sábado, 8 de janeiro de 2011

CELEBRAÇÃO: DÍZIMO E PARTILHA RESPONSABILIDADE DOS CRISTÃOS


CELEBRAÇÃO: DÍZIMO E PARTILHA

RESPONSABILIDADE DOS CRISTÃOS

COM.: Reunidos e unidos na mesa da Palavra e da Eucaristia, Deus nos cha­ma a viver integralmente a partilha do Evangelho, que se expressa também pelo dízimo ofertado. O dízimo é, a um só tempo, sinal de nossa grati­dão a Deus, do nosso ser Igreja e da nossa participação comunitária. É do compromisso com o dízimo que a Igreja poderá viver e sustentar com dignidade sua missão pastoral, so­cial e evangelizadora.
Dízimo é força comunitária, é compromisso com a vida, é testemunho de fé que se traduz na partilha consciente e livre de pequena par­cela dos bens necessários ao nosso sustento.
É por isso que vamos agora dar inicio a esta celebração, cantando.
(Procissão de entrada com a equipe paroquial do dizimo e com os cartazes que logo mais ajudarão a louvar a Deus).
Frases para cartazes: Dízimo: Experiência de fé; Dízimo: uma ação transformadora; Dízimo: Consciência de Igreja).

Ritos Iniciais

CANTO DE ENTRADA
CD: DÍZIMO É PARTILHA
1. Tem que ser agora,  / já chegou a hora da condivisão. / Deus é Pai da gente,/ fez-nos diferentes, mas nos quer irmãos.
Refrão: Eu sou dizimista, eu sou. / Vou ser dizimista, vou./ Vamos parti­lhar o que Deus nos dá, / todo nosso amor (bis).
2.  Oh! Que maravilha,   festa da partilha, sem obrigação. Deus e Pai bondoso, / é tão generoso, multiplica o pão.
3. Os irmãos carentes,/ pobres e doentes, se alegrarão, / quando a nossa oferta / for de mão aberta, for de coração.

ACOLHIDA
PR.: Irmãos e irmãs, é o Senhor da vida. da misericórdia, do amor e da fraterna partilha que hoje nos reúne. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!
AS.: Amém!

PR.: O Deus da esperança, que nos cumula sempre de alegria, paz e amor, esteja sempre com todos vocês!
AS.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

ATO PENITENCIAL   (Cantado)
PR.: A vida, a alma de uma comunidade de fé está na dis­posição e na participação gratuita de cada um. Peçamos perdão ao Senhor porque, muitas vezes, medimos e pe­samos tudo, quando a necessidade é a partilha (pausa). Porque temos a certeza de que nosso Deus sempre está disposto a nos perdoar, cante­mos o perdão.

1. Senhor, vós sois o caminho, / guiai-nos ao Pai com carinho. I De nós ten­de piedade, / Senhor, tende piedade!
2.  Ó Cristo, sois a verdade. / Enchei-nos de caridade.  / De nós tende pie­dade,  ó Cristo, tende piedade!
3. Senhor, vós sois nossa vida,/ bus­cais a ovelha percida. / De nós tende piedade, / Senhor, tende piedade!

PR.: Deus, Pai cheio de amor e de bondade, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna.
AS.: Amém!

HINO DE LOUVOR      (Cantado)
PR: Agora é o momento do louvor. Louvemos a Deus por semear a solidariedade entre nós, tornando-nos comprometidos com o  amor partilhado na vida da nossa comunidade. Recebamos entre nós os cartazes que nos ajudarão a tor­nar mais intenso o nosso louvor.
Refrão: Nos te glorificamos, Se­nhor/: nosso Deus, nosso Pai e nosso Criador.
1. Nós te louvamos, porque repar­tes conosco teus bens. / Pede-nos pra repartir os nossos dons tam­bém. , Nós a ti bendizemos, I por tua santa Palavra. Ela é que nos orienta pra sermos fiéis à partilha. / E nós te adoramos, porque és nos­so Deus. /: Nos convidas a construir na terra o reino dos céus.
PR.: OREMOS (pausa): Ó Deus,que em cada uma das Igrejas da terra manifestais a Igreja una, san­ta, católica e apostólica, concedei à nossa comunidade, unida ao seu pastor e reunida no Espírito San­to pelo Evangelho e a Eucaristia, representar a universalidade do vosso povo e ser no mundo o si­nal e o instrumento da presença do Cristo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unida­de do Espírito Santo.
AS.: Amém!

Liturgia da Palavra

I  LEITURA (Ml 3.10-12)
COM.: A bênção de Deus é uma res­posta de amor aos que experimen­tam e vivem a generosidade.

Leitura do Livro do Profeta Malaquias. — Tragam o dízimo com­pleto para o cofre do Templo, para que haja alimento em meu Templo. Façam essa experiência comigo — diz Javé dos exércitos. Vocês hão de ver, então, se não abro as com­portas do céu, se não derramo sobre vocês as minhas bênçãos de fartura. "Acabarei com as pragas das plan­tações, para que elas não destruam os frutos da terra nem devorem a vi­nha no campo — diz Javé dos exér­citos. Todas as nações chamarão vocês de felizes, pois vocês hão de ser um país de delícias — diz Javé dos exércitos. — Paíavra do Senhor.
AS.: Graças a Deus!

SALMO DE RESP. — 111 (Cantado)
Refrão: Feliz o homem que teme ao Senhor. / Feliz aquele que tem amor (bis).
1.  Feliz aquele que tem piedade dos outros e empresta, /e que dirige os seus negócios com justiça. / Quem é bom nunca fracassará, / e será lembra­do para sempre.
2.  Ele é generoso e reparte com os po­bres, / e sua bondade nunca falha. / Os maus vêem e ficam com raiva. / A espe­rança dos maus dá em nada.

II LEITURA (2Cor 9,7-15)
COM.: São Paulo propõe que os cris­tãos sigam o impulso do coração sem tristeza nem constrangimento, para que a doação seja plena.

O Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios. — Irmãos, dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento; pois Deus "ama quem dá com alegria". Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, tenhais sempre o necessário e ainda tenhais de sobra para toda obra boa, como está escrito: "Distribuiu gene­rosamente, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre".
Aquele que dá a semente ao se­meador e lhe dará o pão como ali­mento, ele mesmo multiplicará as vossas sementes e aumentará os frutos da vossa justiça. "Assim, ficareis enriquecidos em tudo e po­dereis praticar toda espécie de libe­ralidade, que, através de nós, resul­tará em ação de graças a Deus.
Com efeito, a execução deste ser­viço sagrado não só provê às ne­cessidades dos santos, mas tam­bém faz que se multipliquem as ações de graças a Deus. Experi­mentando os efeitos dessa obra de caridade, eles glorificam a Deus por vossa obediência na profissão do evangelho de Cristo e pela genero­sidade da vossa partilha com eles e com todos.
E as suas orações por vós mos­tram a grande afeição que eles vos têm, por causa da graça superabun­dante que Deus vos concedeu. Gra­ças sejam dadas a Deus, pelo seu dom inefável. — Palavra do Senhor.
AS.: Graças a Deus!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
COM.: Caminhando com Jesus em missão, os discípulos tinham se es­quecido de levar pães e ficaram pre­ocupados. Jesus então lhes diz que é preciso confiar na partilha: tudo o que se reparte torna-se até mais do que suficiente.
Refrão: Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia (bis).
1. Cada um partilhe conforme o im­pulso do seu coração, / pois Deus ama quem reparte com alegria.
EVANGELHO (Mc 8, 14-21)
PR.: O Senhor esteja convosco!
AS.: Ele está no meio de nós!
PR.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
AS.: Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, os discípulos ti­nham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. Então Jesus os advertiu: "Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes". Os discípulos diziam entre si: "É porque não temos pão".
Mas Jesus percebeu e pergun­tou-lhes: "Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis nem compreendeis? Vós tendes o co­ração endurecido? Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ou­vis? Não vos lembrais de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?".
Eles responderam: "Doze". Jesus perguntou: "E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?".
Eles responderam: "Sete". Jesus disse: "E vós ainda não compreendeis?" — Palavra da Salva­ção. AS.: Glória a vós, Senhor!

PROFISSÃO DE FÉ  

ORAÇÃO DA ASSEMBLÉIA
PR.: Agora é o momento das nossas preces. Cristo é modelo de fidelidade e nos ensina que a par­tilha fraterna é parte do testemunho e exemplo de todos os seus segui­dores.

1 - Por toda a Igreja, o Papa (....) os bispos, sacerdotes, religiosos/as, leigos/as, para que consigam teste­munhar sempre a fraternidade e en­tusiasmem todos os fiéis a fim de que vivam a justa partilha, rezemos.
AS.: Senhor, dai-nos um coração generoso!
2 - Para que todos nós, cristãos, as­sumamos nossa fé e ajudemos nos­sa Igreja a ter maior compromisso com as necessidades humanas, a exemplo de Jesus, rezemos.
3 - Para que assumamos o dízimo como princípio de fidelidade a Deus, à Igreja e aos irmãos excluídos da sociedade, rezemos.
4 - Por aqueles que vivem fechados em seu egoísmo, para que se abram à solidariedade e à partilha, rezemos.

PR.: Deus de bondade, com o dízi­mo manifestamos nossa comunhão convosco. Acolhei as preces que di­rigimos a vós e convertei-as em en­tusiasmo e ardor missionário por nos­sa Igreja e pelo Reino. Isto vos pedi­mos por Cristo, nosso Senhor.
AS.: Amém!

Liturgia Sacramental

PREPARAÇÃO DAS OFERTAS
COM.: Todos os dízimos da terra são propriedade do Senhor, nos diz o Li­vro do Levítico (Lv 27,32). Apresenta­mos agora, na procissão das oferendas, os benefícios que o dízimo pode trazer e traz às comunidades da Igre­ja: formação de lideranças; promo­ção humana; a partilha, o compromisso na manutenção da comunidade; novas técnicas e metodologias modernas na evangelização e catequese; condição para que ministros e lideranças tenham mais tempo de entrar em intimidade com Deus na oração pessoal.
(Símbolos que podem ser usados: texto de formação, carteira de trabalho, cesta com alimentos e frutas, fita de vídeo, vela e Bíblia).

Refrão: Muito obrigado, Senhor,/ pelos bens da criação. /: Vimos com amor ofertar, / os dons partilhar, doar ao irmão.
1.  Senhor, aqui ofertamos / vidas sofri­das que temos, /: fadiga, tempo e traba­lho, / graças de ti recebemos.
2.  Senhor, aqui ofertamos / vinho uni­do ao pão, /: semente de esperança, / fruto de paz neste chão.
3.  Senhor, aqui ofertamos / nosso cla­mor de justiça. /: Queremos ser solidá­rios, / livres de toda a cobiça.


PR.: Orai, irmãos e irmãs...
AS.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória de seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja!

(Sobre as oferendas)
PR.: CELEBRANDO, ó Pai, o memo­rial do imenso amor do vos­so Filho, nós vos imploramos que os frutos de sua obra redentora, pelo ministério da vossa Igreja, sirvam para a salvação de todo o mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
AS.: Amém!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA - Vl-D   (Missal, pág. 860)
PR.: O Senhor esteja convosco!
AS.: Ele está no meio de nós!
PR.: Corações ao alto!
AS.: O nosso coração está em Deus!
PR.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus!
AS.: É nosso dever e nossa salvação!

PR.: Na verdade, é justo e necessá­rio, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Pai misericordioso e Deus fiel. Vós nos destes vosso Filho Jesus Cristo, nos­so Senhor e Redentor. Ele sempre se mostrou cheio de misericórdia pelos pequenos e pobres, pelos doentes e pecadores, colocando-se ao lado dos perseguidos e marginalizados. Com a vida e a palavra anunciou ao mundo que sois Pai e cuidais de todos como filhos e filhas. Por essa razão, com todos os anjos e santos, nós vos louvamos e bendizemos, e proclamamos o hino de vossa glória, cantando (dizendo) a ; uma só voz:
AS.: Santo, Santo, Santo...

PR.: Na verdade, vós sois santo e dig­no de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos dis­cípulos, eie nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.
AS.: O vosso Filho permaneça entre nós!
PR.: Nós vos suplicamos, Pai de bon­dade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho, a fim de que se tor­nem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
AS.: Mandai o vosso Espírito Santo!
PR.: Na véspera de sua paixão, du­rante a última Ceia, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO.
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele, tomando o cálice em suas mãos. deu graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE E O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS,
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

PR.: Eis o mistério da fé!
AS.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

PR.: Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nos­so Salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sa­crifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternida­de, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
AS.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
PR.: Senhor Deus, conduzi a vossa Igreja à perfeição na fé e no amor, em comunhão com o nosso Papa n., o nosso Bispo N., com todos os Bis­pos, presbíteros e diáconos e todo o povo que conquistastes.
AS.: Confirmai o vosso povo na unidade!
PR.: Dai-nos olhos para ver as ne­cessidades e os sofrimentos dos nos­sos irmãos e irmãs; inspirai-nos pa­lavras e ações para confortar os de­sanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos leal­mente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que toda a humanidade se abra à es­perança de um mundo novo.
AS.: Ajudai-nos a criar um mundo novo!
PR.: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conheces­tes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida.
AS.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
PR.: Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegar­mos todos à morada eterna, onde vi­veremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada Vir­gem Maria, com os Apóstolos e Már­tires, (Santo do dia ou Patrono) e to­dos os Santos, vos louvaremos e glo­rificaremos, por Jesus Cristo, vosso Filho.
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na uni­dade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
AS.: Amém!

PAI-NOSSO
PR.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Je­sus nos ensinou.
AS.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja...
PR.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
AS.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
PR.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, se­gundo o vosso desejo, a paz e a uni­dade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo!
AS.: Amém!

PR.: A paz do Senhor esteja sempre convosco!
AS.: O amor de Cristo nos uniu!
PR.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de co­munhão fraterna!
(Todos se cumprimentam segundo o costu­me do lugar)

AS.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ten­de piedade de nós! (bis)
        Cordei­ro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz!
PR.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
AS.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo!

CANTO DE COMUNHÃO
1. Ninguém pode calar a voz,/  ninguém pode forjar a razão./ Nin­guém pode conter de novo/ o grito do povo faminto de pão.
Refrão: Se entre nós já existe a par­tilha,/ entremos na fila do amor comunhão(bis).

2. Ó Senhor, tantos braços fechados/ poderiam se abrir, dar as mãos. / Quantos lábios tão mudos, cerrados,/ não querem falar, defender o irmão.
3. Ó Senhor, tantos trabalhadores/ e outros tantos sem ocupação, esperan­do trabalho e salário,/ o pobre e ope­rário a viver de ilusão:
4. Ó meu Deus, há mulheres sofren­do,/ há crianças na rua sem pão,/ e a Igreja se faz solidária,/ na prece diá­ria, convida à ação.

PR.: OREMOS (pausa): Floresçam, ó Deus, nesta vossa Igreja e per­maneçam até o fim a integridade da fé, a santidade dos costumes, a caridade fraterna e a religião verdadeira. E jamais deixeis de proteger os que alimentais com vossa palavra e com o corpo do vosso Filho. Que vive e reina para sempre.                 
AS.: Amém!

Ritos Finais
NOSSA RESPOSTA À PALAVRA DE DEUS
ORAÇÃO DO DÍZIMO
Deus, Pai de amor,
que tudo nos dás com generosidade:
Obrigado pela vida,
pelos sonhos e realizações
que teu amor nos faz experimentar.
Obrigado porque estás presente em nossos projetos,
quando vislum­bramos
que a vida é um dom a ser partilhado.
Pedimos-te, ó Pai,
que vol­vas o nosso coração
para a fraterna partilha do dízimo,
e abras a nossa consciência
para o compromisso cristão da solidariedade.
Que nosso dízimo
seja suporte para alimentar
uma Igreja que seja hu­mana,
divina e missionária. Amém.

(Avisos comunitários e diocesanos).

CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS

Refrão: É o dízimo, Senhor, / que nos mostra com certeza / grati­dão ao Criador, / compromisso na Igreja (bis).
1.   Nada me falta em meu caminhar/: o Senhor abençoa a quem aprendeu a partilhar.
2.   Vem ser dizimista na comunidade, /: caminho seguro de verdadeira fra­ternidade.

CANTO FINAL

Refrão: Com Maria, mãe do Terceiro Milénio,/ com Maria, espe­rança dos pequenos (bis).
1.   Tu és a glória de Jerusalém, / tu és a alegria do meu povo. / Humilde, co­rajosa e operante,/ Maria inaugura um tempo novo.
2.   Tu és seguro porto aos navegantes, / e vais com a graça e paz enriquecen­do./ Tu és Maria, o lírio entre espinhos, / teu norrie é como óleo escorrendo.
3.   Rainha de estrelas coroada, / Ma­ria aponta o tempo do perdão. / Tu és saúde certa dos doentes, / és forte, tu venceste o dragão.
(Segue a bênção fina)l.









DÍZIMO, EXPERIÊNCIA.DE FÉ

O dízimo é experiência de fé que torna concreto e possível o so­nho de fraternidade.

Da consciência e prática do dizimista dependem em grande parte o dinamismo e a vida da comunidade.

O amor e a generosidade têm de caracterizar a nossa contribuição. Não se contribui para querer rece­ber, mas porque somos gratos a Deus, que nos dá tudo. O amor evi­dencia a nossa necessidade de agradecer.

Nosso coração deve ser a medi­da da entrega. Em Malaquias, Deus nos diz que é necessário pagar in­tegralmente o dízimo, para que em casa não falte alimento.

Ora, é ne­cessário pensar que a casa de Deus, hoje, tem como endereço os irmãos que precisam ser assistidos e promovidos.

O dízimo tem de pro­vocar em nós um compromisso so­cial de té. E Deus ainda diz: ''Fazei a experiência". Se é lei, Palavra de Deus, não temos por que temer.

Em Atos dos Apóstolos 2,42-46 vemos que o modelo de Igreja cria­do pelos primeiros cristãos com a força do Espírito Santo tem como base a partilha da vida e dos bens. Ninguém sofria privação e ninguém tinha demais.

A partilha se apresen­ta como condição para o advento da justiça. Jesus, em Mt 17,24-27 manda pagar o dízimo; isso porque a sua vida foi uma entrega plena e total ao Pai, na construção do Rei­no.

O dízimo é uma resposta de amor e gratidão a Deus. Cada cristão pre­cisa sentir no seu coração o apelo espontâneo e se comprometer com a sua Igreja.

O dízimo é um desafio de fé; por­tanto, é uma oferta espontânea, co­munitária, alegre e generosa, cons­ciente e sistemática.

Não é uma taxa, tributo para alívio da consciência.

Contribuindo com o dízimo, o cris­tão está sendo ajudado e ajudando a sua Igreja a ser mais missionária, está testemunhando e expressan­do sua fé e está atento às necessi­dades de seus irmãos mais pobres que precisam ser ajudados e pro­movidos.

O dízimo que temos é o espelho da comunidade que somos.
Fonte:www.catedralcg.org.br

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