sábado, 8 de janeiro de 2011

Via Sacra - Quinta Estação Quinta Estação Cireneu ajuda Jesus a carregar a cruz Campnha da Fraternidade 2011


QuintaEstação                                                                                                                                                                          Cireneu ajuda Jesus a carregar a cruz


Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos!                                                                                                           
Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo!

Leitor 1: “Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. Ao saírem encontraram um homem chamado Simão, que era de  Cirene, e o obrigaram a carregar cruz de Jesus" (Mt 27,31-32).

Leitor 2: Um desconhecido, que voltava do campo, foi forçado a carregar a cruz de Jesus. Não sabia quem era Jesus e muito menos que era o Filho de Deus. Mas o importante mesmo é que, no momento da necessidade, soube emprestar seus ombros a quem não os tinha. Soube oferecer suas forças a quem já estava sem forças. Soube tomar sobre si a cruz de quem já não a podia carregar. 

Leitor 3: Na criação todos os modos de vida se encontram interligados: o ar, as águas, as florestas e matas, os animais e o ser humano, conjunto que se denomina biodiversidade. Uma mata cortada implica em sofrimento para os animais e coopera para o desequilíbrio do clima. Uma espécie de peixe ou de um animal que se extingue, implica em danos para toda uma cadeia, ou seja, faz pesar sobre outros seres, sobretudo de milhões de seres humanos que já estão com dificuldade para obter água potável e extrair da terra o sustento em virtude de secas. 

Leitor 4: O mesmo pode-se aplicar em relação aos gases que provocam aumento da temperatura lançados na atmosfera em excesso, e resulta em ônus para a vida sobre o planeta. É necessário ajudarmos a carregar esta cruz, com a diminuição destas emissões.

Dirigente: Ó Deus, a cruz de Jesus é o sinal do vosso amor por todas as pessoas. Fortalecei-nos neste amor para que sejamos Cireneus que ajudam a carregar a cruz de Jesus que sofre e quase sucumbe em milhões de seres que formam a biodiversidade do planeta. Nós vos pedimos em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém.
Todos:Ó Maria, Mãe querida, Jesus nos confiou a vós como filhos e filhas. Despertai-nos para que nos dediquemos com amor ao cuidado para com a vida no
planeta.      
                                                                                                                                            
Canto A morrer crucificado / teu Jesus é condenado / por teus crimes, pecador: (bis) A viver sem o cuidado / o planeta é condenado / ajudai-nos, Deus de amor: (bis)  
Palavra de Deus na vida do Povo - CEBs diocese de São José dos Campos -SP

Via Sacra - Quarta estação Via Sacra Quarta estação Jesus se encontra com sua mãe - Campnha da Fraternidade 2011


Quarta estação                                                                                                                                                                      Jesus se encontra com sua mãe 

Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos!                                                                                                      
Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo!

Leitor 1: "- E a ti, uma espada traspassará tua alma! - e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações" (Lc 2,35). "Estavam lá também algumas mulheres que o seguiam desde a Galileia (Mc 15,42) e entre ela encontrava-se Maria, sua mãe" (cf Jo 19,25). 

Leitor 2: Eis diante de nós uma das cenas mais comoventes de toda a história humana. Ainda sem estar totalmente refeito da dura queda, com o rosto coberto de suor, sangue e poeira, com os olhos inchados, Jesus avista, no meio da multidão, a sua mãe. Os olhares se cruzam. Jesus e sua Mãe nada conseguem fazer. Mas os corações se tocam.   Hoje a dor invade os corações de pessoas que com a sensibilidade da Mãe de Jesus diante do sofrimento, se sensibilizam com os rasgos e destruições infringidos ao planeta, já desfigurado e sem vida em muitas de suas partes pela ambição destrutiva do ser humano. Pois, com a sua Mãe, silenciosa e com lágrimas nos olhos, também nós diante da realidade da vida no planeta devemos dizer: "ó vós todos que passais pelo caminho, olhai e vede se há dor semelhante à minha”.
Leitor 3: Nesta Via-Sacra, nos unimos ao sofrimento de Maria e de todas as pessoas que sucumbem na luta pela preservação das condições de vida no planeta. E com Jesus fazemos o caminho para o calvário, buscando forças para carregar a cruz e vencer todo o sofrimento que infringe a criação até o dia da plena libertação. 

Dirigente: Ó Deus, a cruz de Jesus é o sinal do vosso amor por todas as pessoas. Que a dor dos corações partidos pela situação da vida no planeta, se reverta em ações em prol da justiça que liberta e salva as condições de vida na Terra, especialmente para os que mais sofrem neste contexto de crise ambiental. Ensinai-nos a solidariedade de Maria. Nós vos pedimos em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém.
Todos: Ó Maria, Mãe querida, Jesus nos confiou a vós como filhos e filhas. Despertai-nos para que nos dediquemos com amor ao cuidado para com a vida no planeta. 

Canto A morrer crucificado / teu Jesus é condenado / por teus crimes, pecador: (bis) A viver sem o cuidado / o planeta é condenado / ajudai-nos, Deus de amor: (bis) 

Palavra de Deus na Vida do povo - CEBs diocese de São josé dos Campos - SP

Terceira Estação - Jesus cai pela primeira vez - Campanha da Fraternidade 2011


Terceira Estação 
Jesus cai pela primeira vez 

Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos! 
Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo! 

Leitor 1: "Carregando a cruz, Jesus saiu para o lugar chamado Calvário" (Jo 19,17). Caído de joelhos, ele rezava(Lc 22,41). "Como ovelhas, estávamos todos perdidos, cada qual ia em frente por seu caminho. Foi então que o Senhor fez cair sobre ele o peso dos pecados de todos nós" (Is 53,6). 

Leitor 2: Enfraquecido por causa da perda de sangue nos maus tratos, com sede e com fome e com o peso da cruz, Jesus caiu por terra. Acolhe, em silêncio, com humildade e serenidade a queda. Confia em Deus, o que reanima sua fraqueza, renova a coragem e alimenta a esperança de vencer. Nosso planeta também se encontra enfraquecido pelas feridas que nosso sistema produtivo lhe abriu, explorando-o violentamente. Hoje já consumimos para além daquilo que a Terra pode nos oferecer de modo sustentável. E, apesar do planeta emitir sinais de desequilíbrio, continua a ser explorado impiedosamente. 

Leitor 3: Jesus caiu por terra em solidariedade para com a vida que é frágil e é submetida à violência de inúmeras ações pecaminosas neste planeta. Mas, ergueu-se da queda para retomar o caminho. Jesus quer estar presente em nossas lutas com esta força e com sua entrega nos une profundamente à sua páscoa. 

Dirigente: Ó Deus, que não nos falte a força de Jesus, para nos reerguer da queda em nossas lutas em prol da vida no planeta e do auxílio às pessoas que sofrem. E ajudai-nos para que sejamos humildes em nossas quedas e confiantes no vosso poder para prosseguir na caminhada. Nós vos pedimos em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém.
Todos: Ó Maria, Mãe querida, Jesus nos confiou a Vós como filhos e filhas. Despertai-nos para que nos dediquemos com amor ao cuidado para com a vida no planeta. 

Canto A morrer crucificado / teu Jesus é condenado / por teus crimes, pecador: (bis) A viver sem o cuidado / o planeta é condenado / ajudai-nos, Deus de amor: (bis)  

Palavra de Deus na vida do povo - CEBs/  diocese de SJCampos - SP

Via Sacra - Segunda Estação JESUS CARREGA A CRUZ Campanha da Fraternidade 2011

Segunda Estação
JESUS CARREGA A CRUZ

Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos!
Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo!


Leitor 1: "Pilatos, então, lhes entregou Jesus para ser crucificado. Eles tomaram conta de Jesus. Carregando a sua cruz, ele saiu para o lugar chamado Calvário (em hebraico: Gólgota). Lá, eles o crucificaram com outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio" (Jo 19,16-18). 

Leitor 2: Crucificaram Jesus no lugar chamado Calvário. Em nossos dias temos sinais inequívocos de que o planeta também tem o seu calvário. Na atmosfera aumentou a presença de gases que provocam o aumento da temperatura. As águas são contaminadas pela presença de lixo e substâncias tóxicas. Matas e florestas são devastadas e queimadas, terras de cultivo são esgotadas, Espécies já foram extintas, outras estão ameaça das de extinção. E por fim, as condições que o planeta oferece à vida, encontram-se em perigo. 
Leitor 3: Colocaram a cruz sobre os seus ombros. Ele não apenas aceitou a imposição da cruz, mas abraçou-a livremente por amor. No peso da sua cruz assumiu e carregou todos os sofrimentos, lágrimas e tristezas da humanidade neste contexto de aquecimento global e mudanças climáticas. 

Dirigente: Ó Deus, a cruz de Jesus é o sinal de vossa compaixão para com toda a criação que geme em dores de parto (Rm 8,22). Renovai-nos para que tenhamos atitudes em nosso cotidiano que cooperem para sanar as dores por que passa o nosso planeta e fazem pesar a cruz de tantos irmãos e irmãs. Nós vos pedimos em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém. 

Todos: Ó Maria, Mãe querida, Jesus nos confiou a vós como filhos e filhas. Despertai-nos para que nos dediquemos com amor ao cuidado para com a vida no planeta. 

Canto A morrer crucificado / teu Jesus é condenado / por teus crimes, pecador: (bis) A viver sem o cuidado / o planeta é condenado / ajudai-nos, Deus de amor: (bis) 

 Palavra de Deus na vida do povo - CEBs/  diocese de SJCampos - SP

Via Sacra - Primeira Estação Jesus é condenado à morte _ Campanha da Fraternidade 2011

Primeira Estação
JESUS É CONDENADO À MORTE
silêncio e oração pessoal.

Deus santo, Deus forte, Deus imortal, tende piedade de nós!

O cantor entoa:
Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! 

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Glória à Trindade santa, glória ao Deus bendito. 

Para a oração, venham com fervor, O Cristo se fez servo, por nós se entregou.
Para mim, viver é Cristo Jesus, Morrer, pra mim, é lucro, minha glória, a cruz!



Dirigente: Nesta Via-Sacra vamos seguir Jesus, enviado pelo Pai para resgatar a criação que geme em dores de parto. Ele veio a esse planeta para trazer vida e iluminar os nossos caminhos e sofrimentos. Que sua graça e ternura estejam com todos vocês!
Todos: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo! 

A cruz é trazida solenemente, ladeada por duas velas acesas. A comunidade canta:
Bendita e louvada seja no céu a divina luz .... 

O dirigente diz, calmamente:
"Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me", disse o Senhor. Fiéis a essa palavra, sigamos, agora, os seus passos no caminho da cruz.
Inicia-se a caminhada pelas estações da via-sacra.

Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos!
Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo! 

Leitor 1: "Pilatos perguntou: 'Que farei com Jesus, que é chamado o Cristo? Todos gritaram: 'Seja crucificado!' Pilatos falou: 'Mas que mal ele fez?' Eles, porém, gritaram com mais força: 'Seja crucificado!' Pilatos viu que nada conseguia, e que poderia haver uma revolta. Então, mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: 'Eu não sou responsável pelo sangue deste homem! A responsabilidade é vossa' . O povo todo respondeu: 'Que o sangue dele recaia sobre nós e sobre nossos filhos.' Então Pilatos soltou Barrabás, mandou açoitar Jesus, e entregou-o para ser crucificado" (Mt 27,22-26). 

Leitor 2: Jesus é condenado à morte. Por meio de sua entrega na cruz, Ele nos concede a vida. O pecado que condenou e matou Jesus continua a ferir e matar a obra da criação, dom do Pai. A vida instalada neste planeta sofre pelos maus tratos que nossa civilização impôs ao planeta. Hoje notamos a temperatura aumentar e mudanças climáticas em curso. E, as ocorrências decorrentes das mudanças climáticas, como as fortes chuvas e a desertificação, prolongam o sofrimento de Jesus, especialmente nos mais pobres e indefesos. 

Dirigente : Ó Deus, a cruz de Jesus é o sinal do vosso amor pela vida em todas as suas expressões. Fortalecei-nos neste amor, e zelaremos pela obra da criação, hoje necessitada de cuidado, para que continue a oferecer as condições necessárias para a vida na Terra. Nós vos pedimos em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém.

Todos: Ó Maria, Mãe querida, Jesus nos confiou a vós como filhos e filhas. Despertai-nos , para que nos dediquemos com amor ao cuidado para com a vida no planeta.
Canto A morrer crucificado / teu Jesus é condenado / por teus crimes, pecador: (bis) A viver sem o cuidado / o planeta é condenado / ajudai-nos, Deus de amor: (bis)

 Palavra de Deus na vida do povo - CEBs/  diocese de SJCampos - SP

Via Sacra Campanha da Fraternidade 2011



Abertura
O ambiente e tudo que é necessário para a celebração sejam organizados com antecedência. Os ministros devem ser preparados para exercer bem as suas funções: uma pessoa para levar a cruz, duas para levarem as velas, cantores, dirigente, três leitores. 

A comunidade se reúne e faz momentos de silêncio e oração pessoal. Pode-se cantar um refrão meditativo. 

Deus santo, Deus forte, Deus imortal, tende piedade de nós!
Ou  
Confia minha alma no Senhor, Nele está minha esperança! 

O cantor entoa:
Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Glória à Trindade santa, glória ao Deus bendito.
Para a oração, venham com fervor, O Cristo se fez servo, por nós se entregou.
Para mim, viver é Cristo Jesus, Morrer, pra mim, é lucro, minha glória, a cruz!

Após o sinal da cruz, o dirigente acolhe a comunidade com estas ou outras palavras:

Dirigente: Nesta Via-Sacra vamos seguir Jesus, enviado pelo Pai para resgatar a criação que geme em dores de parto. Ele veio a esse planeta para trazer vida e iluminar os nossos caminhos e sofrimentos. Que sua graça e ternura estejam com todos vocês!
Todos: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
A cruz é trazida solenemente, ladeada por duas velas acesas. A comunidade canta:
Bendita e louvada seja no céu a divina luz .... 

O dirigente diz, calmamente:
"Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me", disse o Senhor. Fiéis a essa palavra, sigamos, agora, os seus passos no caminho da cruz.
Inicia-se a caminhada pelas estações da via-sacra. 

SUGESTÕES PARA MISSAS EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS DIZIMISTAS


SUGESTÕES PARA MISSAS EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS DIZIMISTAS


COMENTÁRIO INICIAL1) Esta celebração é um encontro de gratidão entre nossa humanidade faminta e sedenta e o nosso Deus , fonte e alimento divino que plenamente nos sacia e suscita em nossos corações o desejo de viver no amor e na generosidade.
Que a nossa participação nestes sagrados mistérios nos faça acolher e compreender a misericórdia divina e retribuir com nossa medida, à infinita bondade de nosso Deus.
Em pé, com muito entusiasmo, cantemos o canto de entrada e acolhamos ao nosso celebrante.

2) Participar da Eucaristia é experimentar, em cada missa, a atualização do mesmo e único sacrifício redentor de Jesus Cristo, nosso Senhor! Que o nosso coração se inflame, pois, de amor e gratidão pela infinita bondade de nosso Deus, levando-nos a uma participação plena de reverência e fé nos mistérios que estamos celebrando.

3) O nosso Deus se faz alimento de salvação e se revela a nós nesta liturgia. É tão grandiosa esta experiência do amor de Deus que ainda não podemos compreender plenamente o mistério que iremos celebrar. Que o próprio Deus nos ajude a acolher tão grande dom e nos prepare para a comunhão nesta eucaristia e no dia-a-dia de nossa vida.

4) Nossa Igreja se alegra com seus dizimistas e benfeitores e nesta celebração agradece a Deus pelo dom de suas vidas e pela generosidade com que partilham de seus bens em benefício da comunidade. Que nossa participação nesta Eucaristia nos ajude a viver plenamente no amor, nos inspire a praticar a generosidade e a assumir o compromisso cristão de evangelizar com renovado ardor missionário.

5) Vamos nos alegrar nesta santa Missa pelo dom da vida de cada um de nós e também pelo dom da vida de todos os nossos dizimistas e benfeitores. Que o alimento da Palavra e da Eucaristia nos sacie de toda nossa fome de justiça e de amor e nos inspire à prática da misericórdia.


6) Dízimo é a devolução, que fazemos ao Nosso Senhor de tudo que ele nos dá, com carinho e muito amor. Devolver o dízimo a Deus, é o dever do bom cristão, um gesto bem generoso, prova de nossa gratidão.

7) É dever de todos agradecer a Deus. Nossa gratidão deve ser concreta, não apenas por palavra. Agradecemos concretamente a Deus quando nos abrimos à conversão, buscando viver integralmente o Evangelho e quando nos conprometemos com as coisas de Deus ajudando a expansão do Evangelho e da Igreja.

8) Se é certo que recebemos tudo de Deus, é justo que lhe ofereçamos algo para a realização de seu reino, anúncio do Evangelho e sustento da Igreja.

9) Aquele que semeia pouco, pouco ceifará, aquele que semeia em profusão, em profusão ceifará. Dê cada um conforme o impulso de seu coração, sem tristeza nem constrangimento, Deus ama o que dá com alegria.

10) É justo que sejamos gratos a Deus, o dízimo é um sinal dessa gratidão. O primeiro sentimento necessário para oferecer o dízimo é, portanto, a nossa gratidão a Deus.

11) O dízimo nos educa para a gratidão e para a generosidade. Ele nos leva a abrir os horizontes da nossa mente, a abrir o nosso coração e as nossas mãos.

12) Irmãos e Irmãs, estamos reunidos para celebrar a "graça de dar". Vamos participar deste encontro com Deus, com o coração aberto para percebermos o Mistério da Salvação, por meio da Liturgia da Palavra e da Liturgia Eucarística.
Vamos celebrar esta missa pelos nossos irmãos benfeitores, aqueles que de uma forma ou de outra colaboram com a comunidade, especialmente aos dizimistas, que procuram fazer a Igreja de Cristo crescer em fé, em amor e em co-responsabilidade e prosperidade.


13) Irmãos e irmãs, participando desta Eucaristia, vamos poder perceber que nossas celebrações são momentos de esperança e vitória, pois é isto que Jesus demonstrou com sua vida. E por isso somos gratos a Deus. Portanto, estamos aqui para agradecer e louvar, especialmente pelos benfeitores e dizimistas de nossa Paróquia. Vamos, pois, nesta Eucaristia, pedir ao Espírito Santo que nos ilumine para bem rezar esta Santa Missa.

14) Irmãos e irmãs, estamos aqui participando desta Santa Eucaristia. Vamos refletir, rezar e celebrar o dom da vida, especialmente dos ofertantes, benfeitores e dizimistas de nossa Paróquia, que estão em sintonia com os irmãos e com o Pai. Vamos louvar e agradecer a Deus, com muita alegria.


PROCISSÃO DAS OFERTAS
1) É chegado o momento de prepararmos a mesa para o banquete eucarístico. A humanidade participa da atualização do sacrifício redentor de Cristo trazendo os dons do pão e do vinho que, pela força do Espírito Santo, tornar-se-ão o Corpo e o Sangue de Jesus que nos servirá de alimento nesta nossa caminhada de fé. Participamos também da vida e do dinamismo da Igreja, trazendo em seguida as nossas ofertas generosas, fruto do nosso trabalho, que servirão para o sustento material de nossa Igreja em vista de uma evangelização maior, melhor e com renovado ardor missionário.

2) Neste momento somos todos convidados a caminhar até o altar do sacrifício do cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A comunidade leva como primícias, as espécies que serão consagradas e em seguida apresenta a sua generosa contribuição para que a Igreja tenha sempre a vitalidade necessária para uma evangelização que atinja cada vez mais o coração dos filhos de Deus, particularmente aqueles que se encontram distantes, sofridos e chagados pelo abandono, a solidão e a falta de fé.

3) O Ofertório é um momento precioso de preparação do memorial que atualiza o sacrifício pascal de Cristo. Na Eucaristia Deus nos oferece seu Filho em sacrifício reparatório por nossos pecados e nós próprios oferecemos o sacrifíco de Jesus ao Pai e a esta oferta nos associamos levando até o altar, primeiramente as espécies que serão consagradas e, em seguida os bens materiais que dinamizam a Igreja em sua tarefa de Evangelizar que é partilhada por todos nós que somos os seus membros.

4) Jesus, ao instituir a Eucaristia, quis que ela dependesse também da nossa participação. O momento do Ofertório é um precioso momento onde a humanidade oferece as espécies que serão consagradas na atualização do Sacrifício Redentor de Cristo e nos convida ainda a nos associarmos à missão evangelizadora da Igreja, através da nossa contribuição material, como gesto generoso de gratidão a Deus por todos os imensos benefícios que dÊle recebemos.

5) Ofertar é refletir o ato divino da doação de tudo o que de bom temos em nós e conosco. De fato, que maior doação que aquela que nos faz o Pai na oferta do próprio Filho em sacrifício pelos nossos pecados? Nossa resposta é abrir o nosso coração em generosidade e derramar diante de Deus a nós mesmos, nossas lutas, nossas dores, nossas alegrias e também o fruto do nosso trabalho, a nossa doação material em favor da Igreja, fornecendo-lhe o suporte em sua missão de evangelizar que, na verdade, é também missão de todos e de cada um de nós batizados.

6) Esta é a hora de ofertarmos. Quantos dentre nós aqui hoje, saímos de nossas casas desanimados, com o coração apertado, questionando a Deus o porquê de tudo. Sejamos ofertantes nesta hora, ofertemos toda nossa vida, nossos sentimentos, nosso emprego, nossa família para que na hora da consagração junto à presença de Cristo tudo se transforme, sejamos imolados com ele e assim sejamos fortalecidos na fé.

7) Deus nos deu seu próprio filho, como exemplo de amor profundo. Foi ele o maior doador pois doou sua vida ao mundo. Se quisermos seguir o exemplo de nosso Senhor Jesus, devemos partilhar com os irmãos do mesmo amor que Ele partilhou conosco no calvário e na cruz.

8) Jeus repartiu o vinho, o pão e os peixes, repartiu a verdade, sua doutrina, repartiu seu amor, seu Pai, sua Mãe. Deu seus exemplos distribuiu seus milagres, espalhou seus discípulos, para levarem a Boa Nova, a grande partilha.

9) Jesus na Eucaristia reparte-se com todos, ensina a partilhar tudo, Corpo e Sangue, a qualquer hora, e em todo lugar.
Do amor, só nasce amor sem se esgotar, da partilha, sobra sempre mais para partilhar sem nunca faltar.

10) A Eucaristia é oferta, sacríficio e comunhão. É Jesus Cristo, Pão partido, que se oferece ao Pai, em nome de toda a Igreja. É alimento no qual o próprio Senhor Jesus se dá, nos sinais do pão e do vinho, aos que crêem e o amam.

11) Eucaristia é ação de graças por excelência. O dízimo é a expressão de nossa gratidão para com Deus que se manifesta através da oferta de uma parcela de nossos bens.

12) Recebei, ó Senhor, estas oferendas que escolhemos entre os dons que nos destes, e o alimento que hoje concedeis à nossa devoção torne-se prêmio da redenção eterna.

13) Dízimo é sacrifício, pois exige a renúncia de algo que conquistamos com nosso trabalho. O dízimo é comunhão, uma vez que nos aproximamos de Deus e dos irmãos e fazemos com que não falte o pão na mesa dos menos favorecidos.

14) Recebei, Senhor, minha oferta./ Não é uma esmola, porque não sois mendigo./ Não é uma contribuição, porque não precisais dela./ Não é o resto que me sobra que vos ofereço./ Esta importância representa, Senhor/ Meu reconhecimento/ Porque se tenho/ É porque vós me deste. Amém.

15) As oferendas, as ofertas são transformadas por Jesus no altar, e oferecidas ao Pai como dádivas sagradas. Vamos todos em fila, agradecer a Deus, ofertando o que tivermos: nossas alegrias, a nossa gratidão e, se nada tivermos a oferecer, vamos oferecer nossas dores, as nossas fadigas, o coração machucado, - pois tudo isto será consagrado ao Senhor.

16) Precisamos viver a dimensão litúrgica, fazer de nossas ofertas neste momento do ofertório, uma doação a Deus, um agradecimento de coração. Não importa que seja uma moedinha, mas que seja o melhor de nós.

17) Neste momento, vamos dar graças a Deus, porque está no meio de nós, sob a forma do pão e vinho, e porque também temos algo a oferecer a Deus, a nossa vida, os nossos dons, os nossos bens.

ORAÇÃO DA ASSEMBLÉIA
1) Por toda Igreja, para que acolha sempre calorosamente os seus filhos e lhes ofereça um ambiente aconchegante onde possam, como irmãos, manifestar uns aos outros o amor, a solidariedade e a partilha, rezemos ao Senhor!
2) Para que nossos pastores sejam sempre abençoados em sua missão apostólica e que obtenham sempre o generoso apoio das comunidades as quais servem, rezemos ao Senhor!
3) Por todos nós aqui reunidos, para que, assumindo plenamente o nosso batismo, nos unamos em orações e ações, no sentido de juntos cooperarmos na edificação da Igreja, rezemos ao Senhor!
4) Por todos os falecidos que lembramos em nossas orações, para que sejam acolhidos juntos de Deus em sua glória, rezemos ao Senhor!


1) Por toda a Igreja, nosso Papa, nosso bispo, nosso pároco e por todos aqueles que foram escolhidos para pastorear o povo de Deus, para que com seu testemunho e serviço sejam um sinal do amor de Deus por toda a humanidade, rezemos ao Senhor!
2) Por todos os nossos dizimistas e benfeitores, para que sempre possam, através de sua fiel contribuição do dízimo e da oferta generosa, manifestar a Deus a sua gratidão por todos os benefícios recebidos, rezemos ao Senhor!
3) Por todos nós que participamos desta celebração, para que através dela sejamos abençoados por Deus e realizemos a plena comunhão que ela nos propõe, rezemos ao Senhor!
4) Por todas as intenções trazidas no coração de cada um, para que sejam acolhidas e atendidas pela infinita misericórdia de nosso Deus, rezemos ao Senhor!


1) Pela Igreja e pelos pastores que a conduzem, para que sejam sempre agraciados com todos os dons necessários para o árduo desempenho de sua missão apostólica, rezemos ao Senhor!
2) Pelas nossas famílias dizimistas, para que obtenham sempre de Deus a certeza de que a sua opção pelo dízimo como forma de retribuição, é uma fonte de força evangelizadora para toda Igreja, rezemos ao Senhor!
3) Por todos nós reunidos nesta assembléia de louvor, para que tocados pela presença do Espírito Santo, nos deixemos modelar pelo amor de Deus que transforma nossos corações, rezemos ao Senhor!
4) Por todos os falecidos lembrados nestas preces, para que tenham o eterno descanso e participem da glória eterna junto de Deus e seus eleitos, rezemos ao Senhor!


1) Por nosso papa........... nosso bispo............ e nosso pároco............., para que sempre iluminados pelo Espírito Santo, conduzam as ovelhas que lhes estão confiadas com o zelo e cuidados do Bom Pastor, rezemos ao Senhor!
2) Pelos nossos benfeitores e dizimistas, para que sempre expressem a generosidade que o próprio Deus lhes inspira no coração através da prática fiel do dizimo e das ofertas, rezemos ao Senhor!
3) Por nossas necessidades pessoais e familiares, para que sejam acolhidas e atendidas pela infinita misericórdia de nosso Deus, rezemos ao Senhor!
4) Pelos fiéis defuntos, cuja memória trazemos e apresentamos em forma de preces nesta celebração, para que sejam acolhidos no paraíso junto de Deus e de seus anjos e santos, rezemos ao Senhor!


1) Pelo papa, pelos bispos e pelos padres que conduzem e animam as nossas comunidades, para que sempre fortalecidos com os dons do Espírito Santo, saibam governar, ensinar e santificar o povo que lhes é confiado, rezemos ao Senhor!
2) Pelos dizimistas e benfeitores de nossa comunidade, que generosamente procuram sustentá-la em sua missão de evangelizar, para que sejam sempre poderosamente abençoados por Deus em suas vidas e em suas famílias, rezemos ao Senhor!
3) Pelas intenções encontradas no coração de cada um de nós aqui presentes, para que sejam levadas em forma de prece até o coração de nosso Deus e atendidas segundo a sua infinita misericórdia, rezemos ao Senhor!
4) Pelas almas dos fiéis defuntos lembrados nesta celebração, para que obtenham de Deus a graça de ingressar no Paraíso e fruir do eterno gozo reservado aos eleitos, rezemos ao Senhor!


1) Para que o vosso amor fortifique nossa voz para que possamos através da doação de nossos serviços e do dízimo que ofertamos humildemente, sermos vossos profetas hoje, rezemos ao Senhor!
2) Para que nós dizimistas tocados pela luz do Espírito, tenhamos a mente aberta para compreender as necessidades da nossa comunidade, rezemos ao Senhor!
3) Para que nós dizimistas, sejamos abençoados em nossa missão e não desanimamos diante aos sofrimentos e dificuldades, rezemos ao Senhor!
4) Por todos dizimistas falecidos, para que recebam na eternidade a recompensa de seus sacrifícios na terra, rezemos ao Senhor!
5) Que o dízimo seja assumido pelos fiéis como compromisso de vida, como expressão de Fé e o desejo de aprofundar-se na experiência de Deus, rezemos ao Senhor!
6) Por nossas necessidades pessoais, que o dízimo nos eduque para a prosperidade, para a benção e para pedirmos a Deus o suficiente para vivermos dignamente como seus filhos, rezemos ao Senhor!
7) Por todas as famílias dizimistas, que sejam sempre unidade e partilhem tudo entre si, rezemos ao Senhor!
8) Por toda a Igreja de Deus, que o Senhor nosso Deus lhe dê a paz e a unidade, que ele proteja por toda a terra e nos conceda uma vida calma e tranquila, para sua própria glória, rezemos ao Senhor!
9) Por todos nossos irmãos e irmãs que crêem no Cristo, para que o Senhor nosso Deus se digne reunir e conservar na unidade da sua igreja todos os que vivem segundo a verdade, rezemos ao Senhor!
10) Por nossa Igreja, para que seja sempre o exemplo vivo de doação, de amor ao próximo, rezemos ao Senhor.
11) Por todos os homens, para que compreendam que a vinda de Jesus é para que todos tenham vida e que também somos responsáveis para que todos tenham vida, rezemos ao Senhor.
12) Pelos nossos benfeitores, dizimistas e ofertantes que generosamente contribuem todos os meses, para que nunca se deixem vencer pelo espírito de competição, privilégios, ou cobranças, mas que sintam no gesto de contribuir, a expressão mais forte de Cristo, que por amor serve, reparte e se doa - rezemos ao Senhor.


MENSAGEM APÓS A AÇÃO DE GRAÇAS
1) Esta celebração, com certeza, não foi apenas um rito ou um encontro amigável e caloroso de muitas pessoas. Foi isto e muito mais do que isto, foi principalmente um encontro renovado com Deus em sua linguagem de amor e doação. Foi também uma oportunidade de refletir sobre a generosidade e a partilha expressa pela comunidade através do dízimo e das ofertas. Doamos muito de nós e ganhamos muito de Deus que nunca se deixa vencer em generosidade. Nos dirigiremos aos nossos lares levando Deus no coração, levando também um pouco de cada irmão e deixando um pouco de nós mesmos partilhado na suprema festa do amor, a Eucaristia!


2) Embora possamos e devamos nos reunir todos os domingos para celebrar a Eucaristia, não podemos deixar que isto seja um ato de rotina. Sempre convém lembrar que Deus mesmo se manifesta e se faz pão para nosso alimento de fé, esperança e amor. Ele é a força que nos sustenta em nossa jornada rumo ao reino definitivo, do qual todos nós já fazemos e queremos tomar parte. Que a nossa semana possa ser plena do amor de Deus que foi derramado em nossos corações e que nós possamos ser sinais da presença de Deus no mundo, onde e como quer que estejamos.


3) Cheios de gratidão a Deus pela participação nesta Eucaristia e também pela fidelidade de nossos dizimistas e benfeitores que respondem concretamente a Deus e à sua Igreja com fiel generosidade, em vista de uma evangelização que é mandato e missão de cada batizado, façamos nesta semana o propósito de viver fielmente a mensagem do Evangelho que nos foi dirigida nesta santa Missa e busquemos a santidade com a qual o próprio Deus deseja nos agraciar.


4) A missa se aproxima do seu final mas a missão continua. Dar graças a Deus é também dispor-se a abraçar o apostolado no mundo e nas situações do nosso quotidiano, transformando-nos em sinais indicadores do caminho que leva a Deus. Somos convidados a ter a ousadia de imaginar que o nosso testemunho é o mais importante ato evangelizador que podemos realizar e mesmo no escondido de nossas vidas é sempre possível, pelo exemplo, aproximar de Deus aqueles que estão desesperançados e aflitos pelos sofrimentos, a tristeza e a solidão.


5) Viver e celebrar juntos é um imenso dom que Deus nos concede. Unidos na mesma fé e no mesmo compromisso de batizados, vamos sair desta celebração renovados em nosso desejo de manifestar Deus ao mundo através de nossos atos simples no dia-a-dia. A santidade é uma caminhada possível e necessita de um primeiro passo. Deus já nos alimentou nesta santa Ceia e nos convida e encetar esta jornada, buscando fazer bem e com justiça as pequenas coisas do nosso quotidiano. Sua força nos acompanha, seu amor nos corrige e suas graças nos transformam!


6) Aproveitamos, ó Senhor, a participação nos vossos mistérios. Fazei que eles nos ajudem a amar desde agora o que é do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam.

7) O dízimo não é garantia de salvação. Podemos vê-lo como um auxílio. E o será de fato se for fruto da livre doação do dizimista, um gesto consciente para auxiliar no crescimento da comunidade. "Com o dízimo não se compra um pedaço do céu". Infelizmente, existem pessoas achando que sendo dizimistas têm direito de maior voz ou atenção na comunidade. Se o dizimista é um membro do corpo da comunidade como os demais, ele também tem os mesmos direitos e obrigações. Não deve haver diferença entre os cristãos, nem entre os dizimistas e os não-dizimistas, muito menos entre aqueles que podem contribuir mais e os que doam generosamente o pouco que lhes é possível. Todos somos responsáveis pelas nossas comunidades.

8) Senhor Jesus, ensina-nos a amar e acolher como tu amaste e acolheste as pessoas. O teu perdão revela-nos o amor de teu e nosso Pai. Desperta as nossas comunidades para que acolham a tua prática: sempre mais abertas e acolherem também as mulheres nos vários ministérios e serviços. Que não haja discriminação e marginalização, mais integração e solidariedade. Amém.

9) Senhor Jesus, tu nos ensinaste tantas coisas belas no evangelho que refletimos hoje tu indentificaste tua palavra com o amor: amando, guardaremos tuas palavras e estas nos levam ao amor; prometeste-nos a paz, e pediste que a vivêssemos entre nós; pediste-nos a legria pelo dom da tua vida; não escondeste tua próxima partida... Pedimos-te, Senhor Jesus, que nos faça compreender e viver tudo isto. Em nome do teu e nosso Pai. Amém.

10) O amor aos irmãos é um gesto nobre que nasce da vontade do coração de cada homem, porque Deus, nossa força habita no coração de cada um de nós, basta a nós encontrá-lo. A compaixão é um sentimento de nobreza humana e ao mesmo tempo divina. A compaixão é uma força que nos capacita não somente a sofrer a mesma paixão que o irmão que o irmão, mas a lutar concretamente pelo bem do próximo com a totalidade de nosso ser.

11) Senhor, acompanhai nossa vida, nossas lutas de cada dia, nossa alegria e nossa tristeza. Cada um de nós seja mais otimista, mais caridoso, mais atencioso e alegre. Cada um de nós seja um semeador de paz e bondade, um coração cheio de esperança. Assim estaremos cumprindo o mandameno do amor ao próximo e estaremos amando a vós, acima de todas as coisas. Senhor, muito obrigado. Amém.

12) Senhor Deus, vós distribuís todos os dons gratuitamente. Derramastes e continuais derramando vossas bênçãos sobre cada um de nós sem exigir nada em troca.
Concedei-nos a graça de fazermos o mesmo. Que cada cristão colabore com sua comunidade. Cada um dê o que manda seu coração e o que exige sua consciência.
Isto consitui sinal de que somos cristãos, vivemos em comunidade, a nossa família, e nos preocupamos uns com os outros. O dízimo é um gesto de ação de graças, um ato de gratidão a Deus por suas infinitas graças. Ele é gesto de amor, de partilha, de doação.
Não é esmola para tranquilizar a consciência.
É uma doação espontânea, livre e generosa que caracteriza o desapego do cristão. Que eu não me feche no pouco ou muito que tenho, mas esteja aberto às necessidades da comunidade.
Ela necessita do meu tempo e do meu trabalho, do meu saber e dos meus bens.
Só assim me sentirei membro ativo e responsável. Derramai sobre nós as bênçãos necessárias para abrirmos nosso coração à doação.
Só quem é generoso e não tem medo de dividir está, de fato, aberto para acolher os benefícios de Deus.

13) Eu Deuteronômio 14, 27-29 encontramos: "Não descuides dos levitas do templo, para que o teu Deus te abençõe em todas as tuas obras".Aqui está a grande finalidade do dízimo: sustentar a Igreja, torná-la cada dia mais missionária e, conforme Paulo nos exorta, acolhendo as viúvas pobres, órfãos e os irmãos necessitados.

14) Ser dizimista é converter-se; e a conversão implica em deixar de lado nosso egoismo, o nosso "eu", renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as necessidades de nossa Igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e espirituais. E somente pela conversão atingiremos as dimensões do dízimo - Religiosa, Social e Missionária.
Fonte:Blog luiztarciso.

CELEBRAÇÃO: DÍZIMO E PARTILHA RESPONSABILIDADE DOS CRISTÃOS


CELEBRAÇÃO: DÍZIMO E PARTILHA

RESPONSABILIDADE DOS CRISTÃOS

COM.: Reunidos e unidos na mesa da Palavra e da Eucaristia, Deus nos cha­ma a viver integralmente a partilha do Evangelho, que se expressa também pelo dízimo ofertado. O dízimo é, a um só tempo, sinal de nossa grati­dão a Deus, do nosso ser Igreja e da nossa participação comunitária. É do compromisso com o dízimo que a Igreja poderá viver e sustentar com dignidade sua missão pastoral, so­cial e evangelizadora.
Dízimo é força comunitária, é compromisso com a vida, é testemunho de fé que se traduz na partilha consciente e livre de pequena par­cela dos bens necessários ao nosso sustento.
É por isso que vamos agora dar inicio a esta celebração, cantando.
(Procissão de entrada com a equipe paroquial do dizimo e com os cartazes que logo mais ajudarão a louvar a Deus).
Frases para cartazes: Dízimo: Experiência de fé; Dízimo: uma ação transformadora; Dízimo: Consciência de Igreja).

Ritos Iniciais

CANTO DE ENTRADA
CD: DÍZIMO É PARTILHA
1. Tem que ser agora,  / já chegou a hora da condivisão. / Deus é Pai da gente,/ fez-nos diferentes, mas nos quer irmãos.
Refrão: Eu sou dizimista, eu sou. / Vou ser dizimista, vou./ Vamos parti­lhar o que Deus nos dá, / todo nosso amor (bis).
2.  Oh! Que maravilha,   festa da partilha, sem obrigação. Deus e Pai bondoso, / é tão generoso, multiplica o pão.
3. Os irmãos carentes,/ pobres e doentes, se alegrarão, / quando a nossa oferta / for de mão aberta, for de coração.

ACOLHIDA
PR.: Irmãos e irmãs, é o Senhor da vida. da misericórdia, do amor e da fraterna partilha que hoje nos reúne. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!
AS.: Amém!

PR.: O Deus da esperança, que nos cumula sempre de alegria, paz e amor, esteja sempre com todos vocês!
AS.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

ATO PENITENCIAL   (Cantado)
PR.: A vida, a alma de uma comunidade de fé está na dis­posição e na participação gratuita de cada um. Peçamos perdão ao Senhor porque, muitas vezes, medimos e pe­samos tudo, quando a necessidade é a partilha (pausa). Porque temos a certeza de que nosso Deus sempre está disposto a nos perdoar, cante­mos o perdão.

1. Senhor, vós sois o caminho, / guiai-nos ao Pai com carinho. I De nós ten­de piedade, / Senhor, tende piedade!
2.  Ó Cristo, sois a verdade. / Enchei-nos de caridade.  / De nós tende pie­dade,  ó Cristo, tende piedade!
3. Senhor, vós sois nossa vida,/ bus­cais a ovelha percida. / De nós tende piedade, / Senhor, tende piedade!

PR.: Deus, Pai cheio de amor e de bondade, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna.
AS.: Amém!

HINO DE LOUVOR      (Cantado)
PR: Agora é o momento do louvor. Louvemos a Deus por semear a solidariedade entre nós, tornando-nos comprometidos com o  amor partilhado na vida da nossa comunidade. Recebamos entre nós os cartazes que nos ajudarão a tor­nar mais intenso o nosso louvor.
Refrão: Nos te glorificamos, Se­nhor/: nosso Deus, nosso Pai e nosso Criador.
1. Nós te louvamos, porque repar­tes conosco teus bens. / Pede-nos pra repartir os nossos dons tam­bém. , Nós a ti bendizemos, I por tua santa Palavra. Ela é que nos orienta pra sermos fiéis à partilha. / E nós te adoramos, porque és nos­so Deus. /: Nos convidas a construir na terra o reino dos céus.
PR.: OREMOS (pausa): Ó Deus,que em cada uma das Igrejas da terra manifestais a Igreja una, san­ta, católica e apostólica, concedei à nossa comunidade, unida ao seu pastor e reunida no Espírito San­to pelo Evangelho e a Eucaristia, representar a universalidade do vosso povo e ser no mundo o si­nal e o instrumento da presença do Cristo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unida­de do Espírito Santo.
AS.: Amém!

Liturgia da Palavra

I  LEITURA (Ml 3.10-12)
COM.: A bênção de Deus é uma res­posta de amor aos que experimen­tam e vivem a generosidade.

Leitura do Livro do Profeta Malaquias. — Tragam o dízimo com­pleto para o cofre do Templo, para que haja alimento em meu Templo. Façam essa experiência comigo — diz Javé dos exércitos. Vocês hão de ver, então, se não abro as com­portas do céu, se não derramo sobre vocês as minhas bênçãos de fartura. "Acabarei com as pragas das plan­tações, para que elas não destruam os frutos da terra nem devorem a vi­nha no campo — diz Javé dos exér­citos. Todas as nações chamarão vocês de felizes, pois vocês hão de ser um país de delícias — diz Javé dos exércitos. — Paíavra do Senhor.
AS.: Graças a Deus!

SALMO DE RESP. — 111 (Cantado)
Refrão: Feliz o homem que teme ao Senhor. / Feliz aquele que tem amor (bis).
1.  Feliz aquele que tem piedade dos outros e empresta, /e que dirige os seus negócios com justiça. / Quem é bom nunca fracassará, / e será lembra­do para sempre.
2.  Ele é generoso e reparte com os po­bres, / e sua bondade nunca falha. / Os maus vêem e ficam com raiva. / A espe­rança dos maus dá em nada.

II LEITURA (2Cor 9,7-15)
COM.: São Paulo propõe que os cris­tãos sigam o impulso do coração sem tristeza nem constrangimento, para que a doação seja plena.

O Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios. — Irmãos, dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento; pois Deus "ama quem dá com alegria". Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, tenhais sempre o necessário e ainda tenhais de sobra para toda obra boa, como está escrito: "Distribuiu gene­rosamente, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre".
Aquele que dá a semente ao se­meador e lhe dará o pão como ali­mento, ele mesmo multiplicará as vossas sementes e aumentará os frutos da vossa justiça. "Assim, ficareis enriquecidos em tudo e po­dereis praticar toda espécie de libe­ralidade, que, através de nós, resul­tará em ação de graças a Deus.
Com efeito, a execução deste ser­viço sagrado não só provê às ne­cessidades dos santos, mas tam­bém faz que se multipliquem as ações de graças a Deus. Experi­mentando os efeitos dessa obra de caridade, eles glorificam a Deus por vossa obediência na profissão do evangelho de Cristo e pela genero­sidade da vossa partilha com eles e com todos.
E as suas orações por vós mos­tram a grande afeição que eles vos têm, por causa da graça superabun­dante que Deus vos concedeu. Gra­ças sejam dadas a Deus, pelo seu dom inefável. — Palavra do Senhor.
AS.: Graças a Deus!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
COM.: Caminhando com Jesus em missão, os discípulos tinham se es­quecido de levar pães e ficaram pre­ocupados. Jesus então lhes diz que é preciso confiar na partilha: tudo o que se reparte torna-se até mais do que suficiente.
Refrão: Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia (bis).
1. Cada um partilhe conforme o im­pulso do seu coração, / pois Deus ama quem reparte com alegria.
EVANGELHO (Mc 8, 14-21)
PR.: O Senhor esteja convosco!
AS.: Ele está no meio de nós!
PR.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
AS.: Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, os discípulos ti­nham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. Então Jesus os advertiu: "Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes". Os discípulos diziam entre si: "É porque não temos pão".
Mas Jesus percebeu e pergun­tou-lhes: "Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis nem compreendeis? Vós tendes o co­ração endurecido? Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ou­vis? Não vos lembrais de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?".
Eles responderam: "Doze". Jesus perguntou: "E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?".
Eles responderam: "Sete". Jesus disse: "E vós ainda não compreendeis?" — Palavra da Salva­ção. AS.: Glória a vós, Senhor!

PROFISSÃO DE FÉ  

ORAÇÃO DA ASSEMBLÉIA
PR.: Agora é o momento das nossas preces. Cristo é modelo de fidelidade e nos ensina que a par­tilha fraterna é parte do testemunho e exemplo de todos os seus segui­dores.

1 - Por toda a Igreja, o Papa (....) os bispos, sacerdotes, religiosos/as, leigos/as, para que consigam teste­munhar sempre a fraternidade e en­tusiasmem todos os fiéis a fim de que vivam a justa partilha, rezemos.
AS.: Senhor, dai-nos um coração generoso!
2 - Para que todos nós, cristãos, as­sumamos nossa fé e ajudemos nos­sa Igreja a ter maior compromisso com as necessidades humanas, a exemplo de Jesus, rezemos.
3 - Para que assumamos o dízimo como princípio de fidelidade a Deus, à Igreja e aos irmãos excluídos da sociedade, rezemos.
4 - Por aqueles que vivem fechados em seu egoísmo, para que se abram à solidariedade e à partilha, rezemos.

PR.: Deus de bondade, com o dízi­mo manifestamos nossa comunhão convosco. Acolhei as preces que di­rigimos a vós e convertei-as em en­tusiasmo e ardor missionário por nos­sa Igreja e pelo Reino. Isto vos pedi­mos por Cristo, nosso Senhor.
AS.: Amém!

Liturgia Sacramental

PREPARAÇÃO DAS OFERTAS
COM.: Todos os dízimos da terra são propriedade do Senhor, nos diz o Li­vro do Levítico (Lv 27,32). Apresenta­mos agora, na procissão das oferendas, os benefícios que o dízimo pode trazer e traz às comunidades da Igre­ja: formação de lideranças; promo­ção humana; a partilha, o compromisso na manutenção da comunidade; novas técnicas e metodologias modernas na evangelização e catequese; condição para que ministros e lideranças tenham mais tempo de entrar em intimidade com Deus na oração pessoal.
(Símbolos que podem ser usados: texto de formação, carteira de trabalho, cesta com alimentos e frutas, fita de vídeo, vela e Bíblia).

Refrão: Muito obrigado, Senhor,/ pelos bens da criação. /: Vimos com amor ofertar, / os dons partilhar, doar ao irmão.
1.  Senhor, aqui ofertamos / vidas sofri­das que temos, /: fadiga, tempo e traba­lho, / graças de ti recebemos.
2.  Senhor, aqui ofertamos / vinho uni­do ao pão, /: semente de esperança, / fruto de paz neste chão.
3.  Senhor, aqui ofertamos / nosso cla­mor de justiça. /: Queremos ser solidá­rios, / livres de toda a cobiça.


PR.: Orai, irmãos e irmãs...
AS.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória de seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja!

(Sobre as oferendas)
PR.: CELEBRANDO, ó Pai, o memo­rial do imenso amor do vos­so Filho, nós vos imploramos que os frutos de sua obra redentora, pelo ministério da vossa Igreja, sirvam para a salvação de todo o mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
AS.: Amém!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA - Vl-D   (Missal, pág. 860)
PR.: O Senhor esteja convosco!
AS.: Ele está no meio de nós!
PR.: Corações ao alto!
AS.: O nosso coração está em Deus!
PR.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus!
AS.: É nosso dever e nossa salvação!

PR.: Na verdade, é justo e necessá­rio, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Pai misericordioso e Deus fiel. Vós nos destes vosso Filho Jesus Cristo, nos­so Senhor e Redentor. Ele sempre se mostrou cheio de misericórdia pelos pequenos e pobres, pelos doentes e pecadores, colocando-se ao lado dos perseguidos e marginalizados. Com a vida e a palavra anunciou ao mundo que sois Pai e cuidais de todos como filhos e filhas. Por essa razão, com todos os anjos e santos, nós vos louvamos e bendizemos, e proclamamos o hino de vossa glória, cantando (dizendo) a ; uma só voz:
AS.: Santo, Santo, Santo...

PR.: Na verdade, vós sois santo e dig­no de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos dis­cípulos, eie nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.
AS.: O vosso Filho permaneça entre nós!
PR.: Nós vos suplicamos, Pai de bon­dade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho, a fim de que se tor­nem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
AS.: Mandai o vosso Espírito Santo!
PR.: Na véspera de sua paixão, du­rante a última Ceia, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO.
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele, tomando o cálice em suas mãos. deu graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE E O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS,
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

PR.: Eis o mistério da fé!
AS.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

PR.: Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nos­so Salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sa­crifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternida­de, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
AS.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
PR.: Senhor Deus, conduzi a vossa Igreja à perfeição na fé e no amor, em comunhão com o nosso Papa n., o nosso Bispo N., com todos os Bis­pos, presbíteros e diáconos e todo o povo que conquistastes.
AS.: Confirmai o vosso povo na unidade!
PR.: Dai-nos olhos para ver as ne­cessidades e os sofrimentos dos nos­sos irmãos e irmãs; inspirai-nos pa­lavras e ações para confortar os de­sanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos leal­mente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que toda a humanidade se abra à es­perança de um mundo novo.
AS.: Ajudai-nos a criar um mundo novo!
PR.: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conheces­tes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida.
AS.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
PR.: Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegar­mos todos à morada eterna, onde vi­veremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada Vir­gem Maria, com os Apóstolos e Már­tires, (Santo do dia ou Patrono) e to­dos os Santos, vos louvaremos e glo­rificaremos, por Jesus Cristo, vosso Filho.
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na uni­dade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
AS.: Amém!

PAI-NOSSO
PR.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Je­sus nos ensinou.
AS.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja...
PR.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
AS.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
PR.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, se­gundo o vosso desejo, a paz e a uni­dade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo!
AS.: Amém!

PR.: A paz do Senhor esteja sempre convosco!
AS.: O amor de Cristo nos uniu!
PR.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de co­munhão fraterna!
(Todos se cumprimentam segundo o costu­me do lugar)

AS.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ten­de piedade de nós! (bis)
        Cordei­ro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz!
PR.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
AS.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo!

CANTO DE COMUNHÃO
1. Ninguém pode calar a voz,/  ninguém pode forjar a razão./ Nin­guém pode conter de novo/ o grito do povo faminto de pão.
Refrão: Se entre nós já existe a par­tilha,/ entremos na fila do amor comunhão(bis).

2. Ó Senhor, tantos braços fechados/ poderiam se abrir, dar as mãos. / Quantos lábios tão mudos, cerrados,/ não querem falar, defender o irmão.
3. Ó Senhor, tantos trabalhadores/ e outros tantos sem ocupação, esperan­do trabalho e salário,/ o pobre e ope­rário a viver de ilusão:
4. Ó meu Deus, há mulheres sofren­do,/ há crianças na rua sem pão,/ e a Igreja se faz solidária,/ na prece diá­ria, convida à ação.

PR.: OREMOS (pausa): Floresçam, ó Deus, nesta vossa Igreja e per­maneçam até o fim a integridade da fé, a santidade dos costumes, a caridade fraterna e a religião verdadeira. E jamais deixeis de proteger os que alimentais com vossa palavra e com o corpo do vosso Filho. Que vive e reina para sempre.                 
AS.: Amém!

Ritos Finais
NOSSA RESPOSTA À PALAVRA DE DEUS
ORAÇÃO DO DÍZIMO
Deus, Pai de amor,
que tudo nos dás com generosidade:
Obrigado pela vida,
pelos sonhos e realizações
que teu amor nos faz experimentar.
Obrigado porque estás presente em nossos projetos,
quando vislum­bramos
que a vida é um dom a ser partilhado.
Pedimos-te, ó Pai,
que vol­vas o nosso coração
para a fraterna partilha do dízimo,
e abras a nossa consciência
para o compromisso cristão da solidariedade.
Que nosso dízimo
seja suporte para alimentar
uma Igreja que seja hu­mana,
divina e missionária. Amém.

(Avisos comunitários e diocesanos).

CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS

Refrão: É o dízimo, Senhor, / que nos mostra com certeza / grati­dão ao Criador, / compromisso na Igreja (bis).
1.   Nada me falta em meu caminhar/: o Senhor abençoa a quem aprendeu a partilhar.
2.   Vem ser dizimista na comunidade, /: caminho seguro de verdadeira fra­ternidade.

CANTO FINAL

Refrão: Com Maria, mãe do Terceiro Milénio,/ com Maria, espe­rança dos pequenos (bis).
1.   Tu és a glória de Jerusalém, / tu és a alegria do meu povo. / Humilde, co­rajosa e operante,/ Maria inaugura um tempo novo.
2.   Tu és seguro porto aos navegantes, / e vais com a graça e paz enriquecen­do./ Tu és Maria, o lírio entre espinhos, / teu norrie é como óleo escorrendo.
3.   Rainha de estrelas coroada, / Ma­ria aponta o tempo do perdão. / Tu és saúde certa dos doentes, / és forte, tu venceste o dragão.
(Segue a bênção fina)l.









DÍZIMO, EXPERIÊNCIA.DE FÉ

O dízimo é experiência de fé que torna concreto e possível o so­nho de fraternidade.

Da consciência e prática do dizimista dependem em grande parte o dinamismo e a vida da comunidade.

O amor e a generosidade têm de caracterizar a nossa contribuição. Não se contribui para querer rece­ber, mas porque somos gratos a Deus, que nos dá tudo. O amor evi­dencia a nossa necessidade de agradecer.

Nosso coração deve ser a medi­da da entrega. Em Malaquias, Deus nos diz que é necessário pagar in­tegralmente o dízimo, para que em casa não falte alimento.

Ora, é ne­cessário pensar que a casa de Deus, hoje, tem como endereço os irmãos que precisam ser assistidos e promovidos.

O dízimo tem de pro­vocar em nós um compromisso so­cial de té. E Deus ainda diz: ''Fazei a experiência". Se é lei, Palavra de Deus, não temos por que temer.

Em Atos dos Apóstolos 2,42-46 vemos que o modelo de Igreja cria­do pelos primeiros cristãos com a força do Espírito Santo tem como base a partilha da vida e dos bens. Ninguém sofria privação e ninguém tinha demais.

A partilha se apresen­ta como condição para o advento da justiça. Jesus, em Mt 17,24-27 manda pagar o dízimo; isso porque a sua vida foi uma entrega plena e total ao Pai, na construção do Rei­no.

O dízimo é uma resposta de amor e gratidão a Deus. Cada cristão pre­cisa sentir no seu coração o apelo espontâneo e se comprometer com a sua Igreja.

O dízimo é um desafio de fé; por­tanto, é uma oferta espontânea, co­munitária, alegre e generosa, cons­ciente e sistemática.

Não é uma taxa, tributo para alívio da consciência.

Contribuindo com o dízimo, o cris­tão está sendo ajudado e ajudando a sua Igreja a ser mais missionária, está testemunhando e expressan­do sua fé e está atento às necessi­dades de seus irmãos mais pobres que precisam ser ajudados e pro­movidos.

O dízimo que temos é o espelho da comunidade que somos.
Fonte:www.catedralcg.org.br