Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos
bendizemos!
Todos: Porque pela vossa santa cruz, remistes o
mundo!
Leitor(a) 1: “Depois que crucificaram Jesus, os soldados pegaram suas
vestes e as dividiram em quatro partes, uma para cada soldado. A túnica
era feita sem costura, uma peça só de cima em baixo. Eles combinaram:
‘Não vamos rasgar a túnica. Vamos tirar sorte para ver de quem será.’
Assim cumpriu-se a Escritura: ‘Repartiram entre si as minhas vestes e
tiraram a sorte sobre minha túnica’” (Jo 19,23-24).
Leitor(a) 2: A Constituição Cidadã de 1988 definiu que, em caso de
insuficiência do setor público, é permitido recorrer a serviços privados,
por meio de contratos ou convênios. No entanto, hoje é real o perigo de o
Estado deixar, aos poucos, seu dever de fornecer boa saúde pública a todos,
como diz a Constituição, em prol da privatização do atendimento de saúde.
“Repartiram entre si as minhas vestes e tiraram a sorte sobre minha túnica”.
Leitor(a) 3: Em sua vida neste mundo, Jesus renunciou à posse e ao domínio.
Se o domínio é exercido de modo tirano, destrói a vida, desumaniza a
pessoa, escraviza o semelhante. Por renunciar ao domínio, Jesus se colocava
a serviço de todos, mostrando um caminho de justiça e de paz.
Dirigente: Ó Deus, a cruz de Jesus é o sinal do vosso amor para conosco!
Fortalecei-nos neste amor. Que o domínio não impeça um bom
atendimento à saúde de todos, especialmente, aos mais necessitados.
Por Jesus, nosso Senhor. T: Amém.
Todos: Ó Maria, saúde dos enfermos, Jesus nos confiou a vós como
filhos e filhas. Despertai-nos para o serviço aos doentes e a defesa da
boa saúde pública para todos.
Canto:
A morrer crucificado / teu Jesus é condenado/
por teus crimes, pecador: (bis).
A viver sem o cuidado/ o enfermo é condenado/
ajudai-nos, Deus de amor: (bis)
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