sábado, 17 de março de 2012

Comunidades Eclesiais de Base


Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: carta das Igrejas-membro do CONIC


Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: carta das Igrejas-membro do CONIC
Brasília, 09 de março de 2012.


Irmãos e irmãs da caminhada ecumênica!

Nós representantes das igrejas membro do CONIC, reunidos neste dia 09 de março em Brasília nos dirigimos a vocês na paz  e na graça do nosso Senhor Jesus Cristo.

Nos aproximamos de mais uma Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Este ano, estaremos unidos/as em oração de 20 a 27 de maio, sob o lema bíblico da Primeira Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios: “Todos seremos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo” (1ª Coríntios 15. 51 – 58).  Irmãos e irmãs da Polônia, país marcado por histórias de sofrimento, mas também por muita coragem no testemunho da fé, vencendo inúmeros desafios, prepararam esta semana de oração.

Convidamos a cada um/a de vocês a se unirem a este grande mutirão, que a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos produz. Cada um/a é chamado/a a  transformar a realidade onde vive e a construir  um mundo melhor. Temos diante de nós muitos desafios, oremos e mostremos sinais concretos na  busca de superação!

Que a reflexão desta Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos nos anime a confiar sempre mais na transformação possível, com a fé alimentada na certeza que vem da vitória do Ressuscitado.

Com nossa benção e Fraterna Saudação,


Dom Maurício José Araújo de Andrade
Bispo Primaz da Igreja Anglicana

Pastor Dr. Nestor Paulo Friedrich
Pastor Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil

Dom José Belisário da Silva
Vice- Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Rev. Cacilene Aparecida Nobre
Rep. da Igreja Presbiteriana Unida

Dra. Zulmira Inês Lourena Gomes da Costa
Rep. Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia

terça-feira, 13 de março de 2012


Dia Mundial da Água completa 20 anos


O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a "Declaração Universal dos Direitos da Água" (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. 

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. 

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. 

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. 

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. 

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. 

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. 

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. 

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. 

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 
Fonte: CEBI

domingo, 11 de março de 2012

Acolhida do Pe. Roberto Lessa na Paróquia Coração de Jesus

A mensagem do Pe. Fabiano (assessor diocesano das CEBs), na formação da...

Formação RP-VI Diocese de São josé dos Campos - SP






Tema: “Jubileu Áureo do Concilio Vaticano II

Aconteceu no dia 11 de março, no Centro de Pastoral da Paróquia de Santa Cecília, o encontro de formação das CEBs, da Região Pastoral VI. Estiveram presentes em torno de uma centena de animadoras e animadores das Comunidades Eclesiais de Base, para refletirem sobre os 50 anos do Concílio Vaticano II. O Concílio teve sua abertura em 1962, pelo Papa João XXIII, e sua conclusão em 1965, com o então Papa Paulo VI. A nossa formação foi assessorado por Nivaldo Aparecido Silva, que é filósofo e teólogo, e é assessor paroquial da Comunidade Paroquial de São José Operário de Jacareí.
Nosso dia se iniciou com a Celebração da Eucaristia que foi presidida por Pe. José Afonso de Souza, assessor das CEBs da RP-VI, juntamente com toda a Comunidade Paroquial de Santa Cecília.
Animados pela Eucaristia, e também pela partilha comunitária de um gostoso e fraterno café da manhã, iniciamos nossa formação, recebidos por Pe. Fabiano Kleber C. do Amaral, assessor diocesano das CEBs.
O ambiente foi preparado com bastante carinho pelas CEBs da Paróquia São José Operário e o encontro animado pelo grupo musical “Seguidores de Jesus”, também da Paróquia São José Operário.
Pe. Fabiano agradeceu a todas as animadoras e animadores, tanto pela participação na formação quanto pela perseverança na construção e realização da Igreja de Jesus Cristo, nas casas, nas comunidades. Falou também da importância desta formação, sobre o Jubileu de Ouro do Concílio Vaticano II, e passou em seguida a palavra ao assessor Nivaldo.
O Teólogo Nivaldo nos apresentou toda a história do Vaticano II, fazendo toda sua contextualização histórica. Falou da importância do Concílio que veio marcar uma nova época da Igreja de Jesus Cristo. Pudemos refletir sobre alguns elementos que antecederam a realização do Concílio, aspectos do evento conciliar, tanto da sua convocação quanto da sua realização, e também sobre os desafios e perspectivas diante do jubileu áureo do Concílio Vaticano II. Nivaldo ressaltou a importância do Papa João XXIII e da ação do Espírito Santo, trazendo para o Povo de Deus, em cujas mãos Ele quer confiar um novo momento da Igreja de Jesus Cristo.
Concluindo, Nivaldo apontou também a importância de D. Helder Câmara, como motivador, que mesmo daqui do Brasil incentivava os padres conciliares e contribuía com cartas e sugestões. E na esperança das mudanças projetadas pelo Vaticano II, D. Helder profetizou, na confiança em Deus: “... do fundo do coração, eu quero aquilo que Ele quer, eu prefiro aquilo que Ele prefere. Aceito no escuro, contando com a graça divina”.

Equipe Diocesana de Comunicação das CEBs

Visita do Pe. Fabiano na formação da RP IV das CEBs - Diocese de São jos...