sábado, 6 de agosto de 2011

1º DIA - Missão na Ecologia, Campanha Missionária 2011

Vídeo reflete sobre a dimensão missionária na ecologia. Destaca a ligação do tema da Campanha Missionária, "Missão na Ecologia" com o tema da Campanha da Fraternidade 2011, "Fraternidade e a Vida no Planeta". No primeiro vídeo do DVD da Campanha Missionária 2011, é afirmado que por meio de gestos concretos contribuiremos com a sustentabilidade do planeta. Ainda no vídeo, padre Camilo Pauletti, diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), explica o trabalho desenvolvido pelas POM do Brasil.

2º DIA - Igreja da Trindade, Campanha Missionária 2011

Segundo vídeo da Campanha Missionária 2011, "Igreja na Trindade" relata a história de homens e mulheres de rua que foram acolhidos por irmão Henrique, na igreja da Trindade em Salvador (BA). O monge é francês radicado no Brasil desde 1987. Ele optou por uma vida simples, com os povos da rua. Vive com eles e ajuda moradores de rua a mudarem de vida por meio da inclusão social. Após encontrar uma igreja abandonada em Salvador, irmã Henrique transforma o local na "casa dos pobres", conforme relata o vídeo.

3º DIA - Reciclázaro, Campanha Missionária 2011

Este é o terceiro vídeo do DVD da Campanha Missionária 2011, "Missão na Ecologia" que relata a história da Associação Reclicázaro. Trata-se de uma entidade fundada pelo padre José Carlos Espíndola, pároco da paróquia São João Maria Vianney, na Lapa, em São Paulo (SP). A entidade começou um trabalho de reciclagem de materiais descartáveis que deu certo. O projeto trabalha exclusivamente com as pessoas de rua e sem profissionalização. A cooperativa tem sua sede no Butantã e recicla 70 toneladas de material por mês entre lata, papelão, plástico, vidro e alumínio.

4º DIA - Gaia, a nossa mãe terra

O presente vídeo chama a atenção para a corrida desenfreada em busca de lucros sobre a mãe terra, Gaia. Narra a corrida frenética para tirar o máximo de produção com o mínimo de gasto. O vídeo destaca alguns pontos que contribuem para a exploração do planeta: modificação de sementes, novos adubos que garantem maior rendimento por hectares, o solo cada vez mais explorado que não consegue se recompor. "A mãe terra está sendo violada, destruída pelo agronegócio, agrotóxico, em busca do agrolucro", aponta o vídeo.

5º DIA - Infância Missionária

Vídeo do 5º dia da novena da Campanha Missionária 2011, "Missão na Ecologia", descreve o papel da Infância e Adolescência Missionária no mundo. Conta a história da IAM: como surgiu, quem é seu fundador, e em quantos países e continentes está presente, além de explicar os objetivos e missão da Infância e Adolescência Missionária no mundo. "A IAM procura despertar o espírito missionário nas crianças e adolescentes, desenvolvendo o seu protagonismo na solidariedade e na evangelização do povo de Deus", diz um trecho.

6º DIA - Igreja Peregrina

No 6º dia da novena da Campanha Missionária 2011, "Missão na Ecologia", o presente vídeo vem refletir sobre a Igreja Peregrina, representada pelos migrantes presentes em todo o mundo. O vídeo conta o trabalho desenvolvido pela Casa do Migrante em São Paulo (SP) que acolhe migrantes e refugiados de outros países, bem como brasileiros que chegam de outros estados a São Paulo à procura de uma vida mais digna.

7º DIA - Solidariedade além-fronteiras

Vídeo aborda a solidariedade além-fronteiras com destaque em uma região da Indonésia, Banda Aceh, que em 2004 foi afetado por um forte tsunami que deixou mais de 220 mil mortos. Neste vídeo você verá como a solidariedade pode mudar o rosto de um país, mesmo após uma tragédia que devastou todo o território e matou milhares de pessoas. Sem fronteiras de idiomas, raça, cor e religião, pessoas ajudam umas às outras e dão um rosto de superação ao país. Confira

8º DIA - Missão na Amazônia

O oitavo vídeo do penúltimo dia da novena da Campanha Missionária 2011, "Missão na Ecologia", aborda a Semana Missionária para a Igreja Católica na Amazônia, projeto aprovado em 2009, pelos bispos do Brasil reunidos na 47ª Assembleia Geral da CNBB. Desde aquele ano, todo mês de outubro a Igreja dedica para a reflexão acerca da importância da Amazônia para o Brasil e para o mundo. O vídeo destaca que é importante que o povo de Deus dê sua contribuição para que o Evangelho possa chegar a todos os cantos do Brasil e da Amazônia em particular. Lembra também a figura marcante da missionária Dorothy Stang, religiosa que doou a própria vida pelo incansável amor à missão na Amazônia e pelo seu povo sem voz nem vez.
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9º DIA - A Missão continua

Último vídeo da novena da Campanha Missionária 2011, "Missão na Ecologia", comenta os oito vídeos anteriores e seus objetivos, lembrando as reflexões feitas sobre o serviço missionário em relação à ecologia. Destaca que a missão é louvar a Deus pelas maravilhas que ele criou e que missão, é ainda, cuidar da obra de Deus saqueada pela cobiça humana. "É recuperar a obra de Deus poluída pelas nossas atitudes inconsequentes". Confira.





Semana Nacional da Família 14 a 20 Agosto



ORAÇÃO PELA FAMÍLIA

Ó Deus, Senhor e Pai de todos, constituístes a Família como um dos maiores bens da humanidade, como fundamento e célula vital da sociedade, como fonte de vida e berço das vocações, nós vos suplicamos, pelo Nome e pelos Mistérios sacrossantos do vosso amantíssimo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, pelas intercessões da Santíssima Virgem Maria e de seu casto esposo São José, concedei-nos o discernimento e a sabedoria para entendermos o verdadeiro sentido e vocação da Família no mundo de hoje, como autêntica fonte e santuário da vida, indispensável construtora da paz, para o próprio bem, para o bem da Igreja e da sociedade, em geral e, acima de tudo, para a vossa maior Glória! Isto confiantes e agradecidos vos rogamos, pelo mesmo Cristo Senhor nosso, Deus Uno e Trino convosco, na Unidade do Espírito Santo. AMÉM!
 “A Família é uma comunidade íntima de amor, querida por Deus; um dos bens mais preciosos da humanidade; fundamento da própria sociedade; primeira escola das virtudes sociais! O futuro da humanidade passa pela família!” (João Paulo II)

Grito dos Excluídos 2011, na Diocese de São José dos Campos - SP



Em sua 17ª edição, o Grito dos Excluídos acontecerá no dia 7 de setembro, em vários pontos de todo o País.
Na Diocese de São José dos Campos, uma equipe organizadora, comandada por Padre Ronildo Aparecido da Rosa, assessor diocesano das CEBs já está preparando o evento a ser em São José dos Campos iniciado com uma grande caminhada partindo, às 15h, da Praça Padre João, (em frente da Matriz São José), em direção a Catedral de São Dimas, onde ocorrerão outros eventos. As reuniões já estão acontecendo para que nenhum detalhe seja esquecido, envolvendo a divulgação, a Caminhada, a Animação, o Teatro, a Celebração Litúrgica e todas demais providências.  A programação já foi definida e cada parte do evento está sendo preparado para que o evento atinja seu propósito de fazer ecoar o Grito daqueles menos ouvidos pela sociedade. Em 2011, o tema do Grito dos Excluídos é “Pela vida grita a TERRA... Por direitos todos nós”!

17º Grito dos Excluídos
Dia 7 de setembro de 2011
Concentração às 15 horas na frente da Igreja Matriz São José (Centro, São José dos Campos) Programação: Caminhada, Animação, Teatro, Celebração Eucarística
Organize sua comunidade, convide seus amigos e participe do Grito dos Excluídos na Diocese de São José dos Campos.
Fonte: JE

Como diz a música do saudoso Zé Martins:

Bandeira de Luta

Traga a bandeira de luta, deixa a bandeira passar.
Essa é a nossa conduta, vamos unir pra mudar.
Deixe fluir a esperança porque na lembrança vamos resgatar.
   
Guardada bem na memória a nossa história vai continuar
Bate cundum na Bandeira, o bate cundum da mudança chegou.
É na roça, na cidade, na sociedade sou trabalhador.
Somos da história sujeitos e nossos direitos não podem acabar
Os nossos sonhos de busca, de paz, e justiça vão continuar.

Animadores e animadoras das CEBs não se esqueçam de levar  bandeiras cartazes


Grito dos Excluídos 2011



Em sua 17ª edição, o Grito dos Excluídos acontecerá no dia 7 de setembro, em vários pontos de todo o País.
Na Diocese de São José dos Campos, uma equipe organizadora, comandada por Padre Ronildo Aparecido da Rosa, assessor diocesano das CEBs já está preparando o evento a ser em São José dos Campos iniciado com uma grande caminhada partindo, às 15h, da Praça Padre João, (em frente da Matriz São José), em direção a Catedral de São Dimas, onde ocorrerão outros eventos. As reuniões já estão acontecendo para que nenhum detalhe seja esquecido, envolvendo a divulgação, a Caminhada, a Animação, o Teatro, a Celebração Litúrgica e todas demais providências.  A programação já foi definida e cada parte do evento está sendo preparado para que o evento atinja seu propósito de fazer ecoar o Grito daqueles menos ouvidos pela sociedade. Em 2011, o tema do Grito dos Excluídos é “Pela vida grita a TERRA... Por direitos todos nós”!

17º Grito dos Excluídos
Dia 7 de setembro de 2011
Concentração às 15 horas na frente da Igreja Matriz São José (Centro, São José dos Campos) Programação: Caminhada, Animação, Teatro, Celebração Eucarística
Organize sua comunidade, convide seus amigos e participe do Grito dos Excluídos na Diocese de São José dos Campos.
Fonte: JE

Como diz a musica do saudoso Zé Martins:

Bandeira de Luta

Traga a bandeira de luta, deixa a bandeira passar.
Essa é a nossa conduta, vamos unir pra mudar.
Deixe fluir a esperança porque na lembrança vamos resgatar.
   
Guardada bem na memória a nossa história vai continuar
Bate cundum na Bandeira, o bate cundum da mudança chegou.
É na roça, na cidade, na sociedade sou trabalhador.
Somos da história sujeitos e nossos direitos não podem acabar
Os nossos sonhos de busca, de paz, e justiça vão continuar.

Animadores e animadoras das CEBs não se esqueçam de levar  bandeiras cartazes

Identidade das CEBs – agosto 2011 Espiritualidade das CEBs




I
Com base na reflexão bíblica, as CEBs possibilitam uma espiritualidade integradora, identificada como espiritualidade do seguimento de Jesus. Trata-se de uma experiência espiritual animada pela relação dinâmica de três elementos: de inserção no mundo, de compromisso com os empobrecidos e de proximidade com o Senhor da história; uma experiência que envolve simultaneamente a consciência da presença de Cristo no irmão pobre e a abertura à gratuidade do mistério de Deus, que faculta uma presença mais decisiva e despojada no âmbito da história.
Há várias características da espiritualidade das CEBs:
1- Libertária: pois visa a mudança, a transformação da sociedade.
2- Martirial: é solidária, cheia de compaixão.
3- Dialogal: é ecumênica, coloca-se na linha do diálogo inter-religioso.
4- Ecológica: Tem ternura pela vida; abre-se para o valor da natureza.
5- Poética: traz sempre a utopia do Reino anunciado por Jesus: "Podem destruir uma árvore. Matar uma flor. Mas não impedirão a primavera".
As romarias fazem parte de nossa espiritualidade.
No mês de julho, cerca de 80 pessoas de nossa diocese participaram da 5ª Romaria dos Mártires, que aconteceu em Ribeirão Cascalheira, dias 16 e 17, na Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), cujo tema foi “Testemunhas do Reino”. Realizada a cada cinco anos, reuniu cerca de 5 mil pessoas do Brasil e exterior e celebrou também os 40 anos da Prelazia de São Félix do Araguaia.
Entre ida e volta percorremos cerca de 3200km, passando por quatro estados, sendo umas 54horas de viagem.
Segue abaixo testemunho de alguns participantes.
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A Romaria dos Mártires da Caminhada, este ano, teve 3 grandes lições:
1-      A partilha na comunidade, na hospitalidade, nos alimentos, na produção- fruto do trabalho humano
2-      A esperança: pascal sempre, inquieta, de luta, de martírio, de liberdade
3-      A perseverança: na teimosia, com recursos, sem recursos, na partilha, na esperança, na solidariedade, na construção do Reino.
Sejamos testemunhas das testemunhas do Reino!
Mauro Kano – 18/07/2011

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A Romaria dos Mártires nos ajuda a perceber que não estamos sós na caminhada! Muitas comunidades lutam pela vida diariamente, dando a própria vida. Isto nos encoraja, nos faz permanecer juntos e aprofunda a fidelidade ao Reino. Como diz Dom Pedro, devemos manter a esperança, sempre.
A Romaria dos Mártires é um momento privilegiado de construção de nossa história: jovens, crianças, adultos e idosos, juntos aprendendo e ensinando a dar a própria vida pelas vidas ameaçadas.
 Cecília Toseli e Maristela Tezza
A romaria foi marcante desde a saída, a nossa confraternização dentro do ônibus, podendo até mesmo conhecer um pouco mais os irmãos que foram conosco, afinal foram mais de 25 hs de viagem. A nossa caminhada luminosa lá em Ribeirão, demonstrando que somos luz do mundo, a missa no domingo com a presença de Dom Pedro, um homem de Deus no qual podemos ter como exemplo de "testemunha do Reino", e também Dom Leonardo e vários padres que marcaram presença. Esta romaria ficará marcada em minha vida, pois aprendi mais com a Igreja que se faz samaritana e servidora dos pobres.-
Seminarista Alexandre Rodolfo

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Participar da Romaria dos Mártires da Caminhada é uma oportunidade de vivenciar uma esperança viva e presente no povo, que acredita numa Igreja atuante em suas lutas; uma Igreja de todos e para todos; uma Igreja do Evangelho, das causas do Reino da Vida.
Pisar naquela terra vermelha, vermelha do sangue dos mártires é celebrar as lutas travadas por aqueles que derramaram seu sangue pelo direito de todos, pela igualdade, dignidade, pela vida. É ser impulsionado a renovar a cada dia o nosso compromisso com o Evangelho de Jesus Cristo, o nosso compromisso com as causas do povo sendo testemunhas do Reino.
Seminarista Rogério S. Lemes
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" Foram eternos momentos vividos em comunhão com Deus, neste final de semana, vivemos momentos que serão guardados eternamente em nossas mentes e corações, naquela terra onde a vida brota em cada canto e recanto, onde o sangue escorrido foi sangue de libertação para o Povo de Deus naquela cidade de Ribeirão Cascalheira."
Entre vários momentos destaco um que Fez, nós Juventude, reafirmarmos nossa opção pelo Reino da Vida, da Justiça e do Amor, onde encontramos com
Dom Pedro Casaldáliga; naquele momento que estávamos ali sentados junto a Ele no quintal da casa ouvimos e sentimos Deus falando naquele Homem;  em algumas palavras ele nos desafiava e nos dava força, palavras que são: NÃO DESISTA DO REINO
Que o sangue dos mártires da caminhada nos ilumine e nos motive para sermos testemunhas do Reino da Vida..
 Robson da Silva Oliveira –  PJ - Jornada Mundial da Juventude –Madri 2011
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"Com o tema Testemunhas do Reino aconteceu a 5ª Romaria dos Mártires da Caminhada em Ribeirão Cascalheira - MT. Desde os momentos de preparação para a Romaria até à volta, foram momentos de aprendizagem e de reflexão. Lições aprendidas que guardaremos para toda vida.  O testemunho de D. Pedro, não só na sua mensagem final, mas vivendo uma vida toda testemunhando que é possível viabilizar com a prática a encarnação do Reino, através da justiça, da fraternidade e da solidariedade, foi o que mais nos incomodou.
Não  conseguiremos dormir em paz, se a nossa vida não for vivida seguindo o mesmo exemplo. Pois, D. Pedro pode perfeitamente parafrasear S. Paulo:  "Sede meus imitadores, porque eu sou imitador de Cristo". E assumindo este compromisso de sermos testemunhas do Reino,  não estaremos fazendo mais do que nossa obrigação, pois testemunhos e exemplos para isto temos de sobra. Diante do testemunho de D. Pedro, resta-nos não trairmos o testamento deste que é nosso pai, padrinho, amigo e irmão.
Nivaldo Aparecido Silva
Romeiro da Caminhada dos Mártires
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Esta romaria de fato foi uma atividade sacramental que nos confirmou a certeza de que a esperança nunca morrerá. Foi uma caminhada de muita Luz e celebração da Luta. Ao comentar partes da romaria com algumas pessoas, foi inevitável que a emoção aflorasse. Marcou-me de forma especial o momento da fala da esposa do martir Xicão Xucuru, quando por sua boca de mulher (lembrando em perfeita síntese a coragem de Maria) profetiza quem  QUEM NASCE PARA MORRER NA LUTA, NÃO PODE SE ACOMODAR. Ela nos tira os mais sublimes sentimento da alma  e do coração ao relatar serenamente que entregou o marido para luta e para o martírio e preparou o filho para seguir no mesmo caminho. Que coragem! Que fé maravilhosa! Não dá para voltar do mesmo jeito.
Antonio Gilberto Silvério
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Nós da Irmandade dos Mártires da Caminhada Latino-Americana iniciamos esta Romaria, na verdade, há mais de dois anos atrás. Provocados na época pelo nosso companheiro e irmão, Pe. Afonso. A partir daquele momento até o nosso retorno de Ribeirão Cascalheira, foram muitas partilhas de preparação, planejamento, organização, entrega, místicas, celebrações e uma doce e forte esperança. Dia da Romaria! Ribeirão Cascalheira se apresentou prá mim como o centro da esperança Martirial, aquela esperança que se personifica, forte e robusta, na frágil e corajosa pessoa do nosso Padrinho Dom Pedro Casaldáliga, cujas palavras hão de ecoar sempre: “Não desistam do Reino”. E lá, bebemos juntos do Cálice da Esperança, da esperança pascal.
Paulinho
Irmandade dos Mártires e Comunicação das CEBs
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Maria A. Matsutacke
Comissão Diocesana das CEBs
Foto: Vittório Simões

dentidade das CEBs – agosto 2011 Espiritualidade das CEBs




I
Com base na reflexão bíblica, as CEBs possibilitam uma espiritualidade integradora, identificada como espiritualidade do seguimento de Jesus. Trata-se de uma experiência espiritual animada pela relação dinâmica de três elementos: de inserção no mundo, de compromisso com os empobrecidos e de proximidade com o Senhor da história; uma experiência que envolve simultaneamente a consciência da presença de Cristo no irmão pobre e a abertura à gratuidade do mistério de Deus, que faculta uma presença mais decisiva e despojada no âmbito da história.
Há várias características da espiritualidade das CEBs:
1- Libertária: pois visa a mudança, a transformação da sociedade.
2- Martirial: é solidária, cheia de compaixão.
3- Dialogal: é ecumênica, coloca-se na linha do diálogo inter-religioso.
4- Ecológica: Tem ternura pela vida; abre-se para o valor da natureza.
5- Poética: traz sempre a utopia do Reino anunciado por Jesus: "Podem destruir uma árvore. Matar uma flor. Mas não impedirão a primavera".
As romarias fazem parte de nossa espiritualidade.
No mês de julho, cerca de 80 pessoas de nossa diocese participaram da 5ª Romaria dos Mártires, que aconteceu em Ribeirão Cascalheira, dias 16 e 17, na Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), cujo tema foi “Testemunhas do Reino”. Realizada a cada cinco anos, reuniu cerca de 5 mil pessoas do Brasil e exterior e celebrou também os 40 anos da Prelazia de São Félix do Araguaia.
Entre ida e volta percorremos cerca de 3200km, passando por quatro estados, sendo umas 54horas de viagem.
Segue abaixo testemunho de alguns participantes.
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A Romaria dos Mártires da Caminhada, este ano, teve 3 grandes lições:
1-      A partilha na comunidade, na hospitalidade, nos alimentos, na produção- fruto do trabalho humano
2-      A esperança: pascal sempre, inquieta, de luta, de martírio, de liberdade
3-      A perseverança: na teimosia, com recursos, sem recursos, na partilha, na esperança, na solidariedade, na construção do Reino.
Sejamos testemunhas das testemunhas do Reino!
Mauro Kano – 18/07/2011

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A Romaria dos Mártires nos ajuda a perceber que não estamos sós na caminhada! Muitas comunidades lutam pela vida diariamente, dando a própria vida. Isto nos encoraja, nos faz permanecer juntos e aprofunda a fidelidade ao Reino. Como diz Dom Pedro, devemos manter a esperança, sempre.
A Romaria dos Mártires é um momento privilegiado de construção de nossa história: jovens, crianças, adultos e idosos, juntos aprendendo e ensinando a dar a própria vida pelas vidas ameaçadas.
 Cecília Toseli e Maristela Tezza


A romaria foi marcante desde a saída, a nossa confraternização dentro do ônibus, podendo até mesmo conhecer um pouco mais os irmãos que foram conosco, afinal foram mais de 25 hs de viagem. A nossa caminhada luminosa lá em Ribeirão, demonstrando que somos luz do mundo, a missa no domingo com a presença de Dom Pedro, um homem de Deus no qual podemos ter como exemplo de "testemunha do Reino", e também Dom Leonardo e vários padres que marcaram presença. Esta romaria ficará marcada em minha vida, pois aprendi mais com a Igreja que se faz samaritana e servidora dos pobres.-
Seminarista Alexandre Rodolfo

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Participar da Romaria dos Mártires da Caminhada é uma oportunidade de vivenciar uma esperança viva e presente no povo, que acredita numa Igreja atuante em suas lutas; uma Igreja de todos e para todos; uma Igreja do Evangelho, das causas do Reino da Vida.
Pisar naquela terra vermelha, vermelha do sangue dos mártires é celebrar as lutas travadas por aqueles que derramaram seu sangue pelo direito de todos, pela igualdade, dignidade, pela vida. É ser impulsionado a renovar a cada dia o nosso compromisso com o Evangelho de Jesus Cristo, o nosso compromisso com as causas do povo sendo testemunhas do Reino.
Seminarista Rogério S. Lemes

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" Foram eternos momentos vividos em comunhão com Deus, neste final de semana, vivemos momentos que serão guardados eternamente em nossas mentes e corações, naquela terra onde a vida brota em cada canto e recanto, onde o sangue escorrido foi sangue de libertação para o Povo de Deus naquela cidade de Ribeirão Cascalheira."
Entre vários momentos destaco um que Fez, nós Juventude, reafirmarmos nossa opção pelo Reino da Vida, da Justiça e do Amor, onde encontramos com
Dom Pedro Casaldáliga; naquele momento que estávamos ali sentados junto a Ele no quintal da casa ouvimos e sentimos Deus falando naquele Homem;  em algumas palavras ele nos desafiava e nos dava força, palavras que são: NÃO DESISTA DO REINO
Que o sangue dos mártires da caminhada nos ilumine e nos motive para sermos testemunhas do Reino da Vida..
 Robson da Silva Oliveira –  PJ - Jornada Mundial da Juventude –Madri 2011
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"Com o tema Testemunhas do Reino aconteceu a 5ª Romaria dos Mártires da Caminhada em Ribeirão Cascalheira - MT. Desde os momentos de preparação para a Romaria até à volta, foram momentos de aprendizagem e de reflexão. Lições aprendidas que guardaremos para toda vida.  O testemunho de D. Pedro, não só na sua mensagem final, mas vivendo uma vida toda testemunhando que é possível viabilizar com a prática a encarnação do Reino, através da justiça, da fraternidade e da solidariedade, foi o que mais nos incomodou.










Não  conseguiremos dormir em paz, se a nossa vida não for vivida seguindo o mesmo exemplo. Pois, D. Pedro pode perfeitamente parafrasear S. Paulo:  "Sede meus imitadores, porque eu sou imitador de Cristo". E assumindo este compromisso de sermos testemunhas do Reino,  não estaremos fazendo mais do que nossa obrigação, pois testemunhos e exemplos para isto temos de sobra. Diante do testemunho de D. Pedro, resta-nos não trairmos o testamento deste que é nosso pai, padrinho, amigo e irmão.
Nivaldo Aparecido Silva
Romeiro da Caminhada dos Mártires
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Esta romaria de fato foi uma atividade sacramental que nos confirmou a certeza de que a esperança nunca morrerá. Foi uma caminhada de muita Luz e celebração da Luta. Ao comentar partes da romaria com algumas pessoas, foi inevitável que a emoção aflorasse. Marcou-me de forma especial o momento da fala da esposa do martir Xicão Xucuru, quando por sua boca de mulher (lembrando em perfeita síntese a coragem de Maria) profetiza quem  QUEM NASCE PARA MORRER NA LUTA, NÃO PODE SE ACOMODAR. Ela nos tira os mais sublimes sentimento da alma  e do coração ao relatar serenamente que entregou o marido para luta e para o martírio e preparou o filho para seguir no mesmo caminho. Que coragem! Que fé maravilhosa! Não dá para voltar do mesmo jeito.
Antonio Gilberto Silvério
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Nós da Irmandade dos Mártires da Caminhada Latino-Americana iniciamos esta Romaria, na verdade, há mais de dois anos atrás. Provocados na época pelo nosso companheiro e irmão, Pe. Afonso. A partir daquele momento até o nosso retorno de Ribeirão Cascalheira, foram muitas partilhas de preparação, planejamento, organização, entrega, místicas, celebrações e uma doce e forte esperança. Dia da Romaria! Ribeirão Cascalheira se apresentou prá mim como o centro da esperança Martirial, aquela esperança que se personifica, forte e robusta, na frágil e corajosa pessoa do nosso Padrinho Dom Pedro Casaldáliga, cujas palavras hão de ecoar sempre: “Não desistam do Reino”. E lá, bebemos juntos do Cálice da Esperança, da esperança pascal.
Paulinho
Irmandade dos Mártires e Comunicação das CEBs
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Maria A. Matsutacke
Comissão Diocesana das CEBs
Foto: Vittório Simões

DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA



Apresentaremos mensalmente em nosso informativo como estudo, alguns temas que fazem parte da riquíssima Doutrina/Ensinamento Social da Igreja. Vários sãos os motivos que nos levam a acreditar que este momento será de muitas graças e bênçãos e também de fortalecimento de nossa caminhada. O maior deles é compartilhar esta certeza que nossa Igreja tem, ao afirmar que:
“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração” (Gaudium et Spes.)

A DOUTRINA/ENSINAMENTO SOCIAL DA IGREJA
A Doutrina Social da Igreja é um conjunto de escritos e mensagens, cartas, encíclicas e exortações, pronunciamentos, declarações que compõem o pensamento do Magistério católico a respeito da chamada “questão social”. Fundamenta-se em princípios de reflexão, critérios de julgamento e diretrizes de ação no campo das questões políticas e socioeconômicas.
A Igreja tem algo a dizer no campo econômico/social, a partir de sua história e de sua experiência mais, também reconhece e acolhe tudo quanto contribui para a compreensão do homem na sempre mais extensa, mutável e complexa rede das relações sociais. O “Ensinamento” Social não é visto como modelo de salvação, mas como força orientadora e, motivadora.
O grande objetivo do Ensino Social da Igreja é clarear com a luz do Evangelho a vida econômica, social e politica, tirando daí orientações para a ação dos cristãos na sociedade.

A PALAVRA DA IGREJA
Com a sua Doutrina Social, a Igreja assume a tarefa de anúncio que o Senhor lhe confiou. Ela atualiza no curso da história a mensagem de libertação e de redenção de Cristo, o Evangelho do Reino... A Igreja, com sua Doutrina Social, não só não se afasta da própria missão, mas lhe é rigorosamente fiel. Ela é parte integrante do mistério de evangelização da Igreja, Dado que o mistério de Cristo ilumina o mistério do homem, a Doutrina Social confere plenitude de sentido à compreensão da dignidade humana e das exigências morais que a tutelam. A Doutrina Social é um conhecer iluminado pela fé, que - precisamente por isso - expressa a sua maior capacidade de conhecimento (Compêndio da Doutrina Social da Igreja).

Ler:  Evangelho da comunidade de Mateus 5,13 -16
Para refletir
1. O texto do evangelho, faz parte do belíssimo “Sermão da Montanha” e se dirige à comunidade dos pobres que procuram viver as bem-aventuranças. Essas comunidades são chamadas a ser sal da terra e luz do mundo, portadoras que são da sabedoria de Jesus (cf. Mt 11,25),tendo a missão de fertilizar o mundo com a realização plena da Lei pela prática da nova justiça. Através delas, a luz de Deus brilha e aponta onde estão as injustiças.
2. Diante da dura realidade de injustiça e desigualdades sociais, muitos se acomodam, silenciam e fingem não enxergar, deixando sua luz debaixo da “vasilha”. Este é o melhor caminho? O meu silêncio já não causou situações negativas para mim ou outras pessoas?
3. O sal e a luz implicam sempre numa relação de serviço: para dar mais sabor, para ver melhor. O sal e a luz não são consumidos pelo que são, e sim pelo melhoramento que dão às coisas. Assim, se tornam exemplos para nós pois, o cristão ao servir melhora tudo.
4. Como nós reagimos diante desta afirmativa: “Quem não vive para servir, não serve para viver”?
5. O testemunho do fiel leigo nasce de um dom de graça, reconhecido, cultivado e amadurecido. Guiados pelo espírito evangélico, como sal, luz e fermento, somos chamados a contribuir para a santificação do mundo. E assim, manifestamos Cristo aos outros, especialmente pelo testemunho de vida.
Não haverá verdadeira evangelização sem um correspondente compromisso de ordem social e política.

Fonte: Subsídio Reflexão em Comunidade. CEBs Diocese de Divinópolis - MG.
Luiz Antonio de Oliveira
Equipe diocesana de comunicação das CEBs

Pastoral da Juventude



O Documento Conclusivo do Sínodo Diocesano, Diocese de São José dos Campos, afirma que “A Pastoral da Juventude [...] continua sendo uma referência fundamental na evangelização, contribuindo para a consciência crítica dos jovens frente à realidade em que vivemos, trabalhando desde a base até à inserção na militância por uma sociedade justa e solidária.” (nº 102). Muitos outros documentos da nossa Igreja nos oferecem subsídios para fundamentarmos reflexão como esta sobre a Pastoral da Juventude. No entanto este exercício poderá ser a continuidade efetiva do aprofundamento que devemos fazer sobre as nossas PJs, em relação á sua atuação na Igreja e na sociedade.   Diante desta urgência de pensarmos a nossa juventude devemos nos orientar por três indagações atuais. A primeira é como cada comunidade paroquial está tratando a sua PJ e neste contexto vale refletirmos qual o grau de importância que esta pastoral recebe de cada padre que está à frente das nossas comunidades paroquiais, considerando que eles têm o múnus, por excelência, do profetismo, do discipulado e da missão (cân. 519). E neste primeiro plano, que poderíamos chamá-lo de básico no resgate dos nossos jovens, também nos perguntarmos onde estão estes jovens? Sabemos quantos são em nossas paróquias? Quais são seus anseios, suas angústias, alegrias e perspectivas de vida? Sabemos que o fenômeno social do “afastamento” dos jovens acontece não só nas igrejas, mas também em outros campos de organização da sociedade, sejam os partidos políticos, sindicatos, movimentos estudantis e outros. Mas temos nossa parte a cumprir, pois vimos, na conclusão do nosso Sínodo, que a PJ é uma pastoral que deve atuar na formação da “consciência crítica”, dentro dos valores do Reino de Deus. E este Reino conta e precisa do jovem que deve ser encorajado “à inserção na militância por uma sociedade justa e solidária”.
A segunda linha de reflexão, para este momento, é o que sabemos sobre a Campanha Nacional contra a Violência e Extermínio dos Jovens que está sendo articulada e trabalhada em diversas dioceses de diversos estados brasileiros. Esta Campanha nasceu a partir da 15ª Assembléia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil (maio de 2008), fruto da indignação e da revolta diante do crescente número de mortes de jovens, no campo, na cidade, em todos os cantos do nosso país. Esta Campanha está sendo promovida em âmbito nacional pela Pastoral da Juventude, Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude do Meio Popular e Pastoral da Juventude Rural.  Ela se organizou em 2009, com a participação também de outras organizações como o Setor Juventude da CNBB, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, e várias outras.  As ações se desdobram em três eixos: “Formação política e trabalho de base”, “Ações de massa e divulgação” e “Monitoramento da mídia e denúncia quanto à violação dos direitos humanos”. Os motivos que levaram em 2008 a criação desta Campanha estão mais do que nunca presentes em nossas comunidades, sobretudo nas nossas comunidades pobres, na violência praticada contra nossos jovens, que vai desde sua exclusão diante de uma vida digna, até o alto índice de homicídios praticados sobre os jovens entre 15 e 29 anos. O Brasil ocupa a sexta colocação nesta triste estatística entre os países da América Latina.
Finalmente, devemos refletir sobre o significado da Jornada Mundial da Juventude que acontece neste mês de agosto em Madri, na Espanha. Que nossos jovens percebam nesta Jornada que o Reino também precisa ser globalizado. Ao contrário da economia neoliberal que acabou com as fronteiras, disseminando a pobreza, a miséria, a exclusão, aumentando a concentração da riqueza do planeta nas mãos de poucos, que nossos jovens sejam encorajados pelas nossas Igrejas na construção do Reino de justiça, de paz, harmonia. Onde tudo seja de todos, e que eles “não desistam do Reino” como assim recomendou D. Pedro Casaldáliga aos nossos jovens que puderam abraçá-lo na Romaria dos Mártires da Caminhada. Nossa Igreja precisa dos Jovens, e eles precisam da PJ.

Paulo José de Oliveira (Paulinho)
Equipe Diocesana de Comunicação das CEBs

Dia 4 de agosto dia do Padre


Parabenizamos a todos os Sacerdotes de nossa Diocese de São José dos Campos e convidamos você, caro (a) leitor (a) a rezar esta belíssima oração intercedendo por todos os sacerdotes, em especial pelo pároco e vigário de sua comunidade.

Oração de Santa Teresinha pelos Sacerdotes

JESUS, Sumo e Eterno Sacerdote, guardai os Vossos sacerdotes no Vosso SAGRADO CORAÇÃO, onde nada possa manchá-los. Conservai imaculadas as suas mãos ungidas, que todos os dias tocam O Vosso CORPO SANTÍSSIMO!

Conservai imaculados os seus lábios, que a cada dia na SANTA MISSA são tingidos com o Vosso Preciosíssimo SANGUE!

Conservai puros e desapegados dos bens desta terra os seus corações, que foram selados com o caráter sublime do Vosso glorioso sacerdócio!

Fazei-os crescer no amor e fidelidade para Convosco e preservai-os do contágio do mundo!

Dai-lhes também, juntamente com o poder que têm de transformar o pão e o vinho em Vosso CORPO e SANGUE, o poder de transformar os corações dos homens, e abençoai seus trabalhos apostólicos com abundantes frutos, e concedei-lhes um dia a coroa da Vida Eterna!
Amém!
Equipe de coordenação diocesana das CEBs

Os Jovens nas CEBs




Com muita criatividade, oração, musicalidade, entretenimento e diversão, aconteceu a Semana da Juventude, na Paróquia Coração de Jesus. Foram momentos fortes onde pudemos ver que é possível ter esperanças, mesmo em meio a tantos desafios.
Em nosso encontro de rua, na quarta-feira, tivemos o privilégio de contar com a presença dos jovens visitando os setores da paróquia, onde testemunharam para a comunidade que: ser feliz, se divertir com os amigos, ir ao cinema, namorar, praticar esportes, só tem sentido se for com Deus. Testemunharam ainda a importância de estar inserido na Igreja, lançando a semente do Reino e do anseio de que mais jovens posam fazer a experiência de estar no mundo e não ser do mundo.
Eles partilharam da experiência de ter uma família que os ajudam na caminhada, fator importante para não desanimarem.


Que possamos continuar contando com os jovens, atuando também nas CEBs ajudando-nos a lançar a semente do Reino.
Martha, participante das CEBs
Paróquia Coração de Jesus

Estimado(a) Animador(a) de Comunidade, olá!


Somos uma Igreja de chamados. Feitos povo que caminha, à luz da realidade de Deus, vivendo neste mundo (amado, assumido e libertado pelo seu Criador), em vista do Reino Definitivo. As estruturas paroquiais ou em outros níveis não ajudarão em nada se não for para acolher e testemunhar a Vida Plena que Deus conquistou e doou para toda a humanidade. Ou seja, ser Igreja é mais que uma organização efetiva. Organizar, planejar, avaliar e fazer reuniões são apenas meios para alcançar o fim, que é fazer das pessoas homens e mulheres fraternos, além da defesa e da promoção de cada um. Precisamos ser uma Igreja mais da ternura do que da organização, do acolhimento do que da pregação, da misericórdia do que das leis, da solidariedade do que das idéias pelas idéias... É muito expressivo o que Jesus Cristo assumiu para si naquele sábado, na sinagoga, e durante toda sua vida: "O Espírito do Senhor me ungiu para... - anunciar a Boa Nova aos pobres...” (Lc 4, 18). Veja que a unção que Ele recebeu (e que Ele faz em nós até hoje) é para alguma coisa, para uma missão (e aqui, concretamente, para ir aos pobres, libertando-os e ajudando-os a serem responsáveis pela sua libertação...). Neste mês vocacional, pensemos mais e melhor sobre nossa vocação de irmãos, como nos diz Dom Helder Camara em um dos seus poemas: "O mundo não precisa de ricos nem de pobres, ele precisa de irmãos..."
Felicidades!

Pe. Ronildo Aparecido da Rosa
Assessor Diocesano das CEBs

Fonte: Informativo "Lá vem o trem das CEBs" - Diocese de São José dos Campos - SP

Concentração Decanal das Cebs - Parte II - Maria Helena

Novo livreto das CEBs


O novo livreto das CEBs, com o tema: “Profecia, discipulado e Missão” já Chegou às comunidades de toda a Diocese. É o livreto nº 3 do ano de 2011, com 17 encontros.
O primeiro encontro teve início no dia 1º de agosto e o termino será no dia 27 de novembro.
Foram editados 20.000 exemplares e colocados à disposição de todas as comunidades.



domingo, 31 de julho de 2011

IV Baile das CEBs 2011


No dia 29 de julho aconteceu o IV Baile das CEBs da Diocese de São José dos Campos, realizado pela equipe de coordenação diocesana das CEBs. Foi um momento de muita alegria, descontração e diversão. Também foi uma oportunidade de encontro e reencontro do pessoal das CEBs e de seus amigos. O baile aconteceu no espaço Nova Era, em São José dos Campos e foi marcado pelo fortalecimento da convivência social e expreção de grande alegria de  se fazer parte da familia cebiana! Sua organização contou com a participação de todas as regiões pastorais da nossa Diocese. Foi uma grande festa, com muita alegria!