quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pe. Toninho - Tribuna independente - Rede Vida (2)

Pe. Toninho - Tribuna Independente - Rede Vida

Novena de Natal 2010

Está acontecendo, nas CEBs, nos Grupos em Familias, nos Setores Missionários a Novena de Natal em nossa diocese de São José dos Campos - SP

Assista ao vídeo do 7ª dia da novena na Comunidade do Setor 13 - Paróquia Coração de Jesus


CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus


CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus


CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus

CEBs - Paróquia Coração de Jesus
Grupo em Famílias - Paróquia de Sant'Ana

Grupo em Famílias - Paróquia de Sant'Ana
Grupo em Famílias - Paróquia de Sant'Ana
Grupo em Famílias - Paróquia de Sant'Ana
Grupo em Famílias - Paróquia de Sant'Ana

Depende de nós...

Pe. Jaime, no Encontro Celebrativo das CEBs 2010
Diocese de São josé dos Campos - SP

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Jaime C. Patias *
Com o fim do ano 2010, encerramos também a primeira década do Século XXI. Em tempos de globalização corremos o risco de sermos guiados por um único pensamento, ditado pela política neoliberal de mercado e consumo.
Ao invés de celebrar o nascimento de Jesus, o Natal tornou-se sinônimo de comércio. Por outro lado, percebemos ao nosso redor, uma grande diversidade que mostra o Reino de Deus presente na sociedade, multi-étnica, pluricultural, macro-ecumênica, inter-religiosa. No anúncio da mensagem cristã, o pluralismo nos desafia ao diálogo, nas suas múltiplas modalidades e meios, em comunidades organizadas em rede e em movimento para além das formas tradicionais da "paróquia".
Devemos dialogar com os mais variados interlocutores, desde os grupos éticos das sociedades originais até os "nativos digitais". A diversidade é um dom que se insere na dinâmica misteriosa dos desígnios de Deus que demonstra uma grande preocupação com o ser humano. Para colaborar na obra da Criação, nós também devemos demonstrar essa mesma atitude de amor e misericórdia. Viver o pluralismo que está nesse princípio significa reconhecer a diversidade como um valor, como uma riqueza que vem de Deus e que nós não conseguimos compreender na sua totalidade.
Mas, se vivemos num tempo favorável ao diálogo, por outro lado, percebemos um endurecimento das relações com o surgimento de fundamentalismos e extremismos motivados pelo medo do "diferente", do outro. Essa é a grande estranheza que sentimos na sociedade moderna. Não dá para festejar o Natal de Jesus em paz, enquanto prevalecer o preconceito e o desrespeito entre os seres humanos. Nessa linha de pensamento, na sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2011, o Papa Bento XVI, afirma que, "a liberdade religiosa é a liberdade das liberdades", caminho para a paz. Que dizer a respeito dos Direitos Humanos?
Muitas são as iniciativas da Igreja para evangelizar, a partir do encontro com Jesus Cristo. Estamos empenhados em buscar saídas para uma Igreja que quer ser discípula missionária: "abandonar as estruturas caducas; viver e promover uma espiritualidade de comunhão e participação; assumir atitude de permanente conversão pastoral; ir além de uma pastoral de mera conservação e não cair na armadilha de nos fecharmos em nós mesmo".
Durante o ano a revista Missões ofereceu um rico conteúdo para animar a Igreja no Brasil a ser mais comprometida com sua missão aqui e além fronteiras do mundo plural. Para isso, além dos organismos afins, contamos com o Projeto Nacional "O Brasil na Missão Continental", que poderia ser mais valorizado. As prioridades deveriam mirar a formação de lideranças para atuar nas mais variadas áreas da sociedade, ministérios orientados pelos dons e uma espiritualidade contagiante, agindo em estruturas eficazes. Precisamos uma Igreja com a cara de Jesus Cristo, animada pela força do Espírito, itinerante, encarnada e aberta aos anseios do mundo. Essa Igreja depende de nós.
* Jaime Carlos Patias, imc, diretor da revista Missões.
Fonte: Revista

De Maria - o Salvador


 Jordão M. Pessatti *

Pensamentos de alguns Padres da Igreja sobre o Natal de Jesus Cristo.
Maria deu à luz seu Filho primogênito e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o na manjedoura, porque não havia lugar para eles no albergue (Lc 2, 7).
"Não havia lugar para eles no albergue... O evangelista falou cor-retamente. Não havia lugar para eles... De fato, a infidelidade ju-daica enchera tudo. Jesus não achou lugar no Santo dos Santos, resplandecente de ouro, de pedras, de seda e prata; por isso não nasceu no meio do ouro ou das riquezas, mas numa estrebaria, onde estavam os nossos imundos pecados. Oh! Se pudesse con-templar aquele presépio onde o Menino Jesus foi deitado! Agora, nós, cristãos, para lembrar o lugar, colocamos nele ouro e prata; mas para mim é mais precioso o que foi tirado. A prata e o ouro ficam bem para os pagãos; para a fé cristã, ao invés, fica melhor aquele presépio de barro... Aquele que nasce neste presépio con-dena o ouro e a prata. Não condeno aqueles que o fizeram com a intenção de honrar ao Senhor, como não condeno os que fizeram os vasos de ouro do Templo; mas admiro o Senhor que, embora sendo o Criador do mundo, não nasce entre o ouro e a prata, mas no lodo de um estábulo". (São Jerônimo, + 419 ou 420)

"O Verbo foi colocado na manjedoura dos animais irracionais, pa-ra que os homens, que haviam perdido voluntariamente a razão pelo pecado, pudessem recuperá-la novamente, recorrendo a Ele. O Pão do céu foi colocado na mesa (manjedoura) dos animais, a fim de que os homens, que através do pecado agiram como irra-cionais, pudessem, através do místico Alimento, retomar o conta-to com a verdadeira Vida". (Crisipo de Jerusalém, + 479)
"Maria, ao dar à luz o Filho de Deus, que nela se encarnou, tor-nou-se janela do céu, porque, através dela, Deus infundiu no mundo a verdadeira Luz. Tornou-se escada do céu, porque, por meio dela, Deus desceu à terra, e também por meio dela, os ho-mens podem merecer a graça de subir ao céu... No Pai, Jesus Cristo foi gerado sem tempo; na Mãe, nasceu no fim dos tempos. No Pai, nasceu como Deus invisível; na Mãe, como Homem visível, porque o Verbo se fez carne e habitou entre nós (Jo 1,14). No Pai, é impassível; na Mãe, mortal. No Pai, está acima de todos; na Mãe, submisso à injúria da paixão e da morte, e morte de cruz". (Autor anônimo do V século)
"O Verbo de fez carne (Jo1,19). O Verbo veio salvar, mas devia tam-bém sofrer. Como poderia isso acontecer? Um simples homem não tinha condições de salvar, um puro Deus não podia sofrer. E então? O Emanuel, que é Deus, fez-se Homem: com aquilo que e-ra, salvou; com aquilo que assumiu, sofreu. Ele, efetivamente, trouxe na cabeça a cora de espinhos, mas libertou a humanidade da condenação dos espinhos". (Proclo de Constantinopla, + 446)
Retomando o antigo paralelismo Eva-Maria, Santo Efrém compara as duas protagonistas da história humana aos dois olhos do corpo: 
"Contempla o mundo e verás que dois olhos ele teve: Eva, o olho esquerdo, o olho cego; Maria, o olho direito, o olho luminoso. Por culpa do olho esquerdo, o mundo se cobriu de sombras e ficou no escuro. Mas, mediante Maria - o olho direito - o mundo foi ilumi-nado com a Luz celeste que habitou nela, e por meio da qual os homens encontraram a paz e a salvação". (Santo Efrém Sírio, + 373)

"Desperta, ó homem! Por tua causa Deus se fez Homem. Estarias morto para sempre, se ele não tivesse nascido no tempo. Jamais de libertarias da carne do pecado, se ele não tivesse assumido uma carne semelhante à do pecado. Estarias perdido, se Ele não viesse salvar-te... Por isso, celebremos com alegria a vinda da nossa salvação e redenção. Celebremos este dia de festa, em que o grande e eterno DIA, gerado pelo DIA grande e eterno, veio a este nosso dia temporal e tão breve". (Santo Agostinho, + 430)
* (Coletânea feita pelo Padre Jordão Pessatti, Noticiário IMC Brasil, N. 231, Nov. - Dez. 2010).

Fonte: Noticiário IMC Região Brasil

Definido o tema da Campanha Missionária 2011


Jaime C. Patias

"Missão e Ecologia" é o tema da Campanha Missionária, para o mês de outubro de 2011. A Campanha, coordenada pelas Pontifícias Obras Missionárias - POM tem como lema "A misericórdia de Deus é para todo ser vivo" (Eclo 18,12b). Com o objetivo de iniciar a elaboração da Campanha, representantes de organismos ligados ao Conselho Missionário Nacional - COMINA, reuniram-se na sede das POM em Brasília, no dia 07 de dezembro.
Para os organizadores a Campanha Missionária 2010 foi muito positiva com destaque para a produção da Novena em DVD que popularizou o tema e sensibilizou as comunidades. Segundo as POM, entre outros subsídios, foram distribuídos 120 mil exemplares do livrinho com a Novena e 12 mil cópias do DVD para todas as paróquias do Brasil.

Na opinião do diretor nacional das POM, Mons. Daniel Lagni, que coordena os trabalhos "a produção do DVD foi uma inovação muito acertada e bem recebida por todos. Isso é visível não só na avaliação feita pelas POM, mas na resposta concreta da coleta realizada no Dia Mundial das Missões. Por isso, em 2011, a iniciativa deve se repetir refletindo o tema Missão e Ecologia, em sintonia com a Campanha da Fraternidade", explicou.
O maior desafio continua sendo o de garantir a distribuição do material que, por vezes, fica empilhado nas dioceses e paróquias. As coletas do Dia Mundial das Missões, recolhidas pelos Diretores Nacionais das POM das nações, constituem o Fundo Universal de Solidariedade para financiar projetos de evangelização em diversos países do mundo.
Fonte: Revista Missões

4º domingo do Advento



ANIMANDO A LITURGIA DO IV DOMINGO DO ADVENTO
Sentido Litúrgico


No quarto domingo do Advento, lembrando a espera de Maria e José, bendizemos o Pai pela manifestação de seu Filho em nossa carne. O Emanuel, o Deus conosco, vem nos livrar do pecado e da morte e nos introduzir no seu Reino de Vida e de Liberdade.
A Salvação que vem de Deus não é um sonho irreal, mas é sua própria presença, manifestada em seu Filho e envolvendo todas as pessoas que pela conversão aderem a ele.
A terra e toda a humanidade se encontram grávidas do Reino e entram no dinamismo do amor e da fidelidade de Deus que conduz a história do "Menino" e dos que com ele se tornam construtores da justiça e da paz.

Sugestões para a celebração
Será oportuno, durante a celebração, em momento apropriado, colocar a imagem ou figura de Maria e de José no presépio e, no final da celebração, cantar um hino mariano.
A cor rosada continua indicando a alegria da espera e da chegada, agora mais próxima.
Valorizar a participação das mães gestantes e de crianças nos vários momentos da celebração.
Quem preside a celebração ou uma mulher grávida traz, na procissão de entrada a 4ª vela do Advento, que deverá ser colocada na coroa do Advento, no momento escolhido e acompanhado por um refrão ou frase bíblica ligada à liturgia da Palavra deste domingo.
Evangelho poderá ser dialogado ou mesmo encenado.
É bom que a resposta às preces seja cantada, assim como a louvação do Advento (Hinário Litúrgico, p. 73), o Santo, e o Amém final.
Antes da louvação ou abrindo a Oração Eucarística, a comunidade seja convidada a proclamar as esperanças que animam hoje, a caminhada dos pobres.
Dar uma bênção especial para as mães gestantes presentes e, a todo o povo, a bênção própria do Advento (p. 519 do Missal Romano).
Lembrar que no dia 22/12 recordamos Chico Mendes, defensor do meio ambiente.

Extraído do livreto A MELHOR NOTÍCIA DO PAI, CNBB/Paulinas, 1998

domingo, 12 de dezembro de 2010

Igreja celebra o 3° Domingo do Advento

domingo, 12 de dezembro de 2010
Redação Santuário Nacional

Neste 3° domingo do Advento, as leituras fazem um convite aos fiéis para que proclamem a Redenção do Senhor, já que estamos tão próximos da celebração do Natal.

O Evangelho é de Mateus 11, 2-11. Nestes versículos a Palavra de Deus fala sobre os sinais que anunciam a presença do Messias.

“Os cegos vêem, os surdos ouvem, os coxos andam, os doentes são curados. Esses são os sinais da presença do Messias, há tanto tempo esperado”.

A
‘Missa de Aparecida’, das 8h, no Santuário Nacional foi celebrada pelo Cardeal arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis.

Leia abaixo a homilia do Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis.


Foto: Imprensa/ Santuário Nacional

3º. DOMINGO DO ADVENTO – 12/12/2010 SANTUÁRIO NACIONAL DE NOSSA SENHORA APARECIDA

Estamos nos aproximando da Festa do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo e a liturgia deste domingo nos convida, desde já, a nos alegrarmos,antecipadamente, pela celebração do mistério do amor infinito de Deus para conosco que se manifestou no nascimento de Jesus, o filho de Deus.
Este domingo é conhecido como o domingo “gaudete” o domingo da alegria e por isso, neste dia, no lugar do roxo, o celebrante pode usar paramentos de cor rósea.
A primeira leitura do profeta Isaias nos prepara para compreender melhor o evangelho de hoje. As promessas anunciadas por Isaías se tornam realidade na pessoa de Jesus. Os sinais realizados por Jesus dão testemunhos de que Ele é o Messias: “os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos
ressuscitam e os pobres são evangelizados.” João esteve na prisão e quando ouviu falar das obras de Jesus, enviou-lhe
alguns de seus discípulos para lhe perguntarem: “És tu aquele que há de vir ou devemos esperar um outro”? Em outras palavras, és tu o Messias, o enviado de Deus, ou devemos aguardar um outro? João Batista esperava um Messias como um juiz implacável, pronto para condenar os pecadores. Naquele dia, os pecadores seriam eliminados do
povo de Israel, por isso, a conversão era urgente: “O machado já está na raiz das árvores, e toda árvore que não der bons frutos será cortada e jogada no fogo”, proclamava João Batista no evangelho do domingo passado. As noticias que João Batista tem de Jesus é de um Jesus acolhedor, misericordioso, pronto a perdoar, um Jesus que acolhe os pecadores e até se senta à mesa com eles. A missão de Jesus não vai pelos caminhos do castigo ou da repressão, mas pelos caminhos da bondade e da
solidariedade para com todos os que sofrem na vida. João Batista já havia reconhecido o Messias na pessoa de Jesus ao afirmar: “Depois de mim, vem alguém com mais autoridade do que eu, e eu nem sou digno de amarrar suas sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e o fogo”.
Vendo porém que suas palavras e suas obras não coincidiam com suas expectativas, João Batista quer se certificar se Jesus é o que deve viver e por isso pergunta: “És tu que há de vir ou devemos esperar um outro”?
Ao responder a pergunta de João Batista, Jesus se declara como o verdadeiro Messias e Jesus define também a missão de João Batista. João é um profeta, o maior de todos os profetas, mas em Jesus se concretiza o Reino de Deus e aquele que acolhe este Reino, aquele que se tornadiscípulo de Jesus é maior do que João Batista.Jesus não nega o seu poder de julgar, mas no momento, prefere apresentar-se como aquele que veio para salvar, para curar nossas feridas. Jesus se dá a conhecer através de sinais modestos, simples. Deus ao nos visitar no Natal se fez o menor entre os homens. “Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus, como afirma São Paulo, na Carta aos Filipenses. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos” (Fil 2,6-7). A Eucaristia é um sinal eficaz da presença de Cristo. A fé, dom de Deus e ato livre do homem, é que nos permite entrar nos caminhos de Deus, muitas vezes, misteriosos e desconcertantes para nossa visão demasiada humana das coisas. Preparemos o nosso coração para uma  confissão bem feita, para acolher Jesus que vem ao nosso encontro, Natal, especialmente, na Eucaristia, nos sinais simples e humildes do pão e do vinho, transformados no seu corpo e no seu sangue.Hoje, 12 de dezembro, é Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da America Latina. Peçamos sua proteção para o nosso continente para que caminhe na paz com justiça social e na busca de uma integração, não só econômica, mas também, cultural e política  povos.
Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida, SP

Fonte: A12 Mãe Aparecida