participação especial da missa das 9h; tendo como ponto alto a Marcha Contra a Violência e o Extermínio da Juventude rumo à Basílica.
Diante dessas questões tão relevantes, decidimos fazer este “instrumento” EM ANEXO, que deseja ser, uma proposta de roda de conversa para ser lida e utilizada coletivamente. É uma sugestão de caminho para planejar a campanha, possibilitando uma ação articulada e efetiva por parte das Pastorais da Juventude de toda a Arquidiocese.

Encontramos-nos lá!


Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude
Arquidiocese de Pouso Alegre

 
Fonte: Enviada por e-mail:cebsacontecendo

CEBs do Regional Sul 1 promovem 10ª Romaria Estadual em Aparecida


"Na casa de Maria, com os nossos mártires, reafirmamos o nosso profetismo". Este é o tema da 10ª Romaria das Comunidades Eclesiais (CEBs) do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo). A romaria vai acontecer no próximo dia 25, domingo, em Aparecida. De acordo com a programação, às 5h iniciará a partilha e a oração; 6h15 a caminhada dos mártires, lembrando os três anos da Tenda dos Mártires, montada durante a V Conferência de Aparecida; 7h a chegada à Basílica e às 8h celebração eucarística no Santuário Nacional. Os participantes devem levar banners, cartazes, água e ir vestido com camiseta das CEBs. Mais informações com Liz Marques da coordenação estadual pelo e-mail: lizceep@hotmail.com Fonte: CNBB

Seminário do Iser Assessoria debate a vitalidade das CEBs




Aconteceu em Petrópolis (RJ), entre os dias 8 e 9, na Vila Santo Inácio, um seminário de estudos sobre a presença das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) na Igreja do Brasil. A vitalidade das CEBs na Igreja foi o principal objetivo do seminário.
Para o responsável pelo setor de Pastoral do ISER Assessoria e um dos coordenadores do evento, Francisco Orofino, o seminário tinha dois objetivos básicos. O primeiro era fazer uma reflexão sobre o atual momento das CEBs, produzindo algum subsídio em vista da próxima Assembléia Geral da CNBB, que acontece entre os dias 4 e 10 e maio, na qual as CEBs serão tema prioritário. Em segundo lugar, a Conferência de Aparecida trouxe novamente as Comunidades de Base para a pauta do dia da Igreja no Brasil e da América Latina. “Este seminário procura dar uma resposta a este desafio, repensando e propondo as CEBs como ‘Igreja na Base”’, disse Orofino.
O primeiro dia dedicado aos “cenários” das CEBs no Brasil. Foi apontada a mudança de horizonte cultural: “Se no passado as CEBs tinham uma preocupação eminentemente de militância política, hoje as CEBs precisam caminhar no enfrentamento de uma cultura dominante neoliberal, individualista, consumista, em um contexto sócio-político-econômico muito diferente do início das CEBs”, foi frisado durante o Seminário.
Para o bispo de Valença (RJ) e responsável das CEBs do Regional Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro) dom Elias Manning, foi feliz a escolha pelo Conselho Permanente da CNBB das CEBs como tema prioritário da próxima Assembleia, porque o próprio Jesus quis iniciar sua missão formando uma “comunidade de base” com os seus 12 apóstolos. “Nós precisamos valorizar as experiências das comunidades de base, das pequenas comunidades, porque nas grandes paróquias não há conhecimento mútuo entre os fiéis. As pessoas se sentam uma ao lado da outra, mas não se conhecem e, assim, fica difícil viver o Evangelho”.
De acordo com o bispo, ao trazer este tema para a Assembleia, a CNBB retoma a autêntica vivência cristã. “Não é novidade nenhuma de que esta experiência vem desde o tempo de Jesus”. Para ele, a importância deste seminário está no fato de debater a realidade das CEBs e mostrar que elas não acabaram, mas que mudaram seu feitio. “Não é caso de morte, mas uma adaptação para este época, para novas realidades”, afirmou dom Elias.
No segundo dia foram discutidas as perspectivas das CEBs onde se percebe que, antes de qualquer coisa, a “Igreja é comunidade” e que muitas outras experiências estão surgindo no Brasil dando um novo rosto a elas.
O ISER Assessoria pretende dar outros passos após este Seminário: a produção de um relatório deste seminário e a continuação de um programa de pesquisas sobre a presença das CEBs na Igreja do Brasil.
 O seminário contou com a presença do bispo de Valença e responsável pelas CEBs no regional Leste 1, dom Elias Manning; do assessor do Setor CEBs da CNBB, professor Sérgio Coutinho; e de mais outras 20 pessoas, entre elas, membros da Ampliada Nacional das CEBs, dos assessores nacionais: professora Tereza Cavalcanti e padre Benedito Ferraro, além de outros assessores que acompanham há muitos anos a caminhada das CEBs no Brasil.
Fonte: Enviado por e-mail por Sandra

CARTA DE D. ÂNGELO PIGNOLI , POR OCASIÃO DO ENCONTRO DA COORDENAÇÃO DO REGIONAL DAS CEB's - CEARÁ



REGIONAL NE I – CNBB – CEARÁ

ARTICULAÇÃO REGIONAL DE CEBs


“Uma Igreja que nasce do povo, pelo Espírito de Deus”.

Juazeiro do Norte – CE, 11 de abril de 2010
(Encontro Regional da Coordenação de CEBs)

Caríssimos,

Estamos vivendo um tempo de graça em nosso Regional com a preparação do XIII Intereclesial das CEBs em 2013, na Diocese de Crato. É o momento especial para concretizar o que propõe o Documento de Aparecida ao afirmar que as paróquias sempre prestaram grande serviço evangelizador, sendo consideradas “células vivas da Igreja e lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial” (DA, n. 170).
Mas, diante das mudanças ocorridas nas últimas décadas, de modo especial com a urbanização acelerada e a comunicação globalizada, as paróquias clamam por renovação e “reformulação de suas estruturas, para que sejam rede de comunidades e grupos, capazes de se articular, conseguindo que seus membros se sintam realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo, em comunhão” (DA, n. 172-173).
Sentindo que já é chegada a hora e que se torna mais urgente a realização desta proposta em nosso Regional, nenhuma comunidade deve se isentar de entrar decididamente, com todas as suas forças de comunidade eclesial de base, nesse processo.
Segundo Dom Aloísio Lorscheider, “a comunidade é o eixo de toda a pastoral da Igreja”. Em vista disto, torna-se indispensável valorizar as diversas formas comunitárias, nas quais seja possível experimentar a gratuidade dos relacionamentos e compromisso missionário. Fruto de longa experiência, as CEBs permitiram ao povo chegar a um conhecimento da Palavra de Deus, a uma vivência profunda dos sacramentos e ao compromisso social em nome do Evangelho, pela ação santificadora do Espírito.
Reconhecendo que as CEBs “podem contribuir para revitalizar as paróquias, fazendo delas uma comunidade de comunidades” (DA, n. 179), convocamos todos os animadores das comunidades, de Pentecostes à Santíssima Trindade, um tríduo com o seguinte roteiro: 1º dia – O sentido da Palavra na comunidade; 2º dia – Sacramento da vida na vida da comunidade; 3º dia – A missão da comunidade é ajudar aos irmãos e irmãs necessitados.
E, assim como São Paulo pediu a Tito que fizesse na comunidade dos Coríntios uma coleta generosa, como fez as igrejas da Macedônia (2Cor 8), façam também este gesto de solidariedade para ajudar na auto sustentação da caminhada das CEBs em sua diocese, rumo ao XIII Intereclesial.
Desejo que todos as paróquias se tornem missionárias, seguindo o exemplo da primeira comunidade cristã (cf. At 2, 46-47) no partir do pão da Palavra e da Eucaristia e na prática da caridade.

+ Dom Ângelo Pignoli -Diocese de Quixadá

Bispo Referencial das CEBs no Regional N-I
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REGIONAL NE I REALIZA ENCONTRO DE COORDENAÇÃO DAS CEB'S (PARTE I)

De 09 a 11 de abril, a Coordenação do Regional Nordeste I, esteve reunida na cidade de juazeiro do Norte, Diocese de Crato, com a perspectiva de fortalecer a construção do "Projeto Rumo ao Décimo Terceiro". O Regional fomentou a elaboração de um roteiro para aquisição de opiniões e sugestões sobre as várias equipes que serão formadas para a execução do evento.
Dom Ângelo, Bispo da Diocese de Quixadá, referencial das CEB’s no Regional Nordeste I da CNBB, esteve presente durante todo o encontro, Dom Fernando Bispo de Crato, anfitrião, participou apenas da abertura, onde fez as considerações sobre o 13° e sobre o encontro da Coordenação, colocando suas preocupações, mas também, sua fé na presença constante do Cristo Ressuscitado.
Na pauta da reunião: Repasse das atividades realizadas nas Dioceses , semana das comunidades, que será celebrada através de um tríduo, subsidiado por um livreto confeccionado para a ocasião e já distribuídos no encontro, Assembleia do Regional , que acontecerá ainda este ano em Crato e a exibição do filme sobre a vida de Padre Cícero.
Um assunto bastante polêmico girou em torno da definição de responsabilidades : da Ampliada, da Diocese anfitriã e do Regional. Pe. Vilecir informou que foi indicado por Dom Fernando para acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, além do Pe. Adelino, Pe. Antônio, e o Leigo Gelmar, que afirmou que os mesmos já iniciaram algumas atividades, dentre elas a criação da conta bancária do evento e considerou que o próprio encontro se configura em uma atividade extremamante nescessária para a definição de alguns pontos na construção do Intereclesial. Pe. Vilecir informou ainda que o espaço da Secretaria do Intereclesial já esta sendo construído.
O XIII Intereclesial acontecerá de 23 a 27 de julho de 2013. Segundo Ana Maria, Assessora do Regional, esta data foi escolhida pela Ampliada Nacional que se reuniu em Brasília de 28 a 31 de Janeiro deste ano, momento em que se avaliava o 12º Intereclesial.
Obtenha mais informações sobre a reunião lendo o relatório, basta clicar AQUI. ou na coluna direita do blog, na ferramenta de relatórios e cartas oficias das CEBs.

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

O ENCONTRO DA COORDENAÇÃO DE CEB'S DO CERÁ FOI TUDO DE BOM


Olá irmãos e irmãs da Caminhada,
ainda não consegui descansar o 'quengo' no torrão natal, pois ainda estou nas abençoadas terras do Padim Ciço Romão, desfrutando do carinho de familiares e amigos. Somente amanhã, dia 13, estarei em minha Diocese, Tianguá, e poderei publicar as novidades da nossa reunião de Coordenação, que são muitas.
Os momentos hilários e de descontração, também serão destacados aqui no "Se Avexe Não", e só para introduzir, dando asas a sua curiosidade , teremos o episódio do lençol e da queda do glorioso Padre Anastácio, que está virando freguês de nosso Blog, sem falar na frase, que nossa estimada Irmã Martinha proferiu em plenária, destacando a importância de nossas CEBs.
Os flashs do "Se Avexe Não", flaglaram o cansaço do Coordenador da Diocese de Tianguá e da brava guerreira, Lucia Vanda, da Diocese de Iguatu.
Aguardem e desculpem pelo atraso.
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Fonte: Enviado por e-mail por Batista

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Semana dos Povos Indígenas – 2010

  Beatriz Maestri e Vanessa Ramos *
A Semana dos Povos Indígenas 2010, em sintonia com a temática abordada pela CF ecumênica de 2010, enfatiza o tema: "Terra - Mercadoria ou Vida?". Com isto, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) quer contribuir com o debate, em toda sociedade, propondo uma reflexão em torno do modelo de desenvolvimento econômico imposto ao Brasil e suas consequências para os mais de 240 povos que lutam pela garantia de seus direitos fundamentais.

Segundo dados do Cimi, a população indígena no Brasil está estimada em mais de 800 mil pessoas que vivem em realidades sociais bem distintas, desde povos em situações de isolamento até os que vivem nas periferias das grandes cidades, como é a realidade dos indígenas que vivem na Grande São Paulo. Se considerarmos as grandes contribuições desses povos à nossa sociedade, vamos encontrar entre seus ensinamentos o de saber conviver com a terra, tratando-a com respeito, cuidado e profundo zelo. Por isso, seu modo de viver e sua resistência, questionam o modelo capitalista gerador de desigualdade social, acúmulo, disputas econômicas, a competitividade e a busca desenfreada pelo lucro.

Os indígenas, em sua diversidade cultural e étnica, são geradores de maneiras diferentes de organizar o trabalho, a produção e de projetar o futuro, o que garante que se construam alternativas de vida múltiplas, demonstrando que existem variadas formas de ser e estar no mundo. Como destaca o material sobre a Semana dos Povos Indígenas 2010, feita pelo Cimi Nacional, as relações de "bem viver" e reciprocidade são fundamentais para esses povos. São pessoas que sonham em construir um lugar de paz e de fartura. Seu projeto de vida aponta para "novos rumos do projeto de humanidade, porque suas metas são: a cidadania contra a hegemonia e a exclusão; a partilha contra a acumulação; a liberdade de iguais em sua diferença; a autodeterminação".

O Cimi também denuncia os governos que privilegiam os mega-investimentos, os grandes projetos como as barragens e hidrelétricas, a exploração mineral e as monoculturas que degradam o meio ambiente, envenenam a terra, as águas e os demais seres vivos. E convida a todos/as a somar forças com as lutas dos povos indígenas, de modo especial, pela demarcação de suas terras, condição indispensável a sua sobrevivência física e cultural e a busca por políticas públicas que atendam às suas demandas específicas.

Indígenas na Grande São Paulo
A população indígena que hoje habita as periferias da Grande São Paulo está em torno de 12 mil habitantes. Entre os problemas que enfrentam, está o reconhecimento de sua identidade indígena por parte da sociedade e dos órgãos públicos, a falta de moradia digna, o desemprego e os baixos salários, a violência, a deficiência no atendimento à saúde e educação, entre outros.

Nesse sentido, em suas ações, o Cimi, na Grande São Paulo, tem buscado, prioritariamente, a garantia de que sejam efetivadas políticas públicas que atendam às demandas dos vários povos considerando sua especificidade cultural e étnica. Para a entidade, mesmo vivendo na cidade, os Povos: Pankararu, Pankararé, Fulni-ô, Kaingang, Terena, Wassu Cocal, Kaimbé, Xukuru, Kariri Xocó, Tupi Guarani, Guarani Mbyá, Guarani Nhandeva, Potiguara, Atikun, Kaiapó, Pataxó e tantos outros não deixam de ser indígenas e de ter seus direitos garantidos como qualquer outro povo vivendo em aldeias. O próprio presidente da FUNAI, Márcio Meira, afirmou no Fórum Urbano Mundial, ocorrido em março, no Rio de Janeiro, que não é porque os indígenas estão na cidade que deixam de ser indígenas.

Assim, ações foram e estão sendo implementadas em relação à política de atendimento à saúde e educação e a busca de formas alternativas de geração de renda, com a realização de encontros de formação, articulação e proposição. Iniciativas se dão no âmbito da economia solidária, com a participação de indígenas em feiras, oficinas e Conferências de Economia Solidária e em projetos de agricultura urbana e de artesanato, o que lhes garante, além do cultivo das tradições culturais, apoio na geração de renda.
Em São Paulo, essas ações acontecem no trabalho conjunto do Cimi, Pastoral Indigenista e lideranças indígenas. E com o apoio de espaços como o Fórum das Pastorais Sociais, as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), a Assembléia Popular e órgãos públicos interessados no apoio à causa indígena.

* Missionárias do Cimi SP
Fonte: Cimi


Encontro Nacional da Pascom acontece em julho

encontropascomaparecidaA partir do dia 21 de julho, se estendendo até o dia 24, o setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realiza, em Aparecida (SP), o Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação. Segundo a assessora do Setor e organizadora do evento, irmã Elide Fogolari, cerca de 300 pessoas devem participar do encontro este ano. Além de leigos, comunicadores profissionais e voluntários da Pastoral da Comunicação (Pascom), o evento contará também com a participação de bispos responsáveis pela comunicação e coordenadores regionais, diocesanos e paroquiais da Pascom. Podem ainda participara do Encontro Nacional, sacerdotes, religiosos, seminaristas e leigos que desejam refletir, pensar e planejar a comunicação para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo a todos.
irma_elide“O evento tem por objetivo animar e motivar a Pascom da Igreja no Brasil, tendo presente a cultura gerada pelas novas tecnologias que constituem o novo cenário para o anúncio do Reino de Deus a todos os povos”, diz a assessora.
Irmã Elide acrescenta também que os quatro dias de atividades serão intensos. “Além dos painéis, seminários, trocas de experiências, teremos dois grandes eventos à noite: o primeiro será um grande show que a TV Aparecida vai nos brindar com a gravação do programa ‘Terra da Padroeira’. O segundo momento será a entrega dos Prêmios de Comunicação da CNBB que será transmitido, ao vivo, pelas TVs de inspiração católica”, antecipou.
Durante o encontro, os participantes irão assistir palestras voltadas para sua área de atuação, e sobre as novas tecnologias da informação. Logo no primeiro dia, na palestra de abertura, será debatido o tema “Igreja e comunicação: desafios e necessidades”, assessorada pelo arcebispo do Rio de Janeiro e presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação Social da CNBB, dom Orani João Tempesta. No segundo dia, terão espaço, discussões em torno das “Novas tecnologias e novas mídias: inclusão e exclusão digital”; “Televisão: sua inserção no cotidiano dos indivíduos”; “Rádio: a arte de falar e ouvir”; “Telenovela: criação, produção e apresentação”; “Telenovela: a arte e a representação”. Os temas ligados a novelas terão a assessoria de atores renomados, com Taís Araújo e Eriberto Leão, da Rede Globo.
No dia 23, as temáticas voltadas para a internet e as novas mídias sociais serão apresentadas e discutidas a partir de temas como “Internet: porta de entrada para a evangelização no mundo globalizado”; “web: novas ferramentas do mundo digital para constituir rede na Igreja do Brasil” e “web: ferramentas de formação e qualificação para os agentes de pastoral”.
O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, tem uma rápida participação no evento, no sábado, 24. Ele vai colaborar com uma reflexão sobre as “Políticas de Comunicação na CNBB”.
fonte CNBB

Confira também:

CEBs da Paróquia Coração de Jesus reunem-se para definir metas para evangelização


No dia  13 de abril, no Salão Paulo VI, os coordenadores (as)  e animadores (a) das CEBs - paróquia coração de Jesus - diocese de São José dos Campos-SP,  reuniram-se para avaliar a caminhada e definir metas para o  trabalho de evangelização nas comunidades. Durante o encontro a coordenação paroquial passou um vídeo de formação para os participantes do Ofício Divino das Comunidades com a Irmã Penha Carpenedo.



Mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang é condenado a 30 anos de reclusão

dorothy-stangO fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, mais conhecido como Bida, foi condenado no final da noite de ontem, 12, em Belém (PA) a 30 anos de reclusão por ter mandado matar a missionária norte-americana naturalizada brasileira Dorothy Stang, há cinco anos.
Após mais de 14 horas de julgamento, Bida foi considerado pela maioria dos jurados autor do homicídio duplamente qualificado (por ter havido promessa de recompensa e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) com o agravante da vítima, irmã Dorothy, ser idosa.
O juiz Raimundo Moisés Flexa disse na sentença que a personalidade de Bida é "perversa e covarde" e a religiosa, por sua vez, era "uma anciã indefesa".
Os atos do fazendeiro "negam a própria racionalidade humana", afirmou o magistrado a uma platéia de apoiadores de Stang, que rezavam de mãos dadas e comemoravam de maneira comedida.
Com isso, Bida continua sendo o único mandante de crime agrário a estar preso no Pará, estado com o histórico fundiário mais violento do país.
"A Justiça foi feita. Minha irmã estaria muito feliz. Ela acreditava no sistema judicial brasileiro", disse David Stang, irmão de Dorothy que mora nos EUA e esteve em Belém ontem para o julgamento.
No final do mês, Regivaldo Pereira Galvão, o outro acusado de ser o mandante da morte de Stang, em associação com Bida, deve ir ao júri pela primeira vez.

Assassinato

Morta em fevereiro de 2005, Stang era uma das principais líderes de pequenos produtores rurais na Amazônia. Ela lutava pela reforma agrária e denunciava crimes ambientais, trabalhistas e fundiários.
Seu assassinato, um dos principais marcos no conflito agrário amazônico, gerou repercussão internacional e originou um documentário, "Mataram a Irmã Dorothy", do norte-americano Daniel Junge, que foi pré-selecionado ao Oscar do ano passado.

fonte CNBB