sábado, 17 de julho de 2010

1ª Reunião da Ampliada Nacional das CEBs rumo ao 13º Intereclesial




Começou hoje, 17/07, e vai até o dia 20/07, a 1ª Reunião da Ampliada Nacional das CEBs em preparação ao 13º Intereclesial que acontecerá em 2013, na diocese de Crato, no Vale do Cariri, Ceará.
As comunidades do “Cratinho de açúcar” e Dom Fernando Panico, bispo da diocese de Crato, acolheram com muita alegria, no Centro de Expansão Dom Vicente Matos, os representantes dos 17 Regionais das CEBs, os assessores Prof. Sérgio Coutinho, do Setor CEBs da CNBB; Pe. Nelito Dornelas, da Superação da Miséria e Fome da CNBB; Pe. Benedito Ferraro, assessor nacional das CEBs; além dos bispos D. Adriano Ciocca Vasino, bispo referencial das CEBs da CNBB e D. Angelo Pignoli, bispo de Quixadá (CE) e referencial das CEBs do NE 1.
Neste primeiro dia, a Ampliada iniciou seus trabalhos fazendo uma Análise da Conjuntura sócio-política feita pelo Pe. Benedito Ferraro e pelo poeta e cantor de nossas comunidades Zé Vicente que nos apresentaram o momento atual político pré-eleições gerais e a situação social da região do Cariri.
Pela tarde o assessor da CNBB, Prof. Sérgio Coutinho, fez uma Análise da Conjuntura Eclesial abordando a aprovação pelos bispos, na 48ª Assembléia Geral da CNBB, do documento nº 92: “Mensagem ao Povo de Deus sobre as Comunidades Eclesiais de Base”. Em seguida Pe. Vileci, coordenador do 13º Intereclesial e membro do clero de Crato, e Pe. Benedito Ferraro partilharam o encontro da Articulação Continental das CEBs em Quito, Equador.
O dia se encerrou com trabalhos em grupo sobre a questão: “Quais seriam as pistas de ação que a Ampliada propõe para os Regionais a partir do espírito da Missão Continental?”
E pela noite os participantes foram brindados com um Encontro Musical com Zé Vicente em Juazeiro do Norte (CE).

Fonte: Enviado por e-mail por Sandra/CEBs Acontecendo

Romaria das Águas e da Terra deve reunir 5 mil em Januária

2_cartaz_romaria_1Cerca de 5 mil pessoas devem participar, amanhã, 18, em Januária (MG), da 14ª Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais. A Romaria tem como tema “Terra e água partilhada, herança de Deus resgatada” e o lema “Nas terras e águas dos Gerais, a memória da resistência de nossos ancestrais”.

A 14ª. Romaria é organizada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Cáritas Diocesana de Januária, Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Mitra Diocesana, Irmãs Paroquiais de São Francisco e da Divina Providência, Paróquia Sagrada Família e Nossa Senhora das Dores, ambas do município de Januária.

As atividades começam com uma caminhada saindo, às 8h, de frente do Estádio Municipal. A Romaria defende as comunidades tradicionais, que enfrentam os grandes projetos de grupos empresariais e latifundiários. Defenderá ainda a revitalização popular do Rio São Francisco.

O município de Januária e sua região são marcados pela presença de várias comunidades tradicionais, como os indígenas Xakriabá; os quilombolas; pescadores; vazanteiros; ribeirinhos; geraizeiros e outras, que lutam para garantir e preservar seus territórios.

“A resistência dessas comunidades é um forte exemplo de profecia e poesia. Esta resistência denuncia a privatização das águas, do agronegócio, da violência do capital financeiro que adequa o ser humano e a natureza ao fator econômico. E anuncia a revitalização do Rio São Francisco, que precisa ser popular e levar em consideração a vida do rio e do seu povo; a convivência com o semiárido e a descoberta das riquezas do sertão”, explicam Lívia Bacelete e Neusa Francisca do Nascimento.

Uma Semana Missionária, que começou no dia 11, ajudou na preparação da Romaria. Nestes dias, os missionários visitaram famílias na zona rural e urbana da região, refletindo e discutindo os temas da Romaria e hoje os romeiros começam a chegar a Januária para participar de uma noite cultural com apresentações da cultura popular das comunidades tradicionais.

Em Minas Gerais, a Romaria das Águas e da Terra acontece desde 1996. Neste ano, durante o evento, serão recolhidas assinaturas para Plebiscito pelo Limite da Propriedade da Terra.

Serão recolhidas assinaturas também para a Campanha Opará, uma petição para o Supremo Tribunal Federal organizada pelos 33 povos indígenas do Nordeste impactados pela transposição das águas do Rio São Francisco.
Fonte:CNBB

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ampliada Nacional das CEBs deve definir tema para 13° Intereclesial

  Tatiana Félix *
A Diocese da cidade do Crato, na região do Cariri, no Ceará, recebe a partir de amanhã (16) cerca de 60 representantes das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e das regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a I Ampliada Nacional das CEBs. O encontro, que segue até o próximo dia 20, deve definir o tema e o lema do 13° Intereclesial das CEBs que acontecerá na cidade cearense, de 23 a 27 de julho de 2013.
De acordo com Vilecir Vidal, coordenador geral da equipe ampliada nacional das CEBs, o tema deve abordar a questão das romarias do povo de Deus. "Discutir o tema da romaria tem a ver com a região, já que em Juazeiro [cidade cearense onde padre Cícero viveu e próxima de Crato] tem muita romaria popular, e ainda, confirma a missão do Povo de Deus, que se organiza na caminhada. A igreja de base é peregrina, tem vida em romaria", explicou.
Além de definirem o tema para o 13° Intereclesial, os participantes devem realizar, no sábado (17), uma análise de conjuntura, com base nos documentos resultantes da 48ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, que aconteceu em maio deste ano, em Brasília, Distrito Federal. Outro assunto prioritário que deve ser abordado é a Missão Intercontinental, que propõe nova forma de evangelização na América Latina.
Já na manhã de domingo (18), será feita uma visita romeira à Juazeiro, na qual os participantes visitarão os locais onde, provavelmente, serão realizadas as plenárias do 13° Intereclesial, segundo informou Vilecir. No período da tarde, haverá uma reunião que definirá o tema e o lema para o evento de 2013.
No dia seguinte, segunda-feira (19) serão elaborados os encaminhamentos para o Intereclesial. A programação inclui ainda a preparação dos projetos e campanhas que devem ser realizadas em torno do encontro de 2013.
Segundo Vilecir, a partir desta Ampliada, começarão a ser definidas também, as equipes que organizarão o 13° Intereclesial. Essas equipes são compostas por agentes pastorais das paróquias e dioceses do Ceará, regional Nordeste 1 da CNBB. A I Ampliada Nacional das CEBs encerra na terça-feira, dia 20, com a realização da chamada Missa do Padre Cícero, que acontece sempre no dia 20 de cada mês.
O coordenador finalizou explicando que as Comunidades de Base discutem a espiritualidade na dimensão da romaria e que a sintonização com a Missão Intercontinental confirma o papel das CEBs, como comunidade missionária, mantendo sua missão em caráter permanente.
Como será sede do 13° Intereclesial das CEBs, a Diocese do Crato está à frente da coordenação e organização do evento. O anfitrião dos encontros é o bispo da Diocese do Crato, Dom Fernando Panico.
Fonte: www.adital.com.br
Fonte: revista Missões

Semana Brasileira sobre a Missão Continental

14/07/2010 | Jaime C. Patias *
Como parte das atividades de formação e animação do Projeto "O Brasil na Missão Continental", acontece entre os dias 5 e 11 de setembro de 2010, em Brasília, a Semana Brasileira sobre a Missão Continental. Segundo organizadores participam da Semana membros de organismos missionários e lideranças que atuam na animação missionária e pastoral das dioceses e Regionais. Para dom Sérgio Arthur Braschi, Presidente da Comissão Episcopal para a Missão Continental, "o caráter desta Semana busca, além da atividade formativa dos próprios participantes, levantar elementos úteis para a criação de material que possa subsidiar atividades da Missão Continental, bem como dar o ensejo para novas propostas de encaminhamentos e articulações em torno desse projeto fundamental para a caminhada da Igreja no Brasil", explicou. O evento tem como lema "Vocês são testemunhas destas coisas" (Lc 24, 48). Na ocasião o padre João Panazzolo, que participou, pelo Brasil, do Encontro Latino-americano de Bispos responsáveis de promover a Missão Continental, realizado em Lima, no mês de maio de 2010, fará um relato do mesmo. A Semana Brasileira sobre a Missão Continental, contará ainda com a presença do padre Crisóforo Dominguez Pedral, Secretário Executivo do Departamento de Comunhão e Diálogo do CELAM já confirmou sua presença. Mais informações e inscrição podem ser obtidas pelo site do Centro Cultural Missionário: www.ccm.org.br até o dia 20 de agosto de 2010.
* Com informações da Comissão Episcopal para a Missão Continental.
Fonte: Revista Missões

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Paróquia S. J. Operário de Jacareí realiza a Primeira Semana Social



Foto:Paulo José de Oliveira

A Paróquia São José Operário de Jacareí realizou sua Primeira Semana Social, de oito a onze de julho. Com o tema “Direito à Memória e à Verdade” esta realização teve o apoio da Irmandade dos Mártires da Caminhada Latino-Americana, a assessoria do Centro Bíblico Verbo de São Paulo, e do Centro de Defesa de Direitos Humanos de Campinas.
 A Comunidade Paroquial, através do CPP (Conselho Paroquial de Pastoral), escolheu o curso “Direito à Memória e à Verdade” para ser apresentado nesta Primeira Semana Social. Os participantes do curso puderam aprofundar e refletir sobre os seguintes temas: “A Igreja e o regime militar”, “O Plano Nacional de Direitos Humanos e a Luta pelo Direito à Memória e à Verdade”, e A atualidade da luta pelos Direitos Humanos no Brasil”. Os expositores destes temas foram: Ricardo Paris – Dirigente da Pastoral Operária de Campinas; Maurice Politi – Assessor da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República; Renato Simões – Presidente do CDDH de Campinas, filósofo, ex-deputado estadual e ex-presidente da comissão de direitos humanos da Assembléia Legislativa de S. Paulo.
No domingo, dia onze, foi partilhado o curso bíblico, trabalhando o Antigo Testamento, sobre o “Profetismo”. Este curso foi ministrado pela Biblista Cecília Toseli, do Centro Bíblico Verbo.
O encerramento se deu com a celebração da Eucaristia na Igreja matriz de São José Operário. Nesta Eucaristia, presidida pelo Pe. José Afonso de Souza, toda a comunidade pode experimentar e celebrar a profundidade profética de D. Pedro Casaldáliga em sua mensagem a esta comunidade: “Os Direitos Humanos são presentes divinos e o direito à memória e à verdade é uma tarefa evangélica para todos os que acreditamos em Jesus de Nazaré, que é a Verdade e que nos convida à Memória”.

Paulo José de Oliveira
Membro da Irmandade dos Mártires da Caminhada Latino-Americana

Esse plebiscito é oportuno?

14/07/2010 | Aloísio Roque Oppermann scj *
Vamos combinar uma coisa. Ninguém de nós vai ficar nervoso sem necessidade. O assunto a ser abordado poderia causar transtornos circulatórios. O ar, a água e a terra são bens inestimáveis que nos vem do Criador, e devem estar ao alcance de todos. "Não havia entre eles necessitados" (At 3, 34). O que dizer se no alto de uma escada houvesse dez copos de água para dez sedentos? Se o mais saudável conseguir se antecipar aos outros, e sorver sete copos, e deixar para os outros nove apenas três copos, isso se pode considerar solução fraterna? É o que pode acontecer com a posse da terra no Brasil. Calma. A conversa não é contra os legítimos proprietários de terra, que nela trabalham, e arrancam farta alimentação para a população. Sabemos que 2% da população detém 60% das terras. E não são eles os principais produtores que alimentam a nação. Quem produz imensamente mais são os pequenos e médios proprietários. Estes não são objeto de reajustamento. O que se quer é forçar os que são possuidores de verdadeiras sesmarias, a abrirem mão do seu excesso. É bom saber que a terra não é mais a única fonte de riqueza, mas hoje vale muito o conhecimento. Por que o povo simples, que tem vocação agrícola, não pode ter o seu chão para trabalhar, uma vez que este é a fonte de dignidade de sua vida e de sua riqueza?
Fala-se agora em fazer um plebiscito para estabelecer o tamanho máximo de uma propriedade rural. O limite máximo se estabeleceu na maioria dos países modernos. Comenta-se que aqui seriam 35 módulos fiscais, o que varia de Estado para Estado. Em alguns seriam 40 hectares, em outros 150... A querida CNBB sempre foi a favor da justa reforma agrária, mas não foi ela que estabeleceu tal limite (que eu considero muito pequeno). Isso foi promovido pelo Fórum Nacional de Reforma Agrária, e recebeu o apoio das Pastorais Sociais da CNBB. Embora a última Assembléia episcopal tenha debatido "Igreja e Questão Agrária no Início do Século XXI", não houve palavra definitiva dos Bispos sobre tal plebiscito. Não se discutiu o tamanho do módulo, nem a quem pertenceria o território que ultrapassasse tal área. Em suma, sem querer contrariar os notáveis da República, considero que seria muito bom discutir melhor assunto tão melindroso, e de grande importância. Queremos "paz na terra".
* Dom Aloísio Roque Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba, MG.
Fonte: www.cnbb.org.br

Diocese de São José dos Campos encerra seu 1º Sínodo

dom_moacir_silva“Novos Tempos. Novos Caminhos. Mesma Missão!”, Com este lema a diocese de São José dos Campos (SP) iniciou, no dia 5 de setembro de 2008, o seu primeiro sínodo diocesano. Convocado por dom Moacir Silva, o objetivo desta realização foi refletir profundamente sobre o desempenho atual da missão evangelizadora na diocese, focalizando o que há de bom para incentivar sua continuidade. O sínodo procurou traçar novos rumos para a caminhada diocesana em face dos desafios atuais.
Na sexta-feira, dia 16, a diocese realiza o encerramento de seu primeiro sínodo e será concluída com uma missa, na Catedral Diocesana de São Dimas, presidida por dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP).
“A grande motivação para a convocação do Sínodo foi a constatação de que nossa diocese está numa região que cresce diariamente em todos os sentidos: nas conquistas, nos valores, na tecnologia, assim como nos desafios para a nossa missão evangelizadora. E a perspectiva de crescimento e desenvolvimento aumenta sempre mais,” explicou dom Moacir Silva.
Durante dois anos, o sínodo percorreu um caminho de reflexão, de oração e de intenso trabalho. Agora dom Moacir Silva entrega o documento conclusivo do sínodo, que vai orientar todos os projetos de ação evangelizadora e pastoral da diocese.
“Como nos pede Aparecida, temos que nos preparar para o futuro! Nosso tempo não tolera mais improviso!”, frisou o padre Paulo Renato Campos, coordenador diocesano de Pastoral e moderador do sínodo.
O sínodo foi composto por 142 delegados, entre nomeados e eleitos, sendo 54 % leigos e aconteceu em três fases, o Marco da Realidade, o Marco Doutrinal e o Marco Operacional.  Nos dois anos de trabalho, os delegados sinodais puderam diagnosticar a realidade (ver), analisar os erros e acertos (julgar) e firmar posições e posturas pastorais nos diversos campos de atuação desta Igreja Particular (Agir). “O sínodo nos dará mais eficácia no governo pastoral por parte do bispo e mais segurança na ação pastoral”, afirma padre Paulo Renato.
fonte:CNBB

Papa Bento XVI nomeia novo bispo para a diocese paulista de Amparo


O papa Bento XVI, acolhendo o pedido de renúncia apresentado pelo bispo de Amparo (SP), dom Francisco José Zuglia, conforme prevê o cânon 401 § 1º do Código de Direito Canônico (quando completo 75 anos de idade), nomeou hoje, 14, o reverendo cônego que atua na arquidiocese de Campinas (SP), Pedro Carlos Cipolini, para suceder a dom Francisco José na diocese.
Monsenhor Pedro Carlos atualmente é pároco da paróquia Nossa Senhora do Carmo e professor da Universidade Católica em Campinas.
Nascido no dia 4 de maio de 1952, na cidade paulista de Caconde, monsenhor Pedro Carlos Cipolini ingressou em 1973 no Seminário Central do Ipiranga, pela diocese de Franca (SP). Foi ordenado padre no dia 25 de fevereiro de 1978, e incardinado no clero de Campinas em 1987. Monsenhor Pedro é doutor em Teologia, pela Universidade Gregoriana, Itália.
Monsenhor Pedro Carlos Cipolini foi nomeado, em 2003, pelo presidente da CNBB, membro da comissão teológica de peritos, da Comissão de Doutrina da Fé; é assessor da Comissão em Defesa da Vida da arquidiocese de Campinas e foi nomeado Membro do Cabido Metropolitano de Campinas, em 16 de março deste ano.
A CNBB, por meio da Assessoria de Imprensa, cumprimenta o novo bispo desejando-lhe pleno êxito pastoral. Ao mesmo tempo, agradece a dom Francisco José Zuglia todo o trabalho e dedicação ao povo da diocese de Amparo.
Fonte: CNBB

Mudanças nas Paróquias da Diocese


14/07/2010

Durante a reunião do clero, nesta terça-feira, 13 de julho, Dom Moacir Silva anunciou algumas mudanças de padres em paróquias da Diocese. Confira:
 Região Pastoral 2:
A Paróquia de São Francisco Xavier tem novo Pároco: Pe. Marcos Antonio de Araújo
A Paróquia São José Operário (Vila Paiva-SJCampos) tem novo Vigário – Pe. Francisco Alexandre de Vasconcelos

Região Pastoral 3
A Paróquia São Judas Tadeu (Jd. Paulista - SJCampos) tem novo Vigário – Pe. Celso José Machado

Região Pastoral 4
A Paróquia Santa Rita de Cássia (Jd. da Granja - SJCampos) tem novo Pároco – Pe. Geraldo Magela dos Santos
Na Paróquia Santa Luzia (Putim - SJCampos),  Pe. Vitor Mendes Santos, que já era o administrador paroquial é o novo pároco.
A Paróquia Coração Eucarístico de Jesus (Novo Horizonte - SJCampos)  tem novo Vigário – Pe. Narciso Donizete Esmério da Silva
Na recém criada Paróquia Santa Inês (Santa Inês - SJCampos), o Pároco é Pe. Sebastião Cesar Barbosa

Região Pastoral 5
A Paróquia São Bento (Jd. Morumbi - SJCampos) tem novo Vigário – Pe. Ivo Demétrio Lourenço
 Região Pastoral 6
A Paróquia Nossa Senhora do Paraíso (Jd. Paraíso - Jacareí) tem novo Pároco – Pe. Luiz Fernando
O novo pároco da Paróquia Santa Branca (Santa Branca) é Pe. Raimundo Nonato Viana Sobrinho

Região Pastoral 7
A Paróquia São Francisco de Assis (Cidade Nova - Jacareí) tem novo Pároco – Pe. Cláudio César Costa

fonte: site da diocese

Agosto mês Vocacional - Todos somos chamados




Bom seria se cada parte desta celebração fosse apresentada por pessoas que vivem as diferentes vocações.


Fazer um cartaz com ilustrações, ou projetar slydes com pessoas das diferentes vocações.
Animador: Senhor, aqui estamos para rezar, lembrando de vossas palavras: “Pedi ao Senhor que mande operários à sua messe”. Neste omento de Oração, vamos refletir, rezar e pedir mais Vocações para a Igreja.

Canto: à escolha

Leitor 1: A Vocação é um dom de Deus. Ele, que é o Todo Poderoso, precisa de pessoas que se disponham para salvar as pessoas. Na Igreja, há serviço para todos, porém é de suma importância que cada um descubra para que tipo de serviço é chamado a colaborar.
TODOS: Senhor, queremos pedir-vos mais padres, religiosos, missionários e leigos comprometidos com a causa do Evangelho.
Leitor 2: A Igreja precisa de muitas e boas vocações para atender à formação do povo cristão e para responder aos apelos de quatro bilhões de pessoas que ainda não conhecem a Boa Nova. É por isso que rezamos pelas vocações, e também pela fidelidade das pessoas que já trabalham pelo Senhor nos cinco continentes.
Leitor 3: Já que cada um de nós também é chamado, peçamos juntos ao Senhor da messe, para que nos ilumine e nos ajude a descobrir o que Ele quer de cada um de nós. Isso é por demais importante para a nossa realização pessoal e para podermos prestar um bom serviço à humanidade. Para isso, é bom conversarmos um pouco sobre as várias vocações.


 Vocação Sacerdotal
Animador: Antes de subir ao céu, Jesus já havia preparado seus apóstolos e lhes deu a autoridade para continuar sua missão no mundo inteiro. A vocação sacerdotal é o chamado de Deus para santificar, coordenar, animar e formar o povo de Deus. O padre é alguém que Deus chama do meio do povo e de novo o envia para trabalhar no meio do povo. Ele é o animador espiritual da comunidade.
TODOS: O padre está a serviço do povo. Ele é como uma ponte entre Deus e o povo: ele é Jesus, “o Bom Pastor”, no meio de nós.
Leitor 1: A família que vive profundamente sua fé é o ambiente mais propício para o surgimento de vocações sacerdotais. No entanto, para que elas se desenvolvam, é preciso que a comunidade as sustentem e as encorajem até chegarem à maturidade.
TODOS: Senhor, abençoai as nossas famílias, para que se tornem sementeira de novas vocações sacerdotais.

Canto: à escolha

Vocação Religiosa

Animador: Vamos refletir agora sobre a vocação à vida religiosa. Trata-se de uma vocação muito exigente, já que os religiosos e as religiosas são chamados a seguir Jesus Cristo de uma forma radical e no amor gratuito às pessoas. Uma consagração total a Deus e ao seu Reino.
Leitor 1: Como Cristo nasceu, cresceu e viveu pobre, desprendido de tudo, assim o religioso ou a religiosa, através do voto de pobreza, decide que este será também o seu estilo de vida.
Leitor 2: Como Cristo foi obediente à vontade do Pai, assim o religioso decide fazer a vontade do Pai e dos seus superiores através do voto de obediência.
Leitor 3: O religioso deve também colocar todas as suas energias a serviço de Deus e do povo. Para fazer isso com mais dedicação, ele renuncia ao próprio casamento para ser irmão ou irmã de todos.
Leitor 4: Os religiosos e as religiosas organizam a sua vida em comunidades fraternas para cultivarem a união com Deus, a oração e darem um grande testemunho de unidade em seu trabalho apostólico.
TODOS: A vida religiosa nos ensina como as nossas comunidades devem viver o amor, a fraternidade e o serviço aos irmãos. Que os religiosos e as religiosas sejam sempre uma presença alegre, fraterna e solidária no meio do povo, anunciando, pelo seu modo de viver, o Reino de Deus já acontecendo entre nós.
Canto: à escolha

Vocação Leiga

Animador: Somos cristãos e batizados. Um dia, nossos pais e padrinhos nos levaram à Igreja, onde recebemos o batismo e nos tornamos filhos de Deus. Desde aquele dia pertencemos à Igreja e recebemos a vocação de nos tornarmos membros vivos, atuantes em nossa comunidade.
Leitor 1: Como é grande a responsabilidade do cristão! Ser leigo ou leiga na Igreja significa assumir o Batismo e não ser simplesmente mais um na comunidade cristã.
Ser cristão é ser membro ativo e interessado pelas boas causas que Cristo veio implantar e pelas quais lutou até dar sua própria vida.
TODOS: Como cristãos leigos, queremos ser apóstolos dentro das realidades do mundo de hoje. Senhor, pode contar conosco!
Leitor 2: O bom cristão procura santificar seu trabalho, sua profissão, sua família e todo ambiente em que vive.
Leitor 3: Ser leigo consciente é ser Luz que ilumina todas as situações obscuras que se apresentam no caminho da vida. É ter muita fé, coragem e perseverança.
Leitor 4: Ser bom cristão é ser sal da terra, é lutar por um mundo melhor, buscando vencer o pecado, a maldade, a ignorância, a injustiça, o egoísmo, a ambição.
TODOS: Pelo Batismo somos todos chamados a sermos leigos atuantes na Igreja, a sermos luz e sal da terra.
Animador: Convencidos de que Deus conta conosco para a grande obra da Salvação das pessoas, peçamos juntos para que os leigos assumam sua missão no mundo.
TODOS: Senhor Jesus, Você que escolheu e chamou os apóstolos para serem luz e sal da terra, chamai a nós também, cristãos do terceiro milênio, para o serviço da vossa Igreja. Mostrai-nos qual o caminho de vida que devemos seguir e qual ministério podemos assumir para melhor servirmos o povo. Amém.
Canto: à escolha

 Vocação Missionária
Missionários da Consolata: Karla Maria, Pe. Jaime (SP) e Sylvester Franci do Akala, Ilhas Virgens (EUA)


Animador: Na Igreja, há também pessoas que são chamadas a anunciar o Evangelho em outros países e continentes. São religiosos, religiosas, padres, leigos e leigas que assumem o serviço como missionários além fronteiras. No mundo há milhões e milhões de pessoas que nunca ouviram falar de Jesus!
TODOS: É a todos nós que Jesus repete: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”.
Leitor 1: Em nossas comunidades precisamos de um ardor missionário mais forte. Devemos ser mais unidos, organizados e abertos para os outros. A vocação missionária é a alma, o motor, o coração de nossa vida cristã.
TODOS: Senhor e Pastor do Rebanho, olha para todos os missionários, dá-lhes fé, entusiasmo, alegria e esperança.
Que eles tenham sempre força para assumir a pregação e a vivência do Evangelho. Senhor, chama também alguém de nós para ser missionário do amor e da paz em terras onde você ainda não é conhecido. Que nunca nos falte a coragem de dizer o nosso SIM. Amém.

Canto: à escolha

 Fonte: Missão Jovem/  fotos arquivo da equipe de comunicação das CEBs - Docese de São José dos Campos

terça-feira, 13 de julho de 2010

MANIFESTO SOBRE A VOTAÇÃO DA LEI DE ZONEAMENTO

Como munícipes de São José dos Campos, queremos manifestar nossa INDIGNAÇÃO ÉTICA pela lamentável Sessão da Câmara Municipal realizada no dia 01 de julho passado, entrando pela madrugada do dia seguinte. Nesta ocasião, foram deliberadamente tomadas medidas para inibir a participação popular, atrasando a votação para desmobilizar os cidadãos, caracterizando um total desrespeito pelas pessoas presentes, dentre as quais nós, membros do GRUPO DE ACOMPANHAMENTO DO GOVERNO MUNICIPAL (GAGM), ligados à Comissão sociopolítica da Diocese de São José dos Campos. Reafirmamos que em uma democracia consolidada, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário são independentes e harmônicos entre si. Deve existir respeito entre estes Poderes, mas nunca a submissão de um ao outro. A independência é fundamental para a manutenção de um Estado democrático de direito, não cabendo, portanto, subserviência entre órgãos que estão no mesmo nível hierárquico. Sabemos que “só o poder freia o poder” (Montesquieu). Por isto, queremos afirmar nosso empenho em fiscalizar os atos do Legislativo, acompanhando o trabalho de cada Vereador, para que estes trabalhem efetivamente em prol da coisa pública, visando o bem dos cidadãos. Afirmamos ainda, com Paulo VI, que o político deve viver uma kenosis, um esvaziamento, isto é, deve “desvincular-se dos interesses particulares para poder encarar a sua responsabilidade no que se refere ao bem de todos”, e que “tomar a sério a política” é ter consciência de que se deve procurar “realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade” (OA 46). Enfim, queremos unir nossa voz à de outras instâncias de nosso Município, clamando para que os Vereadores da Câmara de São José dos Campos possam adquirir a estatura e a consciência éticas, tão necessárias para o exercício da “nobre missão” para a qual foram investidos pelo voto popular (GS 75). Assinam: Padre Antonio Aparecido Alves; Leila Harumi Assato; Windsor Juan Fernández Fernández; Epaminondas de Paula Freitas Filho; Maria Augusta Andrade; José Carlos Rodrigues; Ernesto Arantes Moura; Emanuel Cesar Simões; Elias Garcia; João Carlos Aparecido Machado; Edna Zordan Ramos; Francisco Ribeiro da Silva; Paulo Henrique Pereira, Maria Emília Sampaio, Albino Sampaio Filho, Messias Rochinski C/c: Bispo Diocesano; Coordenador Diocesano de Pastoral; Rádio Mensagem; Jornal Expressão; Site da Diocese de São José dos Campos; Jornal Valeparaibano. Fonte site da diocese

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Revelando São Paulo 2010

ESPIRITUALIDADE DOS GRUPOS BÍBLICOS EM FAMÍLIA


“Dai graças em toda e qualquer situação” (1Ts 5,18).
Ambiente: Casinha, Bíblia, imagens (devoções), flores, água, pão, foto de pessoas do grupo e da comunidade, ferramentas de trabalho.


Acolhida: Pela família que acolhe.
Animador(a): Irmãos e irmãs, sejam todos e todas bem-vindos! Animados por nos encontrarmos novamente, vamos partilhar os compromissos assumidos no último encontro.
(Tempo para partilhar nossa ação concreta da semana.)

Motivação e oração inicial
Animador(a): Neste encontro queremos continuar refletindo sobre o valor dos Grupos Bíblicos em Família em nossas comunidades. Como cristãos e cristãs, saudemos a Santíssima  Trindade.
Todas(os): Em nome do Pai...

Animador(a): O Hino dos Grupos Bíblicos em Família traz, em sua letra, a espiritualidade que queremos viver.

Cantar ou rezar: Igreja nas casas!
1. Igreja nas casas! Os grupos se encontram / em torno da Bíblia, Palavra de Deus.
Refletem, conversam, e rezam, e cantam, / na prece entrelaçam a terra e os céus.
/: É fé e vida na partilha. É Grupo Bíblico em Família. :/

2. Igreja nas casas! O centro é a Bíblia, / resposta divina a humanas questões.
Assim, a oração, reflexão da Palavra, / motiva e orienta concretas ações.
Animador (a): Hoje somos convidados(as) a refletir sobre um assunto muito importante
no dia a dia: a espiritualidade dos Grupos Bíblicos em Família.

Leitor (a) 2: Todos nós vivenciamos um jeito próprio de nos relacionarmos com
Deus e com os irmãos e irmãs. Podemos dizer que aí está a nossa espiritualidade.
A: Como discípulas e discípulos de Jesus Cristo, rezemos a oração que ele nos ensinou.
Todos: Pai nosso...

Cantar ou rezar: Igreja nas casas!
1. Igreja nas casas! Modelo é a Trindade. / Pessoas diversas constroem comunhão. / Partilham suas buscas, seus sonhos, problemas, / e tudo se torna fraterna oração. /: É fé e vida na partilha. É Grupo Bíblico em Família. :/
Aprofundando o tema
Espiritualidade é intensificar a relação com o que de melhor a pessoa tem dentro de si mesma. É intensificar a relação com as pessoas, com a criação e, de modo especial, com Deus, fonte de todo o amor e ternura.
Leitor(a) 1: A espiritualidade cristã é original em relação a qualquer outra mística ou motivação: sua fonte é a experiência de fé em Jesus Cristo e no seu Evangelho.
Leitor(a) 2: A espiritualidade cristã consiste em deixar-se envolver por Deus e pela sua presença em nossa vida.
Leitor(a) 3: Os Grupos Bíblicos em Família procuram viver esta espiritualidade, privilegiando uma atitude de vida que deve ser construída e cultivada a cada dia, com gestos de partilha, comunhão e fraternidade.
Leitor(a) 4: A nossa espiritualidade procura viver o projeto de Jesus Cristo, que gera vida, gera alegria, gera esperança e perseverança no anúncio do Reino de Deus.
Todos: “É viver os mesmos sentimentos que teve o Cristo Jesus, em sua doação pela humanidade” (Fl 2,5 ss).

Canto: Nesta mesa da irmandade
1. Nesta mesa da irmandade, a nossa comunidade se oferece a ti, Senhor.
Nosso sonho, nossa luta, nossa fé, nossa conduta te entregamos com amor. /: Novo jeito de sermos Igreja nós buscamos, Senhor, na tua mesa! :/

A Palavra de Deus ilumina
Animador(a): Para vivermos a espiritualidade dos Grupos Bíblicos em Família, encontramos na Palavra de Deus o ânimo, a força, o discernimento, e aprendemos a perceber o que é bom e o que não é: seja dentro da comunidade eclesial, seja na sociedade civil. Com alegria, aclamemos a Palavra de Deus.
Canto: Vem, Espírito Santo, vem!
/: Vem, Espírito Santo, vem! Vem iluminar. :/
1. Nossos caminhos vem iluminar. Nossas ideias vem iluminar.
Nossas angústias vem iluminar. As incertezas vem iluminar.
Leitor(a) da Palavra: Leitura da Primeira Carta do Apóstolo Paulo aos
Tessalonicenses, capítulo 5, versículos de 12 a 22 (1Ts 5,12-22).
(Silêncio. Em seguida, cada participante pode ler o versículo que mais lhe chamou a atenção.)

A: Para melhor compreensão do texto:
a) Quais as recomendações que Paulo faz aos Tessalonicenses?
b) Essas orientações são úteis para nós, hoje? Por quê?
c) O que isso tem a ver com a nossa espiritualidade dos Grupos Bíblicos em Família?

Aprofundando a Palavra e o tema

Animador(a): Paulo faz recomendações muito práticas para a vivência cristã no dia a dia:
Leitor(a) 1: Respeitar e amar as lideranças da comunidade.
Leitor(a) 2: Conservar a paz, ter paciência, animar os tímidos, procurar fazer bem.
Leitor(a) 3: Estar sempre alegre e orar continuamente.
Leitor(a) 4: Afastar-se de toda espécie de mal.
Todos: “Não apagueis o espírito, não desprezeis os dons da profecia, mas examinai tudo e guardai o que for bom” (1Ts 5,19-21).

Animador(a): Nos Grupos Bíblicos em Família aprendemos a viver melhor a fraternidade, a partilha, a entre-ajuda e o cuidado com a criação.
Leitor(a) 1: Essa espiritualidade nos permite viver a liberdade e buscar a salvação.

Canto: Somos gente da esperança
1. Somos gente da esperança, que caminha rumo ao Pai. Somos povo da aliança, que já sabe aonde vai.
/: De mãos dadas, a caminho, porque juntos somos mais,
p’ra cantar um novo hino de unidade, amor e paz. :/

Animador(a): O nosso Manual “Igreja nas casas” (p. 56) nos aponta algumas atitudes que expressam a nossa espiritualidade:
Lado A: Ter capacidade de escuta e diálogo. Saber relacionar-se e valorizar as pessoas na sua diversidade.
Lado B: Acolher a todos sem fazer distinção de pessoas. Cultivar o cuidado, o carinho.
Lado A: Ser solidário. Ter uma grande sensibilidade e um forte sentido da justiça e da verdade.
Lado B: Ser perseverante, mesmo nos momentos difíceis, sem desistir.
Todos: Ter paciência e esperar. Olhar com esperança para o futuro.

Lado A: Cultivar uma relação profunda com Jesus Cristo e, nele, com o Pai e o Espírito Santo.
Lado B: Ser uma presença amiga e gratuita. Ser capaz de amar e doar-se, sem esperar recompensa.

Lado A: Alimentar a própria fé com a oração diária e na escuta da Palavra de Deus.
Lado B: Assumir a cruz. A persistência e a paciência são frutos de uma
cruz assumida com alegria.
Todos: Ser coerente. Seguir o exemplo de Jesus, que faz o que diz.

Animador(a): Quem quiser, pode pegar um dos símbolos, da mesa, ou algum objeto que trouxe consigo e dizer se isto tem alguma coisa a ver com espiritualidade.
(Tempo para as pessoas se expressarem.)
A Palavra de Deus gera compromissos
Animador(a): Participar dos Grupos Bíblicos em Família exige uma espiritualidade que integre fé e vida. Algumas ideias para vivermos nossa espiritualidade no concreto da vida, no dia a dia:
a) Em nossa comunidade, em nosso bairro, condomínio, quais são as maiores necessidades? E o que podemos fazer?
Animador(a): A partir da reflexão que fizemos que compromissos práticos podemos assumir?
(Tempo para conversar e assumir compromissos.)
Oração e bênção
Com gratidão e alegria, façamos nossas preces, louvando e agradecendo a Deus pela existência dos Grupos Bíblicos em Família em nosso meio.
(Preces espontâneas. Após cada prece, rezemos.)
Todos: Bendito sejais, Senhor, pelos Grupos Bíblicos em Família.

Animador(a): Encerramos o nosso encontro, pedindo a bênção de Deus.
Todos: O Senhor nos abençoe e nos guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre nós e tenha misericórdia de nós. O Senhor nos dê a paz. Amém.



Canto: Maria do sim
/: Maria do sim, ensina-me a viver meu “sim”. Oh, roga por mim, que eu seja fiel até o fim. :/
1. Um dia Maria deu o seu “sim”: mudou-se a face da terra. Porque pelo “sim” nasceu o Senhor, e veio morar entre nós o amor.
2. Ensina-me a ser fiel como tu, vivendo meu “sim” cada dia. Que eu possa, no mundo, ser um sinal da tua humildade, Maria.

 Fonte: Arquidiocese Florianópolis

Regional Leste 1 promove seminário sobre Comunidades Eclesiais de Base

CEBs_1 
















No dia último dia 10, na cidade fluminense de Seropédica, foi realizado um Seminário, organizado pelo Setor das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o tema: “CEBs na realidade do Leste 1”.
Os representantes das dioceses presentes fizeram uma análise sócio/política/eclesial de cada realidade.  Segundo o assessor do Setor CEBs da CNBB, professor Sérgio Ricardo Coutinho, o seminário serviu para uma maior reflexão das Comunidades no CEBs_2Regional Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro). “Refletimos a importância das Comunidades Eclesiais de Base, tendo como guia o Documento de Aparecida (2007), o 12º Intereclesial das CEBs(2009) e a 48ª Assembleia Geral da CNBB (2010)”.
Além do assessor da CNBB, a assessora nacional das CEBs, Tereza Cavalcanti, ajudou na dinâmica do Seminário. “Num ambiente acolhedor, orante, atentos aos desafios postos às CEBs hoje, levantamos estratégias de ações para continuarmos a caminhada como discípulos(as) missionários(as) de Cristo”, destacou o clima do encontro a assessora nacional.
Fonte:CNBB

Divulgado Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou no dia 9 de julho o Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil. Os dados apresentados são referentes às violações de direitos praticadas contra os indígenas em 2009. Dentre as principais violências apontadas pela publicação estão: danos ao patrimônio, assassinatos, ameaças de morte e mortes por desassistência à saúde.
O objetivo do relatório é denunciar e chamar a atenção da opinião pública para a situação desumana em que vivem muitos indígenas no país. As 20 comunidades do povo Guarani Kaiowá, em Mato Grosso do Sul, que vivem acampadas à beira de rodovias, confirmam os dados apresentados pela publicação. Eles são ameaçados, torturados e atacados porque lutam pela garantia de seus direitos, como a posse da terra, dado que comprova o fato de que grande parte das violências estão relacionadas à conflitos fundiários.
Para dom Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo da Prelazia do Xingu, o relatório deve chegar ás mãos dos agentes dos governos federal e estadual para que se coloque um basta na violência contra os indígenas. "O sangue derramado desse povo clama aos céus. O projeto desenvolvimentista do governo está sendo construído sobre os cadáveres dos indígenas. O que tem mais valor, as grandes obras ou a vida humana, a família?", indaga Kräutler.
Lucia Helena Rangel, que é professora da PUC/SP e coordenou a pesquisa, destaca que o mais importante da publicação não é chegar a uma conclusão de que a violência contra os indígenas tem aumentado ou diminuído ao longo dos anos. "Embora possamos falar de um aumento de casos de violências contra esses povos nos últimos dez anos, isso não é o mais significativo, pois os números destacados no relatório não podem ser trabalhados estatisticamente", afirmou a coordenadora.
Para Roberto Liebgott, vice-presidente do Cimi, o relatório vem mostrar "a omissão como opção política do governo federal em relação aos povos indígenas". Tal atitude implica em diferentes formas de violências, como a não demarcação de terras, falta de proteção das terras indígenas, descaso nas áreas de saúde e educação e a convivência com a execução de lideranças, ataques a acampamentos e outras agressões por agentes de segurança, ataques a indígenas em situação de isolamento, tortura por policiais federais, suicídios entre outras.
O relatório foi produzido com base nos relatos dos missionários do Cimi e nas informações divulgadas pela imprensa. A publicação está dividida em quatro capítulos: violência contra o patrimônio; violência contra a pessoa praticada por particulares ou por agentes do poder público; violências provocadas por omissão do poder público; e violência contra os povos indígenas isolados ou de pouco contato. O Cimi ainda apresenta este ano uma tabela com o nome das terras indígenas sem providências.
A publicação será enviada aos órgãos do poder público e entidades que trabalham em prol da garantia dos direitos humanos.
Leia aqui pontos centrais do relatório.
Fonte: www.cimi.org.br
Fonte: Revista Missões

domingo, 11 de julho de 2010

Seminário Estadual das CEBs , Regional Sul 1 - CNBB

CEBs: Justiça e  profecia na Cidade
A Região Brasilândia, acolherá nos dias 24 e 25 de julho, o 20º Seminário das CEBs, com o tema Justiça e profecia na cidade. Cerca de 300 delegados, das 47 dioceses que compõem o estado, serão acolhidos pela paróquia São José, em Perus, e contarão com as assessorias de: Luiz Erundina, ex-prefeita e atual deputada federal, dom Odilo Pedro Sherer, arcebispo de São Paulo, dom Milton Kenan Jr, bispo da região Brasilândia, irmã Alberta Gerardi da CPT (Comissão de Pastoral da Terra) e padre Antonio Manzzato, teólogo da PUC-SP.  A Missa de encerramento do 20° Seminário das CEBs será no dia 25, às 11horas, na paróquia São José Operário, à Rua João Jacinto de Mendonça, 134 Vila Operária - Perus - São Paulo/SP. Mais informações. 
 
Fonte: http://cebsbrasilandia.blogspot.com/